Ácido sulfúrico no rio dos outros é refresco
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está estudando financiamento de um projeto da americana Bunge e da norueguesa Yara para a construção de uma fosfateira que vai trazer graves impactos Anitápolis, paraíso das águas e da Mata Atlântica a uns 100 km aqui de de Florianópolis. O lembrete é do jornalista Dauro Veras, grande repórter em Santa Catarina. Para saber mais sobre isso, clique aqui.
Em 1952, nascia o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico. Trinta anos depois, foi acrescido o “Social” ao nome, no sentido de atrelar as políticas de desenvolviemento econômico às políticas sociais – sob o risco das primeiras perderem o sentido. Afinal é importante crescer, mas crescer para beneficiar quem?
Nos últimos tempos, a incapacidade do banco de prever que determinados empreendimentos financiados seriam causadores de graves e irreversíveis impactos sociais e ambientais tem gerado críticas severas à sua atuação. Do setor sucroalcooleiro, passando pela sojicultura, pela pecuária até a produção de energia elétrica, dinheiro público tem sido revertido em projetos e fazendas que nem sempre cumprem sua função social. Pelo contrário, colocam o homem e o meio ambiente na berlinda.
Nessa toada me pergunto: quanto tempo vai levar até deletarem a palavra “Social” do nome, tornando o banco mais fiel à sua natureza e às suas origens?
Autor: sakamoto - Categoria(s): Sem categoria Tags:
1 – Quem é a Associação Montanha Viva? É de onde?
2 – A população de Anitápolis foi ou é ouvida?
3- Não tem o dedo do Greenpeace ai no meio?
4 – É mais barato importar fosfato do que explorá-lo no país.
E assim por diante, somente após isso acho que dá para emitir comentários, em vez de dar voz a grupelhos que certamente não vivem de nada disso, geralmente pagos regiamente por “subvenções” públicas.
É Ciro… Você na escola era menos reacionario… Tá ganhando quanto para defender multinacional, hein? Saudade do tempo em que você usava sandália de palha e tomava uma com a gente.
Parabéns, Saka! Moro em Santa Catarina e não tinah visto isso ainda. Vou me ifnormar. Ao contrário de algumas pessoas que comentam no seu blog, eu me preocupo com o que acontece de ruim no meu país.
Ao Mário:
Não sei se é necessario multinacional explorar alguma coisa nesse país, para êles é mais fácil importar. Jargãos como reacionário, esquerda, direita´são só usados em paises de terceiro mundo e na USP
ao ciro:
acho que vc quis dizer jargÕES……
heheheh
Pelo visto japa, voces ecoterroristas querem inviabilizar o projeto da BUNGE, acabar com esse negócio de adubo e entregar tudo, ou para os sem terra ou para os estrangeiros,seus patrões donos das tais ONGs. Antes voces se metiam apenas com o pessoal la da floresta amazônica, mas agora estão se intrometendo até com os barriga verde daí do sul. Te ajeita japa. Defenda nossa classe nós estamos aqui em Sumaré, plantando nosso tomate em paz e precisamos do adubo da Bunge. Tá certo que você é comedor de churrasco de boi ecológico da amazônia,mas o tomate faz parte, aparece na salada, no vinagrete e nos molhos de pizza que os decendentes de italiano daqui gostam de comer.
Nós já desmatamos a mata atlantica,estamos desmatando a amazônia e se não tiver adubo,vai tudo viara um deserto. Esta é a questão.
E qual é a diferença em cassar a imunidade?
Só estaremos nos prevenindo, e até evitando que muitos políticos se sintam tentados pela corrupção que assola o país, ou seja, continuem a nos passar a perna!
Se assim for, será um trabalho a menos!
Pois depois que o ladrão roubou, não adianta trancar a janela e perder tempo com despesas e julgamentos, ou CPI que dão em nada!
Mas se dermos um fim na “imunidade parlamentar”, o político vai pensar melhor, antes de cometer um crime; e se cometer e for condenado, devera devolver o que roubou, ou desviou, e seus direitos devem ser cassados para sempre, sem nenhuma chance de voltar à vida publica!
