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domingo, 27 de fevereiro de 2011 comportamento | 17:31

Ação entre (muitos) amigos

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Minha filha sempre ouve o pai dizer que amigos são uma das coisas mais importantes da vida. E que fazer e manter amizades é algo que a gente deve ter como um de nossos objetivos principais. Gosto que ele diga isso a ela, ainda que isso tenha meio que se voltado contra nós agora que estamos mudando de cidade e obrigando-a a deixar amiguinhos que tem desde que nasceu e com quem mantém convivência diária e intensa. Estamos tentando virar o jogo e convencê-la de que será justamente essa facilidade para criar novos amigos que ela tem, graças à idade e ao jeito extrovertido, que fará a mudança ser mais fácil do que imagina.

Eu cultivo menos meus amigos do que gostaria. Sou do tipo que quase não liga e acabo deixando para mostrar quanto alguns são importantes apenas em encontros esporádicos. Mas de uns anos para cá ganhei um novo tipo de amizade e com esses amigos aprendi a conviver de um jeito muito especial. São amigos que não vejo, mas participam da minha vida com mais intensidade às vezes do que aqueles presentes. São amigos com quem quase não falo diretamente, mas que se juntam em torno de alguma coisa, qualquer coisa, que eu fale para todos eles ao mesmo tempo. São amigos valiosos que, sem saber, têm feito uma diferença danada ao longo desse tempo.

Não sei por que tive esse privilégio e agradeço muito por tê-lo. Há quem diga que é apenas retorno do meu trabalho, mas não sei. Se for isso mesmo, se ter transformado leitores em amigos tão valiosos, se ter pessoas incríveis que me acompanham com tanto carinho há tantos anos for consequência do caminho profissional que escolhi traçar, então, não importa mais o que faça, onde faça e os louros que ainda venha a colher: sou, de fato, uma pessoa realizada. E só me resta agradecer a vocês.

Espero todos, em breve, em uma nova empreitada. Até já.

Cláudia Cecília

ccecilia.salto@gmail.com

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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011 comportamento | 12:18

O enredo desse samba

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Se você passou o verão inteiro certa de que, em algum momento entre o Natal, o réveillon e as férias das crianças, você ia entrar em forma. Se você tinha certeza de que nesse Carnaval biquíni de passista seria um modelito adequado ao seu shape, e se nada disso aconteceu, bem, temos aí as madrinhas de bateria para nos inspirar.

Acho graça dessa época quando elas, as eleitas para desfilar à frente dos ritmistas das escolas e se exibir para o mundo, resolvem todas nos contar o que fazem para chegar à passarela do samba com aquele corpinho que provavelmente vamos invejar o ano todo. Parece que tudoo que elas conquistaram em termos de boa forma foi nos últimos dias e será nas próximas duas semanas, porque é tanta fórmula milagrosa, tanta dieta mágica, tanta massagem com propriedades milagrosas, que a gente até acredita que dá para seguir e ficar igual.

Como estou achando que fracassei no meu objetivo de fazer o ponteiro da balança descer para o grupo de acesso, estou pensando em adotar umas medidas inspiradas nas musas carnavalescas. Tipo passar uns 10 dias comendo meia dúzia de claras de ovo por refeição e bebendo água com limão, fazendo umas 125 sessões de drenagem linfática e outras 97 de powerplate (aquele troço que te sacode toda) e, quem sabe, umas cinco horas e meia diárias de spinning e musculação. Fora liftings e peelings que a pele tem que acompanhar. Quem em acompanha? Porque aí, sim, vamos ver se o que as moças todo ano dizem que fazem é verdade.

Quem quer um corpinho de Gracyanne Barbosa?

Autor: Cláudia Cecília Tags: , , , ,

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011 Implicância, comportamento | 09:33

Orgulhos e preconceitos

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Em algum momento vocês me perdoarão por esses últimos dias de sumiços esporádicos, mas, por enquanto, vamos em frente que a semana está agitada e não podemos perder o bonde.

Não sei vocês, mas eu me emocionei com a despedida de Ronaldo. Ele vai fazer falta nos campos. Ainda que não mostrasse mais o futebol que o consagrou, Ronaldo sempre foi um grande personagem e, acima de tudo, carismático. Com ou sem deslizes, gordo ou  magro, a importância dele na história do futebol mundial não pode ser diminuída. Não acho nem que ele deveria ter pedido desculpas pelo fracasso no Corinthians: considerando que Ronaldo não foi contratado para jogar bola, mas para fazer marketing e levar dinheiro ao clube, sua temporada no Timão foi um sucesso.

