Universo dos HQs no metaverso
Uma vertente muito usada na arte é a reformulação, releitura, reciclagem de obras anteriores para dar uma nova roupagem, algo mais atualizado e que faça sentido (ou não) para a sociedade para a qual ela será apresentada. É… Uns até filosofam desse jeito, outros chamam de cópia na cára-dura, preguiça de fazer algo novo. Julgamentos de valores à parte o fato é que o Second Life tem se mostrado um meio propagador de muitos eventos artÃsticos e sido alvo dos mesmos. Chegou à s bancas virtuais do SL o quadrinho brasileiro “A Garçonniére”, realizado somente com personagens e cenários do metaverso.

Uma iniciativa bem legal realizada por Patricia Claro, que contou com a ajuda de outros três outros “atores” virtuais. À primeira vista (e à final também) a história é bem parecida com algumas novelas que passam normalmente à s 18h. O conto se passa nos anos 40 e tem um “quê” um tanto quanto caliente. Mas não vá atrás do quadrinho do metaverso com olhos de quem vai ver um do Lourenço Muterelli, é covardia. Mas, para quem teve que dirigir de fato os personagens da história em quadrinhos, PatrÃcia fez um trabalho realmente interessante.

O blog de notÃcias do metaverso “Second News! Brasil” fez a gentileza de disponibilizar o conto, na Ãntegra, para quem quiser dar uma lida no protótipo do que pode ser o novo Watchmen! Tá… Exagerei…



