Acompanhe a agenda dos próximos eventos do Centro Cultural Bradesco, que abrangem economia, marketing, sustentabilidade, cultura e educação. Serão discutidas também as possibilidades que o mundo virtual oferece para as novas mídias e oficinas de criação digital. Como em todas as oficinas, os participantes podem interagir com os palestrantes perguntando ou até apresentando projetos.
Ciclo Economia e Marketing Digital
- Oficina Criação no Universo Virtual – 19 e 26/02, às 16h
Com dicas práticas sobre desenvolvimento de design, roteiros, negócios e inovações de marketing aplicadas ao ambiente virtual, especialistas se reúnem para discutir o que é moda e o que deve permanecer no setor.
- Oficina Mídias Digitais – 19/02 e 26/02, às 20h
Com curadoria do pesquisador do Laboratório de Sistemas Integrados da USP, Regis Rossi Faria, a oficina apresenta conceitos e práticas sobre a produção de trabalhos em mídias digitais como Second Life, podcasting, webrádio e TV digital.
- Economia dos Mundos Virtuais – 22/02 e 29/02, às 16h
Oficinas sobre tendências econômicas e modelos de negócios em redes digitais, no Brasil e no mundo.
- ABC da Crise Financeira, 25/02, às 16h
O diretor de pesquisas macroeconômicas do Bradesco, Octavio de Barros, e o curador do Centro Cultural Bradesco, Gilson Schwartz, recebem especialistas para avaliar os impactos da crise financeira global nos mercados de capitais, nas Bolsas, no crédito, no Brasil e no mundo.
Ciclo Sustentabilidade
- Oficina Reciclagem de Lixo Digital – 25/02, às 18h
Com mediação da professora do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica, Sandra Rufino, discute a reciclagem de produtos tecnológicos e do lixo digital, como baterias, computadores, DVDs, entre outros.
- Economia e Cultura da Sustentabilidade – 25/02, às 20h
A palestra reúne especialistas como Ricardo Abramovay, da USP, e Ismael Rocha Junior, da ESPM, para debater a evolução do cenário socioambiental no Brasil e no mundo.
Ciclo Cultura e Educação
- Visita monitorada às obras do MASP – 19/02, 21/02, 26/02 e 28/02, às 18h
Às terças e quintas-feiras, os visitantes contam com a monitoria de Julia Casali, da PUC – SP, que aborda detalhes de obras do acervo do MASP, entre elas, pinturas de Cézanne; Van Gogh; Monet; Gauguin; Degas; Renoir; Toulouse; Modigliani; Giovanni Bellini e José Ferraz de Almeida Júnior, reproduzidas no metaverso.
- Second Life, Educação e Internet 2.0 – 21/02 e 28/02, às 18h
Sob curadoria de André Leme Fleury, doutor em engenharia de produção e professor da Universidade Mackenzie e Alessandra Lago, especialista em design constitucional, reúne profissionais para discutir os melhores caminhos entre educação, tecnologia e imaginação comunicativa.
- Música e cultura popular Ilha Bradesco – 22 / 02, às 21h
Nas noites de sextas-feiras, o lounge da Conta Universitária se torna palco para apresentações de shows e performances relacionadas à cultura popular brasileira. Para completar, a platéia concorre a sorteios de vale-presentes da Livraria Cultura. Nesta sexta, acontece o show do compositor, percussionista e violonista, Vitor da Trindade. O artista traz a herança do avô Solano Trindade – poeta, pintor, teatrólogo e folclorista, conhecido por celebrar a cultura e a luta dos negros no Brasil. O ano de 2008 marca os 100 anos do nascimento de Solano. Com esta bagagem, Vitor da Trindade faz uma releitura sonora de suas influências e apresenta repertório baseado em ritmos das tradições afro-brasileiras, incluindo maracatu e coco, entre outros.
A noção de que os avatares nos ambientes online são uma idealização e algo radicalmente diferente daquilo que as pessoas são na vida real foi contrariada em uma pesquisa conduzida pela Zogby International nos Estados Unidos. A pesquisa, encomendada pelo U.S. Congressional Internet Caucus Advisory Committee, concluiu que elfos ou bichinhos peludos não são prioridade para adultos na hora de criar um avatar e são preteridos por formas humanas, que imitem a aparência real da pessoa, de uma forma melhorada, destacando características mais masculinas ou femininas.
