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Arquivo da Categoria cinema

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011 Gatos, cinema | 11:00

Sua majestade Colin

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Só pra gente começar bem a semana, vamos de gato do dia. Ele acabou de ganhar o Globo de Ouro de melhor ator pelo filme ‘O Discurso do Rei’ e é forte candidato ao Oscar. Na minha preferência, Colin Flirth já encabeça a lista dos favoritos faz tempo. Se tem um inglês que é um poço de charme, é ele. No novo filme, Colin faz o Rei George VI, pai da Rainha Elizabeth, que luta contra a gagueira. Imagino que ele deva estar tão bem quanto em ‘Bridget Jones’, ‘Simplesmente Amor’ e no filme de Tom Ford, ‘A Single Man’ (Direito de Amar). Aliás, quem não viu esse último, pode pegar o DVD que vale muito a pena. O estilista se saiu um ótimo cineasta. Então, para alegrar ainda mais nossa segunda-feira ensolarada, o delicioso cinquentão Colin Flirth:

Mesmo gago, tá valendo

Autor: Cláudia Cecília Tags: , ,

sábado, 13 de novembro de 2010 Gatos, cinema | 13:00

Mark Ruffalo entre nós

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Estreou ontem nos cinemas uma espécie de comédia romântica dos novos tempos. ‘Minhas mães e meu pai’ conta a história de uma família formada por duas mulheres e um casal de filhos. Lésbicas, cada uma teve um filho com sêmen de um único doador. Quando as crianças crescem, resolvem procurar o pai e aí vem o melhor da festa: Mark Ruffalo. É ele quem faz  Paul um garotão que não quer nada da vida e não sabe nem porque doou esperma. Bem, ele entra na vida dessa família e então começam o drama e a comédia.

A crítica ficou dividida e eu, pelo que vi do trailer, já gostei. E estou dizendo tudo isso para chegar ao objetivo inicial dessa conversa: dizer que Mark Ruffalo é tu-do e mais um pouco. Para passar duas horas no escuro com ele em tamanho gigante, acho que assisto a qualquer coisa. Quem compartilha?

Se ele quiser doar qualquer coisa pra mim, aceito

Autor: Cláudia Cecília Tags: , ,

domingo, 17 de outubro de 2010 cinema | 21:35

Macarrão, gurus e roupas feias

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Julia Roberts e seu sorriso e as belas imagens de Roma, Nova Délhi e Bali salvam ‘Comer, Rezar, Amar’ da chatice absoluta. Isso numa visão crítica distanciada, porque pra mim o que salva mesmo é James Franco e Javier Bardem, nessa ordem de entrada em cena. O resto é o maior festival de clichês já visto na história do cinema mundial. Nem nas estradas brasileiras se vê tanta frase de parachoque de caminhão. E não sei a figura da vida real, mas a personagem Elizabeth Gilbert, me desculpem as fãs, é chata. E se as roupas que ela usa em cena são fiéis à história da vida real, a moça tem que dar graças aos céus de ter encontrado um novo amor, mesmo com aquele figurinozinho.

Entendi perfeitamente porque os italianos ficaram irritados com a caricatura que fizeram deles, assim como nós deveríamos torcer o nariz para o brasileiro Javier Bardem, que chora à toa e beija o filho adolescente na boca ‘porque no Brasil é assim’.

Bom, se eu deveria sair do cinema com algum aprendizado, posso dizer que:

a)      Se tiver um James Franco com 28 anos me esperando dias após minha separação, posso até reconsiderar esse negócio de divórcio

b)      E se eu tiver que comer, rezar e falar frases feitas para ter um final feliz com Javier Bardem, tô dentro. Mas só aceito o legítimo, sem imitações

 No mais, se é para falar de vida pós-separação, nosso ‘Divã’ é muito mais divertido.  E, por favor, não deixem ninguém chamar ‘Comer, Rezar, Amar’ de filme mulherzinha que é ofensa.

E a pergunta final é: por que, meu Deus, por que as pessoas gostam tanto de um clichê?

Tem que ter paciência para tanto autoconhecimento

Autor: Cláudia Cecília Tags: , , , , , , ,

quinta-feira, 7 de outubro de 2010 cinema | 15:53

Só dá ele

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Não bastasse toda a expectativa em torno da estreia de ‘Tropa de Elite 2’, amanhã, Wagner Moura ainda saiu coroado do Festival do Rio: ganhou o prêmio de melhor ator e o filme que protagoniza, ‘Vips’, venceu mais três categorias. E aí temos o interesse do público por dois temas praticamente dominantes hoje em dia, apesar de tão distintos: violência e o mundo das celebridades.

Para quem não sabe, ‘Vips’ conta a história do falsário Marcelo Rocha, que aplicava sucessivos golpes fazendo-se passar por outras pessoas. Tipo o personagem de Leonardo di Caprio em ‘Agarra-me se Puderes’. O caso mais interessante aconteceu num carnaval no Recife, em que ele se fez passar por Henrique Constantino, um dos donos da Gol. Como o empresário de verdade não é de badalar e quem aparece à frente da empresa é o irmão, Constantino Jr., ninguém sabia ao certo sua aparência e saiu todo mundo caindo no golpe. Todo mundo mesmo. O cara entrou em todos os camarotes vips de Recife e fez novos amigos de infância, como os atores Ricardo Macchi, que chegou a emprestar dinheiro para o falsário alugar um helicóptero, e Carolina Dieckmann, que se revoltou com a prisão do golpista, certa de que ele era o dono da companhia de aviação. Vips caindo no conto do vip. Muito bom, não?

Marcelo Rocha foi preso e, para não perder o costume, se fez passar por líder de facção criminosa e organizou até motim dentro da cadeia. Escreveu um livro contando a própria história e agora virou tema de filme. E muito bem representado por Wagner Moura (parece que o verdadeiro 171 estava longe de ser gato). Taí um filme que vou querer ver.

Ah, sim, e Tropa 2 já teve todas as boas críticas de que precisava para estrear bem. Vai bombar de novo.

Autor: Cláudia Cecília Tags: , , ,

sexta-feira, 24 de setembro de 2010 Implicância, cinema | 20:11

Lula lá

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Das coisas estranhas que tenho visto no governo ultimamente – lideradas pela perseguição à imprensa -, ver o filme ‘Lula, Filho do Brasil’ eleito para concorrer a uma indicação ao Oscar foi uma das maiores. Não por achar que o filme de Fábio Barreto seja ruim ou indigno da indicação à indicação, mas por ter sido escolhido por unanimidade numa votação promovida pelo Ministério da Cultura. No mínimo, sei lá. Daniel Filho, que nunca teve papas na língua, questionou, brincando, se o filme não deveria se chamar ‘Lula, o Dono do Brasil’. Faz sentido.

Lula quer chegar a Hollywood

Autor: Cláudia Cecília Tags: , , ,