Fundada em 2003, a comunidade Gaia Online era apenas um fórum onde fãs de anime e mangá se encontravam para conversar. Com o tempo, a comunidade começou a crescer e seu idealizador, Derek Liu, a transformou em um mundo particular, nos moldes dos metaversos como o Second Life, mas com estilo anime. Hoje, Gaia Online é uma das maiores comunidades da internet, com mais de dois milhões e meio de acessos mensais, e também possui contratos com empresas como a MTV e outras que lá promovem seus eventos e produtos.
Todo o game roda dentro do browser de internet e não precisa de nenhum tipo de download. Os usuários criam seu avatar com traços bem parecidos com de mangá. São baixinhos, com cabeça e olhos grandes. A partir daí ele pode construir sua casa, passear pelas várias regiões do metaverso e, claro, conversar com outros “gaians”, nome dado aos cidadãos do lugar. Dentro das regiões, o avatar interage com algumas coisas do ambiente, como colher flores, caçar insetos e chacoalhar árvores para conseguir dinheiro.
A moeda de Gaia não precisa ser comprada com dinheiro de verdade: o jogador consegue dinheiro participando dos fóruns ou de games online simples, que vão de corrida até quebra-cabeças. Com este dinheiro, ele pode comprar roupas, objetos de decoração para sua casa e muito mais.O usuário tem a opção de criar sua sala de cinema, com os filmes do Youtube que preferir, e depois convidar os amigos para assistir ou entrar na competição de “melhor VJ”.
O site disponibiliza mensalmente itens raros para venda. Estes sim são comprados com dinheiro da vida real e depois vão parar no mercado de compra e venda de itens, onde adquirem preços altíssimos, só que na moeda de Gaia, que não vale nada no mundo real. É como uma bolsa de valores onde pequenos avatares desenhados em pixels trocam objetos como asas, vestidos, chapéus e gatinhos de pelúcia. Para quem gosta de escrever ou desenhar, há espaço para criar um blog com imagens ou participar de concursos de contos ou de ilustrações.
Os mantenedores do Gaia Online já anunciaram seus planos para fazer um site chamado Gaia Battle, que será uma mistura de games MMORPG com Pokemons. Ali, os avatares terão poderes para se enfrentar em batalhas e ganhar prêmios.
O publico de Gaia é bem variado, mas em sua maioria engloba garotas de 10 a 20 anos. A entrada é gratuita e todo o site está em inglês, portanto, é preciso entender o mínimo para ser um gaian de verdade.
A maioria dos mundos virtuais hoje é bem mais simples do que o Second Life, principalmente aqueles voltados ao publico infantil. Um bom exemplo que tem dado certo é o Club Penguin, um espaço virtual para as crianças brincarem sem preocupações para os pais. Este é tão simples que nem há necessidade de baixar programas: todas as ações são feitas no próprio browser.
A simplicidade de Penguins Club não significa que se trata de um produto de segunda categoria. Muito pelo contrário: sua qualidade foi aclamada pelo público mais novo e despertou a atenção da Disney, que adquiriu o produto em agosto do ano passado. O visual é de desenho animado e o jogador toma o papel de um pingüim colorido (com várias cores para escolher) para então entrar em uma ilha congelada cheia de atrações e outros pingüins. A princípio, o usuário abre uma conta comum e com ela é possível jogar atividades online como pesca, snowboard, surf entre outras. Os jogos são bem fáceis e o ambiente amigável. Tudo é monitorado o tempo todo com filtros de linguagem e conversa. Quando os pingüins batem papo entre si todas as conversas são visíveis. Cada pingüim é controlado por um painel, onde a criança pode fazê-lo dançar, sentar e até arremessar bolas de neve. Ele também tem seu iglu pessoal, e pode convidar seus amigos para visitá-lo.
De qualquer maneira, o melhor jeito de aproveitar por completo o Penguins Club é fazendo uma assinatura para se tornar membro oficial. Existem três tipos: mensal, de seis meses ou anual. Os valores são relativamente baixos: assinatura mensal custa seis dólares. Ao assinar o jogador poderá comprar roupas para o pingüim, mascotes, móveis e um novo iglu, tornando o game mais divertido para a criançada. Parte do dinheiro das assinaturas é revertido para instituições de caridade ao redor do mundo.
