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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011 Ações, Bolsa de Valores, Educação Financeira, Investimentos, Mercado financeiro, Renda variável | 12:02

Campanha publicitária da Bolsa com Pelé estreia hoje na TV em todo o país

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Depois de uma fase de testes, quando, por cinco meses, passaram apenas em algumas capitais do país, estreiam hoje nacionalmente na televisão os comerciais da BM&FBovespa estrelados por Pelé, que têm como objetivo explicar como funciona a Bolsa de Valores e atrair novos investidores.

Usando o mote “Quer ser sócio?”, a campanha mostra que qualquer cidadão pode se tornar parceiro de empresas comprando suas ações na BM&FBovespa. Pela trajetória do jogador, explica ainda conceitos básicos como rentabilidade de aplicações, altas e baixas de ativos.

Além dos canais de TV aberta e fechada, a propaganda será exibida em rádios e salas de cinema de São Paulo e do Rio de Janeiro. Anúncios também aparecerão em grandes sites, jornais e revistas.

No site http://www.quersersocio.com.br/#/home, o interessado em saber mais encontra outras informações.

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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011 Bolsa de Valores, Educação Financeira, Eventos, Férias, Viagem | 13:05

Indo para Orlando? Visite o parque de diversões do investidor

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Entre 9 e 12 de fevereiro acontece em Orlando, nos Estados Unidos, a 33ª. “The World MoneyShow”, a mais importante feira mundial sobre investimentos e finanças pessoais. Outras edições, menores, são realizadas ao longo do ano em diversos países.

Gratuitas, as inscrições para participar do evento na Flórida na próxima semana dão acesso a uma programação de mais de 300 palestras e workshops com 150 especialistas renomados durante as quais se discutirá a economia global e as perspectivas para as aplicações financeiras em 2011.

Companhias que têm ações negociadas em Bolsa também montam os seus estandes para atrair a atenção (e os recursos) dos pequenos investidores. No pavilhão brasileiro, estarão presentes Bradesco, Petrobras e Vale, entre outras, junto com a Expo Money, que é a feira brasileira do setor.

Trata-se de uma boa chance, ainda, para abordar os gestores de grandes fundos internacionais e administradoras de recursos a fim de trocar impressões e pedir dicas.

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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011 Ações, Bolsa de Valores, Fundos, Férias, Investimentos, Mercado financeiro, Planejamento financeiro, Poupança, Renda Fixa, Renda variável, Viagem | 05:59

Quem cuida dos seus investimentos quando você sai de férias?

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Muitos investidores não conseguem se desligar do mercado financeiro –especialmente da Bolsa de Valores– quando saem de férias, pois têm medo tanto de perder alguma boa oportunidade como de que alguma mudança súbita no cenário lhes cause grandes prejuízos.

Mas é possível planejar-se para conseguir tirar alguns dias de folga de verdade.

Algumas semanas antes da saída, é bom revisar os planos e conversar com o seu corretor ou o consultor sobre vencimentos e acontecimentos importantes esperados para o período, assim como a respeito dos preços-alvos dos ativos.

Os que preferem operar por conta própria, via “home broker”, podem lançar mão de ferramentas automáticas do sistema para deixar programadas ordens de compra e venda quando os valores dos papeis atingem patamares determinados.

As mais comuns são as chamadas “stop loss” (deter o prejuízo) –que manda vender as ações no instante em que o seu preço fica abaixo do limite suportado pelo seu dono– e “start” –a qual autoriza a compra do ativo quando o seu preço se torna atraente. Tais valores podem inclusive ser móveis, reajustando-se sozinhos se os patamares e condições do mercado mudarem.  

“Esses instrumentos funcionam como uma boa proteção e são empregados tanto por grandes investidores quanto pelos menores porque são bastante simples de usar”, diz Paulo Levy, diretor da corretora ICAP Brasil responsável pelo seu “home broker”, o MyCap. “E mostram-se ainda mais úteis em tempos de instabilidade, em que a economia mundial se encontra tão indefinida.”

Clientes que ficam em contato mais próximo com os operadores podem deixar ordens combinadas. As boas gestoras não param em nenhuma época do ano e estão preparadas para agir quando for necessário.