E, gente, ser obrigado a se aposentar aos 34 anos, quando tudo o que você sabe e gosta de fazer é aquilo, não deve ser nada fácil. E não me venham com o argumento de que ele é milionário e para milionários não tem tempo ruim porque isso é preconceito às avessas. Enfim, uma pena. Ah, sim, e aquele filhinho dele está cada dia mais fofo.

Quanto à conversa do hipotireoidismo, bom, deixa pra lá.

Enquanto isso, Ariadna vai fazer ensaio nu e Cristiano diz que já transou em Praça Pública: é o BBB engrandecendo nossas vidas.

E nessa linha de orgulhos nacionais, descobrimos que há pelo menos 19 brasileiras, todas moças finas, que podem complicar a vida do premier italiano Sílvio Berlusconi, aquele que, entre outras declaração de extrema cara de pau, jura que nunca pagou por sexo.

Quando a gente tem vontade de chorar até quando vê cachorro magro atravessar a rua e não está na TPM, isso é o quê? Ataque de mulherzinha fora de hora? Aceito explicações técnicas.

Com a delegada Martha Rocha na chefia da polícia civil do Rio, não tenho mais dúvidas: nós vamos dominar o mundo. E já.

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011 Celebridades, Música, TV | 12:02

Escravas da tecnologia

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Se vocês acham que vida de mulher bonita e famosa é fácil, pensem nas coitadas que têm que enfrentar um tapete vermelho e um palco em tempo de televisões de alta definição. Quando elas achavam que estavam com a vida ganha, surgem a TVs de altíssima tecnologia para mostrar todos os microdetalhes da pele e deixar todos os quadris uns 5 cm mais largos. E lá estão as pobrezinhas emagrecendo ainda mais e se submetendo a sessões torturantes de maquiagens especiais. Gente, ontem, na cerimônia do Grammy, até Milley Cyrus e Selena Gomes estavam cadeirudas. E não sei se é falta de regulagem, mas em algumas TVs as mulheres são só quadris, o resto é detalhe.

Eu no lugar delas ia querer pesar 47 quilos para parecer 50 na TV e gastaria todo meu dinheiro em dermatologistas e cremes para garantir a pele de pêssego.

Agora, alguns looks da noite de ontem. Lady Gaga num ovo e com vestido de plástico duro com bunda eu dispensei que já perdeu a graça.

Algumas vestidas, outras fantasiadas

Autor: Cláudia Cecília Tags: , , , ,

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011 Gatos, Sonho de consumo | 17:13

Renovação de galã

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Faz tempo que quero botar essas fotos aqui, mas acabo cometendo o pecado de esquecer. Então hoje aí está ele, a boa surpresa da novela das seis, Raphael Viana, o Fred de ‘Araguaia’. Raphael está sabendo aproveitar seu primeiro papel de destaque e acho que podemos festejar essa renovação no elenco de galãs da Globo. Aos 27 anos, ele virou totalmente queridinho: primeiro, obviamente, porque é um gato, segundo porque está se saindo muito bem na pele do garotão romântico apaixonado por uma mulher mais velha. E, a quem interessar possa, o ator já disse que esse negócio de diferença de idade nunca foi problema para ele. Então, para animar nosso fim de semana, com vocês, Raphael Viana:

Promessa de galã por uns bons anos

Autor: Cláudia Cecília Tags: , , ,

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011 Filhos, comportamento | 10:52

Sinal dos tempos ou falta de educação

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Outro dia li uma nota em coluna que contava que a quadra de tênis de um condomínio na Barra tinha sido interditada não por problemas de estrutura, obras nem nada, mas pela falta de educação dos frequentadores. De tão desbocados, eles – crianças, adolescente, jovens – começaram a incomodar tanto os vizinhos à quadra que o jeito foi fechá-la.

Já tem um tempo que venho observando isso e me impressionado. Gente, é meu ouvido que está ficando velho e chato ou as crianças andam desbocadas demais? Vejo crianças de sete, oito, dez anos falando palavrões que eu só fui falar na vida adulta e ainda assim em arrependo de ter adquirido esse hábito pouco fino. Tenho amigos que falam palavrões com os filhos normalmente e isso me faz lembrar do quão desbocado era meu pai. Só que meu pai nunca dirigiu um palavrão a mim ou a minha irmã e jamais admitiu que falássemos.

Às vezes me sinto incomodada em locais públicos, como a praia ou o saguão de um cinema, em que adultos falam palavrões aos berros, sem a menor cerimônia, como se não houvesse crianças em volta.