Além do mundo virtual, existe uma comunidade dentro do site que traz várias outras brincadeiras para as crianças, com concursos de desenho, quadrinhos, wallpapers, histórias e desenhos para colorir. Um site criativo, simples e seguro que ajuda instituições para crianças carentes é um bom passo para mundos virtuais de sucesso e uma alternativa a ser considerada pelos pais preocupados com o teor de mundos mais livres como o Second Life.
O Second Life foi um dos pioneiros em universos 3D conectados à rede e sua tecnologia deu origem a diversos outros simuladores. A internet hoje está cheia de sites e programas que possibilitam ao usuário entrar em um mundo virtual com seu avatar personalizado, conhecer gente, participar de promoções e se divertir com games. E cada vez mais metaversos, aos moldes do mundo da Linden Lab, surgem para atrair principalmente crianças e jovens com um novo conceito de entretenimento.
Canais de TV e outras empresas dos mais variados mercados também têm se aproveitado da tecnologia para se aproximarem do público de uma maneira lúdica e interativa. O SL Informa mostrará nos próximos dias uma série de reportagens sobre estes metaversos, contando um pouco sobre os mundos virtuais mais populares do momento e como eles são uma ferramenta útil para o crescimento e o amadurecimento da mídia online. Hoje, apresentamos o mundo baseado na série de TV The Hills.
O seriado norte-americano The Hills, exibido no Brasil pelo canal Multishow, conta a história de Lauren Conrad, uma garota que sai da Califórnia e vai para Nova York para trabalhar em uma revista de moda. O clima do seriado é de reality show, com câmeras móveis digitais seguindo os personagens pela cidade. A MTV americana, que exibe a série nos EUA, lançou um metaverso que reproduz uma cidade onde usuários podem participar de festas, comprar roupas virtuais, jogar online e conversar com os amigos. O sistema é bem semelhante ao do SL: para usá-lo é preciso fazer download do software gratuito disponível no site oficial , possuir conexão com a internet e um computador com uma placa de vídeo boa. A interface é bem simples de usar (mais simplificada do que os comandos do SL) mas o visual é bem menos realista. Os avatares parecem desenhos animados e se movimentam através de comandos programados que o usuário pode acionar.
Dentro do Virtual The Hills há muita coisa a fazer. Logo na entrada, voluntários e tutoriais ajudam o principiante a entender os comandos para andar, conversar e trocar de aparência. As construções e objetos lembram em muito o principio do SL, com texturas ruins, demora para carregar e defeitos variados. Ainda assim, o sistema de busca é diretamente conectado ao navegador de internet, permitindo ao usuário acessar vídeos, fazer compras, encontrar, lugares, ler matérias e muito mais, diretamente da tela do jogo. E como o programa que o faz rodar é bem leve, minimizar a tela não deixa o computador lento.
Apesar dos seus defeitos, The Hills está lotado de gente. A todo tempo avatares cruzam as ruas em carros e motos, enchem cafés e baladas, entram em salões de beleza… A grande maioria dos usuários está entre os 13 e 18 anos e fala inglês, portanto é necessário o domínio básico da língua para se dar bem neste metaverso, ainda que as pessoas que o frequentam geralmente sejam simpáticas e gostem de fazer amizade fácilmente. Há moderadores de linguagem e de ações para garantir a tranqüilidade dos pais e dos usuários. Festas, eventos culturais variados e grupos de discussão acontecem o tempo todo. Por ser um lugar relativamente novo, tudo parece ser ainda experimental, mas várias empresas já se associaram ao Virtual The Hills. A Garnier, empresa de cosméticos, é uma delas: a marca possui um enorme salão de beleza onde os avatares podem escolher cortes e penteados, além de links diretos para vídeos que dão dicas de como arrumar os cabelos na vida real. Neste aspecto, o redirecionamento é mais dinâmico e interativo do que o SL. No entanto, esta tecnologia está em eterno desenvolvimento e se vale da troca de vivências e informações para manter o metaverso cada vez mais atualizado e coerente com os interesses das empresas e dos usuários, que aproveitam – e muito – este meio.
