<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Essa ironia que nos tiraniza</title>
	<atom:link href="http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2008/11/20/essa-ironia-que-nos-tiraniza/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2008/11/20/essa-ironia-que-nos-tiraniza/</link>
	<description>Blog de literatura de Sérgio Rodrigues</description>
	<lastBuildDate>Wed, 25 Nov 2009 11:25:05 -0200</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Por: Lesbiche</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2008/11/20/essa-ironia-que-nos-tiraniza/comment-page-2/#comment-281061</link>
		<dc:creator>Lesbiche</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 00:40:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/?p=14851#comment-281061</guid>
		<description>Nice site you have!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nice site you have!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sesso</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2008/11/20/essa-ironia-que-nos-tiraniza/comment-page-1/#comment-280361</link>
		<dc:creator>Sesso</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 05:06:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/?p=14851#comment-280361</guid>
		<description>Great site.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Great site.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Zé Noz</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2008/11/20/essa-ironia-que-nos-tiraniza/comment-page-1/#comment-274262</link>
		<dc:creator>Zé Noz</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 18:52:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/?p=14851#comment-274262</guid>
		<description>Tempestade em copo d&#039;água, especialmente aqui no terceiro mundo. A ironia não é tão importante assim, nem lá nem aqui. E o que se visualiza ao dizer &quot;irony&quot; lá não é exatamente o que se visualiza ao dizer &quot;ironia&quot; aqui. Então, why bother?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tempestade em copo d&#8217;água, especialmente aqui no terceiro mundo. A ironia não é tão importante assim, nem lá nem aqui. E o que se visualiza ao dizer &#8220;irony&#8221; lá não é exatamente o que se visualiza ao dizer &#8220;ironia&#8221; aqui. Então, why bother?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: chato</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2008/11/20/essa-ironia-que-nos-tiraniza/comment-page-1/#comment-274061</link>
		<dc:creator>chato</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2008 15:33:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/?p=14851#comment-274061</guid>
		<description>O trecho do ensaio transcrito de fato é bem inteligente, mas completamente equivocado. Em primeiro lugar, como diagnóstico cultural: a imensa maioria dos textos contemporâneos são planos como aquela famosa pista de sal dos EUA, onde se testam os carros mais rápidos do mundo. Os livros das gôndolas estão repletos - isto sim - de material banal, raso e de auto-ajuda. Todos extremamente &quot;edificantes&quot;.

A ironia - ainda que em excesso - está faltando. Até porque, claro, pressupõe inteligência por parte do escritor e do leitor, o que também é item raro nas mercearias literárias. Quanto às dúvidas do leitor/ouvinte diante da ironia, ora, não me parece que demandar inteligência para auscultar o que o escriba quis efetivamente dizer - de modo propositalmente ambíguo! - seja razão para se banir ou reduzir a ironia de qualquer discurso.

Em segundo lugar, como avaliação estética o texto citado também peca: a função da ironia não é mesmo construir, o que é óbvio, mas o ensaísta parece desejar menos ironia e mais teor &quot;edificante&quot; nos textos de hoje - o que, como disse acima, não falta no mercado.

Em terceiro lugar, o fato de existir o &quot;ironista profissional&quot; ou o &quot;poseur&quot; - que existe em qualquer segmento da literatura - obviamente não é motivo para desqualificar a ironia. Se quer mirar no homem, não atire na ferramenta.

Há muito que destruir ainda, nesta cultura edificada em preconceitos de toda ordem, em juízos moldados culturalmente pela religião ou pela tradição pura e simples, pela preguiça intelectual, pelos valores herdados e pelos desejos piedosos de cada qual.

De Luciano de Samósata, passando por Rabelais, Swift, Voltaire, Mencken e tantos outros até agora, houve muita demolição. Mas pouca, ante o que ainda falta. E basta escrutinarmos a cultura atual para vermos que simplesmente não existe nenhum Mencken ou mesmo um simples Paulo Francis na praça.