Aí outro dia ouvi uma psicóloga que tem coluna numa rádio de notícias dizer que isso tem a ver com o código de cada família e que os pais podem conversar com os filhos e estabelecer as próprias regras, tipo esse palavrão pode, esse não pode. Sei lá, achei isso meio complicado e, considerando que uma hora não se tem mais controle sobre o vocabulário dos filhos mesmo, acho mais prático proibir enquanto crianças e adolescentes e estabelecer o limite do tolerável quando jovens e adultos.

Mas que não quero ver minha filha na pracinha ou no play xingando os amigos ou berrando palavrões a esmo, ah, não quero mesmo.

Autor: Cláudia Cecília Tags: , , ,

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011 Celebridades, Fofoquinha, comportamento | 21:01

Para abrir a semana

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Meus últimos dias foram muito mais agitados do que poderia prever e vocês nem imaginam quanto desapego tenho tido que praticar. Mas isso é assunto para outra hora (adoooro deixar vocês curiosos), que agora temos muito do que comentar. Então, antes que não dê mais tempo de falarmos de tudo, aí vai:

Uma tristeza o incêndio na Cidade do Samba. Tanto trabalho perdido às vésperas do Carnaval e agora vão ter que encontrar uma solução para manter a festa, ainda que tudo tenha ficado com cara de quarta-feira de cinzas, sem trocadilho. Isso de não haver rebaixamento esse ano, acho justo. E, a propósito, sou portelense, mas tenho que admitir: o prejuízo da Portela foi menir porque simplesmente ainda não tinha nada pronto.

Tenho um carinho especial por subcelebridades que sempre abrem a portinha do porão do fundo do poço. Cristina Mortágua conseguiu ser denunciada na polícia pelo próprio filho, não se conformou, agrediu geral, inclusive a delegada, e acabou presa. Lindo. Só não entendi uma coisa: o menino, que além de tudo é filho do Edmundo, foi à delegacia dar queixa da mãe porque ela lhe tacou um celular? Minha avó diria que isso é falta de uma boa surra.

 Se o seu namorado fosse fotografado tomando banho de mar de roupa e tudo, às sete da manhã, acompanhado de uma morena que, enquanto dava uns mergulhos, aproveitava para abraçá-lo, e se seu namorado jurasse que não tem nada a explicar e argumentasse com a frase ‘não rolou beijo’, você lhe daria um voto de confiança? Minha avó diria que Luana Piovani não dá sorte com rapazes e que esse Felipe Simão hoje está em maus lençóis.

Já que andamos falando em apego, estou pegando amizade sincera com ‘Insensato Coração’. Fora uma chatice ou outra (o que seriam das novelas não fossem as chatices), está tudo indo bem. Não vejo a hora de Glória Pires ser presa, ter passagem de tempo, e ela sair da cadeia para se vingar.

 Aha, uhu, Ronaldinho e Negueba são nossos! (hoje acordei numa vibe torcedora).

Autor: Cláudia Cecília Tags: , , , , , ,

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011 Crônica da semana, comportamento | 23:27

Um dia apegada ao apego

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Hoje fui perseguida por uma palavra: apego. E, vejam só, me apeguei a ela de tal forma que não consegui pensar em outra coisa. Estou até agora tentando descobrir o que, ao longo da minha vida, na minha formação e educação, me levou a ser assim, tão apegada. Tenho apego às minhas coisas, mas não às coisas materiais e sim àquelas que fazem parte da minha vida, as realmente significativas. O problema é que ponho significado em quase tudo e aí dá no que deu: sou apegada a praticamente tudo o que me cerca. Com o passar dos anos a situação só piora, e me dei conta disso há um mês e meio quando quase chorei no último dia de aula da minha filha: sim, fico tipo superapegada à turminha, às professoras, à sala de aula, e morro de pena que tudo tenha que mudar de ano em ano. E olha que nem sou mãe que vive na escola, faço parte do grupo das ausentes, mas o apego é dos mais intensos.

Aos olhos dos desapegados, o apego está mais para sentimentalismo bobo do que qualquer outra coisa. Não chego a concordar, questão de defesa própria, mas também não posso discordar. O apego, se não for bem dosado, pesa, paralisa, atrapalha, atravanca. Mudanças de curso podem simplesmente não acontecer porque muitas vezes, a maioria das vezes, exigem desapego e aí, coitados dos apegados, não saem do lugar. Um apegado típico tem sempre bons argumentos para justificar seus apegos, mesmo que sejam os mais variados – tantos os apegos quanto os argumentos. Um apegado típico tem a vantagem de valorizar tudo o que constrói sua vida, porque, afinal de contas, ele só é apegado àquilo tudo porque aquilo tudo é maravilhoso, é especial, mesmo que só ele enxergue assim. Taí, isso eu acho uma vantagem: um apegado raramente sofre de baixa auto estima, justamente porque tem que no se apegar.

