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Arquivo de junho, 2008

10/06/2008 - 11:31

Second Life promove encontros de alcoólicos anônimos

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Entender o que é alcoolismo é um grande passo para se enxergar como alcoólatra. O alcoólicos anônimos, conhecido como AA, funciona como uma espécie de “grupo” que se une a outros dependentes para debater, conscientizar e principalmente, encontrar o motivo do vício e assim, quem sabe, o fim da dependência. Essa ajuda que tem sido tão valiosa para alguns doentes agora se encontra também no metaverso do Second Life, de uma forma ainda mais anônima do que a idéia original.

Os viciados em álcool geralmente sentem vergonha de ir aos encontros do AA, o que cria certa resistência ao tratamento psicológico. A vergonha é claramente justificável, já que ninguém gosta de assumir suas falhas. Assim, aproveitando a tecnologia dos mundos 3D para relacionamentos, foi criado um grupo de AA dentro do Second Life.

Semanalmente, pessoas da vida real, caracterizadas em avatares do Second Life, encontram-se para debater e buscar uma saída. A famosa apresentação “Olá, meu nome é tal e eu sou um alcoólatra” acontece freqüentemente nos encontros do grupo. Uma cabana à beira-mar e cadeiras reclináveis fazem parte da decoração do espaço virtual em que muitos alcoólatras buscam ajuda e companheirismo para vencer a batalha contra o vício.

“Não temos como dizer se é melhor na vida real ou virtual”, diz Freedom Delgado (nome do avatar que prefere ficar anônimo), participante que recentemente comandou uma das reuniões. “Muitos dizem que reuniões na vida real são preciosas, mas já vi muita gente voltar para o AA através do Second Life”, afirma. O fato é que a realidade virtual deixa as inibições de lado e colabora para os participantes vencerem a resistência de reconhecerem o problema. No virtual, as reuniões são impessoais e comandadas por quem estiver disponível.

Seja por estarem geograficamente distantes de um local onde o AA se encontra ou por buscarem ajuda em grupos de recuperação com diferentes filosofias, os alcoólatras encontram dentro do Second Life pessoas prontas para recebê-los. Porém, apesar dos esforços, o acompanhamento na vida real sempre é mais importante. “Se a internet é um suporte para um apoio já existente, é ótimo. Se é um substituto, é um problema”, afirma Delgado.

Diferente das pressões reais em reuniões do AA, no virtual ninguém está lá para sentir seu hálito, hábito comum entre os participantes. O virtual pode funcionar como uma ajuda, mas seu meio é um tanto complexo para os casos sérios e uma pessoa no fundo do poço não buscará ajuda nem terá paciência para conectar-se à internet.

Mas o propósito desta versão virtual do grupo é de encorajar os viciados a buscar ajuda na vida real. Usuários podem usar o SL para encontrar pessoas que compartilhem o problema, conversar sobre isso e se sentirem impelidos a buscar ajuda na vida real. O que no caso, é o mais importante.

Fonte: Reuters

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Autor: secondlife - Categoria(s): Sem categoria Tags:
08/06/2008 - 08:00

USP, iG e KAIZEN lançam programa de criação digital no SL

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O grupo de pesquisa Cidade do Conhecimento, em parceria com o iG e a KAIZEN Games anunciou a criação de um programa inédito de “Gestão de Mídias Audiovisuais” (GeMA) que funcionará como uma incubadora para projetos e empreendimentos virtuais, focados principalmente em mundos virtuais. Aprovado e certificado pela ECA-USP, o programa acontecerá dentro do metaverso do Second Life em laboratórios totalmente 3D.

O GeMA é indicado para jovens empreendedores, lideranças comunitárias, professores do ensino médio ou qualquer pessoa que já atue ou pretende entrar no mercado audiovisual digital. O primeiro módulo do GeMA é totalmente gratuito e as inscrições já estão abertas. Apenas 300 inscritos serão selecionados neste mês de julho para participar do curso, portanto os interessados devem enviar seus dados o mais rápido possível para a Coordenação do GeMA 2008 através do site da USP.

O programa se iniciará com reuniões e oficinas durante três meses. Terá encontros semanais para discussão e formulação de projetos sociais e culturais, assim como planos de negócios voltados para o empreendedorismo inovador no campo do audiovisual digital. Além de se familiarizar com os novos modelos de negócios, no GeMA os participantes poderão produzir comunidades móveis, ilhas no Second Life, games, projetos colaborativos, soluções em IPTV para o terceiro setor, produção de vídeo ou de cinema digital, assim como construções híbridas que representem novos mundos virtuais.