A Zogby ouviu 3.585 adultos e a maioria, 44,2%, disse que gosta de um avatar que represente exatamente aquilo que é na vida real, sem ao menos acentuar características que as tornem mais atraentes.
Veja abaixo como as pessoas responderam à pergunta “Você alteraria muito a aparência do avatar em relação à sua real?”:
Faria exatamente como eu sou – 44,2%
Não sei – 22.9%
Manteria similar, mas acentuaria a aparência mais feminina ou masculina – 18.1%
Eu alteraria muito a minha aparência física – 14,7%
A pesquisa foi feita entre os dias 21 e 23 de janeiro e tem margem de erro de 1.7%. E você, como prefere o seu avatar no Second Life? Deixe um comentário abaixo contando o que você prefere.
Uma combinação de arte, interatividade e ciência são os ingredientes principais do museu da vida marinha Abyss do Second Life. Uma verdadeira jornada pelas profundezas dos oceanos, elaborada para mostrar aos visitantes toda a riqueza que os mares do planeta reservam.
O passeio é dividido em duas partes: uma submarina e outra no deck flutuante. A parte submarina é subdividida por profundidades, onde o visitante caminha em plataformas de vidro e metal, parecidas com cápsulas gigantes. Através das vidraças, criaturas marinhas fazem um balé aquático. A cada andar, há um teletransportador que leva para profundidades cada vez mais obscuras repletas de criaturas misteriosas.
Tudo é acompanhado por imagens e textos em inglês sobre a vida marinha, com links diretos para vídeos e sites interessantes sobre o tema. Na cápsula mais profunda o museu disponibiliza uma caminhada pelo solo abissal, com um jardim de estranhas formas de vida e um polvo gigantesco enrolado sob o pé de uma montanha. Para chegar lá direto sem descer cada andar do museu há um elevador panorâmico no deck superior.
Na parte a céu aberto do Abyss há um museu de submarinos de pesquisa, com fotos e réplicas dos primeiros transportes que o homem criou para mergulhar sob altíssimas pressões. Galerias de fotos contam como os oceanos de comportam nas cheias, em furacões e tempestades. Há também muitos alertas sobre a poluição dos oceanos e o perigo que isso traz ao frágil ecossistema marinho.
Uma pequena coleção de arte, com gravuras e pinturas, fica exposta no andar superior do deck. Há também cantinhos para se sentar e admirar o mar, que encanta o homem por sua riqueza e tantos mistérios que ainda reserva sobre a vida no planeta.
Os saudosistas do antigo console NES, conhecido carinhosamente por “Nintendinho” pelos entendidos no assunto, vão vibrar com a reprodução de uma fase do grande Super Mario Bros na 8-Bit Area do SL. Trata-se de uma área feita com os mesmos elementos gráficos emblemáticos do jogo que foi um dos mais vendidos no mundo em toda a história.
É importante saber que aqui não se voa. O criador da ilha reforça isso várias vezes porque o visitante que insisitir em voar será expulso do lugar. Ele justifica isso dizendo que neste jogo o Mario não voava, portanto ele quer fidelidade mesmo.
O mais bacana é descobrir que ao pular o avatar faz o som idêntico ao do jogo. Moedas douradas giram pelo cenário — mas infelizmente não valem Lindens — apesar de que ao pegá-las o som também é idêntico àquele clássico barulhinho de 8 bits do jogo.
Tudo é escalado na base dos pulos e, obviamente, as famosas “cabeçadas” nos blocos de tijolo, que explodem. Se o jogador cair na água ou no fosso, ele tem que recomeçar todo o percurso desde o começo, porque, afinal de contas, “perdeu uma vida”.
