Piauí deve retirar símbolo religioso de repartição pública
O Ministério Público do Piauí solicitou a retirada de símbolos religiosos dos prédios públicos no Estado, atendendo a uma representação feita por 14 entidades da sociedade civil. O promotor Edílson Farias, que está tratando do caso, deve propor um Termo de Ajustamento de Conduta para que os governos municipal, estadual e federal retirem imagens e fechem capelas dentro de edifícios públicos. Caso não façam isso, provavelmente serão alvo de um ação civil, baseada no inciso I do artigo 19 da Constituição, que diz ser proibido ao poder público estabelecer cultos religiosos ou igrejas.
É claro que setores não-progressistas da Igreja Católica no Piauí chiaram na audiência realizada, nesta semana, em Teresina para discutir o assunto.
Com isso, o Piauí – sempre vítima de preconceito – dá, ao resto do país, uma aula de cidadania e de respeito à separação entre Estado e religião.
No início do ano, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro Luiz Sveiter mandou retirar os crucifixos que adornavam o prédio e converteu a capela católica em local ecumênico. Ou seja, não fez mais do que se espera de uma autoridade pública em um governo que deveria ser laico, acolhendo todas as crenças e denominações religiosas, mas sem discriminar nenhuma delas.
Mas ele enfrentou contestações tanto por seus colegas desembargadores quanto por parte da sociedade, que defenderam a permanência do crucifixo por motivos religiosos ou por tradição.
Tradição, sabe? Aquela coisa do “Ué! Mas sempre foi assim, por que mudar?”, a que sempre se recorre quando se confronta algo do passado, nem sempre justo, com um argumento racional.
É necessário que se retirem adornos e referência religiosas de edifícios públicos, como o Supremo Tribunal Federal e o Congresso Nacional. Não é porque o país tem uma maioria de católicos que espíritas, judeus, muçulmanos, enfim, minorias, precisem engolir um símbolo cristão. Além disso, as denominações cristãs são parte interessada em várias polêmicas judiciais – de pesquisas com célula-tronco ao direito ao aborto. Se esses elementos estão escancaradamente presentes nos locais onde são tomadas as decisões sem que ninguém se mexa para retirá-las, como garantir que as decisões serão isentas?
Por fim, o Estado deve garantir que todas as religiões tenham liberdade para exercer seus cultos. Mas não pode se envolver, positiva ou negativamente, em nenhuma delas. Estado é estado. Religião é religião.
É simbólico. E, por isso, imprescindível.
Autor: sakamoto - Categoria(s): Sem categoria Tags:
Cidadania,ah,ah,ah!
Esta sociedade está de mau a pior é por causa do ateísmo reinante.
Meu filho, você é um pobre coitado!
Aos nobre povo piauiense, aos ateus, agnósticos e principalmente ao povo que se diz evangélico:
-Jornalistas iguais a esse sakamoto não têm compromisso com a verdade, principalmente a verdade religiosa
-convém verificar o quê está por traz dessa campanha para tirar símbolos católicos das repartições públicas: com certeza sectários evangélicos , ateus ,agnosticos sem ter o que fazer, ou pior, tentando desviar o foco das maracutaias que vivem fazendo em nome dos seu deus d$nhe$ro.
Se os dignos e cuidadosos promotores tomassem o cuidado de investigar oos políticos evanélicos e suas igrejas político-partidárias dariam um grande golpe nacorrupção que assola o Brasil.
-Quanto aos ateus, agnósticos e assemelhados, em nome de uma sã xonsciencia, sugiro verificarem o bem religioso e relacionado ao progresso que a Igreja trouxe aos lugares mais esquecidos do Brasil
No Piaui, por exemplo, lembrem-se do exemplo de Dom José Chaves, bispo espanhol, que dedicou sua vida a levar Cristo e seus ensinamentos aos pobres de uma maneira pastoral e prática a esse Estado.
Quantas dessas pessoas que escrevem besteiras sobre a Igreja e que já foram e são usuários da ação apostólica da única Igreja, fundada por Jesus
Que Deus abençõe a todos!
tem que fazer isso mesmo…demorô pra tirar o nome católico de todas as PUC’s do Brasil…. afinal, lá nao tem nada que remeta a religião católica….
