Mad Men | Series de Tv

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Posts com a Tag mad men

quinta-feira, 26 de maio de 2011 The Killing | 16:30

Por que o AMC ainda não renovou o hit ‘The Killing’?

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“The Killing” já chegou chegando e é um hit do AMC. O show sobre o assassinato de Rosie Larsen é visto por 2 milhões de norte-americanos por semana, média excelente, equivalente a “Mad Men”, o grande cartão de visitas do canal a cabo.

A pergunta que paira no ar então, é porque a emissora ainda não renovou o programa para um segundo ano, considerando que faltam apenas quatro episódios para o final da temporada?

Mireille Enos, protagonista, afirmou em entrevista que o canal tem esse histórico de demorar em renovar sua programação – o que por sinal, é verdade -, e diz ser um prazer ser a leading woman do show, mesmo sem saber o que vem pela frente.

Talvez a demora se justifique na questão criativa, jogando a dúvida no ar: o assassino será resolvido ao final da temporada – o mais provável -, ou se arrastará – improvável – por um possível segundo ano?

O que a atriz revela é que Veena Sud, criadora, já tem um esboço do plot da segunda temporada, apesar de não ter revelado nada para ninguém ainda.

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domingo, 3 de abril de 2011 The Killing | 22:25

‘The Killing’ estreia hoje a noite nos EUA. Confira o trailer

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Série de mistério é do AMC, mesmo canal de “Mad Men”, “Breaking Bad” e “The Walking Dead”. A demanda da primeira temporada é de 13 episódios. O projeto é uma versão norte-americana de um show dinamarques e fala sobre as investigações em torno do assassinato da jovem Rosie Larsen.

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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011 mad men | 14:53

Que tal?

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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011 mad men | 16:46

Por motivos contratuais, quinta temporada de ‘Mad Men’ deve demorar para estrear

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Assim como aconteceu com “The Sopranos”, que por problemas contratuais com os atores saiu do ar em 08 de dezembro de 2002 para voltar só em 07 de março de 2004, “Mad Men” deve ficar um bom perído em hiato.

A AMC garante o quinto ano do show, mas não tem previsão de exibição, já que atualmente acontece uma renegociação de salários com todo o elenco, a produtora Lionsgate e o criador Matthew Weiner. Renegociações costumam demorar meses, ainda mais para um elenco grande como o da série.

Agora é torcer para que a série não demora para voltar tanto quanto “Sopranos” demorou.

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quinta-feira, 11 de novembro de 2010 Rubicon | 17:02

AMC cancela ‘Rubicon’

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A melhor estreia da fall season na TV a cabo está cancelada.

O AMC cancelou oficialmente o thriller político “Rubicon”. A série teve uma única temporada com 13 episódios.

Em comunicado oficial a emissora mandou aquele papinho de sempre, de que está muito orgulhosa da série, que foi uma decisão muito difícil e se sentem honrados de terem contado uma história tão boa.

“Rubicon” era uma série do mesmo nível dos outros dramas do AMC, como “Mad Men” e “Breaking Bad”.

Uma pena a decisão de cancelar.

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quinta-feira, 4 de novembro de 2010 AMC, mad men | 14:59

Don Draper: WHAT???

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Será que é por isso que “Mad Men” ganha tantos Emmys? Hehehehe.

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quarta-feira, 3 de novembro de 2010 Comentários, Dexter, Friday Night Lights, Nikita, mad men | 19:30

Comentários sobre Dexter, Mad Men, Friday Night Lights e Nikita

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Dexter

Chegamos ao sexto episódio da quinta temporada e nada mudou. Como eu já havia escrito aqui, Angel e Laguerta são um porre e continuam ganhando tempo demais de cena. Debra e Quinn a mesma coisa. Casal forçado demais, todo mundo já sabe como isso vai acabar.

E a relação entre Dexter e Lumen, personagem de Julia Stiles, não vai pra lugar nenhum. O melhor que os roteiristas conseguiram fazer foi ele ajudar ela a achar os caras? É esse o grande plot da temporada? Putz…

A impressão que dá é que os roteiristas sairam de férias. Fala sério, é TV a cabo, os caras podem fazer qualquer coisa, e isso é o melhor que conseguem?

