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	<title>Comentários sobre: Começos (ainda) inesquecíveis: Herman Melville</title>
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	<description>Blog de literatura de Sérgio Rodrigues</description>
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		<title>Por: Alexandre</title>
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		<dc:creator>Alexandre</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 02:58:26 +0000</pubDate>
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		<description>Sei lá, achei estranho essa tradução. Não seria das melhores, nem a mais correta. Seria apenas mais uma. 

Tradução é SEMPRE sux</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sei lá, achei estranho essa tradução. Não seria das melhores, nem a mais correta. Seria apenas mais uma. </p>
<p>Tradução é SEMPRE sux</p>
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		<title>Por: Roberta Resende</title>
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		<dc:creator>Roberta Resende</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 20:55:32 +0000</pubDate>
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		<description>Que post legal, Sérgio! Divertido e instigante. Gostei da sua solução, embora o  &quot;Podem me chamar de Ismael&quot; também me pareça bem atraente...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que post legal, Sérgio! Divertido e instigante. Gostei da sua solução, embora o  &#8220;Podem me chamar de Ismael&#8221; também me pareça bem atraente&#8230;</p>
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		<title>Por: Mineira</title>
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		<dc:creator>Mineira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 00:02:13 +0000</pubDate>
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		<description>Me chamAm Ismael.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Me chamAm Ismael.</p>
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		<title>Por: Orlando</title>
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		<dc:creator>Orlando</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 16:26:10 +0000</pubDate>
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		<description>Ótima tradução Sergio, parabéns.  Sempre que me deparei com a famosa frase deste começo inesquecível eu ficava indignado e mesmo com a badalada tradução da Cosac, que diga-se é decepcionante; nunca encontrei uma tradução decente, nem a do meu estimado professor Péricles Eugênio da Silva Ramos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ótima tradução Sergio, parabéns.  Sempre que me deparei com a famosa frase deste começo inesquecível eu ficava indignado e mesmo com a badalada tradução da Cosac, que diga-se é decepcionante; nunca encontrei uma tradução decente, nem a do meu estimado professor Péricles Eugênio da Silva Ramos.</p>
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		<title>Por: Renata L</title>
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		<dc:creator>Renata L</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 15:25:35 +0000</pubDate>
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		<description>(ainda sobre &quot;O Pequeno Príncipe&quot;, última, prometo...) outra coisa esquisita é a tradução do termo &quot;grande personne&quot;, termo coloquial através do qual as crianças se referem aos adultos em francês, pelo jamais usado &quot;pessoa grande&quot;, que fica parecendo um termo criado pelo narrador...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(ainda sobre &#8220;O Pequeno Príncipe&#8221;, última, prometo&#8230;) outra coisa esquisita é a tradução do termo &#8220;grande personne&#8221;, termo coloquial através do qual as crianças se referem aos adultos em francês, pelo jamais usado &#8220;pessoa grande&#8221;, que fica parecendo um termo criado pelo narrador&#8230;</p>
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		<title>Por: Renata L</title>
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		<dc:creator>Renata L</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 15:16:12 +0000</pubDate>
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		<description>Sérgio, ótimo post. Eu (que às vezes traduzo, sem muita pretensão)  frequentemente fico impactada com a mudança no tom da tradução, em que textos coloquiais viram (pseudo)sofisticados sem nenhum motivo aparente, subvertendo totalmente a intenção do autor. Um dos piores exemplos pra mim é a tradução do &quot;Pequeno Príncipe&quot; feita por Dom Marcos Barbosa, que, de um original extremamente coloquial e informal, passa a uma pomposidade na segunda pessoa que afasta o texto do leitor, estragando o livro e dando margem a toda sorte de injustificados preconceitos contra o pobre, para afinal ser encostado como &quot;livro de miss&quot;... triste sina...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sérgio, ótimo post. Eu (que às vezes traduzo, sem muita pretensão)  frequentemente fico impactada com a mudança no tom da tradução, em que textos coloquiais viram (pseudo)sofisticados sem nenhum motivo aparente, subvertendo totalmente a intenção do autor. Um dos piores exemplos pra mim é a tradução do &#8220;Pequeno Príncipe&#8221; feita por Dom Marcos Barbosa, que, de um original extremamente coloquial e informal, passa a uma pomposidade na segunda pessoa que afasta o texto do leitor, estragando o livro e dando margem a toda sorte de injustificados preconceitos contra o pobre, para afinal ser encostado como &#8220;livro de miss&#8221;&#8230; triste sina&#8230;</p>
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		<title>Por: chato</title>
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		<dc:creator>chato</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 22:14:53 +0000</pubDate>
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		<description>O Tomás, acima, parece-me deu a melhor solução: &quot;Podem me chamar de Ismael&quot;. É coloquial e fluida como no original, e dá a nota do pouco caso do protagonista com o próprio nome, fugindo de qualquer afetação ou explicação mais longa sobre si. Ah, e ainda mantém a nossa tão adorada próclise.