Para conseguir seu certificado de conclusão, o participante obrigatoriamente deverá elaborar um projeto digital: “O programa não funcionará como curso e sim como laboratório de produção e gestão de projetos. Quem não terminar o curso com um projeto ou plano de negócios na mão será reprovado. Os resultados serão apresentados ao mercado e ao público em novembro, por meio de uma Feira de Negócios Audiovisuais”, explica o criador e coordenador do GeMA, Gilson Schwartz, professor do Depto. de Cinema, Rádio e TV da ECA-USP.

O conceito do GeMA foi criado para preencher a necessidade de novas ferramentas virtuais no mercado digital. Com o aval da conceituada Universidade de São Paulo, o programa contará ainda com a participação de renomadas instituições de ensino como ESPM, PUC-SP, Casper Líbero e Mackenzie e patrocínio de outras empresas, como o Bradesco, que ainda estão analisando o projeto.

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Autor: secondlife - Categoria(s): Sem categoria Tags:
07/06/2008 - 08:00

Linden faz pesquisa de opinião sobre qualidade de avatares

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A Linden Lab, administradora do Second Life, lançou uma pesquisa de excelência para seus usuários. A intenção é melhorar os avatares iniciais, aqueles que todo mundo ganha ao criar um perfil. Quem usa o Second Life sabe que os avatares básicos gratuitos são horríveis se comparados ao incrível universo fashion do metaverso. Os modelos básicos e gratuitos são um festival de roupas malfeitas e cabelos estranhos, homens que nascem hippies e mulheres sem graça. Por isso, os programadores querem a sua opinião: para fazer avatares iniciais mais bonitos.

O teste é basicamente uma série de imagens de avatares aleatórios que recebem notas simples: é feio ou é bacana? Só isso. Quem estiver interessado em ajudar o pessoal da Linden a aprimorar o visual dos avatares pode acessar o teste aqui e dar suas notas.

Curiosamente, a lista de votação de looks inclui robôs e até avatares idosos.

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Autor: secondlife - Categoria(s): Sem categoria Tags:
06/06/2008 - 08:00

Especial Mundos Virtuais: Mundo Zon ensina a falar mandarim

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O professor Yong Zhao, da Universidade de Michigan, idealizou um site onde os usuários pudessem entrar em um ambiente virtual e aprender mandarim se divertindo. A idéia surgiu em 2004, mas só entrou no ar recentemente, batizada de Zon. Ainda em sua versão beta, o mundo virtual de Zon tem um objetivo bem mais educacional do que de entretenimento e promete ensinar ao menos o básico deste que é o idioma principal da maioria das províncias na China. Todas as explicações estão em inglês.

Para entrar em Zon, basta se inscrever gratuitamente. Dentro do próprio browser, o usuário cria um avatar bem simples, feminino ou masculino. Depois, ele é transportado para uma tela que simula diversos ambientes. Entre mercado, aeroporto, hotel e muitos outros, quase todos os objetos e pessoas podem ser clicados. A partir daí se inicia uma pequena lição em inglês que lança um jogo de perguntas e respostas básicas em mandarim. Ao clicar sobre as opções, o usuário deve selecionar uma delas para ouvir o som da frase e assim tentar repetir. Entendendo a pronuncia e algumas frases simples já é um bom começo.

Há ainda games que estimulam o aprendizado da pronúncia e “provas” para testar os conhecimentos em mandarim. Ao passar nestas provas, o avatar ganha diplomas virtuais e dinheiro. Em uma loja por exemplo, se fizer a lição de como comprar um produto em mandarim, o usuário ganha uma garrafa de água que fica em seu inventário.

Já que este é o ano das olimpíadas na China, é de se esperar que o Zon fique famoso rapidamente. E por estar ainda em sua versão de testes, provavelmente melhorará muito nos próximos meses. Zon ainda é um tanto confuso, principalmente porque utiliza a grafia fonética para explicar os sons das palavras, coisa que muita gente não conhece bem. Mesmo assim, é uma idéia simples e bem prática, que pode se tornar mais um exemplo da funcionalidade de mundos virtuais no setor de ensino.

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Autor: secondlife - Categoria(s): Sem categoria Tags:
05/06/2008 - 08:17

Especial Mundos Virtuais: Kaneva abre seu mundo à criação

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Fundado pelo mesmo criador do grupo Internet Security Systems, Cristopher Klaus, o mundo virtual de Kaneva existe desde 2006. Antes da plataforma ser usada em um mundo virtual 3D, a intenção de Klaus era criar um software que pudesse ser aproveitado para outras empresas criarem seus próprios mundos virtuais. Para isso, foi aberto o Kaneva Elite Developers, um portal onde programadores e criadores de games podem baixar jogos criados pelos usuários e melhorá-los ou criar novas variações.