Mad Men

Estava um pouco atraso e só terminei agora a quarta temporada de “Mad Men”. Confesso que fiquei com um pouco de birra da série entre a terceira e a quarta temporada. Acho que é normal quando um show é paparicado demais.

Mas a quarta temporada da série foi genial. A relação entre Don e Anna, Don e Lane Pryce (atuação magistral de Jared Harris), a fusão entre Dick Whittman e Donald Draper, e, principalmente, a decadência de Don e Roger – que eu tinha certeza que ia se mater no final da temporada. Ainda bem que não se matou, pois “Mad Men” precisa de John Slattery.

O noivado de Don no final da temporada foi um alvoroço lá fora. Realmente, Don tem cada vez menos certeza sobre tudo, e ficar noivo de sua secretária três trepadas depois, não faz muito sentido – ou todo o sentido quando se trata de DD. O personagem, antes da quarta temporada, sempre foi admirado por todos, tendo inclusive inspirado o site “What Would Don Draper Do?”, em menção as atitudes sempre certas de Draper. Difícil prever o que vêm por aí no quinto ano.

E Betty Draper ganha o prêmio de personagem mais insuportável da TV a cabo. What a bitch!

Friday Night Lights

Uma das melhores séries dos últimos anos, “Friday Night Lights” é aquela série que ninguém assiste. Foi cancelada na NBC e o canal a cabo DirecTV comprou os direitos e vem exibindo temporadas de 13 episódios.

Pois bem. A atual temporada, quinta, é também a derradeira. FNL fecha as portas daqui a 13 episódios e a julgar pela season premiere exibida na semana passada, como de praxe aqui, vem muita choradeira por aí.

A premiere não perde tempo e já mostra Julie indo embora para a faculdade, Landry tendo sua última noite em Dylon e o treinador Taylor vencendo o primeiro jogo do ano.

Não há o que falar de “Friday”, a série é impecável. É exatamente o que se propõe a ser: uma busca por valores e caminhos a serem seguidos. Tem muitos cliches, é verdade, mas tem um elenco forte, uma direção e uma fotografia impecável, e roteiros mundamos. Se considerarmos FNL uma série teen, é a melhor da década.

Nenhum sinal ou indício de Matt Saracen, Smash Williams, Lyla Garrity ou Jason Street. Seria emocionante se a série trouxesse os atores de volta no fim da temporada.

E, por favor, alguém dá um Emmy para Kyle Chandler, o Eric Taylor. O cara merece desde a primeira temporada.

Nikita

Resolvi dar uma chance para esse “draminha” da CW pra ver qual é. Realmente é exatamente o que parece: um reboot de “Alias”. A personagem forte feminina, a descoberta da agência governamental malvada, o desejo de vingança, as conspirações, a espionagem.

A diferença é que “Alias” tinha estilo, tinha uma edição absurda e bons atores. Maggie Q, apesar do sobrenome cafona, até segura as pontas como a personagem-título, mas o elenco secundário é muito fraco, apesar de rostos conhecidos como Xander Berkeley (o George Mason de “24 Horas”) e Melinda Charke (a mãe da Marissa em “The O.C.”).

Independente disso, o roteiro é divertido. “Nikita” pode ser uma boa opção para os que sentem falta de algo um pouco mais sério sobre espionagem. “Burn Notice” é maravilhosa, mas tem aquela pegada soft, light, quase cômica.

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quarta-feira, 27 de outubro de 2010 AMC, The Walking Dead | 04:07

‘The Walking Dead’ promete ir além do hype

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Com pouco sangue e muita história, nova série do mesmo canal de “Mad Men” e “Breaking Bad” ressurge com gênero do horror na TV

Com raras exceções, uma produção aqui e outra ali – e se contarmos que séries como “Além da Imaginação” são consideradas ficção científica, e “True Blood” praticamente uma novela -, o gênero do horror é quase exinto na televisão, seja canal aberto ou fechado.

Isso já seria suficiente para causar certo frisson quando o AMC, canal a cabo norte-americano, divulgou alguns meses atrás que estava trabalhando em um piloto baseado na HQ “Walking Dead”. E a julgar pelo piloto, a produção mantém todas as expectativas geradas sob a série e deposita o futuro do gênero nas “mãos” dos zumbis, que vêm sendo chamados de “os novos vampiros de Hollywood”.

