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quarta-feira, 27 de outubro de 2010 Fox, Glee | 19:30

Fox prepara álbum natalino de ‘Glee’

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Chega de Simone no Natal!

A Fox anunciou essa semana que vai lançar um álbum com o elenco de “Glee” cantando clássicos de Natal. O álbum será lançado no próximo 16 de novembro, três semanas antes do episódio natalino da série - já to imaginando a cafonice.

Tracklist do álbum:

1. We Need A Little Christmas (Jenna Ushkowitz, Amber Riley, Chris Colfer)
2. Deck The Rooftop (Lea Michele, Cory Monteith, Naya Rivera, Kevin McHale, Heather Morris, and Jenna Ushkowitz)
3. Merry Christmas Darling (Lea Michele)
4. Baby, It’s Cold Outside (Chris Colfer and Darren Criss)
5. The Most Wonderful Day Of The Year (Chord Overstreet, Mark Salling, Kevin McHale, Lea Michele, Chris Colfer, Jenna Ushkowitz, and Heather Morris)
6. Last Christmas (Lea Michele, Cory Monteith, Amber Riley, Kevin McHale, Mark Salling, Jenna Ushkowitz, and Chris Colfer)
7. God Rest Ye Merry Gentlemen (Lea Michele, Amber Riley, Naya Rivera, and Jenna Ushkowitz)
8. O Christmas Tree (Matthew Morrison)
9. Jingle Bells (Cory Monteith, Mark Salling, and Kevin McHale)
10. You’re a Mean One, Mr. Grinch (k.d. lang and Morrison)
11. Angels We Have Heard On High (Amber Riley)
12. O Holy Night (Lea Michele)

O último álbum da série vendeu mais de cinco milhões de cópias e mais de 15 milhões de pessoas baixaram pelo iTunes.

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domingo, 3 de outubro de 2010 Fox, JJ Abrams | 19:14

Fox compra projeto de JJ Abrams sobre Alcatraz

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O novo projeto supersecreto de JJ Abrams sobre Alcatraz encontrou sua casa: a Fox.

A emissora se comprometeu com o projeto de Abrams, também criador de “Lost” e “Alias”, que é tão misterioso quanto sua sinopse: “Uma série sobre mistérios, segredos e a prisão mais infame de todos os tempos.”

Apesar de ter comprado os direitos, isso não significa que a série verá a luz do dia. Mas pela fama e prestígio de Abrams, é improvável imaginar que a série não apareça em 2011 na programação do canal.

Essa série a segunda série do produtor na Fox. “Fringe” é a outra. A Bad Robot, produtora de Abrams, é a responsável pelo projeto.

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terça-feira, 28 de setembro de 2010 Fox, Lone Star | 17:19

‘Lone Star’ é uma das melhores séries da nova temporada

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Drama da Fox já luta por sobrevida na audiência por ser boa demais para TV aberta

A Fox norte-americana estreou no último dia 20 o drama “Lone Star”, que já chegou a TV recheado de expectativas após diversos reviews calorosos por parte da mídia especializada. O piloto conta a história de Robert Allen, um golpista que busca sua fortuna aplicando golpes nos outros. Mas no fundo, o personagem principal, interpretado pelo ótimo James Wolk, está enganando a si mesmo, já que seus golpes não param em pessoas desconhecidas: Allen possui duas famílias e duas mulheres. E pior: acredita amar as duas.

Em Midland, Texas, ele é Robert, um vendedor que viaja o país. É apaixonado por Lindsay, sua namorada, e seus golpes se extendem até aos seus sogros, para quem vende ações de empresas fictícias. Em Houston, é Bob, homem casado e um dos possíveis sucessores de seu sogro (Jon Voight), de quem recebe o convite para se tornar um dos sócios de sua empresa – oportunidade perfeita para dar o maior golpe de sua vida.

Mas é justamente após o convite para trabalhar na empresa do sogro, que Robert percebe a oportunidade única de mudar vida, e fazer de seu novo trabalho um trabalho de verdade e não uma possibilidade de um novo golpe.

Robert foi criado pelo seu pai, que o ensinou tudo sobre os golpes e em dado momento do piloto, esclarece a relação dos dois: “Eu sou a pessoa que te ama por quem você é, não por quem finge ser”. Ambos os personagens carecem de uma alma profunda, que os possibilita de enganar até pessoas que não têm onde cair mortas. Robert é uma espécie de antiherói que vive dilemas como buscar mais um golpe ou alcançar sua redenção.

