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quarta-feira, 4 de agosto de 2010 Comportamento, Consumo, Crianças, Educação Financeira | 19:48

Governo lança programa piloto de educação financeira nas escolas públicas

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O primeiro projeto oficial de educação financeira nas instituições de ensino públicas de nível médio do país começa no próximo dia 9. O piloto do programa será implantado em 450 escolas da rede do governo nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Tocantins, Distrito Federal, Ceará e Minas Gerais.

A iniciativa é fruto de esforço conjunto dos órgãos reguladores do Sistema Financeiro Nacional –Banco Central, CVM (Comissão de Valores Mobiliários), Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar) e Susep (Superintendência de Seguros Privados)– e conta com o apoio de outras entidades públicas e privadas, como a BM&FBovespa e a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).

Enquanto durar o programa, mais 450 escolas serão monitoradas como grupo de controle para comparação e medição de resultados, porque é intenção do governo também entender qual é o impacto da educação financeira do estudante na vida da sua família.  

O projeto tem como objetivo ensinar crianças e jovens a tomar decisões de consumo e investimento e a planejar o futuro. Não haverá a criação de uma disciplina específica de educação financeira, mas o tema será abordado como parte dos conteúdos de diferentes áreas, como português e matemática.

O material didático, já distribuído às escolas, é composto de livro e caderno do aluno mais livro do professor. Os docentes participarão de uma capacitação à distância antes do início das aulas e depois serão acompanhados por tutores especializados para esclarecer dúvidas financeiras ou pedagógicas.

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Autor: Denyse Godoy Tags: ,

6 comentários | Comentar

  1. 6 Luiz Gessy Pellisson 11/07/2011 16:32

    Finalmente uma ótima iniciativa do governo, fazer chegar essa informação às escolas públicas, poucas pessoas tem acesso e muitas outras desconhecem totalmente o assunto, é de fundamental importancia para o planejamento familiar, apoio totalmente o projeto, espero que não fique só na vontade política.
    Luiz Gessy Pellisson, Por graduado em Finanças, consultor financeiro, investidor e professor.

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  2. 5 Gilson Marques 12/06/2011 2:08

    Finalmente, vemos em nosso país uma ótima iniciativa para tentar reparar um equívoco que já dura séculos de hipocrisia religiosa que, como bem disse o nosso colega Francisco de Lima, foi incutido na cabeça das pessoas associando o progresso material a sordidez da exploração do trabalho, como único recurso. Por muito tempo, a igreja católica (que nunca teve qualquer moral), ajudou a incutir na cabeça do povo a falsa “lei da usura”, condenando o lucro. A história não mente, quando afirma que os clérigos sempre viveram na opulência (as custas do parasitismo e da bajulação ao poder real) criticando e perseguindo a livre iniciativa e aqueles que produziam, quando faziam muito pior, emprestando dinheiro a juros , muitas vezes, extorsivos. A igreja católica, além de gozar de muitos benefícios fiscais, é dona de vasto patrimônio em terras, obtidas sempre através de atos ilícitos (será que a igreja tem alguma culpa?), tambem é dona de grande quantidade de ações e de alguns dotes de ouro (que pena, quase nenhum!). A igreja sempre gostou de jactar-se em usar a mensagem cristã de caridade e da repartição dos bens, desde que não fosse de seu próprio patrimônio. Esta instituição sempre admirou muito o dinheiro e o poder, e inescrupulosamente, procurou usar a bela mensagem cristã para evitar que as pessoas se tornassem livres, tendo em vsita que a acumulação de capital torna o homem autônomo. Essa independencia não é interessante a alguns, pelo fato de ser mais difícil impor normas ridículas e manipular aquale que já é liberto. Estou errado ? Será mesmo? Então, quem foi que inventou a contabilidade???? Os fins justificam os meios….