Não perca esta série de reportagens sobre mundos virtuais aqui do SL Informa. Mostraremos muitos metaversos diferentes e interessantes para descobrir pela internet, e claro, se divertir.
A Tailândia é um país asiático muito conhecido e visitado por turistas. Sua arquitetura característica mistura formas orientais diversas com influências chinesas, japonesas, indianas e até islâmicas. A atenção dos turistas está principalmente voltada para as belíssimas praias de areia fina e branca e mar azul cristalino. Sua capital, Bangkok, está no livro dos recordes Guiness como o maior nome de cidade do mundo. O nome é uma abreviação de “Cidade dos anjos, grande cidade dos imortais, magnífica cidade do deus Indra, sede do rei de Ayutthaya, cidade dos templos brilhantes, cidade dos esplêndidos palácios e domínio do rei, casa do Vishnu e de todos os deuses.”. Dá para notar que é um povo extremamente religioso e espiritual.
Devido a essa fé e espiritualidade, os templos da Tailândia são um espetáculo visual: cúpulas trabalhadas em metal ou madeira, feito renda, geralmente cobertas de ouro. As imagens tailandesas de Buda são riquíssimas, feitas de ouro e cravejadas com pedras preciosas. A Tailândia do SL traz um pedacinho dessa cultura para o mundo virtual: o espaço reúne uma série de templos que reproduzem a arquitetura primorosa, onde o visitante pode meditar cercado de muita natureza.
Na Tailândia, o sino representa o som sagrado da purificação, portanto na ilha virtual há vários sinos espalhados para o visitante tocar – basta passar por baixo deles. O parque ainda é emoldurado por riachos e pequenas pontes, com típicos barcos tailandeses de velas vermelhas ancorados. Além dos templos, há praias por todos os lados, com lugares para tomar sol, nadar e claro, namorar.
África selvagem, misteriosa e encantadora. Um dos maiores continentes do mundo, ela abriga 54 países com mais de 800 milhões de habitantes em seu total. Toda essa grandeza é representada por sua majestosa e única beleza natural, repleta de nuances entre quentes savanas e florestas úmidas, entre grandes centros comerciais, tribos, clãs e expansiva diversidade cultural contrastada com muitos conflitos políticos e sociais.
O berço da espécie humana também ganhou uma homenagem no Second Life. Obviamente, não é tão grande quanto a original, mas tenta trazer um pouquinho do clima africano para o metaverso e é um passeio interessante. A chamada “Virtual Africa”do Second Life é uma ilha pequena, cercada por bandeiras de cada país que faz parte do continente. Ali, entre oasis de águas cristalinas, o visitante pode passear e ver girafas, elefantes, rinocerontes e outros animais típicos do continente negro. Os animais reproduzem sons, mas não se mexem (o que causa certa estranheza a princípio), mas dadas as limitações do metaverso, é uma boa distração.
O visitante pode ainda atravessar uma ponte de cordas que paira sobre uma manada de zebras, ao melhor estilo Indiana Jones. Há muitos espaços para sentar e relaxar e a música que toca no lugar é tão diversa quanto os países que a África agrupa. As imensas árvores que decoram o local são belas réplicas do Baobá, símbolo do continente. Um grande palco cercado por chifres e arte típica africana é palco de shows e eventos.
O mais curioso, porém, é que se pode comprar um suricato, mamífero típico do deserto de Kalahari, que ficou famoso através do desenho da Disney O Rei Leão. O animalzinho pode ser controlado por uma pequena interface que o usuário coloca em sua tela, que faz então o suricato seguí-lo, correr e brincar. Mas o tal bicho virtual só pode ser usado nesta ilha, já que um viso ecologicamente correto deixa claro que ele é um animal selvagem e nunca pode viver fora de seu habitat. Para ter o seu, é preciso desembolsar 250 Lindens.
Na próxima viagem, iremos conhecer a Tailândia virtual, com seus belos templos e praias cristalinas.