O mais importante é ter uma estratégia bem definida desde o começo. “De modo geral, as decisões em investimentos não são tomadas no curto prazo. Por isso, um mês não muda em nada na vida de um investidor que possui um projeto de longo prazo. Tanto ações quanto fundos são aplicações programadas e decididas por períodos mais extensos”, lembra Marcelo Xandó, sócio diretor da Verax Serviços Financeiros.

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terça-feira, 18 de janeiro de 2011 Ações, Bolsa de Valores, Fundos, Inflação, Investimentos, Mercado financeiro, Poupança, Renda Fixa, Renda variável | 05:59

As perspectivas para os seus investimentos em 2011

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É importante reavaliar constantemente a carteira de investimentos –afinal, sempre mudam os objetivos da família, o cenário macroeconômico e as características das aplicações–, mas o início do ano também se apresenta como boa desculpa para uma revisão.

Analisando os movimentos previstos para os próximos meses, as perspectivas para os principais produtos financeiros são as seguintes:

1 – Caderneta de poupança
Apresentou o pior rendimento dentre todas as aplicações no ano passado e não deve apresentar melhor desempenho em 2011, principalmente por causa do esperado aumento da inflação. “O retorno oferecido pela caderneta teria dificuldade para acompanhar a estimada elevação dos preços”, diz Samy Dana, professor de economia da FGV-SP (Fundação Getulio Vargas).
A vantagem é que a poupança não cobra taxa de administração nem imposto de renda. No entanto, essas regras podem mudar, conforme ameaçado pelo governo algumas vezes entre 2009 e 2010.   

2 – Fundos de investimento
Quanto maior é a expectativa de alta da taxa básica de juros da economia brasileira (a Selic), mais interessantes ficam determinados fundos na comparação com a poupança. Os analistas de mercado já apostam em um incremento de 1,5 ponto percentual distribuído pelo primeiro semestre, o que levaria a Selic a 12,5% ao ano.  
Para escolher um fundo, é preciso analisar o perfil do produto, determinado pelos ativos nos quais o gestor coloca o dinheiro dos cotistas. Para este ano, os que acompanham a variação da inflação e dos juros básicos são os mais indicados. Deve-se ficar atento, porém, aos custos cobrados pela instituição financeira e aos tributos.

3 – Títulos públicos
Em vez de aplicar em um fundo, o investidor pode pular os intermediários e comprar títulos públicos do próprio governo pelo programa Tesouro Direto, pagando, assim, taxas pequenas. Novamente, os especialistas recomendam adquirir os atrelados aos preços (NTN-B) e à Selic (LFT) e evitar os prefixados, cujo retorno é determinado antecipadamente, no momento da aplicação.    

4 – Bolsa de Valores
Se o horizonte está bom para as modalidades de investimento de renda fixa (como os títulos públicos), as quais oferecem baixa probabilidade de perdas, a Bolsa fica menos atraente. Afinal, o risco que se corre ao colocar dinheiro em ações é bastante considerável. “Mas em 2011 veremos a BM&FBovespa subir entre 20% e 25%, tanto por causa do crescimento da economia brasileira quanto pelo cenário externo favorável, já que a situação dos Estados Unidos também está melhorando”, afirma Ricardo Fontes, consultor financeiro e professor. “Só não pode melhorar demais, senão os estrangeiros tiram os seus recursos do mercado local para colocar nos títulos do governo americano. E é importante observar desdobramentos negativos da crise europeia, que atrapalhariam essas projeções.”

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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011 Bolsa de Valores, Fundos, Investimentos, Livros, Mercado financeiro, Renda Fixa, Renda variável | 16:44

Finalmente, um livro sobre fundos de investimento

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Sim, a poupança registrou recorde de depósitos em 2010, mas buscar alternativas mais sofisticadas de aplicação faz parte da segunda fase do aprendizado sobre dinheiro que o Brasil vive neste momento.

Para quem possui algum conhecimento sobre o mercado financeiro e aceita correr riscos em troca das possibilidades de ganhos superiores, os fundos de investimento são o próximo passo natural.