O piloto é dirigido por Marc Webb, de “500 Dias com Ela”, apesar do dedo do diretor não ser evidente: é uma direção convencional de TV. A qualidade da produção da Fox é justamente o calcanhar de Aquiles de “Lone Star”: a série é mais uma das produções recentes – assim como “Life” e “Studio 60″ da NBC – que deveriam ser programação de TV a cabo, mas por algum motivo foram parar na TV aberta. “Star” é inteligente demais para o norte-americano convencional.

O reflexo disso costuma ser uma vida muito curta, que parece ser o caso aqui: o piloto atraiu cerca de 4.1 milhões de telespectadores e fez apenas 1.3 ponto na demo qualificada do público entre 18 e 49 anos. Os números, que já eram fracos, ficaram ainda piores após a exibição do segundo episódio, que fez o mesmo 1.3 ponto e alcançou apenas 3.8 milhões de telespectadores – números muito baixos para a TV aberta.

Algumas séries começam com audiência baixa, mas conseguem se recuperar revendo suas falhas. O problema aqui é que “Lone Star” é um drama serializado com histórias contínuas que atravessam diversos episódios, dificultando atrair um público que tenha perdido os primeiros episódios.

Séries como “Dexter”, “Breaking Bad”, “Hung” e “Weeds” deixam claro que criminosos e antiheróis estão na moda. Mas apenas na TV a cabo. “Lone Star” é um tiro no escuro por parte da Fox. E aqui, parece que o tiro, infelizmente, sairá pela culatra.

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sábado, 25 de setembro de 2010 Fox, House | 20:02

‘House’ retorna apaixonado e apaixonante

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Despedidas, recomeços e nova fórmula marcam a volta de “House”, agora em versão humanizada.

Ao fim da sexta temporada de “House”, diversos ganchos são usados como “saideira” pela série: House está prestes a retornar seu vício em vicodin, Thirteen pede afastamento da equipe por tempo indeterminado (o real motivo é que Olivia Wilde vai filmar “Cowboys & Aliens”) e Cuddy aparece no apartamento de House dizendo que largou Lucas.

Entre uma temporada e outra, a passagem de tempo é algo muito utilizado por roteiristas. É a solução mais prática – e preguiçosa – para dar uma sacudida que todo início de temporada pede em busca de novas dinâmicas para os personagens.

Não é o caso aqui. A sétima temporada do show, que estreou essa semana nos Estados Unidos, começa exatamente onde termina a sexta: com Cuddy e House de mãos dadas no banheiro de House. “So, What now?” (Então, e agora?), nome do episódio, é a pergunta que House faz a Cuddy depois de uma noite de muito sexo – algo que os fãs do casal tanto pediam aos produtores.

Essa pergunta, na verdade, não é para Cuddy, mas para os roteiristas, para as pessoas que assistem ao programa. A season premiere foge totalmente da fórmula que consagrou o hit da Fox nos últimos sete anos. Aqui, House não está brigando com Cuddy, mas dizendo que a ama, House não está no hospital, mas em casa transando com sua chefe. A volta de “House” decide deixar de lado todos os elementos consagrados e abundantemente explorados, para mostrar como seria o show, se os roteiristas, por exemplo, fossem trocados pela equipe de escritores de “Grey’s Anatomy”: sai a medicina, entra a vida pessoal.

A série se dá ao luxo de se reinventar – mesmo que por apenas alguns episódios -, pois Hugh Laurie, Robert Sean Leonard e Lisa Edelstein são hits em si. O trabalho de Edelstein e Laurie na premiere é algo que esperamos por seis temporadas, e que agora nos faz perguntar: e agora? Será que queremos uma mudança na estrutura da série ou será que só sentíamos falta de um pouco de humanização do personagem principal? – entregue aqui em doses cavalares.

Já o afastamento de Olivia Wilde, justamente quando seu nome foi finalmente incluído na abertura da série, não deve ser tão sentido assim, já que Amber Tablyn, eterna promessa, está escalada para uma participação de alguns episódios no drama.

Em suma, “So, now what?” e o que promete vir ao longo da temporada, é uma espécie de mensagem não só aos fãs, mas aos críticos. Aos fãs, algo como “Divirtam-se, o cara é humano e está descobrindo isso”. Aos críticos: “Viram essa premiere? Esperem mais um ano e já guardem um Emmy para Laurie”.

A sétima temporada de “House” estreia no Brasil no dia 28 de outubro. A série será exibida pelo canal por assinatura Universal Channel.

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