A meta é chegar no alto do castelo e tocar a bandeira para “passar” de fase. Obviamente é tudo de brincadeirinha e nada acontece. O triste é que o local é pequeno, mas realmente para os fãs do bigodudo italiano vale a pena conhecer. E vale a pena destacar também que o castelo da entrada possui alguns itens à venda como os avatares das princesas Peach e Daisy. Não havia nenhum do Mario disponível, uma pena…
O Second Life é uma plataforma indicada para maiores de 18 anos e possui áreas onde o seu conteúdo é explicitamente adulto. Se o sexo, como dizem alguns, é o que move o mundo, em um ambiente virtual que imita a vida com tanta complexidade quanto o Second Life, o motor da economia e a razão para grande parte dos logins não poderia ser outra coisa. Por prazer autêntico ou por simples diversão é certo que todo adulto residente do Second Life já teve pelo menos a curiosidade de descobrir como pode ser a experiência de fazer sexo virtual num ambiente 3D. E mesmo que isso muitas vezes seja encarado como uma brincadeira, o sexo é o tema que inspira alguns dos negócios mais sérios e profissionais do Second Life. Por isso, será o tema desta série especial que o Second Life Informa publicará nas próximas sextas-feiras.
Do mais simples ao bizarro, não há limites no metaverso, já que tudo é feito com a mente livre de preconceitos e tabus da vida real. Tudo é explorado, experimentado por quem se permite testar e aproveitar. E muitos aproveitam mesmo: o mercado de sexo dentro do SL é o que mais gera dinheiro desde que os cassinos foram banidos pela administradora do ambiente, a Linden Lab. Boates, lojas imensas especializadas… a lista de atividades e locais para praticar é imensa e inesgotável.
Pela própria natureza do desejo humano, quase todo mundo no Second Life é jovem e bonito. As garotas geralmente são voluptuosas e os homens fortes e másculos. É raro encontrar um usuário que prefira características mais comuns em seu alterego virtual. Todos os corpos são moldados para parecerem extremamente atraentes (excluindo aí os avatares que misturam características animais).
Mas como se faz sexo no Second Life? Todos os avatares nascem incompletos por medidas de cautela e regras do jogo. A genitália precisa ser adicionada ao avatar depois (lembrando que é possível fazer sexo no SL sem possuir órgãos sexuais, usando somente IM ou o habilitando o chat de voz). A verdade é que a experiência tridimencional fica bem mais interessante com os genitais ali, e eles podem ser encontrados gratuitamente em alguns locais, mas em modelos mais simples, nem sempre tão bem feitos. O equipamento de qualidade custa caro, mas promete agradar aos seus usuários com características realistas, bastante realistas. E no Second Life até Papai Noel tem seu pipi (é verde, dizem), portanto não tem por que ficar igual à Barbie e o Ken na hora de criar seu personagem no metaverso.
Pergunte a qualquer veterano do Second Life onde comprar um pênis ou vagina e ele provavelmente recomendará os produtos da Xcite!, uma das lojas mais tradicionais no metaverso e a maior autoridade em genitálias e artigos para estimular visualmente um bate-papo. A loja principal tem dois andares com salas separadas pelo tipo de produto: para homens, mulheres, gays e, bem, para avatares que não têm formas humanas. Esta última vale a visita pelo menos para dar algumas risadas com os cartazes que anunciam coisas como o órgão canino “para o macho alfa em você”, em uma ilustração muito curiosa de um tipo de lobisomem pronto para dar prazer. Mas os artigos mais populares na Xcite! são as genitálias tradicionais, especificamente os modelos da nova série X3.
Entrando na seção masculina da loja, que tem o aspecto de um grande show room de órgãos e acessórios sexuais, o visitante se depara com um novo produto: o kit de início para macho, contendo, entre outras coisas, nádegas e um pênis padrão X3, que além de ser bem modelado, se valoriza pela tecnologia, já que pode ser tocado por outro avatar e traz reações de acordo. Mas há coisas para todos os gostos ao lado, como uma seção de pênis tatuados e uma série especial que traz coisas como “o Orgulho”, com as cores do arco-íris, para gays, e “o Extremo”, com tatuagem e cravado por nove piercings.
