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“É muito difícil pensar em ’ser escritor’ quando se nasce num país em
que ninguém lê: os pobres porque não sabem ou porque não possuem
meios para adquirir conhecimentos, e os ricos porque não sentem
vontade. Numa sociedade assim, querer ser escritor não é optar por
uma profissão, mas por um ato de loucura.” MARIO VARGAS LLOSA

14/07/2009 - 11:48

Philip Roth na pista de dança

Chico Buarque ganhou uma nova e ilustre companhia naquela estrada entre a literatura e a música. Philip Roth acaba de estrear como vocalista – ou ululador – nesta vinheta dance que está virando um sucesso cult na internet, produzida pelo crítico James Marcus a partir de um trecho de entrevista em que o escritor ridicularizou, ganindo, a adaptação cinematográfica de “O complexo de Portnoy”.

Autor: Sérgio Rodrigues - Categoria(s): Sem categoria Tags:

6 comentários para “Philip Roth na pista de dança”

  1. gilvas disse:

    não é difícil imaginar, num extremo, esta adaptação como um parente não tão longínquo de, digamos, american pie. medo. e isto porque eu nem vi a adaptação de marca humana.

  2. Rafael disse:

    Sucesso cult? Belo oximoro, Sérgio.

    Pelo jeito, a cota de notícias que a Flip poderia prover esgotou-se. É hora de virar a página.

    Vale

  3. Carlos Eduardo disse:

    Se até o cinema de Wood Allen o Roth acha raso, imagine o que pensa de outros cineastas, sobretudo se eles pegam um enredo como o de Complexo de Portnoy…

    Ao contrário de muitos escritores brasileiros, Philp Roth escreve sobre sexo com bom gosto. E odeia cinema de quinta categoria.

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