Pois eu creio que o povo já se cansou de ver este filme: muitos políticos cometendo crimes, brigando, fazendo denuncias entre si; perdendo o cargo; e voltando logo depois, para continuar a cometer abusos!
Neste caso: Creio que não é preciso citar nomes!
Pode ter certeza, político mal intencionado, não aceitara perder a imunidade! Ou entregar a rapadura, e olha que estamos vendo vários exemplos!
Quando suas falcatruas são denunciadas, a imunidade parlamentar os livra da cadeia; eles distorcem os fatos e choram igual ao “crocodilo”! Aquele réptil que derrama lágrimas, enquanto devora suas vitimas!
Mas quando a população for mais bem informada; abrir o olho e resolver dar um fim na lei de imunidade parlamentar, o político ladrão vai para a cadeia sim, e terá que devolver o que roubou:
Inclusive eu já vi político dizer, que lugar de ladrão é na cadeia!
Cabe ao povo lutar por seus direitos!
E exigir que ninguém, seja imune a justiça!
A retórica da mentira
De novo as velhas práticas,o PSDB, partido que se diz inovador, mas que nas suas praticas administrativas sempre deixou claro esta contradição, continuam a repetir estas manobras em qualquer posto de governo que venham a tomar conta.
São apropriações disfaçados de imposto que continuam a lezar a remuneração do trabalho dos que realmnte o fazem neste pais, e sem o devido retorno para esta mesma sociedade através dos serviços que lhes cabe prestar.
Vejam a educação do Estado de São Paulo, detonada em sua qualidade durante os 15 anos de administração do PSDB, e que continua a sofrer das loucuras inovadoras daqueles que na verdadede nunca estiveram a frente de uma sala de aulas. E como diz o um ditato proferido no dia-a dia, ” todo fracassado justifica sua incopetência denegrindo a imagem do outro “, o governo do Sr.Serra imputa o seu fracasso e o de seu partido aos professores.
Agora neste momento em que o mundo esta em busca de inovações administrativas para retornar a normalidade econômica, onde a renuncia fiscal vem se mostrando eficaz para combater as expectativas em relação ao consumo, as mudanças nos calculos do ICMS vem em oposição a tudo isto.
E novamente pra justicar esta atitude fabricasse o bode espiatório da retorica política miupe deste partido, combate a Sonegação, ou seja, na classe empresarial paulista todos são criminosos.Lembrem-se do ditado acima?
Qual é a ação, simples, puni-se a todos, ao invez de ser competente na fiscalização e cobrar dos verdadeiros sonegadores suas obrigações.
Até quando a sociedade paulista vai compreender que a manutenção desta política dita LIBERAL, sem criatividade nenhuma, age de forma voraz e descaradamente na elevação de receita tributária, sem o devido repasse na melhoria dos serviços básicos pra a população.
E a classe media, mais uma vez, pagará a conta desta política míupe, pois refletirá no aumento dos preços para os consumidores, este é o verdadeiro custo da incopetência administrativa.
É uma vergonha esta Retórica da Mentira destes senhores em justificar suas ações frente ao mais importante Estado da Federação.
Faço votos que esta cegueira venha a ser tratada, não no sistema de saúde do estado, uma vez que este tambem se encontra em estado falência, a comecem a enxergar os métodos destes hábeis mentirosos.
É como diz o nosso sábio Lula: tem mais gente fiscalizando do que fazendo as coisas.
JÁ SE ALIMENTOU HOJE?
AGRADEÇA A UM PRODUTOR RURAL.
Produzir sim. Destruir o que resta da natureza, não. Há séculos as ONGs ambientalistas vêm falando de catástrofes como o aquecimento global, e certos retóricos que só pensam no próprio bolso vinham com os mesmos argumentos acima, chamando-os de esquerdistas. É muito fácil falar mal dos caras. Por quê não analisam de verdade os argumentos deles, em vez de ficar falando esse monte de bobagem?