A Dinamarca, aquele pequeno país ao norte da Europa, na região da Escandinávia, é formada por um conjunto de ilhas entre o Mar Baltico e o Mar do Norte. Sua história inclui a legião dos vikings, que viveram ali após o séc. XI e dominaram boa parte das costas escandinavas, sendo responsáveis por grandes descobertas no ramo da navegação. Seus longos barcos chegaram até Constantinopla e fizeram parte do crescimento econômico europeu por serem ótimos mercadores.
Apesar da imagem agressiva dos vikings, os dinamarqueses são um povo pacífico que hoje tem umas das rendas per capta mais altas do mundo. A capital, Copenhague, é repleta de pontos turísticos belíssimos e palco de grandes eventos culturais. A Dinamarcado Second Life reúne a beleza das cidades bucólicas dinamarquesas, com simpáticas casinhas de madeira, muitos jardins e parques.
Lá, o visitante pode ver de perto a réplica de um vilarejo viking à beira-mar, com as cabanas de madeira e, claro, os famosos barcos que atravessaram os mares gelados do norte. Mais à frente há um museu que conta um pouco sobre a história do país com belas imagens e até visita monitorada: basta pegar um dos fones gratuitos disponíveis na entrada e usá-lo na interface. Uma voz em inglês explicará as atrações do museu.
Os detalhes são impressionantes e nada parece ter sido esquecido. O visitante pode caminhar livremente pelas ruas ou usar o teletransporte da praça central, que leva às várias atrações da ilha, que vão desde uma réplica de um estação de trem até uma fazenda típica dinamarquesa com um enorme moinho de vento. Uma construção chamada Freebie Factory oferece uma série de objetos gratuitos como cortesia.
O local está sempre cheio, já que é ponto de encontro da comunidade dinamarquesa do Second Life. E os patriotas não perdem tempo: a cidade virtual fica cada vez maior e há um trecho inteiro em fase de construção. Lojas, cafés, galerias de arte e até bibliotecas tornam a viagem imperdível.
Na próxima material do Especial Turismo do SL Informa irá mostrar um pouquinho da África, um dos mais belos lugares do planeta. Não perca essa viagem!
Tida como a capital do Velho Mundo, Londres é uma das maiores cidades do planeta. Fundada pelo Império Romano, a cidade já se chamou Londinium e tem quase dois mil anos de idade. Hoje, a população londrina ultrapassa oito milhões de habitantes e continua crescendo.
Repleta de prédios históricos e construções moderníssimas, é visitada diariamente por milhares de turistas à procura de suas vastas opções culturais e cartões postais, como o grandioso Palácio de Buckingham, onde habita a família real inglesa.
A Londres do Second Life não deixa a desejar e, dados os limites virtuais, é uma região gigantesca. Há vários pontos turísticos para visitar e o clima é de megalópole. São centenas de prédios ao melhor estilo britânico que abrigam lojas, cafés, bares, boates, centros culturais e muito mais. Para não se perder, há inclusive um Centro Turístico Virtual, com informações sobre o complexo de ilhas.
O Big Ben, o sino do relógio mais famoso do mundo está lá. E para quem não sabe, Big Ben é somente o nome do sino, um objeto de 3 metros de diâmetro e 13,5 toneladas, batizado em homenagem a seu idealizador Benjamin Hall. A réplica do Second Life é altíssima, mas não é fiel à construção, já que atrás do relógio deveria estar o Palácio de Westminster. Faltas à parte, a Londres do Second Life conta ainda com os símbolos que marcam a memória de Londres: o metrô conhecido como Underground, as cabines vermelhas de telefone e os ônibus de dois andares estão lá. Seja na vida real ou na virtual, a capital britânica sempre impressiona.
Não perca as próximas matérias do Especial Turismo do Second Life Informa. Divulgaremos vários lugares dentro do metaverso que reproduzem os destinos de viagem mais bacanas do mundo.
Na região de Salamanca, na Espanha, existe um pequeno vilarejo histórico chamado Ducado Alba de Tormes. É lá que se encontra o sagrado Sepulcro de Santa Tereza de Jesus e uma série de Igrejas e Capelas medievais que fazem do lugar um destino interessante para turistas de todo o mundo.
