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	<title>Comentários sobre: Ludlum, a literatura como crime</title>
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	<description>Blog de literatura de Sérgio Rodrigues</description>
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		<title>Por: Leandro</title>
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		<dc:creator>Leandro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 18:27:26 +0000</pubDate>
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		<description>Aproveitando sérgio, gostaria de tirar uma dúvida. Li seu texto e emergiu algo. Sou autor de livro técnico na área de Educação Física e creio que será publicado já em janeiro/2009. Um dos revisores (parte técnica, não ortográfica) que mais contribuiu e é co-autor de um capítulo (no total são nove) exigiu que o nome dele saísse na capa abaixo do meu em destaque, com os seguintes dizeres: &quot;Colaboração de Fulano da Silva&quot; em letras menores, miúdas. Baseado nisso, um amigo que é co-autor de um livro técnico (área jurídica) me alertou que ele não será co-autor de capítulo e sim um dos autores da obra. Concorda com isso? Isso de fato, esta ou é correto? Aguardo resposta.
abs
Léo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aproveitando sérgio, gostaria de tirar uma dúvida. Li seu texto e emergiu algo. Sou autor de livro técnico na área de Educação Física e creio que será publicado já em janeiro/2009. Um dos revisores (parte técnica, não ortográfica) que mais contribuiu e é co-autor de um capítulo (no total são nove) exigiu que o nome dele saísse na capa abaixo do meu em destaque, com os seguintes dizeres: &#8220;Colaboração de Fulano da Silva&#8221; em letras menores, miúdas. Baseado nisso, um amigo que é co-autor de um livro técnico (área jurídica) me alertou que ele não será co-autor de capítulo e sim um dos autores da obra. Concorda com isso? Isso de fato, esta ou é correto? Aguardo resposta.<br />
abs<br />
Léo</p>
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		<title>Por: Jõao José</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2006/05/22/ludlum-a-literatura-como-crime/comment-page-1/#comment-132751</link>
		<dc:creator>Jõao José</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2008 17:05:48 +0000</pubDate>
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		<description>Bons comentários, gostei.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bons comentários, gostei.</p>
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		<title>Por: Delsio</title>
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		<dc:creator>Delsio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2006 03:39:40 +0000</pubDate>
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		<description>Saindo dos &quot;fantasmas&quot; que produzem, principalmente, best-$ellers e indo em dire&#231;&#227;o aos fantamas propriamente ditos tem um romance inacabado de Charles Dickens que um bronc&#227;o(diz a lenda) estodunidense terminou com louvor a segunda parte que &#233; &quot; O Mist&#233;rio de Edwin Drood&quot; que foi psicografado. O livro saiu no Brasil com a tradu&#231;&#227;o do Herm&#237;nio Correa de Miranda a&#237; do Rio de Janeiro.

Abs.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Saindo dos &#8220;fantasmas&#8221; que produzem, principalmente, best-$ellers e indo em dire&ccedil;&atilde;o aos fantamas propriamente ditos tem um romance inacabado de Charles Dickens que um bronc&atilde;o(diz a lenda) estodunidense terminou com louvor a segunda parte que &eacute; &#8221; O Mist&eacute;rio de Edwin Drood&#8221; que foi psicografado. O livro saiu no Brasil com a tradu&ccedil;&atilde;o do Herm&iacute;nio Correa de Miranda a&iacute; do Rio de Janeiro.</p>
<p>Abs.</p>
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		<title>Por: Shirlei Horta</title>
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		<dc:creator>Shirlei Horta</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2006 00:57:20 +0000</pubDate>
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		<description>N&#227;o entendi, Peter Blake. O livro do Chico &#233; sobre algu&#233;m que escreve por encomenda. Minha sacanagem com o Tutty &#233; outra.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>N&atilde;o entendi, Peter Blake. O livro do Chico &eacute; sobre algu&eacute;m que escreve por encomenda. Minha sacanagem com o Tutty &eacute; outra.</p>
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		<title>Por: Peter Blake</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2006/05/22/ludlum-a-literatura-como-crime/comment-page-1/#comment-132721</link>
		<dc:creator>Peter Blake</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2006 23:42:25 +0000</pubDate>
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		<description>O qu&#234;? O Chico? Isso &#233; sacanagem sua com o Tutti, Shirley.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O qu&ecirc;? O Chico? Isso &eacute; sacanagem sua com o Tutti, Shirley.</p>
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		<title>Por: Shirlei Horta</title>
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		<dc:creator>Shirlei Horta</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2006 02:24:21 +0000</pubDate>
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		<description>No Brasil, com certeza, pelo menos um. A equipe fazia pesquisa hist&#243;rica, em v&#225;rios aspectos, e somava o texto. O autor fez a &quot;edi&#231;&#227;o&quot; final. Quando Chico Buarque lan&#231;ou Budapeste algumas pessoas se sentiram retratadas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil, com certeza, pelo menos um. A equipe fazia pesquisa hist&oacute;rica, em v&aacute;rios aspectos, e somava o texto. O autor fez a &#8220;edi&ccedil;&atilde;o&#8221; final. Quando Chico Buarque lan&ccedil;ou Budapeste algumas pessoas se sentiram retratadas.</p>
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		<title>Por: Andr&#233; Pessoa</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2006/05/22/ludlum-a-literatura-como-crime/comment-page-1/#comment-132701</link>
		<dc:creator>Andr&#233; Pessoa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 May 2006 17:25:34 +0000</pubDate>
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		<description>S&#233;rgio, o livro era &quot;O Mosaico Parsifal&quot;. Muito bom. Mas mesmo sendo da &quot;fase viva&quot; dele, esse tipo de coisa a&#237; deixa a d&#250;vida na cabe&#231;a do leitor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>S&eacute;rgio, o livro era &#8220;O Mosaico Parsifal&#8221;. Muito bom. Mas mesmo sendo da &#8220;fase viva&#8221; dele, esse tipo de coisa a&iacute; deixa a d&uacute;vida na cabe&ccedil;a do leitor.</p>
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	<item>
		<title>Por: S&#233;rgio Rodrigues</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2006/05/22/ludlum-a-literatura-como-crime/comment-page-1/#comment-132691</link>
		<dc:creator>S&#233;rgio Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 May 2006 01:43:49 +0000</pubDate>
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		<description>Bravo, Marco. Coisa triste, concordo. Agora, trazendo a conversa das mitologias estrangeiras aqui pro nosso canto, seu texto me lembrou o &#039;Incidente em Antares&#039; do Erico, com aquele cortejo de mortos insepultos. E essa lembran&#231;a n&#227;o tem nada de triste. Forte abra&#231;o.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bravo, Marco. Coisa triste, concordo. Agora, trazendo a conversa das mitologias estrangeiras aqui pro nosso canto, seu texto me lembrou o &#8216;Incidente em Antares&#8217; do Erico, com aquele cortejo de mortos insepultos. E essa lembran&ccedil;a n&atilde;o tem nada de triste. Forte abra&ccedil;o.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: marco</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2006/05/22/ludlum-a-literatura-como-crime/comment-page-1/#comment-132681</link>
		<dc:creator>marco</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 May 2006 01:24:11 +0000</pubDate>
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		<description>Caro S&#233;rgio,

