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	<title>Comentários sobre: Começos (ainda) inesquecíveis: James Joyce</title>
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	<description>Blog de literatura de Sérgio Rodrigues</description>
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		<title>Por: joyce allinne</title>
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		<dc:creator>joyce allinne</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 23:39:15 +0000</pubDate>
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		<description>achei ingraçado mais  é uma vergonha pr as joyce do Brasil
ceria melhor se a historia fosse mais interessante e maior!.............(...)!!!!!!!!!!!!!!!!!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>achei ingraçado mais  é uma vergonha pr as joyce do Brasil<br />
ceria melhor se a historia fosse mais interessante e maior!&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.(&#8230;)!!!!!!!!!!!!!!!!!!!</p>
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		<title>Por: Ernâni Getirana</title>
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		<dc:creator>Ernâni Getirana</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 16:38:03 +0000</pubDate>
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		<description>Verdade! Mas fico também imaginando se Joyce seria o mesmo se escrevesse em ... Português. Li Ulyisses ao mesmo tempo em 3 idiomas e era uma cachaça só. Literatura tem disso. Deixemos São Machado de Assis com a última palavra: ( ...).

Ernâni Getirana.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Verdade! Mas fico também imaginando se Joyce seria o mesmo se escrevesse em &#8230; Português. Li Ulyisses ao mesmo tempo em 3 idiomas e era uma cachaça só. Literatura tem disso. Deixemos São Machado de Assis com a última palavra: ( &#8230;).</p>
<p>Ernâni Getirana.</p>
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		<title>Por: Silvio... Silva</title>
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		<dc:creator>Silvio... Silva</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 17:38:04 +0000</pubDate>
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		<description>Rapaz, do Joyce tenho recordações muito boas da leitura de um volume de contos (&quot;Dublinenses&quot;, se não me falha a memória). Da fase &quot;desbravadora&quot; (Portrait..., Finnegans..., Ulysses) nada li. Agora, como diria o grande comunicador Silvio Santos, eu não li, mas ela leu (eu acho):

http://i68.photobucket.com/albums/i38/richardjgibson/MarilynMonroereadsJoyce.jpg

abs&#039;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rapaz, do Joyce tenho recordações muito boas da leitura de um volume de contos (&#8221;Dublinenses&#8221;, se não me falha a memória). Da fase &#8220;desbravadora&#8221; (Portrait&#8230;, Finnegans&#8230;, Ulysses) nada li. Agora, como diria o grande comunicador Silvio Santos, eu não li, mas ela leu (eu acho):</p>
<p><a href="http://i68.photobucket.com/albums/i38/richardjgibson/MarilynMonroereadsJoyce.jpg" rel="nofollow">http://i68.photobucket.com/albums/i38/richardjgibson/MarilynMonroereadsJoyce.jpg</a></p>
<p>abs&#8217;</p>
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		<title>Por: Tibor Moricz</title>
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		<dc:creator>Tibor Moricz</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 11:18:37 +0000</pubDate>
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		<description>Eu quero ser igual ao Ray Bradbury. O resto...ora, o resto...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu quero ser igual ao Ray Bradbury. O resto&#8230;ora, o resto&#8230;</p>
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		<title>Por: Mr. WRITER</title>
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		<dc:creator>Mr. WRITER</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 03:02:44 +0000</pubDate>
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		<description>Fernado,
compartilho essa predileção por Italo Svevo, mas tenhos uns débitos com Joyce que talvez possam mudar isso... Se eu conseguir quitá-los, claro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernado,<br />
compartilho essa predileção por Italo Svevo, mas tenhos uns débitos com Joyce que talvez possam mudar isso&#8230; Se eu conseguir quitá-los, claro.</p>
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		<title>Por: Fernando Torres</title>
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		<dc:creator>Fernando Torres</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 01:38:03 +0000</pubDate>
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		<description>Saint: Não perca a Fé. A sugestão daquele professor era tão irônica e cínica como a minha. Por sinal, ele foi uma das pessoas que me devolveram o prazer de ler.

Sérgio: Você quer ser o Joyce? Eu sempre gostei mais do amigo italiano dele:  Italo Svevo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Saint: Não perca a Fé. A sugestão daquele professor era tão irônica e cínica como a minha. Por sinal, ele foi uma das pessoas que me devolveram o prazer de ler.</p>
<p>Sérgio: Você quer ser o Joyce? Eu sempre gostei mais do amigo italiano dele:  Italo Svevo.</p>
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		<title>Por: Saint-Clair Stockler</title>
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		<dc:creator>Saint-Clair Stockler</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 23:49:14 +0000</pubDate>
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		<description>É esse tipo de professor universitário que acaba com qualquer tentativa de vida inteligente e prazerosa nas universidades! E os alunos acabam saindo umas miniaturas deles, ô bando de gente chata!

Eu tô fora!

Se um professor meu viesse com esse papo lá na Uerj, eu ia rir na cara dele! E ainda ia virar na frente de todo mundo e dizer: &quot;Vem cá, fulano, tu não tá falando sério não, né? Tá de sacanagem? Só pode estar, né?&quot; Em geral eles se quebram todos quando a gente encosta eles um pouco na parede; não estão acostumados, sabe? Tão divertido...