“The Walking Dead” não se preocupa muito em ambientar o telespectador em seu mundo apocalíptico: não há nenhum tipo de explicação para os zumbis terem dominado. Após sermos apresentados ao ex-oficial Rick Grimes em uma rápida cena pré-zumbis, logo nos deparamos com o protagonista acordando de um coma após sofrer um acidente. O mundo já “acabou” lá fora e só Rick ainda não sabe. O papel do protagonista é de Andrew Lincoln, desconhecido para a maioria dos fãs americanos, mas muito conhecido na Inglaterra – e ótimo ator, por sinal.

A direção fica nas mãos de Frank Darabont, que tem em seu currículo filmes como “O Nevoeiro”, “À Espera De Um Milagre”, “Um Sonho de Liberdade”, “Hora do Pesadelo 3″, “A Mosca 2″ e a série “Tales From the Crypt” (HBO). Há de se comemorar aqui: lembra-se daquela cena em “Um Sonho de Liberdade” em que Andy Dufresne, personagem de Tim Robbins, consegue para ele e seus amigos uma tarde de cervejas com o sol sobre suas cabeças? Em “The Walking Dead”, Darabont  explora com maestria cenas em que nada acontece – alguém lembrou de “Breaking Bad”? -, e torna até uma cena em que o protagonista atira em uma criança zumbi em algo romântico.

Aliás, é bom não se ludibriar: o roteiro do piloto possui diversas sequências fiéis ao quadrinho, mas que podem deixar o telespectador leigo um pouco decepcionado: apesar do gore ser fantástico, não há tanto sangue quanto se espera quando ouve-se falar em “uma série sobre zumbis”. E este é o verdadeiro mérito aqui: os zumbis estão mais para pano de fundo, tendo as relações entre os personagens, entre o personagem principal com o mundo que restou, como protagonistas. E este pano de fundo deve se manter durante a série, já que na HQ existem volumes em que os zumbis sequer aparecem.

Por falar em gore, outro nome que merece um parágrafo: Greg Nicotero. Para quem não conhece, o cara é o Mozart do sangue e dos efeitos: responsável pelos efeitos visuais de quase todos os filmes de Quentin Tarantino, George Romero (o pai de todos os zumbis), e responsável pelos efeitos de outras produções como “Piranha”, “Premonição”, “Arraste-me Para o Inferno”, o remake do “Massacre da Serra Elétrica”, entre outros. A foto acima é parte do trabalho de Nicotero na série.

Em suma, a produção é impecável: roteiro, produção, direção e elenco, com destaque para a participação especial do excelente Lennie James (“Jericho”). Infelizmente, não é ainda que vemos Laurie Holden, a eterna Marita Covarrubias de “Arquivo X” em ação, já que o piloto, assim como a HQ, se preocupa em introduzir o “novo” mundo e o personagem principal, deixando para a última cena a apresentação do restante do elenco – que conta com alguns outros rostos conhecidos, como o de Sarah Wayne Callies, a Sara Tancredi de “Prison Break”.

A demanda da temporada ainda é incerta, apenas seis episódios serão exibidos esse ano, e ainda não é público se estes seis são a primeira temporada, ou se a série volta com outros sete episódios, completando uma suposta demanda de 13 horas de história – o mais comum na TV a cabo.

Quanto as especulações de uma vida curta devido à premissa, a TV a cabo não exige tanta audiência quanto a TV aberta para uma série sobreviver, mas por abordar um tema muito específico, os zumbis podem enfrentar um problema: a ausência da audiência feminina, fundamental para qualquer série sobreviver e muito disputada pelas emissoras pagas.

A Fox estreia “The Walking Dead” por aqui no dia 02 de novembro.

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quinta-feira, 7 de outubro de 2010 Boardwalk Empire, HBO | 19:34

‘Boardwalk Empire’ tenta retomar prestígio da HBO

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Série criada por produtor de “The Sopranos” e dirigida por Scorsese busca apagar vexame pós-recusa de “Mad Men”.

Antes de se tornar a série mais aclamada pela crítica e vitoriosa em premiações recentes, “Mad Men” recebeu negativa da HBO quando seu criador Mattew Weiner ofereceu o piloto para a emissora, que por sua vez alegou não acreditar no sucesso do show.