O grande problema é que a gente se acostumou somente a reclamar e mais nada.
Sempre uma nuvem de protesto sem ação.
O lance da paz sem voz que se torna medo no final.
Indiquei esse post e o blog no Blog do Kuelho.
Continua assim, vc faz a diferença.
Ah e sobre essa instituição, o próprio mercado vai começar a retaliá-lo. É sempre assim.
Ou morre comercialmente ou se rende. jundo cão e capitalista.
*mundo.
É Ciro . Voce está perdidinho, perdidinho !….. E o Ciro , o Gomes, político também. È só ler o noticiario e ver as asneiras que ambos andam dizendo. No mais é torcer para que não acabe de vez com Florianopolis e Santa Catarina . Estive certa vez no sul e vi com os próprios olhos , ninguém me contou , um paisagem unica de plantação de soja , onde ao horizonte so se via soja . Nenhuma árvore , nenhum passarinho, nenhum inseto ! E ainda querem dizer que isso é cultura . Deviam ao menos deixar uma fileira de area verde em torno. Mas é assim mesmo ! Já acharam água na Lua e em Marte ?????? Pois é pra lá que nós vamos companheiros !!!!! A Terra já si…fu ! Não adianta chorar o leite derramado .
O chirac, vc. deve ter ido ao sul do Piaui, onde certamente vc. mora, e onde há alguma plantação de soja porque no sul do Brasil e muito menos em Santa Catarina não se aplica essa tua visão, pare de mentir e vá se instruir . Inventar catástrofes é moda nos dias de hoje, sobretudo para arrancar dinheiro de trouxas ou do governo que por sinal exorque ele do cidadão que trabalha. Agora propalar invenções como se verdade fossem, é falta de caráter mesmo
Mirem o cavalo chucro em que estamos montados:
O Brasil importa 75% do N, 51 % do P e 91% do K – dos 9 milhões de toneladas de fertilizantes que consome anualmente (todos os dados aqui são de 2006).
No caso do N essa demanda deve crescer para 82% de dependencia externa em 2014. O Brasil importa 42 % de seu consumo de NH3 da Rússia e da China.
Hoje a industria brasileira de fertilizantes está toda na mão de multinacionais, basicamente Bunge e Cargill, pois com a privatização da Fosfertil (era controlada pela Petrobrás) a partir de 1992. Em 1996 a Petrofertil foi modificada em sua função original e transformada numa empresa de gás, hoje Gaspetro. Em decorrência disso as multis foram se movendo lentamente e tomaram contra de tudo.
São controladas pela Bunge que tem somadas 52% do mercado brasileiro: Serrana (100% Bunge), IAP (100% Bunge), Manah (100% Bunge), Amoniasul (100% Bunge), Fosbrasil (100% Bunge), Takenaka/Ouro Verde (100% Bunge), Fertisul (100% Bunge) e EleQueiroz (100% Bunge).
São controladas pela Cargill que tem 33% do mercado brasileiro: Fertiza (100% Cargill), Solorico (100% Cargill) e Fospar (62% Cargill).
A Yara (empresa com matriz na Noruega) controla Adubos Trevo em 100% do capital que por sua vez tem 13% do mercado de adubos na nossa Botocundia
A única independente é a Fertipar que tem 1,5% do mercado, o restante é pulverizado entre outros nanicos.
Conclui-se que o mercado de fertilizantes no Brasil se configura como um oligopólio dos mais vergonhosos. Um mercado que movimenta aprox. US$ 10 bilhões por ano.
Agora algum de vcs acha que a Bunge é um empresa preocupada com o futuro e o bem estar do povo brasileiro?… ainda mais se juntando com benesses proporcionadas por um salafra como governador de SC, o eugênico LHS, ganhador do Premio “Motoserra de Ouro” em 2005 e é serio candidato a ganhar de novo agora em 2009.