Falta ironia, ora pois!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O trecho do ensaio transcrito de fato é bem inteligente, mas completamente equivocado. Em primeiro lugar, como diagnóstico cultural: a imensa maioria dos textos contemporâneos são planos como aquela famosa pista de sal dos EUA, onde se testam os carros mais rápidos do mundo. Os livros das gôndolas estão repletos &#8211; isto sim &#8211; de material banal, raso e de auto-ajuda. Todos extremamente &#8220;edificantes&#8221;.</p>
<p>A ironia &#8211; ainda que em excesso &#8211; está faltando. Até porque, claro, pressupõe inteligência por parte do escritor e do leitor, o que também é item raro nas mercearias literárias. Quanto às dúvidas do leitor/ouvinte diante da ironia, ora, não me parece que demandar inteligência para auscultar o que o escriba quis efetivamente dizer &#8211; de modo propositalmente ambíguo! &#8211; seja razão para se banir ou reduzir a ironia de qualquer discurso.</p>
<p>Em segundo lugar, como avaliação estética o texto citado também peca: a função da ironia não é mesmo construir, o que é óbvio, mas o ensaísta parece desejar menos ironia e mais teor &#8220;edificante&#8221; nos textos de hoje &#8211; o que, como disse acima, não falta no mercado.</p>
<p>Em terceiro lugar, o fato de existir o &#8220;ironista profissional&#8221; ou o &#8220;poseur&#8221; &#8211; que existe em qualquer segmento da literatura &#8211; obviamente não é motivo para desqualificar a ironia. Se quer mirar no homem, não atire na ferramenta.</p>
<p>Há muito que destruir ainda, nesta cultura edificada em preconceitos de toda ordem, em juízos moldados culturalmente pela religião ou pela tradição pura e simples, pela preguiça intelectual, pelos valores herdados e pelos desejos piedosos de cada qual.</p>
<p>De Luciano de Samósata, passando por Rabelais, Swift, Voltaire, Mencken e tantos outros até agora, houve muita demolição. Mas pouca, ante o que ainda falta. E basta escrutinarmos a cultura atual para vermos que simplesmente não existe nenhum Mencken ou mesmo um simples Paulo Francis na praça.</p>
<p>Falta ironia, ora pois!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cezar Santos</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2008/11/20/essa-ironia-que-nos-tiraniza/comment-page-1/#comment-273732</link>
		<dc:creator>Cezar Santos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Nov 2008 00:20:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/?p=14851#comment-273732</guid>
		<description>Nunca li um livro inteiro do DFW, so uns 3 contos e 2 ensaios. Mas por esse tira-gosta eu diria que taí um escritor altamente ironico..que investe contra a ironia. O que prova que o cara era mesmo um baita escritor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca li um livro inteiro do DFW, so uns 3 contos e 2 ensaios. Mas por esse tira-gosta eu diria que taí um escritor altamente ironico..que investe contra a ironia. O que prova que o cara era mesmo um baita escritor.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Isabel Pinheiro</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2008/11/20/essa-ironia-que-nos-tiraniza/comment-page-1/#comment-273521</link>
		<dc:creator>Isabel Pinheiro</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Nov 2008 15:57:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/?p=14851#comment-273521</guid>
		<description>Sei que estou atrasada, mas eu não conseguia achar no site da Vanity Fair o trecho que queria copiar aqui. Há umas duas ou três edições, a revista publicou um excerto do livro que vai comemorar seus 75 anos (sai em janeiro nos EUA). E o Christopher Hitchens escreveu um texto em que fala sobre &quot;the magazine’s omnivorous yet discriminating sensibility, in which personality, style, and wit meet the grittier issues of the day&quot;. 

E eu gostei muito, muito mesmo, desse pequeno trecho sobre a ironia: &quot;But, in fact, the lights must never go out. The music must always play. Even in the darkest time, there must be beauty and style and the cultivation of taste and the individual. (The importance of the individual against the massified and the collective is actually one of the most important lessons to have been imparted by the 20th century.) And there is no time in which the celebration of irony—that cream in our coffee and gin in our Campari—is not of the first importance. It isn’t as if the forces of seriousness and solemnity and ideological rectitude come very well out of Weimar, either.&quot;

Pra ler no contexto todo: http://www.vanityfair.com/culture/features/2008/10/portraits200810</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sei que estou atrasada, mas eu não conseguia achar no site da Vanity Fair o trecho que queria copiar aqui. Há umas duas ou três edições, a revista publicou um excerto do livro que vai comemorar seus 75 anos (sai em janeiro nos EUA). E o Christopher Hitchens escreveu um texto em que fala sobre &#8220;the magazine’s omnivorous yet discriminating sensibility, in which personality, style, and wit meet the grittier issues of the day&#8221;. </p>
<p>E eu gostei muito, muito mesmo, desse pequeno trecho sobre a ironia: &#8220;But, in fact, the lights must never go out. The music must always play. Even in the darkest time, there must be beauty and style and the cultivation of taste and the individual. (The importance of the individual against the massified and the collective is actually one of the most important lessons to have been imparted by the 20th century.) And there is no time in which the celebration of irony—that cream in our coffee and gin in our Campari—is not of the first importance. It isn’t as if the forces of seriousness and solemnity and ideological rectitude come very well out of Weimar, either.&#8221;</p>
<p>Pra ler no contexto todo: <a href="http://www.vanityfair.com/culture/features/2008/10/portraits200810" rel="nofollow">http://www.vanityfair.com/culture/features/2008/10/portraits200810</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Chico</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2008/11/20/essa-ironia-que-nos-tiraniza/comment-page-1/#comment-273392</link>
		<dc:creator>Chico</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 23:19:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/?p=14851#comment-273392</guid>
		<description>Obrigado pelo texto Tiago. Vale a pena mesmo ler com calma, pois lendo as pressas, nao consegui ver logica no que Foster Wallace diz. Ateh entendi o ponto dele sobre a pasteurizacao, a banalizacao da ironia como a commodity vulgar de sua geracao, que acaba de uma maneira ou outra sendo influenciada pela televisao - da qual se confessa escravo   -  ... mas o rapaz pula  - ou pulava  - com uma seguranca ou desfacatez  de De Lillo para Paz, que realmente me estorva na paciencia. 