Mas os que procuravam esclarecimentos sobre essa modalidade não conseguiam encontrar muitas respostas –e confiáveis.

A fim de corrigir essa deficiência, Luiz Roberto Calado está lançando agora o livro “Fundos de investimento”, pela coleção Expo Money, da editora Campus. O autor é gerente de educação e certificação profissional da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) e vice-presidente do Ibef (Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças), doutor em finanças e sustentabilidade pela Universidade de Bonn (Alemanha).

“O setor sofreu profundas alterações nos últimos dois anos, achei que os investidores estavam precisando desses esclarecimentos”, diz Calado.

Quando lhe perguntam como efetivamente conseguir multiplicar as suas economias, armar-se de informação é a principal dica que dá. “As pessoas perdem muito tempo para comprar sapato, carro, mas não tentam entender as ferramentas de investimento. Preferem ficar atrás de fórmulas mágicas”, afirma.

E compreender os fundos é simples, destaca o estudioso.

Primeiro, é essencial saber em que ativos o produto coloca os recursos –ações de empresas na Bolsa de Valores, títulos de dívida pública ou de companhias de vários setores. “Esses dados estão sempre descritos no prospecto, escrito em uma linguagem clara e objetiva, dirigida justamente aos não-especialistas”, ensina Calado. Geralmente, o documento compõe-se de cinco ou seis páginas, e vale a pena estudá-las com cuidado antes de aderir. “O interessado precisa estar ciente do tipo de risco que está assumindo.”

É bom, ainda, alimentar expectativas realistas quanto aos rendimentos e estar ciente de que, embora o gerente do banco tenha as suas convicções, é impossível projetar com exatidão qual será o retorno do fundo. A rentabilidade apresentada nos últimos anos não é garantia de bom desempenho no futuro, porém deve ser considerada.

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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011 Bolsa de Valores, Investimentos, Mercado financeiro, Renda variável | 08:31

As ações que mais subiram e as que mais caíram desde o seu lançamento

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Ofertas iniciais de ações são caixinhas de surpresas.

Para quem investiu na Hypermarcas quando a companhia decidiu abrir o seu capital na BM&FBovespa, entretanto, a surpresa foi bastante positiva: desde então (abril de 2008), a cotação do papel subiu 200,88% (até outubro de 2010), descontando a rentabilidade média do mercado no período. Do ponto de vista dos rendimentos para o investidor, essa foi a operação mais bem sucedida da história da Bolsa de Valores brasileira.

Em segundo lugar, vem a ação da Localiza, com retorno de 191,07% entre 2005 e 2010. A terceira posição fica com a Totvs e os seus 182,44% de valorização a partir de 2006.

Mas para quem apostou na Brasil Ecodiesel o gosto que ficou foi amargo. Entre 2006 e 2010, as perdas da ação foram de 92,84% –daí o papel ter ganhado dos investidores o apelido de Micodiesel.

As ações da Laep (controladora da Parmalat no país) recuaram 90,53% a partir de 2007 e os da Santos Brasil caíram 88,46% desde 2006, quando as ações estrearam na Bolsa.

O ranking completo está na edição de janeiro na revista AméricaEconomia, que chega às bancas hoje.

Em 2011, os analistas consultados pela publicação prevêem que brilharão mais os papeis dos setores de varejo –ainda graças à pujança do mercado interno brasileiro–, petróleo e ferro.

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terça-feira, 4 de janeiro de 2011 Ações, Bolsa de Valores, Educação Financeira, Investimentos, Mercado financeiro, Renda variável | 19:01

Bolsa realiza cursos em domicílio sobre o mercado de capitais

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É o delivery da Bolsa de Valores: qualquer cidadão, empresa ou instituição pode requisitar à BM&FBovespa a realização de um seminário sobre os mercados de ações e de futuros.

Para palestras, deve-se reunir um grupo de ao menos cem pessoas; para cursos (júnior, destinado a pré-adolescentes entre 11 e 14 anos; teen, para jovens de 15 a 18 anos; e terceira idade), a audiência precisa ter no mínimo 60 pessoas.