Ah, isso me lembra uma coisa, uma das minhas memórias acadêmicas. Uma vez, durante uma aula de Teoria da Literatura, dei um jeito de encaixar a palavra &quot;punhetinha&quot; no meio de uma das minhas frases, já nem me lembro bem a propósito do quê, algum daqueles absurdos lá. Precisavam ver a reação dos demais colegas de turma! A temperatura na sala despencou, acho que dava pra ouvir uma agulha cair ao chão... E eu morrendo e rir por dentro, com a cara mais séria do mundo (porque se você fizer cara de quem está morrendo de rir, estraga a coisa).

Vou lhes contar: perdi totalmente a fé na Academia (e não estou falando na de Brasileira de Letras, não), quando um dos meus honoráveis colegas de mestrado (era no tempo do mestrado) virou pro professor e disse: &quot;Ô fulano, estou pensando aqui... Existe romance que não seja romântico?&quot; Isso aconteceu na turma daquele professor que nos disse que as 3 horas de aula do mestrado - começando às 10 e terminando às 13 - eram uma &quot;evidente ficção&quot;; que ele não ia, não, nos fazer ficar a hora do almoço lá presos, podíamos ficar relaxados. E fez a seguinte proposta: nós chegávamos às 10 e saíamos às 11h30, ainda com tempo para o almoço. Sim, meus prezados que se deram ao trabalho de me ler até aqui, o honorável mestre estava propondo um corte de 50% (eu disse CINQUENTA POR CENTO) no tempo da aula! E todo mundo aceito, muito contentinhos ficaram...

Jà não boto fé na Academia, repito... Já botei, mas isso foi quando eu era um mocinho ingênuo e virginal... Never more, como diz o Corvo do Poe. Never moooore!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É esse tipo de professor universitário que acaba com qualquer tentativa de vida inteligente e prazerosa nas universidades! E os alunos acabam saindo umas miniaturas deles, ô bando de gente chata!</p>
<p>Eu tô fora!</p>
<p>Se um professor meu viesse com esse papo lá na Uerj, eu ia rir na cara dele! E ainda ia virar na frente de todo mundo e dizer: &#8220;Vem cá, fulano, tu não tá falando sério não, né? Tá de sacanagem? Só pode estar, né?&#8221; Em geral eles se quebram todos quando a gente encosta eles um pouco na parede; não estão acostumados, sabe? Tão divertido&#8230;</p>
<p>Ah, isso me lembra uma coisa, uma das minhas memórias acadêmicas. Uma vez, durante uma aula de Teoria da Literatura, dei um jeito de encaixar a palavra &#8220;punhetinha&#8221; no meio de uma das minhas frases, já nem me lembro bem a propósito do quê, algum daqueles absurdos lá. Precisavam ver a reação dos demais colegas de turma! A temperatura na sala despencou, acho que dava pra ouvir uma agulha cair ao chão&#8230; E eu morrendo e rir por dentro, com a cara mais séria do mundo (porque se você fizer cara de quem está morrendo de rir, estraga a coisa).</p>
<p>Vou lhes contar: perdi totalmente a fé na Academia (e não estou falando na de Brasileira de Letras, não), quando um dos meus honoráveis colegas de mestrado (era no tempo do mestrado) virou pro professor e disse: &#8220;Ô fulano, estou pensando aqui&#8230; Existe romance que não seja romântico?&#8221; Isso aconteceu na turma daquele professor que nos disse que as 3 horas de aula do mestrado &#8211; começando às 10 e terminando às 13 &#8211; eram uma &#8220;evidente ficção&#8221;; que ele não ia, não, nos fazer ficar a hora do almoço lá presos, podíamos ficar relaxados. E fez a seguinte proposta: nós chegávamos às 10 e saíamos às 11h30, ainda com tempo para o almoço. Sim, meus prezados que se deram ao trabalho de me ler até aqui, o honorável mestre estava propondo um corte de 50% (eu disse CINQUENTA POR CENTO) no tempo da aula! E todo mundo aceito, muito contentinhos ficaram&#8230;</p>
<p>Jà não boto fé na Academia, repito&#8230; Já botei, mas isso foi quando eu era um mocinho ingênuo e virginal&#8230; Never more, como diz o Corvo do Poe. Never moooore!</p>
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		<title>Por: Saint-Clair Stockler</title>
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		<dc:creator>Saint-Clair Stockler</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 23:40:02 +0000</pubDate>
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		<description>Noga,

Quem é viva sempre aparece!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Noga,</p>
<p>Quem é viva sempre aparece!</p>
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		<title>Por: Fabio Negro</title>
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		<dc:creator>Fabio Negro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 21:00:16 +0000</pubDate>
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		<description>Droga, estou condenado: adorei esse começo inesquecível!

Nunca li nada de Joyce, mas e mas adorei-uau!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Droga, estou condenado: adorei esse começo inesquecível!</p>
<p>Nunca li nada de Joyce, mas e mas adorei-uau!</p>
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	<item>
		<title>Por: Hélio Jorge Cordeiro</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2008/10/19/comecos-ainda-inesqueciveis-james-joyce/comment-page-1/#comment-265321</link>
		<dc:creator>Hélio Jorge Cordeiro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 18:50:56 +0000</pubDate>
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		<description>Pois é, Tibor, um vestibulando ao ser indagado acerca de James Joyce, disse: &quot; Ah, então foi esse cara quem escreveu a bio do Doutor Ulisses, hein?!&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, Tibor, um vestibulando ao ser indagado acerca de James Joyce, disse: &#8221; Ah, então foi esse cara quem escreveu a bio do Doutor Ulisses, hein?!&#8221;</p>
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