Dois cenários paralelos sucederam esta recusa: o sucesso de “Mad Men” em todos os âmbitos, e a chuva de críticas da mídia especializada não só ao ato falho da emissora, mas a falta de qualidade no conteúdo recente exibido. Diversas séries estrearam prometendo ser a nova “Sopranos”, mas nenhuma alcançou o sucesso de crítica, ou audiência esperada. Aos poucos, a tagline “It’s not TV, it’s HBO” se tornou uma piada na imprensa e um tiro no próprio pé para a HBO.

Com “Boardwalk Empire”, o canal a cabo busca resgatar este prestígio perdido nos últimos anos. Criada por Terence Winter, produtor executivo de “Sopranos”, e dirigida por Martin Scorsese – que também acumula o cargo de produtor executivo -, a série de época resgata a era da Proibição nos EUA, nos anos 1920, quando se tornou proibido vender álcool no país.

No centro disso, em Atlantic City, está o viúvo Enoch “Nucky” Thompson, interpretado por Steve Buscemi, sem exageros, um dos melhores atores vivos, que aqui, entrega um personagem de caráter duvidoso e personalidade ambígua: um dos responsáveis pela proibição do álcool em Atlantic City, Thompson é quem oferece à burguesia, uma festa com todo o álcool que seus convidados consigam beber.

O capricho da emissora em reviver os anos 1920 é tão notório que o telespectador, por algumas vezes, se perde no meio dos diálogos ao deslumbrar a riqueza não só dos cenários e locações, mas dos detalhes e caprichos da produção em ambientar o drama de época – deixando o telespectador boquiaberto com alguns costumes e “way of life” da época.

Quanto ao centro das ações, o ponto de partida da produção é o dia que antecede a proibição do álcool. Logo após o ato, como conta a história, muitos gângsteres e políticos se interessam no assunto, alguns para o bem, outros para o mal. Thompson é corrupto e um dos principais responsáveis pelo tráfico de bebidas. Consequentemente, o assunto logo chega aos federais, que tentam persuadir o braço direito de Thompson a trabalhar para o governo e contra Nucky.

O piloto também mistura muito bem personagens fictícios – como Thompson -, com gângsteres reais que fizeram nome na época, casos de Arnold Rothstein (Michael Stuhlbarg) e Charles “Lucky” Luciano (Vincent Piazza), além de uma rápida aparição de um certo gângster que cruza com Jimmy Darmody, personagen de Michael Pitt, e, ao se apresentar, diz se chamar Al Capone.

Em um gesto clássico para mostrar que acredita na série, a HBO prematuramente já renovou “Boardwalk” para uma segunda temporada. O drama, exibido aos domingos, teve a premiere mais assistida dos últimos seis anos da casa.

Os fantasmas de “Mad Men” e “Sopranos” ainda puxam o pé da emissora, mas a julgar pelo ponto de partida de “Boardwalk Empire”, a premissa, o elenco, e até o dia e horário em que é exibida – o mesmo de “Sopranos” -, a série parece finalmente colocar o cabo de volta ao mapa das séries de conteúdo relevante.

A série estreia no Brasil no dia 17 de outubro, na HBO.

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sábado, 25 de setembro de 2010 Boardwalk Empire, HBO | 08:16

HBO renova Boardwalk Empire

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A já aclamada “Boardwalk Empire” vem surpreendendo na audiência e já recebeu sinal verde da HBO para uma segunda temporada. Detalhe que a série teve apenas um episódio exibido até aqui: sua season premiere.

O drama, exibido aos domingos pelo canal a cabo, teve a premiere mais assistida dos últimos seis anos na casa: desde a estreia de “Deadwood”, em 2004.

O presidente de programação do cabo, Michael Lombardo, atribui o sucesso não só a Mark Wahlberg e Martin Scorsese, mas todo o elenco estelar, que conta com nomes de peso do cinema norte-americano, como o ator Steve Buscemi.

Apesar dos reviews entusiasmados, ainda há aqueles que esperavam melhores números por parte do drama de época, algo perto da audiência de “Mad Men”, do Showtime. Com a série, a HBO pretende desbancar o sucesso de “Mad Men” nas críticas e nas premiações – série que o canal rejeitou de forma vexaminosa por não acreditar em seu potencial.

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