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	<title>Comentários sobre: A cidade dos livros</title>
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	<description>Blog de literatura de Sérgio Rodrigues</description>
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		<title>Por: Onde Vivemos &#171; Cadê o Revisor?</title>
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		<dc:creator>Onde Vivemos &#171; Cadê o Revisor?</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 17:41:56 +0000</pubDate>
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		<description>[...] In Dia-a-Dia do Revisor on 18 Dezembro 2008 at 10:10 pm  Vem do Todoprosa a dica desta bela animação que comemora o aniversário de um selo editorial americano. O título [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] In Dia-a-Dia do Revisor on 18 Dezembro 2008 at 10:10 pm  Vem do Todoprosa a dica desta bela animação que comemora o aniversário de um selo editorial americano. O título [...]</p>
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		<title>Por: Sérgio Rodrigues</title>
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		<dc:creator>Sérgio Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2008 13:52:51 +0000</pubDate>
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		<description>Maria Lucia, sábios projetos! Prometo visitar vocês sempre que aparecer um táxi de jornal. Nesse meio tempo, é um prazer encontrá-los aqui nestas páginas imateriais. Beijos pro casal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Maria Lucia, sábios projetos! Prometo visitar vocês sempre que aparecer um táxi de jornal. Nesse meio tempo, é um prazer encontrá-los aqui nestas páginas imateriais. Beijos pro casal.</p>
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		<title>Por: maria lucia</title>
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		<dc:creator>maria lucia</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2008 12:12:48 +0000</pubDate>
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		<description>Sérgio, você me criou um problema. O Sérgio (seu xará) quer se mudar para esta cidade. Muito linda mesmo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sérgio, você me criou um problema. O Sérgio (seu xará) quer se mudar para esta cidade. Muito linda mesmo.</p>
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		<title>Por: Claudio Soares</title>
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		<dc:creator>Claudio Soares</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2008 11:22:15 +0000</pubDate>
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		<description>2008: o ano que fizemos contato...

&lt;b&gt;10) The rise of the ebook reader&lt;/b&gt;

Much as the music industry is slowly getting to grips with digital, so too is the publishing industry. This year saw ebook readers move from geek to mainstream. Amazon launched the Kindle in the US, while in the UK, Waterstones started to sell Sony&#039;s Reader. Other mobile devices, too, embraced the medium, with several apps available for the iPhone that turn the handset into an ebook reader, and even &lt;b&gt;Nintendo announcing that DS users would soon be able to read classics published by HarperCollins&lt;/b&gt; on its device. In truth, though, &lt;b&gt;sales of ebooks and ebook readers remain dwarfed by those of old-fashioned &quot;proper&quot; books, but 2008 has arguably seen some much-needed momentum build behind the ebook format&lt;/b&gt;. 

FONTE: Technology review of the year 2008 [TELEGRAPH.CO.UK]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>2008: o ano que fizemos contato&#8230;</p>
<p><b>10) The rise of the ebook reader</b></p>
<p>Much as the music industry is slowly getting to grips with digital, so too is the publishing industry. This year saw ebook readers move from geek to mainstream. Amazon launched the Kindle in the US, while in the UK, Waterstones started to sell Sony&#8217;s Reader. Other mobile devices, too, embraced the medium, with several apps available for the iPhone that turn the handset into an ebook reader, and even <b>Nintendo announcing that DS users would soon be able to read classics published by HarperCollins</b> on its device. In truth, though, <b>sales of ebooks and ebook readers remain dwarfed by those of old-fashioned &#8220;proper&#8221; books, but 2008 has arguably seen some much-needed momentum build behind the ebook format</b>. </p>
<p>FONTE: Technology review of the year 2008 [TELEGRAPH.CO.UK]</p>
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		<title>Por: tiago a.</title>
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		<dc:creator>tiago a.</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2008 01:33:40 +0000</pubDate>
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		<description>A tradução é massa, Isabel. Flaksman é profissa. Vai com fé.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A tradução é massa, Isabel. Flaksman é profissa. Vai com fé.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Claudio Soares</title>
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		<dc:creator>Claudio Soares</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 19:08:34 +0000</pubDate>
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		<description>daqui A uns 20 anos... claro</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>daqui A uns 20 anos&#8230; claro</p>
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		<title>Por: Claudio Soares</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2008/12/15/a-cidade-dos-livros/comment-page-1/#comment-277192</link>
		<dc:creator>Claudio Soares</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 19:06:18 +0000</pubDate>
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		<description>Claro, Isabel, cada um tem a sua ótica e lógica, inclusive o mercado :) - e este, em termos gerais, busca minimizar custos e maximizar lucros... 

Assim, pode me cobrar, digamos, daqui há uns 20 anos [proposta arriscada, mas plausível]: livros de papel, se ainda existirem, serão produtos artesanais. 

Acompanhemos os últimos acontecimentos da indústria:

1] HapperCollins e Penguin vendem edições personalizadas de livros impressos [o que, em termos financeiros, só a digitalização viabiliza, mas com a ereader apropriado, se tornará um contra-senso]

2] Penguin 2.0 é lançado: Penguin mobile, personalized, community [em breve] etc. Esta editora me parece a mais consciente dos novos tempos. 

3] Google Books Search fecha acordo com editores e autores americanos o que possibilitará um aumento dos serviços oferecidos incorporando aos livros o poder dos mecanismos de busca e de outros serviços.

4] Amazon Kindle [o serviço, não a gadget], Lulu e Authonomy permitem que escritores se auto-publiquem. Editores não morrem, mas precisarão efetivamente agregar valor ao processo.

