MÁXIMAS SOBRE A SELEÇÃO
No período entre a Copa das Confederações de 2005 e a Copa do Mundo de 2006, desprezei todos os comentários de gente preocupada com o fato de o Brasil se aproximar do mundial com a equipe recebendo elogios.
O papo era conhecido. A seleção decepciona toda vez que vai a uma Copa sob aplausos. Os títulos sempre chegam quando o time está debaixo de críticas.
Esperei pelo melhor e vi o pior na Alemanha. E agora?
Não imagino que o time de Dunga vá tropeçar na África do Sul, nesta quinta, pela fase semifinal da Copa das Confederações. A provável final contra a Espanha e o duelo de setembro contra a Argentina pelas eliminatórias podem ser o caminho para a seleção chegar à África do Sul badalada, daquele jeito que preocupa…
Não tenho pretensão de usar a seleção para provar teses. Não me importo se Dunga mantiver o ótimo aproveitamento, apesar de não concordar com o trabalho dele. É fato. Não dá para mexer no comando técnico agora. Também confesso que não vou ficar chateado se o Brasil, pela primeira vez, chegar como o grande favorito ao mundial e levantar a taça.
