Novo serviço permite a estudante pagar taxas de escolas no exterior sem encargos
Os brasileiros que desejam aprender um idioma, fazer graduação ou pós no exterior agora podem efetuar as transferências do dinheiro destinado a quitar taxas de inscrição e outras despesas escolares a custo zero. A facilidade, chamada ISPS (International Student Payment Service ou Serviço de Pagamento Estudantil Internacional), está sendo lançada no país pelo Taxback Group em parceria com o banco Itaú.
Desde o ano passado, algumas agências de intercâmbio têm empregado a ferramenta, e a sua disseminação pode baratear os pacotes oferecidos por tais empresas.
Mas a maior vantagem é de quem está contratando o curso por conta própria e daqui em diante terá acesso direto ao serviço: o estudante consegue mandar valores para instituições de ensino de praticamente qualquer lugar do mundo sem nenhum encargo e em até 48 horas. Os responsáveis prometem, também, oferecer taxas de câmbio mais vantajosas do que as praticadas no mercado. Para executar uma remessa, é necessário procurar uma agência do Itaú.
Normalmente, os bancos cobram tarifas sobre o envio e demora cerca de cinco dias úteis para os recursos aportarem no seu destino.
“É cada vez maior o número de estudantes brasileiros que busca aperfeiçoar a sua formação com uma experiência internacional; temos como objetivo simplificar ao máximo o trâmite para o seu ingresso em uma escola ou universidade estrangeira”, explica Olya Antonova, gerente sênior de marketing do Taxback Group. “Os instrumentos atualmente existentes são pouco flexíveis. Uma transferência de recursos mais eficiente agiliza o processo de pedido de visto e de matrícula na instituição de ensino.”
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1 PENSANTE 19/11/2010 16:12
Ótima notícia para os jovens estudantes. Muitos concluem seus estudos mesmo no exterior com muito sacrifício.
Me preocupo um pouco com a questão das exigências cada vez maiores para o mercado de trabalho. Tenho a impressão de que nunca teremos realmente igualdade de OPORTUNIDADES.
Quando terminei minha faculdade, o curso superior bastava, muito pouco tempo depois já era preciso no mínimo pós graduação, mais alguns anos, e veio o MBA, agora ninguém tem mesmo boas oportunidades se não tiver alguma experiência internacional.
Assim, as oportunidades continuarão sendo sempre para uma pequena camada da população. Aqueles que antes não podiam cursar uma faculdade, agora já dispõe de algum acesso, mas infelizmente continuarão anos luz daquela minoria que consegue fazer pelo menos um curso no exterior.