Mas não nos percamos em miudezas: qualquer que seja a tradução da frase inicial, a monumentalidade da obra - que não é simples romance de aventuras, Camus que o diga - é que deve pôr o leitor a pensar, ao invés das meras &quot;questões vernáculas&quot;, como diria o Napoleão Mendes de Almeida.

Os ecos bíblicos da trama e dos personagens, a cosmogonia, o drama, a tragédia, o inominável da força representada pela baleia - tudo isso vale muito mais do que as escolhas pessoais dos tradutores.

E não me parece que, qualquer que seja a frase inicial, o romance mude de rumo. Não percai de vista a substância, ó formalistas!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Tomás, acima, parece-me deu a melhor solução: &#8220;Podem me chamar de Ismael&#8221;. É coloquial e fluida como no original, e dá a nota do pouco caso do protagonista com o próprio nome, fugindo de qualquer afetação ou explicação mais longa sobre si. Ah, e ainda mantém a nossa tão adorada próclise.</p>
<p>Mas não nos percamos em miudezas: qualquer que seja a tradução da frase inicial, a monumentalidade da obra &#8211; que não é simples romance de aventuras, Camus que o diga &#8211; é que deve pôr o leitor a pensar, ao invés das meras &#8220;questões vernáculas&#8221;, como diria o Napoleão Mendes de Almeida.</p>
<p>Os ecos bíblicos da trama e dos personagens, a cosmogonia, o drama, a tragédia, o inominável da força representada pela baleia &#8211; tudo isso vale muito mais do que as escolhas pessoais dos tradutores.</p>
<p>E não me parece que, qualquer que seja a frase inicial, o romance mude de rumo. Não percai de vista a substância, ó formalistas!</p>
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		<title>Por: Mr. WRITER</title>
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		<dc:creator>Mr. WRITER</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 20:12:58 +0000</pubDate>
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		<description>Salvo algum engano é assim como o Sérgio traduziu que o mesmo personagem se apresenta na HQ de Alan More, A Liga Extraordinária.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Salvo algum engano é assim como o Sérgio traduziu que o mesmo personagem se apresenta na HQ de Alan More, A Liga Extraordinária.</p>
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		<title>Por: João Marcos</title>
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		<dc:creator>João Marcos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 19:40:24 +0000</pubDate>
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		<description>Sérgio, concordo que a tradução do Moby Dyck não é boa e que &quot;Chamai-me Ismael&quot; é forçação de barra. Mas &quot;Me chamem de Ismael&quot; tambérm não existe. Ninguém fala isso, reconheça. Mas também não sei qual seria a melhor tradução. Provavelmente nenhuma. Call me Ishamel.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sérgio, concordo que a tradução do Moby Dyck não é boa e que &#8220;Chamai-me Ismael&#8221; é forçação de barra. Mas &#8220;Me chamem de Ismael&#8221; tambérm não existe. Ninguém fala isso, reconheça. Mas também não sei qual seria a melhor tradução. Provavelmente nenhuma. Call me Ishamel.</p>
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		<title>Por: Paulo</title>
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		<dc:creator>Paulo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 17:26:34 +0000</pubDate>
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		<description>O registro coloquial não está congruente com a construção clássica do inglês de Herman Melville. De outro lado, a segunda do plural também não encaixa porque não existe no inglês. &quot;Chamem-me&quot; é de fato a melhor solução.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O registro coloquial não está congruente com a construção clássica do inglês de Herman Melville. De outro lado, a segunda do plural também não encaixa porque não existe no inglês. &#8220;Chamem-me&#8221; é de fato a melhor solução.</p>
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