A ala feminina é igualmente variada. Vê-se, além da vagina X3, o novo modelo de clitóris X3 que encaixa na primeira e somente nela (marketing bem feito dos administradores da loja) e uma grande variedade de mamilos e acessórios, que incluem até, bem… laços para as partes menores da genitália feminina. Acessórios curiosos, como uma estátua empaladora e todos os tipos possíveis de vibradores ocupam o espaço da seção gay.
O que diferencia um X3 de um órgão qualquer, o que os dão o status de uma Mercedes ou BMW por baixo das calças do avatar, é a tecnologia: esses membros e vaginas respondem ao toque, fazem xixi e outras coisas e ainda são capazes de tocar scripts de som, como gemidos gravados das vozes de pessoas contratadas pela Xcite!. A brincadeira das vozes existe inclusive em outros idiomas além do inglês, e uma alemã batizada de “Gretchen” promete ser uma das mais exóticas para quem pensa em ter um avatar que geme. A Xcite! diz que está à procura de vozes sexy de outros países… quem sabe?
O Second Life Informa entrevistou o criador da Xcite!, Nyteshade Vesperia. Acompanhe a seguir:
SLI: Qual foi a coisa mais estranha que você já criou?
NV: Uma ótima pergunta e uma para qual eu, infelizmente, tenho uma resposta rápida. É a mira-telescópica Xtra para as genitais X3. Não me pergunte por que a criamos… é um mistério para mim como para qualquer outro. Eu só lembro de ter acordado de manhã e… lá estava ela. Meu parceiro tem um senso de humor realmente estranho às vezes e nós gostamos de colocar diversão nas coisas sempre que podemos. Sexo e relacionamento certamente têm um lado sério, mas não há razão para não ter diversão também.
SLI: E já te pediram para criar algo estranho?
NV: Nós absolutamente adoramos quando nossos clientes tomam a iniciativa de nos dizer o que eles adorariam que fizéssemos – isso nos mostra que eles são entusiasmados pelo produto e estão sendo criativos. Seria difícil classificar muitas das sugestões que recebemos como “estranhas” simplesmente porque o que é estranho para um pode ser completamente normal ou simplesmente mundano para outro, e nós não achamos que é nosso papel fazer julgamentos sobre como as pessoas se divertem. Mas se eu tivesse que escolher seria definitivamente a sugestão que recebemos para adicionar um efeito de orgasmo para “lagartos cor de rosa” no clitóris Xcite!! Você quer, você tem.
SLI: De onde vem a inspiração para os desenhos?
NV: Nós geralmente tiramos das nossas próprias experiências da vida real muitos dos desenhos que criamos. Nós somos abençoados por ter tido (e continuar a ter) vidas muito excitantes e variadas até hoje que nos levou ao contato com pessoas de backgrounds e interesses diferentes, e é certamente verdade que alguém aprende fazendo, então… nós tentamos “fazer” o máximo que podemos. :) Alguns desenhos são inspirados por itens ou práticas que tivemos pessoalmente, outros derivados de conversas com pessoas com gostos que podem ser drasticamente diferentes dos nossos. Ainda há outros que vêm apenas da imaginação – o SL é um mundo não-físico, desprendido das leis da física e realidade, então não machuca ser completamente fantástico às vezes.
SLI: Você acha que as pessoas procuram prazer sexual real no SL ?
NV: Eu acredito absolutamente que para algumas pessoas o SL é apenas uma extensão da intimidade da vida real que pode ser muito compensadora na circunstância certa. Se a única forma que você tem de ficar “próximo” de alguém com quem você desenvolveu uma conexão é fazê-lo online, então eu digo vá em frente e seja feliz pela oportunidade de ter um pouco mais de prazer na sua vida. Pode não ser para todo mundo, mas por que julgar a maneira com que alguém alcança a felicidade de forma negativa simplesmente porque não é algo para você? Ademais, eu não diferencio entre “prazer sexual real” e “diversão”… pessoalmente. Se você não está se divertindo você está fazendo errado. ;)
Na Xcite! nós nos vemos como facilitadores da diversão, exploração e de uma dose saudável de prazer para aqueles que procuram isso. A idéia geral dos itens da Xcite! é de tirar um pouco de satisfação deles, não importa como você prefere fazer isso. Eu acho que as pessoas aproveitam o fato de estarmos constantemente inovando, apresentando novas formas de melhorar a experiência online e em alguns casos expondo as pessoas a novas idéias e inspirando-os a talvez explorar aspectos das suas sexualidades que eles talvez não tenha percebido de outra forma. Sexo no SL não é para qualquer um, mas para aqueles que apreciam nós trabalhamos duro para fazer as melhores ferramentas/brinquedos disponíveis para que eles se concentrem em fazer seu próprio tipo de diversão.