Ô,Senhor Fernando Antônio 04/07/09–18:29 Desculpe-me mas se o Senhor tem quarenta e seis eu tenho quase sessenta e acompanhei o próprio nascimento da doutrina “Kardecista” no Brasil, tempos que os conhecidos como “espíritas” escondiam-se por eram vistos como bruxos (fruto da ignorância).
Porém o senhor está dentro de uma visão atual e, perdõe-me “mercenária” do “espiritismo kardecista brasileiro”:
A uma; se o senhor conhece, de fato, o Professor Senhor Hippolyte Léon Denizard Rivail, francês da cidade de Lion, terá por obrigação que notar ele era feroz combatente da “religião” o que ocorre por distorsão histórica é que ele como muitos de nós (inclusive o Senho) foi envolvido pela cultura milenar religiosa e findou por “enroscar-se” em suas teses propostas.
A duas; o pseudônimo Allan Kardeck é (a exemplo do clero) uma colocação recente e distorcida da realidade ele, de fato, até a publicação do primeiro “Livro dos Espíritos” sem uma revisão recomendada em 1859, findou por reeditá-la já em 1861 e, nessa época, o professor Rivail, imbuído de boa fé e grande entusiasmo pela jornada que abraçara, não fugiu à regra, usou deste artifício e adotou um pseudônimo, acatou, de pronto, uma sugestão em tese “espiritual” (alertado por ele próprio, como de alto risco, aceitar tais informações).
A preocupação primária do professor, como não haveria por deixar de ser, foi com a linguagem, as palavras “espiritual, espiritualista e espiritualismo”, foram primordialmente classificadas segundo a sua morfologia em relação as “espírita e espiritismo”, imediatamente se nota sua despreocupação pelo aspecto “religioso”, é óbvio, ele tenta esclarecer um fenômeno natural por um processo doutrinário, “natural”.., porque o é de fato, “doutrinário”.., por tratar-se de um método, e um sistema de pesquisa seja ele qual for, segue uma “linha de pensamento”, cuja designação é “Doutrina”; ele nunca deixou de crer que o que estudava era ciência e quem vai se arvorar em dizer que não..? tudo o que nos é desconhecido, nos será apresentado por ela, a “Ciência”..! Religião é “pai para os desamparados do conhecimento”.
Em tempo: A alguém que confundiu datas acima.O concílio de Nicéia foi realizado em 325 as demais informações são impecáveis, parabens pela boa lembrança.
Não me queira mal Senhor Fernando Antônio, mas, torcida de futebol e partido político também são formas religiosas, atente para o enfoque morfológico do termo e verá que eu tenho razão. Tenha certeza Deus e religião não moram na mesma casa!!
“OEstado é laico, mas não é ateu”, certo, mas o Estado laico deve ser indiferente para a questão religiosa, e não deve assumir posição alguma quanto a ela, O “Deus seja louvado” de nossas notas de real significa o Estado assumindo posição sobre a questão religiosa, no caso a das religiões monoteístas, como é que fica os cidadãos adeptos das religiões politeístas, do satanismo (que não é proibido diga-se de passagem) e ateus como eu?
“No Brasil existem milhares de problemas, nenhum deles poderá ser resolvido antes que os mais graves o sejam”, que argumento tosco, quem o diz nunca mais deve pega o lixo do chão público e joga-lo em seu devido lugar, pois de acordo com eles é um problema menor, que só pode ser resolvido quando a pobreza for extinta do país, o promotor está fazendo somente o seu trabalho e deve ser reconhecido por tal.
“Por sermos maioria cristã devemos deixar os símbolos onde estão”, em uma democracia a vontade da maioria não deve ser sempre atendida, entrariamos na ditadura da maioria, e isso se deve justamente para proteger os grupos minoritários, e isso não quer dizer favorecer estes em detrimento da maioria e sim preservar.