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  3. 4 José Carlos Lobo Barbosa 18/03/2011 8:58

    18/03/2011 08:58

    Como já fui professor de Filosofia no ensino médio e hoje sou investidor financeiro, sei que é bem mais real e sincero ensinar educação financeira quando se conhece o processo também na prática, além da teoria. Logo, acredito que todos os professores deveriam ser investidores antes de ensinarem educação financeira. A união de teoria e prática é muito mais crível e torna o ensino muito mais sincero, pragmático e utilitarista.

    Como investidor, sei que certas ações listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (BMFBovespa) nestes últimos 18 anos ou 219 meses (desde janeiro de 1994) tiveram uma valorização bruta média de 3% ao mês, possibilitando a qualquer cidadão que tenha comprado R$ 100,00 todo mês deste papel à partir de janeiro de 1994 até março de 2011, chegasse no dia 01/04/2011 com o montante (ou Valor Futuro ou tecla FV em qualquer calculadora financeira) de R$ 2.155.558,85 (dois milhões cento e cinqüenta e cinco mil qüinquentos e cinquenta e oito reais e oitenta e cinco centavos).

    Duvidas? Pesquise. Qualquer pessoa pode se tornar um milionário (ter no mínimo um milhão em aplicações financeiras) após mais de 200 meses de paciência honesta, por exemplo, em aplicar religiosamente todo mês em uma ou mais ações de boas empresas. Contudo, isto não é só uma questão de matemática. É também uma questão de psicologia, ou seja, de se ter um comportamento determinado, decidido e perseverante.

    José Carlos Lobo Barbosa, Graduado em Filosofia pela UFMG, Técnico em Gestão de Negócios pelo SEBRAE MG e Investidor Financeiro.

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  4. 3 Francisco de Lima Gomes 06/01/2011 12:05

    Ufa!!!! Se essa moda pegar vai ser – A LONGO PRAZO – uma revolução na vida sócio-política brasileira. Poderemos varrer 3 grandes chagas da nossa cultura impregnada por essa imundície chamada IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA: 1) A (falsa) censura das riquezas, da qual decorrem o “pecado do lucro”; 2) A desvalorização do trabalho como fator preponderante para alcançar – também o – céu (já que Deus foi o 1º trab alhador e criou a 1ª provisão); por último, 3) A supervalorização da ESMOLA, desmerecendo quem trabalha e quem de tudo faz para se autosustentar e ter vida digna. Essas 3 mazelas culminaram com a elevação da “caridade católica” aos PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS DE ESMOLA NO ATACADO no Governo Lula, como pagamento pelos bons serviços prestados pela Teologia da Libertação ao PT, no contexto do MEB-Movimento Eclesial de Base, operado no âmbito das CEB-Comunidades Eclesias de Base. Tudo mentira e hipocrisia!
    Ufa! Eu, que já sou educador financeiro voluntário, desejo com todo o ardor do meu coração que esse impulso governamental, ainda que tarde, surta efeitos no longo prazo para nosso país – ainda jovem – antes que envelheça.

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  5. 2 Rafael 04/08/2010 21:11

    Até que enfim se inicia alguma atividade voltada para a existência de educação financeira nas escolas do nosso País. Espero que o assunto não morra e que se perpetue como uma realidade já que pouquissimas pessoas tem acesso a informações sobre como lidar com dinheiro, uma necessidade fundamental que todos os dias obriga milhares de pessoas a literalmente “se virar nos 30″.
    Abraço!

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  6. 1 José Carlos Lobo Barbosa 04/08/2010 20:25

    Finalmente a educação financeira chega às escolas públicas da educação básica no Brasil!!! Apoio total a esta idéia que deveria vir junto com a educação para o empreendedorismo em parceria com o SEBRAE, a educação para o planejamento familiar, a educação afetiva-sexual e a educação para a aposentadoria privada ou complementar à aposentadoria pública! Pena que só no final do Governo Lula isto acontece. Por que ele não começou este processo em 2003 no seu primeiro ano de governo?
    José Carlos Lobo Barbosa, assessor e investidor financeiro que segue a metodologia de investimento do megainvestidor Warren Buffett.

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