Os parceiros precisam encontrar locais com esferas de contexto para realizarem ações sexuais. Essas esferas estão espalhadas em muitas ilhas de conteúdo maduro em cavernas, florestas, boates e praias, mas como são locais públicos, todos podem bisbilhotar. Quem quiser fazer sexo sem audiência deve ir para casa ou encontrar “skyboxes” – que são quartos construídos em estruturas flutuantes no céu, muito utilizados por garotas e garotos de programa. Os lugares mais interessantes para uma transa virtual são o tema do próximo post nesta série de sexo no Second Life.
Os visitantes da Ilha Bradesco no Second Life ganham programação especial nas noites de sextas-feiras. Às 21h, o lounge da Conta Universitária vira palco para apresentações de shows musicais e performances relacionadas à cultura popular brasileira. Para completar, a platéia ainda participa de sorteios de vale-presentes da Livraria Cultura, que podem ser trocados por livros, CDs, DVDs e outros objetos da marca Cultura.
Hoje a atração é o famoso grupo Palavra Cantada, idealizado pelos músicos Sandra Peres e Paulo Tatit, responsáveis pelas mais criativas canções infantis do Brasil e que por isso possui grande público adulto também, com belas melodias, arranjos e letras singelas e inteligentes. A dupla apresentará seus maiores sucessos da carreira, marcada por 10 álbuns gravados e centenas de espetáculos por todo Brasil.
Hoje é dia dos namorados em quase todo o mundo. A data de São Valentim não é muito conhecida pelos brasileiros já que aqui nosso dia dos namorados é em junho, mas no resto do globo, este é o momento ideal para celebrar o amor, inclusive no Second Life, um mundo sem fronteiras.
O incrível é que os habitantes do metaverso criaram uma ilha somente para os apaixonados se encontrarem e fazerem mil declarações à luz na lua: aJoy Isle tem de tudo para o coração dos amantes virtuais ficarem repletos de encanto.
Lagos com cisnes brancos, árvores frondosas, flores multicoloridas, pássaros e borboletas compõem a fauna e a flora do lugar. Todas as construções são cobertas por heras, as residências têm jeito de chalé no melhor estilo casa de bonecas. Muitos gazebos, bancos, sofás, almofadas e até redes estão repletos de bolinhas contextuais que permitem aos amantes darem beijos, fazer cafuné ou arriscarem trocas mais sensuais. Tudo bem moderado, já que esta ilha é completamente contra roupas vulgares e nudez exagerada por isso a maioria dos visitantes prefere o traje formal.
Se o casal se empolgar de verdade, existe uma capela fica bem no meio da ilha, pronta para realizar casamentos. A reprodução é perfeita, com bancos e até imagens católicas. Um castelo encantado com torres brilhantes fica ao lado de várias quedas d’água, tudo cercado por bancos e cantinhos para os pombinhos se encherem de beijos. O romance não fica só no chão: até uma casa da árvore foi construída para os casais admirarem a vista.
Jantares românticos têm uma atenção maior nesta ilha, onde todas as mesas possuem comandos de ações que incluem conversa, beijinhos lançados ao parceiro e refeições completas, tudo ao som de música lenta.
A iluminação da Joy Isle é especial para deixar o ambiente acolhedor, com velas, fogueiras, lâmpadas que soltam partículas brilhantes e um gigantesco pássaro brilhante que paira sobre o lago. O visual fica muito mais bacana se o usuário tiver instalado a versão Windlight do Second Life que aumenta a capacidade de visualização destes efeitos – importante lembrar que para isso é necessário possuir uma placa de vídeo potente.