5] Proliferação de Blooks [Books de Blogs] mostrando que o modelo do &quot;livro instantâneo&quot; está se ajustando ao mercado [e vice-versa]...

E mais, muito mais. Esta é a realidade de 2008. Nos EUA, claro, no Brasil, vemos, infelizmente, algo ainda muito insipiente, quase um paradoxo...

Entretanto, não esqueçamos, vivemos globalmente. 

Aos interessados no tema: acompanhem o Twitter do Pontolit: http://www.twitter.com/pontolit e o Pontolit, claro. 

Abs,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Claro, Isabel, cada um tem a sua ótica e lógica, inclusive o mercado :) &#8211; e este, em termos gerais, busca minimizar custos e maximizar lucros&#8230; </p>
<p>Assim, pode me cobrar, digamos, daqui há uns 20 anos [proposta arriscada, mas plausível]: livros de papel, se ainda existirem, serão produtos artesanais. </p>
<p>Acompanhemos os últimos acontecimentos da indústria:</p>
<p>1] HapperCollins e Penguin vendem edições personalizadas de livros impressos [o que, em termos financeiros, só a digitalização viabiliza, mas com a ereader apropriado, se tornará um contra-senso]</p>
<p>2] Penguin 2.0 é lançado: Penguin mobile, personalized, community [em breve] etc. Esta editora me parece a mais consciente dos novos tempos. </p>
<p>3] Google Books Search fecha acordo com editores e autores americanos o que possibilitará um aumento dos serviços oferecidos incorporando aos livros o poder dos mecanismos de busca e de outros serviços.</p>
<p>4] Amazon Kindle [o serviço, não a gadget], Lulu e Authonomy permitem que escritores se auto-publiquem. Editores não morrem, mas precisarão efetivamente agregar valor ao processo.</p>
<p>5] Proliferação de Blooks [Books de Blogs] mostrando que o modelo do &#8220;livro instantâneo&#8221; está se ajustando ao mercado [e vice-versa]&#8230;</p>
<p>E mais, muito mais. Esta é a realidade de 2008. Nos EUA, claro, no Brasil, vemos, infelizmente, algo ainda muito insipiente, quase um paradoxo&#8230;</p>
<p>Entretanto, não esqueçamos, vivemos globalmente. </p>
<p>Aos interessados no tema: acompanhem o Twitter do Pontolit: <a href="http://www.twitter.com/pontolit" rel="nofollow">http://www.twitter.com/pontolit</a> e o Pontolit, claro. </p>
<p>Abs,</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Isabel Pinheiro</title>
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		<dc:creator>Isabel Pinheiro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 17:27:11 +0000</pubDate>
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		<description>Sérgio, sem dúvida!

Claudio, sou obrigada a discordar - não da visão de que livro é serviço, porque nunca nem pensei sobre isso, mas de que ele vai desaparecer. Enfim, a discussão é longa... :-)

Abs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sérgio, sem dúvida!</p>
<p>Claudio, sou obrigada a discordar &#8211; não da visão de que livro é serviço, porque nunca nem pensei sobre isso, mas de que ele vai desaparecer. Enfim, a discussão é longa&#8230; :-)</p>
<p>Abs</p>
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		<title>Por: Claudio Soares</title>
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		<dc:creator>Claudio Soares</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 16:54:37 +0000</pubDate>
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		<description>Não tenho mais a mínima dúvida: livros de papel [os p-books] estão com seus dias contados... 

E é fácil explicar o porquê: todo o ciclo de vida de um livro já é digital, desde a escritura [qual escritor não usa, ao menos, um editor genérico como o MS-Word? - eu, particularmente, prefiro o Scrivener] até a aquisição. 

A única exceção é o output do processo de produção: no papel. 

Isso limita enxergarmos os livros como eles efetivamente o são: serviços. Livros de papel nos força a ter uma idéia errada do livro como objeto, como produto. 

LIVROS SÃO SERVIÇOS!

É claro que nossa Geração X é menos tolerante à leitura em telas [o que não acontece com membros da Geração Y e ainda menos com a Z].

Portanto, senhores/senhoras, livros de papel, assim como os LPs [acrescentemos os CDs], em um futuro, não muito distante, serão lembrados sentimentalmente como um carinhosa e doce lembrança...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não tenho mais a mínima dúvida: livros de papel [os p-books] estão com seus dias contados&#8230; </p>
<p>E é fácil explicar o porquê: todo o ciclo de vida de um livro já é digital, desde a escritura [qual escritor não usa, ao menos, um editor genérico como o MS-Word? - eu, particularmente, prefiro o Scrivener] até a aquisição. </p>
<p>A única exceção é o output do processo de produção: no papel. </p>
<p>Isso limita enxergarmos os livros como eles efetivamente o são: serviços. Livros de papel nos força a ter uma idéia errada do livro como objeto, como produto. </p>
<p>LIVROS SÃO SERVIÇOS!</p>
<p>É claro que nossa Geração X é menos tolerante à leitura em telas [o que não acontece com membros da Geração Y e ainda menos com a Z].</p>
<p>Portanto, senhores/senhoras, livros de papel, assim como os LPs [acrescentemos os CDs], em um futuro, não muito distante, serão lembrados sentimentalmente como um carinhosa e doce lembrança&#8230;</p>
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		<title>Por: Claudio Soares</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2008/12/15/a-cidade-dos-livros/comment-page-1/#comment-277171</link>
		<dc:creator>Claudio Soares</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 16:42:43 +0000</pubDate>
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		<description>É, foi bom enquanto durou...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É, foi bom enquanto durou&#8230;</p>
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