No fim desse dia em que o apego me perseguiu, já estava até pensando em como aprender a praticar o desapego, antes que meu caso fique mais sério. Dizem até que é o desapego que nos liberta na morte, mas nesse momento específico preferi não pensar – o apego à vida falou mais alto. Apegados são acusados de serem superficiais e nada existenciais, então talvez umas aulinhas de existencialismo ou uma terapia existencial ajudem. Ou quem sabe meditação, terapia de choque, alguma religião oriental, repetir mantras, o que seja, há de haver algo que nos (me) facilite deixar para trás algumas pequenas coisas quando o que se anuncia são novidades, mudanças promissoras. Há de haver algo que nos faça desapegar nem que seja para provar que apego não tem nada a ver com superficialismo. Acabei descobrindo na internet (onde mais?) várias dicas de exercícios de desapego. Vou tentar alguns, depois conto se funcionou ou se me apeguei demais até aos exercícios.

Autor: Cláudia Cecília Tags: , ,

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011 Personagem | 12:16

Dilma debutando na vizinhança

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Em momento histórico para a América do Sul, duas presidentes mulheres se reúnem, e o que mais poderia restar a nós, aqui neste humilde espaço, senão avaliar o visual das líderes latino-americanas? Ah, sim, não somos tão fúteis quanto pensam, então vou dizer que tenho gostado bastante da postura firme, decidida e discreta da nossa presidente nesses primeiros dias de mandato e me parece que ela está se saindo muito bem nessa primeira viagem internacional.

Agora vamos ao tricô: Dilma está apostando na dupla vestido + casaquinho e até acho menos entediante do que os tailleurs de sempre. Gostei desse modelo de vestido preto com casaqueto estampado, mas ainda insisto no erro do corte solto demais. Assentamento é uma palavra perigosa para nossa presidente, mas ela só deveria temê-la nas delicadas questões do MST, porque o que suas roupas precisam mesmo é ficar mais assentadas no corpo. Essa coisa soltinha é tipo faca de dois gumes: não marca, mas engorda. Pensa nisso, Dilma, que você está quase acertando 100%.

Ainda implico com jóias fazendo conjuntinho combinandinho, e com os sapatos caretas tipo senhorinha demais, mas isso não chega a ser um pecado. E a presidente está sendo bem penteada e bem maquiada, o que ajuda muito.

E perto dos excessos costumeiros de Cristina Kirchner (excesso de plástica, excesso de brilhos, excesso de modelitos joviais), não temos do que nos envergonhar.

Nossa presidente discursando e em encontro emocionado com as Mães da Praça de Maio

Dilma e Cristina: a manga abaixo do cotovelo é tendência na moda presidencial

Autor: Cláudia Cecília Tags: , , , ,

Sem categoria | 11:14

E a internet virou o ombro amigo

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Sempre defendi que não se pode julgar a reação das pessoas diante de uma tragédia pessoal. Quando alguém está vivendo um sofrimento daqueles que só quem vive sabe como é, o que quer que essa pessoa faça, qualquer atitude que tome não deve ser julgada, porque quase tudo se justifica na dor.

Mas que eu não entendo como alguém pode levar seu drama para as redes sociais, ah, não entendo mesmo. Como também não entendo gente que entra em página de morto para deixar mensagem, como se a criatura falecida tivesse levado laptop para a outra dimensão.

Cibele e Gilberto: final triste

No domingo, ficou-se sabendo da morte do ator e apresentador do canal pago E! Entertainment Gilberto Scarpa Jr. pelo tuiter de sua noiva, a modelo Cibele Dorsa (aquela que tem uma pinta igual à da Cindy Crawford).

O rapaz, de 27 anos, que tinha acabado de renovar contrato com a emissora, onde aprsentava um programa de celebridades, e ia se casar esse ano, se jogou do 7º andar do prédio na madrugada de sábado para domingo, em São Paulo. E Cibele foi para o tuiter escrever: “Meu noivo se suicidou essa noite, com ele morto eu me sinto morta. Prefiro ir com ele, minha força não faz mais sentido. Quero ir encontra-lo”.

Acho isso tudo muito doido. E lamentável.

Autor: Cláudia Cecília Tags: , ,

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