No entanto, o mundo Virtual de Kaneva ainda é a atração principal. Baseado em um ambiente virtual 3D, o usuário deve baixar o software gratuito no site oficial e instalá-lo no computador conectado à internet. O visual básico do Kaneva é bem semelhante ao do Second Life, mas os gráficos ainda são primários. Se fica a dever nos gráficos, o seu forte mesmo é a conexão com a internet 2D. Dentro do mundo de Kaneva o usuário pode fazer upload de vídeos, imagens e música rapidamente, inclusive utilizando o Youtube. Além disso, todo usuário recebe automaticamente um apartamento gratuito que ele pode decorar como quiser, adicionando a mídia que pensar, inclusive links diretos para páginas da internet. Este apartamento funciona como o “perfil” do usuário. O sistema simplificado de programação e construção é um dos destaques deste simulador e permite que até os menos familiarizados possam construir seu espaço.

Assim como no Second Life, o usuário monta seu avatar, pode comprar objetos e acessórios, além de terrenos para construir lojas, boates e o que mais imaginar. Para isso, a moeda interna deve ser adquirida com dinheiro de verdade. Alguns lugares são “pagos” para entrar, como algumas atrações e regiões especificas. O usuário pode dar festas, convidar amigos para uma conversa e participar de eventos virtuais. Atualmente o Kaneva possui cerca de 750 mil usuários registrados e espera crescer ainda mais. Veja abaixo, um vídeo que exibe este metaverso em ação:

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Autor: secondlife - Categoria(s): Sem categoria Tags:
04/06/2008 - 08:00

Especial Mundos Virtuais: There, o mundo virtual adolescente

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Idealizado em 1998 com a fundação da There Inc., o mundo virtual There só saiu do papel mesmo em 2001, quando sua versão beta foi apresentada como uma forma de metaverso voltado ao público jovem, com visual simples e bem colorido. A iniciativa foi bem sucedida e em 2005 a There Inc. se dividiu em duas: a Forterra Systems (direcionada a serviços públicos) e a Makena Technologies (direcionada a jovens). Hoje, a parte que se dedicou ao mundo virtual conta com uma base de usuários de cerca de um milhão, um ambiente de 14 ilhas diferentes, contratos com a MTV e ilhas exclusivas como a do seriado da emissora Laguna Beach.

Para entrar no There, é necessário fazer o download de um programa gratuito. Como de praxe, usuários podem acessar o mundo virtual e criar um avatar customizável, com um visual de desenho animado. Este pode realizar mais de 100 gestos ou feições, conversar com seus amigos, fazer compras e entrar em grupos de discussão.

A semelhança com o Second Life é grande, porém os gráficos são um tanto quanto primitivos e algumas ferramentas não funcionam muito bem. Porém, no mundo de There, os avatares podem ter um cachorro com inteligência artificial e um carro de verdade, que serve para atravessar as ilhas do metaverso. Entenda-se: um carro virtual que não pode ser guardado em uma pasta de itens. Outro diferencial de destaque é que o avatar adquire pontos de “habilidade”, como em um RPG. Esses pontos são adquiridos ao se fazer uma construção ou dar uma festa, por exemplo, o que torna a experiência um tanto mais recompensadora em relação aos modelos comuns de metaversos.

A moeda virtual chama-se Tbux e pode ser comprada com dinheiro real. Se o usuário quiser comprar o serviço Premium There, desembolsará 10 dólares, porém, somente uma vez. Pagando esta soma, ele terá direito a erguer lojas, comprar e vender terrenos e conversar com áudio.

Um fato interessante é que a outra empresa, Forterra Systems, criou um outro mundo virtual visualmente idêntico ao There chamado OLIVE, voltado apenas para serviços e exclusivo do meio corporativo. Neste, empresas realizam treinamentos, palestras e outros eventos empresariais, da mesma forma já experimentada por empreendedores e educadores entusiastas do Second Life.

Abaixo, veja o vídeo de apresentação do mundo virtual There.

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Autor: secondlife - Categoria(s): Sem categoria Tags:
03/06/2008 - 08:00

Especial Mundos Virtuais: Muita música e festa no Vside

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Lançado oficialmente em abril deste ano pela agência Doppelganger, o Vside promete ser a nova sensação em mundos virtuais. Voltado para o público adolescente, une música, moda e festas badaladas noite adentro. É uma plataforma em 3D que usa e abusa de recursos gráficos para gerar um mundo visualmente interessante, inspirado em histórias em quadrinhos. Para entrar neste metaverso é necessário criar uma conta e baixar um programa gratuito, além de certificar-se que é capaz de rodá-lo dentro dos requisitos mínimos de sistema: placa de vídeo com 128 RAM ou mais, memória RAM livre de 512MB e uma conexão rápida com a internet.