A réplica da pequena cidade espanhola foi construída dentro do Second Life e faz parecer que o lugar parou no tempo: não há nenhuma construção moderna, muitos visitantes se vestem a caráter e inclusive usam o linguajar do século XVI. Muitas construções de arquitetura medieval e clássica se misturam aos belíssimos jardins em volta da cidade.
No palacete principal, logo em frente a uma pequena ponte, o visitante pode andar por luxuosas salas decoradas com lustres e belíssimas obras de arte. Um restaurante cercado por janelões de vidro é bem convidativo para um jantar de gala. No andar de cima, um biblioteca disponibiliza obras clássicas de Shakespeare e poetas espanhóis.
O bosque é repleto de árvores e arbustos floridos, com um pequeno córrego cortando por entre a vegetação. Um moinho de vento gira devagar e atrás dele pequenas casinhas de madeira reproduzem o clima espanhol. A trilha é de música clássica espanhola, e vale a pena manter o áudio ligado para sentir-se voltando ao passado nesta bela localização do metaverso.
Aproveitando o clima de férias de mais um feriadão, nos próximos dias o SL Informa mostrará pontos turísticos interessantes do mundo, construídos no Second Life. Uma oportunidade virtual para conhecer os lugares mais bonitos do planeta em suas versões 3D. Prepare seu passaporte!
O que a primeira mulher a ficar milionária com o Second Life, Anshe Cheng, e Gary Kasparov, candidato da oposição na Rússia têm em comum? Os dois sofreram ataques de pênis voadores. Na semana passada, em Moscou, durante uma coletiva de imprensa, Kasparov foi surpreendido com uma enorme genitália masculina voando pela sala de conferências. O objeto não identificado parecia ser controlado por controle remoto e foi rapidamente abatido por um dos seguranças de Kasparov.
Kasparov chegou a comentar sobre o fato, dizendo que “os argumentos da oposição estão abaixo da cintura”, quando alguém da platéia gritou “finalmente a oposição mostra sua face” e Kasparov rebateu: “se é que é uma face ”. Muitos riram do acontecido, mas o que poucos sabem é que a prática da genitália voadora já é um evento comum dentro do Second Life.
No início do ano passado, Anshe Cheng participava de um debate no mundo virtual quando um usuário resolveu lançar dezenas de pênis voadores sobre sua cabeça. Cheng, constrangida, nada pôde fazer sobre o balé de órgãos genitais que pairavam em cima de seu avatar.
Os ataques deste gênero dentro do Second Life são feitos por “griefers” (nome que se dá a arruaceiros virtuais) e acontecem frequentemente. Em muitos eventos, griefers criam animações e as lançam no ar propositadamente. Algumas podem ser inocentes, como bolas coloridas ou caixas gigantes caindo do céu. Mas a maioria dos griefers apela para o mau gosto e coloca verdadeiras baixarias para ofender os participantes. Entre essas, folhas de maconha ou pênis voadores são clássicos.
Assista abaixo dois vídeos com pênis voadores: um mostra Kasparov e o outro Anshe Cheng:
Não eram nem sete e meia da noite e o Anhangabaú do Second Life já estava lotado de participantes para celebrar a igualdade e o respeito na primeira Parada Gay Virtual do Brasil. Todos estavam animadíssimos e enchendo a pista de dança comandada pelo DJ Aquiles, tocando ao vivo. As bandeiras do arco-íris, símbolo da causa gay, decoravam o local, além de muitas luzes e bexigas.
Em torno de oito horas da noite, o presidente da Abrat GLS (Associação Brasileira de Turismo para Gays, Lésbicas e Simpatizantes), Franco Reinaudo, fez um pequeno discurso onde ressaltou o fato do evento fazer parte da história do movimento gay no Brasil, por ser a primeira demonstração da parada oficial dentro de um universo virtual. Logo depois, Franco, que estava em cima de um carro alegórico, já estava dançando e celebrando com os participantes.
A festa continuou ainda animada pelo DJ Zyon tocando, também ao vivo, hits da música eletrônica que deixaram a pista cheia de gente dançando, rindo e festejando – numa amostra virtual da imensa festa que tomará conta de São Paulo esta semana.
Repórter iG, responsável pela cobertura da rotina no Second Life
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Sobre o blog
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