Para LILIANA
Minha cara Liliana, há muito que os ATÉUS assumiram a direção do EVANGÉLIO no BRAIL e no MUNDO, hoje com rarissima exceção, mais, muito rara mesmo, o PREGTADOR, seja ele Pastor, Bispo ou Associados. é um homem de FÉ, FÉ advinda do coração, pois o que se vê são pregadores donos da palavra, engabeladores de incautos seguidores, gente sem escrupulos que direcionam os ensinamentos do maior MESTRE DA HUMANIDADE, para seu fins LUCRATIVOS, hoje é muito comum deparar com proprietários de ORGANIZAÇÕES RELIGIOSAS, gozando de vidas NABABESCAS, VIDAS LUXUOSÍSSIMA, VIDA ENTREGUES A ORGIAS DO DINHEIRO, PASTORES E BISPOS QUE TEM VIDA MUITO LIGADAS A SODOMA E GOMÔRRA, BISPOS BABILÔNICOS. GENTE PODRE QUE FAZ DA RELIGIÃO UM COMÉRCIO, GENTE QUE TEM FACILIDADE DE INDUZIR, DESCAMINHAR ORDAS DE FIÉIS INGÊNUOS, QUE SE DEIXARM LESAR, TAMBÉM EM ESPERANCA DE COLHER FRUTOS DADIVOSOS DO NOSSO DEUS. GENTE INCAUTA, SEM CONHECIMENTO BIBLICO ESSES SEGUIDORES DESSES MAUS CARATER RELIGIOSOS. ERA SÓ ISSO, UM ABRAÇO.
Ailton, se eu não fosse avesso à religião seria seu “discípalo”.
Os dois meios mais antigosde explorar a humanidade são em primeiro lugar a religião e em segundo a prostituição, o segundo, contudo, não é hipócrita, sempre se apresentou como é.
Não podiam ter acabado com os católicos comedores de garotinhos de uma vez? Pronto. Falei.
De “mim” para eu as 16:06 em 07/07/09, largue mão de ser burro os anos corretos foram 1857 e 1860, ôh dedo!!!!!!!
Para mima não tem nada de mais,isso já faz parte de nossa historia queira ou não ,quem nã ogosta dos simbolos reigiosos ,não olhem para eles.
o pomotor esta certicimo pois não somos obrigados a ver essas imagens orrorosas,orrives podres imundas pois de acordo o que esta escrito na biblia MALDITO O QUE FAZ MALDITO O QUE ADORA.TODOS O QUE DEIXA DE ADORAR O CRIADOR PARA A DORAR ACRIATURA.SO EXIRTE UM UNICO DEUS ESSE TEM QUE SER ADORADO EM ESPIRITO E EM VERDADE O QUE PASSAR DISSO VEM DE SATANAS ELE ERA QUERIA QUE JEUS OADORASE.TODA ONRA E TODA GLORIA SEJA DADA UO SENHOR JESUS QUE É O SACRIFICIO VIVO PARA NOS
EU TENHO NOJO DE QUALQUER TIPO DE IDOLATRIA PRINCIPALMENTE AS DAS IMAGEMENS DE ESCULTURAS.TEM OS IDOLOS DELES SÃO PRATA E OURO OBRAS DASMÃOS DE HOMENS; TÊM BOCA MAS NÃO FALAM;TEM OLHOS, MAS NÃO VÊEM;TEM OUVIDOS,MAS NÃOOUVEM;NARIZ TÊM,MAS NÃO CHEIRAM.TÊM MÃOS,MAS NÃO APALPAM;TÊM PÉS,MASNÃO ANDAM;NEM SOM ALGUMSAI DA SUA GARGANTA.TORNA SE SEMELHANTES A ELES OS QUE OS FAZEM E TODOS OS QUE NELESCONFIAM. SALMOS C115V.4A8
a igreja cegou uma boa parte da humanidade com suas doutrinas e esta parte da humanidade deixou de ter seu espirito filosófico,e adotou as palavras da biblia como saida.