A visita é bem mais interessante se for feita a dois mas quem estiver em busca de um par, também pode encontrá-lo aqui, já que tudo conspira a favor do romantismo.Se mesmo assim não der sorte, existe um burrico sentado embaixo de uma árvore disposto a escutar lamentações ao pé do ouvido e um simpático pub está de portas sempre abertas para acolher os solteirões que querem afogar suas mágoas entre drinks e uma bela mesa de sinuca.
Os aficionados em contos de terror vão se deleitar na ilha de October Country, um espaço repleto de terríveis aparições e cenários tétricos. O local foi construído em homenagem ao famoso escritor de livros de terror H.P Lovecraft, que dentre muitos bons trabalhos no gênero, foi quem criou o burburinho sobre infame livro Necronomicon, que até hoje muitos acreditam ser de verdade.
A verdade é que Lovecraft foi capaz de criar um verdadeiro universo repleto de mistérios envolvendo monstros de outra dimensões, fatos sobrenaturais e muita fantasia. E é nesta ambientação que October Country existe: uma cidadezinha esquecida pelo tempo, abandonada por seus habitantes e cercada por um mar bravio. Uma longa ponte de pedra leva o visitante ao altíssimo farol, que avisa aos navegantes para manterem-se longe dali.
No topo da colina está o hotel da cidade, uma construção gótica com muitos andares e salas secretas. No hall de entrada, sofás, móveis antigos e quadros estranhos se mesclam ao som de correntes e murmúrios vindos de outro mundo. As aparições surgem, voam pela sala, atravessam paredes e assustam qualquer um que se atrever a entrar ali. Subindo as escadas, existem vários quartos privados que são de habitantes do local e não estão abertos para estranhos.
O mais atraente do hotel, porém, é a vasta biblioteca do segundo andar, onde cada livro encostado na mesa ou na prateleira é de verdade. Basta tocá-los para abrir o texto na tela e se deleitar com grandes obras da literatura de Willian Shakespeare, Edgar Allan Poe e muitos outros. Tudo está em inglês, mas são compilações perfeitas das obras originais. Ler textos e poemas tenebrosos nesta sala iluminada por uma luz tênue e amarelada é realmente interessante.
Descendo pelo longo caminho de pedras em frente ao hotel está o velho moinho e casa de máquinas, e logo atrás, um parque com árvores retorcidas, quase desfolhadas. Neste parque, placas com poemas do próprio criador da ilha, chamado Martian Wei, estão espalhadas próximas a bancos e locais para piquenique. Fazer um piquenique aqui é realmente um programa inusitado.
Depois desta floresta escura há o cemitério com mausoléus e túmulos com nomes de outros avatares – que fazem o visitante perguntar se ele estão realmente mortos ou vão voltar a qualquer momento. Uma forca está colocada ali, e provavelmente foi responsável por execuções macabras na ilha. No fim desta necrópole está a principal atração da ilha: uma fogueira cercada de lugares para se sentar, onde vozes contam histórias aterrorizantes para quem quiser ouvir. Basta acionar o áudio. Com efeitos de vento, uivos, corvos e tantos mais, personagens diferentes se reúnem ali, entre avatares fantasmas, góticos e curiosos.
No pub do local há festas toda sexta-feira à noite, com prêmios de 1000 Lindens para os avatares de terror mais bacanas, femininos masculinos. Então sente-se, pegue sua xícara de chá, apague as luzes e entre nesta ilha macabra sem medo de se divertir.
Cerca de cinco meses depois de estrear no Second Life, a adaptação ao metaverso da série de investigação CSI NY foi estendida por tempo indeterminado pela CBS, o canal de TV que exibe a série nos EUA. Os planos iniciais eram de encerrar a temporada virtual no terceiro caso de investigação, que terminou no começo do mês, mas como a ilha fez sucesso, os administradores resolveram dar aos residentes que gostam de uma boa história de mistério e aos fãs incondicionais da série a oportunidade de investigar mais um crime para desvendar.
