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“É muito difícil pensar em ’ser escritor’ quando se nasce num país em
que ninguém lê: os pobres porque não sabem ou porque não possuem
meios para adquirir conhecimentos, e os ricos porque não sentem
vontade. Numa sociedade assim, querer ser escritor não é optar por
uma profissão, mas por um ato de loucura.” MARIO VARGAS LLOSA

25/02/2009 - 16:05

NoMínimo, vida após a morte

Para quem ainda se lembra com saudade do NoMínimo, eis uma página boa de visitar. O site se espatifou em meados de 2007, mas a cola virtual junta os caquinhos. Obrigado à Shirlei Horta pela lembrança.

Autor: Sérgio Rodrigues - Categoria(s): Sem categoria Tags:

10 comentários para “NoMínimo, vida após a morte”

  1. Legal! Obrigada pela dica! Adicionei e vou ler com calma.

    Bjs!

  2. Infelizmente, o HTML do meu comentário acima não foi bem renderizado pela engine do blog. Então explico: os interessados que copiarem e executarem o link acima, poderão acessar um banco de dados de páginas do Nomínimo entre 2002 a 2007. O Wayback Machine é considerado o museu das páginas web.

  3. shirlei horta disse:

    Obrigada pelo acesso a uma gama enorme de opiniões divergentes no mesmo espaço!

    Coisa rara, raríssima! Uma jóia!

  4. Natália Cancian disse:

    Repito o comentário do colega acima e só tenho a dizer: que saudades de vocês.

  5. Rosemeri disse:

    Valeu mesmo a dica. Fiquei carente desde o término.

    Beijos

  6. Thiago Maia disse:

    OFF TOPIC:

    Recebi ontem um exemplar de Tenho algo a te dizer, de Hanif Kureishi, Companhia das Letras, e só não sugiro como um Começo Inesquecível porque, estou com a sensação, o livro todo será inesquecível de um jorro.
    Li O buda do subúrbio e achei interessante e engraçado, mas esse outro me parece em princípio ainda melhor.
    Um abração a todos.

  7. fat james disse:

    Sobre o fim do nominimo, Drummond cai bem:
    “Mas as coisas findas, muito mais que lindas, essas ficarão.”

  8. Esprit de porc disse:

    Sem esquecer, é claro, que quem criou o site foi o Pedro Dória.

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