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“É muito difícil pensar em ’ser escritor’ quando se nasce num país em
que ninguém lê: os pobres porque não sabem ou porque não possuem
meios para adquirir conhecimentos, e os ricos porque não sentem
vontade. Numa sociedade assim, querer ser escritor não é optar por
uma profissão, mas por um ato de loucura.” MARIO VARGAS LLOSA

29/04/2009 - 18:13

A volta do ponto de exclamação!

Scott Fitzgerald disse que usá-lo é como rir da própria piada! Mas agora ele vive uma renascença, segundo este post de Stuart Jeffries no blog do “Guardian”! E a culpa – adivinhem – está sendo atribuída mais uma vez à internet! (Vão acabar descobrindo que a gripe suína se espalha pelo Twitter!)

Autor: Sérgio Rodrigues - Categoria(s): Sem categoria Tags:

14 comentários para “A volta do ponto de exclamação!”

  1. Tibor Moricz disse:

    O que Scott Fitzgerald tinha contra o ponto de interrogação?

  2. Tibor Moricz disse:

    Perguntem ao C.S. Ele confirmará que o twitter tem esse poder. O twitter é miraculoso. Deveria ser santificado. Ponham um ponto de interrogação no Twitter. Ficara “Twitter!”. maravilha!!

  3. isaac disse:

    morte à literatura publicada na internet!

    pronto, falei.

  4. Tibor Moricz disse:

    Devo ter comido alguma coisa estragada. Onde lêem “interrogação”, entendam “exclamação”…rs

  5. marco disse:

    Sérgio, caro, terminei hoje a leitura de Elza, A Garota.
    Scott que me desculpe mas o livro merece muitos pontos de exclamação.

    abs,
    ma

  6. Sérgio: post suscinto, treinando para o Twitter?

    Tibor: não, esse era o Yahoo!

    Isaac: ué, literatura e internet não eram incompatíveis?

    Repito: não somos donos da verdade, agora, o incômodo nos gera perguntas e por isso buscamos respostas. E se vocês pararem para pensar, indivíduos inteligentes que são [de pouca fé, mas inteligentes -- lembrando que fé e inteligência não são incompatíveis] verão que os “status updates” [no twitter, seriam as respostas à "What are you doing?"] emergem em todas as áreas da nossa sociedade da informação.

    Por que não chegariam à literatura?

    Inclusive, já há quem esteja trabalhando os “status updates” sob a ótica dos chronotopes de Bakhtin. Não por acaso.

  7. Marco, digna de exclamação é sua aparição por aqui tanto tempo depois, obrigado.

    Claudio: sucinto nada, estourei mais de cem caracteres. Um desastre com exclamação!

    Abraços.

  8. Lya Tapajós disse:

    Quem tinha horror ao ponto de exclamação era o Graciliano Ramos. E ao gerúndio também.

  9. Rafael disse:

    Pelo jeito, anda tísica, tênue, mínima, raquítica a pauta do The Guardian.

    O mora, o tempores, como se dizia antigamente.

  10. Eric Novello disse:

    Como disse a Ana dia desses, internet não é gênero, é veículo. E sim, vou repetir até todo mundo encher o saco e esvaziar ^^ Abss!

    ps. Tibor, vai montar um blog, vai! :)

  11. Eric: é mais do que veículo. Algo novo sairá daí [em termos literários, digo].

  12. Hefestus disse:

    “Algo novo sairá daí [em termos literários, digo].”

    O otimismo alheio sempre me impressiona quando é tão delirante.

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