Ao que parece Robert Lundlun &#233; mais uma dessas pessoas a quem n&#227;o se permite morrer, ir para o reino dos c&#233;us, queimar no inferno, entediar-se no limbo, atravessar o rio de carona no barquinho de Caronte, arriscando-se quem sabe a levar umas duplas mordidas de Kerberus, at&#233; conseguir finalmente beber &#225;gua do Lete e se deixar docemente esquecer que um dia foi humano e viveu em um vale de l&#225;grimas.

Tampouco &#233; permitido a pessoas como Lundlun ir para os felizes campos de ca&#231;a aonde os bis&#245;es s&#227;o fartos e lentos, chegar ao reino de Odin aonde a guerra nunca tem fim e ser recebido pela Walquiria mais bela com um beijo na boca, penetrando assim num Walhala t&#227;o quente e molhado que nem Wagner ousou imaginar, provar todas &#8211; eu disse todas - as virgens de Al&#225;, ou alcan&#231;ar a terra prometida aonde corre o leite e o mel e o cordeiro bebe ao lado do le&#227;o, na maior.

A Jim Morison pelo menos se permite que, deitado em seu leito derradeiro, produza p&#225;lidos e contemplativos euros d&#8217; al&#233;m - ao pre&#231;o um ticket de excurs&#227;o em cemit&#233;rio parisiense - mas aos outros nem tanto.

Assim &#233; que Lundlun pertence a ra&#231;a dos zumbis produtivos em tudo e por tudo igual aos Elvis Love Me Tender, Cazuzas Exagerados, Airtons Sennas do Brasiiil, e o Incr&#237;vel Consult&#243;rio do Dr Fritz, furiosamente repsicografado pelas Lusty Ladies do best seller esot&#233;ricamente sem alma ou car&#225;ter.

Nessa linha, pelo andar do cortejo, n&#227;o duvido nada que Tom, Vin&#237;cius, Man&#233; Garrincha, C&#225;ssia Eller e Glauber Rocha, sejam arrancados de seus t&#250;mulos e colocados para trabalhar duro novamente, pois que em nossos tempos espantosos morte is Money. Periga mesmo que Dana de Teff&#233;, ainda que em ossada, se converta em coisa viva e lucrativa, de prefer&#234;ncia em C&#243;digo,  em uma livraria perto de voc&#234;, caro leitor.

Kerberus, os rabos entre as pernas, a cada dia mais humilhado e atropelado pela multid&#227;o de mortos voltando em massa para o mercado idem, vai acabar cobrando 10 % de comiss&#227;o dos lucros para fechar de vez seus olhos horrorosos.