O Vside mistura a fama dos sites de relacionamentos como Orkut, Facebook e MySpace com o metaverso do Second Life. O usuário pode manter um blog com fotos, textos, depoimentos de amigos e gostos musicais de seu personagem virtual. Tudo interligado com o mundo em 3D. O universo não é extenso, tem apenas três cidades: RaiJuku, New Venezia e LaGenoaAires.

O avatar é bastante customizável, mas bem diferente do Second Life. Se parece com um desenho e não existem opções para fazer seios enormes ou músculos exagerados. As roupas tendem a ser comportadas e, felizmente, ninguém pode andar pelado. Esse cuidado todo é por causa do público predominantemente teen do Vside. Outra diferença em relação ao SL e uma garantia de segurança para seu público é que se trata de um metaverso com restrições à criação: os usuários não podem inventar roupas, construções, movimentos ou objetos e, portanto, não há pornografia. A linguagem também é moderada.

O mais interessante é que cada jogador tem seu apartamento dentro deste universo, gratuito e cheio de texturas e móveis para decorar. Neste apartamento o usuário pode dar festas e convidar seus amigos. Um telão na sala virtual, ligado diretamente ao Youtube, passa os vídeos favoritos do residente. Quem não quiser sessão de cinema, pode tocar músicas das diversas rádios disponíveis. Aliás, todo este metaverso gira em torno da música: várias gravadoras famosas patrocinam eventos e festas e cada região possui um estilo musical para as tribos se encontrarem – Rap, Hip-Hop, Música Eletrônica, Rock entre outros estilos dão o tom ao jogo.

Além das gravadoras, o Vside fechou contrato com marcas famosas de roupas. As lojas espalhadas pelas cidades existem na vida real e disponibilizam peças variadas de diferentes estilos. Existem duas formas de ganhar dinheiro: simplesmente passeando (vPoints) ou comprando pontos com cartão de crédito (vBux). Quanto mais tempo o usuário ficar online, participar de eventos, votar em suas músicas favoritas e passear pelas cidades, mais vPoints ele ganha. Com isso ele pode comprar roupas ou objetos de decoração.

Mesmo sendo um mundo virtual, ser sociável e ter amigos é essencial. Usuários possuem pontos de popularidade e quanto mais popular ele for, mais chances tem de entrar em festas fechadas e boates famosas. Um lugar feito para quem gosta de musica e fazer amigos, o Vside está totalmente em inglês e ainda não tem planos para funcionar em outros idiomas.

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Autor: secondlife - Categoria(s): Sem categoria Tags:
02/06/2008 - 17:15

Especial mundos virtuais: Home, o metaverso do Playstation 3

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Anunciado em 2007 pela Sony, no auge da popularidade do Second Life, o PS3 Home será um mundo virtual onde donos do console Playstation 3 poderão interagir, jogar e fazer amigos. A iniciativa da Sony visa explorar o potencial dos mundos virtuais para divulgar marcas, promover eventos e vender produtos, incluindo aí os jogos do próprio Playstation 3.

Muito parecido com o Second Life, porém visualmente mais avançado, o PS3 Home será um grande espaço virtual onde cada usuário terá seu avatar e um apartamento virtual em uma cidade 3D. O acesso ao mundo virtual será feito através do console conectado à internet (nada de versão para computadores, portanto), e uma vez lá, será possível não apenas interagir com outras pessoas donas de um PS3 como acessar uma infinidade de serviços promovidos pela Sony, de trailer de filmes aos próprios jogos do console.

A versão beta, para testes, será lançada para usuários da Europa durante o segundo semestre deste ano, garante a Sony. De acordo com a empresa, o motivo do atraso é o aperfeiçoamento do produto: “Tomar mais tempo no desenvolvimento e nos testes da versão Beta fechada reafirma nosso comprometimento em trazer um serviço de qualidade, mantendo a tradição do Playstation” conta o presidente mundial da Sony Computer Entertainment, Kazuo Hirai.

Outro objetivo do Home é possibilitar que seus usuários participem de jogos online com seus amigos. Para isso, as cidades serão cheias de atrações de games e competições. Salas de bilhar e corridas de carro são apenas algumas das atividades anunciadas. Eventos como lançamentos de jogos e entrevistas com personalidades do mundo dos games também serão possíveis. Outra novidade certa é um serviço onde o usuário pode usar um sistema interno de pay-per-view e assistir a jogos e shows ao vivo com seus amigos virtuais.

Empresas famosas de games como a Ubisoft, Rockstar e EA anunciaram que terão suas próprias construções dentro deste mundo virtual para divulgar jogos e lançamentos, além de disponibilizar games online.

Veja a seguir um dos vídeos que demonstram alguns dos recursos da atual versão do Home.

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Autor: secondlife - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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