Para começar bancar o detetive sem muitas dificuldades, o espaço foi dividido em 3 ilhas – o que facilita a movimentação do usuário pelos cenários. A primeira é na verdade um passeio explicativo de como funciona a brincadeira e o próprio SL, para iniciantes.
É importante pegar a ferramenta de investigação logo na primeira placa de boas-vindas. Clicando sobre o botão “toolbar” da placa e depois acionando o item no inventário, aparecem na lateral esquerda os ícones para recolher pistas e armazenar informações necessárias. Todas as explicações estão nesta parte da ilha, em grandes placas com imagens e texto. Ao fim, é entregue uma credencial de principiante ao jogador que pode usá-la presa à camisa.
Depois, o visitante segue para NY, onde deverá ir ao laboratório de investigação para escolher um dos 4 crimes a investigar. Em um dos casos por exemplo, a missão é encontrar Vênus, uma assassina de aluguel que aparentemente cometeu uma série de assassinatos na cidade – e está envolvida no episódio especial de CSI exibido ano passado. Cabe ao jogador buscar pistas espalhadas pela metrópole, levá-las ao laboratório e acompanhar a opinião dos verdadeiros personagens da série, que aparece como clip de áudio ou texto na janela de ferramentas instalada na entrada da ilha. Juntando todas as pistas é possível chegar a uma conclusão e ao fim, encontrar o esconderijo da assassina.
Para quem preferir apenas conhecer o local sem dar uma de detetive, existe uma área de jogos, com jogo da memória e vários quebra-cabeças para resolver. Há também uma área de shopping com lojas vendendo acessórios, skins, roupas e alguns itens gratuitos.
Todas as ilhas possuem teletransporte para locais específicos, portanto a investigação não fica comprometida com a andança excessiva. O mais importante é entender bem o inglês para aproveitar a brincadeira. Realmente é preciso dominar a língua escrita para compreender toda a investigação e acompanhar de verdade o que é ser um detetive forense.
Veja abaixo o vídeo promocional desta nova temporada de CSI NY no SL:
Encontrar uma ilha paradisíaca depois de sofrer um naufrágio é a pedida para enfrentar a segunda-feira no SL. O visual da ilha Surfline é repleto de detalhes bacanas para relaxar sob o sol, ao som do mar e à sombra de belos coqueiros.
Um grande naufrágio aconteceu por ali, e os sobreviventes resolveram transformar este cantinho em um oásis. O navio ainda se encontra na beira da praia, com seus mastros voltados pra fora d’água e com um gigantesco polvo preso ao seu casco.
Na verdade, a ilha toda é formada por um complexo de pequenas ilhas, e cada uma reserva uma opção para aproveitar o visual do lugar. Logo ao lado no naufrágio, existe uma rocha onde é possível praticar uma espécie de rapel. Lá em cima, uma bela vista é o prêmio do aventureiro.
A ilha seguinte parece mais civilizada, com quiosques, loja de artigos de praia e muitos beija-flores fazendo graça no céu. Até um lounge foi montado ali, com pista de dança, telão e sofás.
Outro esporte que pode ser praticado aqui é o windsurf e o equipamento fica disponível para quem quiser atravessar as ondas. Para aproveitar mais a viagem, é interessante conhecer também a outra ilha, toda feita de pedras, onde existe um lugar na ponta para realizar belos saltos ornamentais, uma enorme piscina natural no centro com almofadas estrategicamente colocadas e mais balanços na grande árvore que fica no pico da ilha.
Repórter iG, responsável pela cobertura da rotina no Second Life
Publicidade
Faça parte da comunidade Mainland.Brasil agora mesmo.
Sobre o blog
Blog sobre o Second Life, metaverso desenvolvido pela norte-americana Linden Lab. Aqui o leitor encontrará uma cobertura completa de tudo o que acontece no mundo virtual. Notícias, lugares que devem ser visitados, eventos e curiosidades são abordados diariamente.
Negócios
Aprenda boas práticas de negócios com a cartilha elaborada pela Fecomercio em parceria com o iG e a KAIZEN.
Fórum
Dúvidas, sugestões, debates. Participe do fórum e fique por dentro de tudo que se fala sobre Second Life.