Coisa mais triste, S&#233;rgio.

abs,
ma</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro S&eacute;rgio,</p>
<p>Ao que parece Robert Lundlun &eacute; mais uma dessas pessoas a quem n&atilde;o se permite morrer, ir para o reino dos c&eacute;us, queimar no inferno, entediar-se no limbo, atravessar o rio de carona no barquinho de Caronte, arriscando-se quem sabe a levar umas duplas mordidas de Kerberus, at&eacute; conseguir finalmente beber &aacute;gua do Lete e se deixar docemente esquecer que um dia foi humano e viveu em um vale de l&aacute;grimas.</p>
<p>Tampouco &eacute; permitido a pessoas como Lundlun ir para os felizes campos de ca&ccedil;a aonde os bis&otilde;es s&atilde;o fartos e lentos, chegar ao reino de Odin aonde a guerra nunca tem fim e ser recebido pela Walquiria mais bela com um beijo na boca, penetrando assim num Walhala t&atilde;o quente e molhado que nem Wagner ousou imaginar, provar todas &ndash; eu disse todas &#8211; as virgens de Al&aacute;, ou alcan&ccedil;ar a terra prometida aonde corre o leite e o mel e o cordeiro bebe ao lado do le&atilde;o, na maior.</p>
<p>A Jim Morison pelo menos se permite que, deitado em seu leito derradeiro, produza p&aacute;lidos e contemplativos euros d&rsquo; al&eacute;m &#8211; ao pre&ccedil;o um ticket de excurs&atilde;o em cemit&eacute;rio parisiense &#8211; mas aos outros nem tanto.</p>
<p>Assim &eacute; que Lundlun pertence a ra&ccedil;a dos zumbis produtivos em tudo e por tudo igual aos Elvis Love Me Tender, Cazuzas Exagerados, Airtons Sennas do Brasiiil, e o Incr&iacute;vel Consult&oacute;rio do Dr Fritz, furiosamente repsicografado pelas Lusty Ladies do best seller esot&eacute;ricamente sem alma ou car&aacute;ter.</p>
<p>Nessa linha, pelo andar do cortejo, n&atilde;o duvido nada que Tom, Vin&iacute;cius, Man&eacute; Garrincha, C&aacute;ssia Eller e Glauber Rocha, sejam arrancados de seus t&uacute;mulos e colocados para trabalhar duro novamente, pois que em nossos tempos espantosos morte is Money. Periga mesmo que Dana de Teff&eacute;, ainda que em ossada, se converta em coisa viva e lucrativa, de prefer&ecirc;ncia em C&oacute;digo,  em uma livraria perto de voc&ecirc;, caro leitor.</p>
<p>Kerberus, os rabos entre as pernas, a cada dia mais humilhado e atropelado pela multid&atilde;o de mortos voltando em massa para o mercado idem, vai acabar cobrando 10 % de comiss&atilde;o dos lucros para fechar de vez seus olhos horrorosos.</p>
<p>Coisa mais triste, S&eacute;rgio.</p>
<p>abs,<br />
ma</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Peter Blake</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/2006/05/22/ludlum-a-literatura-como-crime/comment-page-1/#comment-132671</link>
		<dc:creator>Peter Blake</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2006 22:31:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://todoprosa.com.br/?p=32#comment-132671</guid>
		<description>Pera l&#225;, pera l&#225;. Esses caras escrevem sempre o mesmo livro. O tal &quot;personagem fascinante&quot; &#233; sempre o mesmo. Ele s&#243; era &quot;fascinante&quot; no primeiro livro da franquia. Depois &#233; s&#243; repeti&#231;&#227;o.

O mesmo acontece com esses autores de best sellers de paperback, como o Clancy, Grisham, etc. Nem &#233; nada novo. Me lembro do inesquec&#237;vel Louis Lamour (quem?), que deve ter escrito (ou sua equipe) uns 500 livros de western. E da inef&#225;vel Barbara Cartland, com seus 600 romances sacar&#237;necos.

E pra falar a verdade, n&#227;o faz nenhuma diferen&#231;a. Ler um livro do Clancy &#233; ler sempre o mesmo livro (personagem, estrutura, situa&#231;&#245;es, etc), mas a divers&#227;o &#233; garantida. Tem seu valor, dependendo da situa&#231;&#227;o. Perdido em um aeroporto no meio dos EUA, por exemplo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pera l&aacute;, pera l&aacute;. Esses caras escrevem sempre o mesmo livro. O tal &#8220;personagem fascinante&#8221; &eacute; sempre o mesmo. Ele s&oacute; era &#8220;fascinante&#8221; no primeiro livro da franquia. Depois &eacute; s&oacute; repeti&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>O mesmo acontece com esses autores de best sellers de paperback, como o Clancy, Grisham, etc. Nem &eacute; nada novo. Me lembro do inesquec&iacute;vel Louis Lamour (quem?), que deve ter escrito (ou sua equipe) uns 500 livros de western. E da inef&aacute;vel Barbara Cartland, com seus 600 romances sacar&iacute;necos.</p>
<p>E pra falar a verdade, n&atilde;o faz nenhuma diferen&ccedil;a. Ler um livro do Clancy &eacute; ler sempre o mesmo livro (personagem, estrutura, situa&ccedil;&otilde;es, etc), mas a divers&atilde;o &eacute; garantida. Tem seu valor, dependendo da situa&ccedil;&atilde;o. Perdido em um aeroporto no meio dos EUA, por exemplo.</p>
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