A solicitação pode ser feita pelo site www.bmfbovespa.com.br, no menu “Educacional”, clicando em “Palestras Institucionais”.

Não há custo para o contratante. As aulas duram de uma a duas horas, e o seu conteúdo é adaptado para o perfil, as necessidades e os interesses dos participantes.

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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010 Bolsa de Valores, Investimentos, Mercado financeiro, Renda variável | 05:59

A diferença entre as corretoras de valores está nos serviços prestados

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Para entrar na Bolsa de Valores, é preciso abrir conta em uma corretora, a qual tem como função formalizar as ordens de compra e venda de papeis, atuando como intermediária entre as pessoas físicas e a BM&FBovespa.

Com o crescimento do número de interessados em colocar uma parte do seu patrimônio no mercado acionário, aumentou também a concorrência entre as instituições financeiras, que agora têm feito campanhas de várias maneiras para atrair novos clientes.

Mas o investidor deve fazer uma pesquisa e analisar as diversas opções antes de escolher o seu parceiro de negócios.

No que diz respeito à tecnologia disponível para transações, as corretoras se parecem bastante, é verdade. A diferença, porém, reside em um detalhe essencial para quem deseja aplicar na Bolsa e não é especialista: a assistência oferecida.

“A educação financeira está no centro do apoio que é preciso devotar ao iniciante”, explica Manuel Lois, diretor da corretora Spinelli. Porque, muitas vezes, é a simples curiosidade que leva o investidor à Bolsa. E, se ele não tiver um propósito firme para guardar o dinheiro e não entender bem os riscos que corre, pode ter surpresas ruins e acabar abandonando, traumatizado, essa modalidade de aplicação.   

Igualmente importante é o contato com os consultores da corretora. Mesmo utilizando o “home broker” (ferramenta que permite realizar operações pela internet), é essencial poder contar com a assessoria de especialistas que acompanhem os movimentos do mercado e orientem sobre a melhor hora de adquirir uma ação ou se desfazer dela. De tempos em tempos, os analistas costumam inclusive enviar relatórios dedicados a empresas e papeis específicos, assim como sobre as condições gerais da economia do país.

“O investidor deve conhecer bem a corretora e até encontrar pessoalmente, sempre que desejar, os profissionais responsáveis por assessorá-lo. A corretora, por sua vez, também tem que saber quais são os objetivos e limites de cada investidor”, diz Marcos Martins, diretor executivo da gestora de recursos Latinvest.  

A fim de fortalecer esse vínculo, algumas instituições realizam palestras e workshops periodicamente e abrem, ainda, salas especiais nos seus escritórios para que os clientes possam usar a sua estrutura de computadores, telefones e terminais de cotações e notícias para fazer os seus lances.

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Pequenos investidores se reúnem em congresso em São Paulo

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O INI (Instituto Nacional de Investidores) realiza, no próximo sábado, dia 27, na capital paulista, seu segundo grande congresso, o qual reunirá pessoas físicas que aplicam na Bolsa de Valores ou têm interesse em começar com especialistas, representantes de companhias abertas, corretoras e profissionais de destaque desse mercado.

O tema do encontro, aberto ao público, é: “O que significa ser um investidor consciente no mercado de ações?”.

Na programação, há palestras e workshops sobre análise fundamentalista de ações, instrumentos de risco moderado e elevado, governança corporativa, e o perfil do investidor brasileiro.

O evento será aberto com um jantar na sexta-feira, dia 26, com uma apresentação sobre as perspectivas para a economia do país e o mercado acionário destacando o setor bancário e o pré-sal.

SERVIÇO
O QUE: 2º. Congresso do INI (Instituto Nacional de Investidores)
QUANDO: Sábado, dia 27 de novembro, das 8h às 19h
ONDE: WTC Convention Center / Sheraton WTC – Avenida das Nações Unidas, 12559, São Paulo – SP
INSCRIÇÕES: Pela internet, no site www.ini.org.br/congressoini, a R$ 300 para associados do INI e R$ 350 para não associados
INFORMAÇÕES: Pelo telefone do INI, (21) 2508-6558, ou no site www.ini.org.br/congressoini

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