Caro Sindico,  tu jogas sempre umas questoes interessantes... Machado e Ubaldo, e nao Foster Wallace, sao parte de nossa tradicao literaria. 

Mas voltando ao dialogo, nao sei definir a &quot;geracao literaria&quot; atual athe por que nao considero um cidadao que tenha um ou dois livros publicados, pertencente a alguma geracao. Essa coisa de arrancar a forceps uma meia duzia de jovens escritores  e dar nome de &#039;geracao&#039; eh criar fato politico - e o nucleo duro do modernismo foi bem craque nisso. Mas se esgota rapido. So o tempo vai dizer se o TEXTO sobrevive ou nao, pois um cidadao pode ateh ser ironico, publicar por uma grande editora, pode ate ter amigos influentes que legitimem o que escreve, pode ateh ganhar uma copa literaria, um concurso viciado sei la de que, mas so o tempo dira se sua OBRA sobreviverah. Ou seja, imagino que um escritor serio tenha essa dimensao da insignificante perenidade de sua obra. Mas, sem ironia, numa boa, sou um otimista poliana. Vai melhorar, vai melhorar.... sabe por que? Por que hoje em dia publica-se mais que ha 30 anos atras. Muito joio, eu sei, mas da palha sai o trigo. Nao eh essa certeza ingenua que nos faz, de nos  -leitores e criticos - e de voces -  escritores -, otimistas professos?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado pelo texto Tiago. Vale a pena mesmo ler com calma, pois lendo as pressas, nao consegui ver logica no que Foster Wallace diz. Ateh entendi o ponto dele sobre a pasteurizacao, a banalizacao da ironia como a commodity vulgar de sua geracao, que acaba de uma maneira ou outra sendo influenciada pela televisao &#8211; da qual se confessa escravo   &#8211;  &#8230; mas o rapaz pula  &#8211; ou pulava  &#8211; com uma seguranca ou desfacatez  de De Lillo para Paz, que realmente me estorva na paciencia. </p>
<p>Caro Sindico,  tu jogas sempre umas questoes interessantes&#8230; Machado e Ubaldo, e nao Foster Wallace, sao parte de nossa tradicao literaria. </p>
<p>Mas voltando ao dialogo, nao sei definir a &#8220;geracao literaria&#8221; atual athe por que nao considero um cidadao que tenha um ou dois livros publicados, pertencente a alguma geracao. Essa coisa de arrancar a forceps uma meia duzia de jovens escritores  e dar nome de &#8216;geracao&#8217; eh criar fato politico &#8211; e o nucleo duro do modernismo foi bem craque nisso. Mas se esgota rapido. So o tempo vai dizer se o TEXTO sobrevive ou nao, pois um cidadao pode ateh ser ironico, publicar por uma grande editora, pode ate ter amigos influentes que legitimem o que escreve, pode ateh ganhar uma copa literaria, um concurso viciado sei la de que, mas so o tempo dira se sua OBRA sobreviverah. Ou seja, imagino que um escritor serio tenha essa dimensao da insignificante perenidade de sua obra. Mas, sem ironia, numa boa, sou um otimista poliana. Vai melhorar, vai melhorar&#8230;. sabe por que? Por que hoje em dia publica-se mais que ha 30 anos atras. Muito joio, eu sei, mas da palha sai o trigo. Nao eh essa certeza ingenua que nos faz, de nos  -leitores e criticos &#8211; e de voces &#8211;  escritores -, otimistas professos?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: tiago a.</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2008/11/20/essa-ironia-que-nos-tiraniza/comment-page-1/#comment-273362</link>
		<dc:creator>tiago a.</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 21:52:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/?p=14851#comment-273362</guid>
		<description>Cliquem no meu nome e leiam um samizdat do ensaio. Aconselho imprimir.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cliquem no meu nome e leiam um samizdat do ensaio. Aconselho imprimir.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sérgio Rodrigues</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2008/11/20/essa-ironia-que-nos-tiraniza/comment-page-1/#comment-273321</link>
		<dc:creator>Sérgio Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 19:43:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/?p=14851#comment-273321</guid>
		<description>Drex, considerando a roubada que a Amazon virou de dois meses para cá, acredito que sim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Drex, considerando a roubada que a Amazon virou de dois meses para cá, acredito que sim.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Drex</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2008/11/20/essa-ironia-que-nos-tiraniza/comment-page-1/#comment-273311</link>
		<dc:creator>Drex</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 19:33:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/?p=14851#comment-273311</guid>
		<description>Um alento, por favor: a única maneira de ter esse livro é pagar os 45 mangos na Cultura e esperar 6 semanas pela entrega?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um alento, por favor: a única maneira de ter esse livro é pagar os 45 mangos na Cultura e esperar 6 semanas pela entrega?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