Quem tiver interesse em saber mais sobre a questão: AÇÃO CIVIL PÚBLICA Nº 2009.72.00.006092-4-Observação: REQUER EVITAR DANOS AMBIENTAIS CAUSADOS PELA CONSTRUÇÃO E FUNCIONAMENTO DO COMPLEXO FABRICAÇÃO SUPERFOSFATO SIMPLES, DETERMINANDO A SUSPENSAO PROCESSO FATMA 2431/068 E ANULAÇÃO LICENÇA PREVIA AMBIENTAL LAP 051/2009.
No local tem NIOBIO, URANIO; MOLIBDENIO, FERRO.
SERÃO MAIS DE 400 HECTARES DE MATA ATLANTICA EM ESTAGIO PRIMÁRIO A SER DEVASTADO.
SANTA CATARINA NÃO SABIA DE NADA, PQ FOI VIOLADO O DIREITO DE INFORMAÇÃO. QUEM QUISER SABER MAIS VAI NO SITE DO PROJETO ANITAPOLIS_ http://www.projetonaitapolis.com.br;
A Maior vergonha do SUL DO PAÍS- O BNDES dando 3, 2 BILHOES DE REAIS PARA BUNGE DEVASTAR O BRASIL
quem quiser maiores detalhes jornalisticos e imparciais: Jornal Notisul. Folha do Vale, Revista Epoca.
Comecem a a pesquisar e vai surgir muita coisa.
QUEM QUISER INFORMAÇÃO
http://www.revistaportuaria.com.br/site/?home=noticias&n=zzUmT&t=governador-luiz-henrique-recebe-visita-oficial-embaixadora-noruega
Governador Luiz Henrique recebe visita oficial da embaixadora da Noruega
03/06/2009
O governador do Estado de Santa Catarina, Luiz Henrique, recebeu nesta terça-feira (2), na Casa D´Agronômica, em Florianópolis, a visita da embaixadora da Noruega no Brasil, Turid Bertelsen Rodrigues Eusébio. O governador ressaltou o interesse de estreitar as relações econômicas e culturais entre o Estado e o país escandinavo.
Participaram da solenidade também o vice-governador Leonel Pavan, além dos secretários de Estado da Articulação Internacional, Vinicíus Lummertz; do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Onofre Agostini, lideranças empresariais da Grande Florianópolis, o vice-presidente da Bunge Fertilizantes, Ariosto da Riva Neto, e o presidente da Yara Brasil, Lair Vianei Hanzen.
No segundo semestre, uma missão oficial de Santa Catarina estará em Oslo, a capital da Noruega, para oficializar a implantação de uma fábrica de fertilizantes em Anitápolis, na Grande Florianópolis. A visita da embaixadora foi acompanhada pelo presidente da Fundação Estadual de Meio Ambiente (Fatma), Murilo Flores. Em março do ano passado foi assinado um protocolo de intenções entre o Governo do Estado e as empresas multinacionais Bunge e Yara Brasil (de capital norueguês), dos setores de fertilizantes, para a viabilização do investimento.
A joint venture, criada pela iniciativa das duas empresas, será chamada de Indústria de Fosfatados Catarinese (IFC) e deve resultar na criação de cerca de dois mil empregos diretos e indiretos. A previsão é de produzir cerca de 240 mil toneladas anuais de fertilizantes para a lavoura, além de 240 toneladas de ácido fosfórico.
A jazida representa 10% das reservas de fostato que o Brasil dispõe e vai representar 2,5% do que o País consome na produção de fertilizantes para a agricultura. Lair Hanzen disse na oportunidade que o empreendimento é um dos projetos mais estudados do Brasil como mineração de fosfato.
O governador observou que a qualidade de vida passa pela geração de emprego e renda e destacou que o Estado está asfaltando os 11 quilômetros da SC-407, que ligam o município à BR-282. A obra faz parte do programa de pavimentação dos acessos a todos os municípios do Estado. Anitápolis contava com cerca de oito mil moradores há 15 anos e registra atualmente uma população ao redor de três mil pessoas.