Sakamoto arrume o que fazer em vez de fazer uma cruzada contra os simolos religiosos que so fazem bem, porque são belos, artísticos e inspirados, faça uma contra os corruptos de Brazilia e contra a fome e a miseria nacional. Religião se respeita e simbolo religioso também. O Estado é Laico mas não é Ateu.
NA MINHA OPINIÃO NÃO DEVE EXISTIR OSTENTAÇÃO E SIMBOLOS DE NENHUMA RELIGIÃO, CULTO… EM ÓRGÃOS PÚBLICOS – NOS PRÉDIOS – (APESAR QUE ISSO NÃO INFLUI EM NADA NA FÉ) MAS DEVE SIM HAVER RESPEITO DE UMA PESSOA PARA COM OUTRA SE A PESSOA QUISER USAR CRUCIFIXO, ESTRELA DE DAVI, VÉUS, TURBANTES QUE USE….INCLUSIVE EM ÓRGÃOS PÚBLICOS, NÃO SE DEVE IMPEDIR AS PESSOAS DE USAREM NADA, O QUE CONTA NESSA HORA É O DISCERNIMENTO DAS PRÓPRIAS PESSOAS DO QUE DEVE OU NÃO USAR. O QUE ESTÃO ESQUECENDO SIMPLESMENTE É O AMOR…A CARIDADE ISSO SIM É O QUE IMPORTA E O QUE REALMENTE NOS SALVARÁ…O AMOR E A CARIDADE O RESTO É CONVERSA FIADA….O DIA QUE O SER HUMANO APRENDER REALMENTE A AMAR, A RESPEITAR , A SER CARIDOSO UNS COM OS OUTROS TODOS OS PROBLEMAS ACABARÃO….
SUA CACHORRA LOUCA NIMGUEM Q QUER IR PRO CEU FAZ ESSE PAPEL, DE SANTO DE Q AS OUTRAS RELIGIAO TAO ERRADAS SO UMA IMBECIL USARIA ESSAS PALAVRAS EM VEZ DE AGREDIR QUEM AGREDITA PORQUE NAO VAI PROCURAR UM HOMEM
flor demaio ,voce é uma idiota ,deixa as pessoas acreditar no q quizer vai ver voce nem sabe o q e´ser evangelica voce parece aquelas biatas deixa disso se nao valoriza deixe adorarem seus idolos em paz ,quem sabevoce vai pro inferno , as vezes perdemos tempo falando dos outros e esquecemos q somos feitos da mesma carne
.
A Constituição afirma que, em matéria de religião, o Brasil é um país laico. Mas pergunto: somos mesmo um país laico? Não temos mesmo religião oficial? Não é o que se percebe ao adentrar uma repartição pública e observarmos em seus prédios “símbolos religiosos”, como crucifixos, imagens esculpidas postados nos lugares mais destacados, sem contar que se tornou comum erigir imagens gigantescas em praças públicas. Como existe uma mudança na cultura religiosa no mundo, inclusive no Brasil, surgem polêmicas entre as pessoas, que, por sua vez, se traduzem em ações jurídicas e políticas em forma de projetos de leis, baseadas no princípio da equidade e no laicismo em matéria da religião.
A propósito, uma entidade reconhecida nacionalmente como “Brasil para Todos”, (que conta com o apoio de líderes religiosos, juristas, políticos, acadêmicos e ONGs) se encarregou de entrar com várias representações no Ministério Público e petições no Conselho Nacional de Justiça, pedindo que todos os símbolos religiosos sejam removidos dos espaços públicos. Outras cidades e estados também se mobilizam. Em Fortaleza, o assunto também não passou despercebido por conta de um projeto do vereador Paulo Elpídio, do PSB que argumenta que, no Brasil não existe uma religião oficial, o Estado não pode servir de suporte para entronização e/ou manutenção, de símbolos religiosos nas dependências dos órgãos públicos.
O arquiteto e urbanista, Romeu Duarte, da UFC, disse ao jornal “O Povo” que, a instalação de imagens nos espaços públicos descaracterizam esses espaços, e dá a idéia de favorecimento a uma religião. Citou, por exemplo, as imagens que foram erigidas: a de Nossa Senhora de Fátima, na Avenida 13 de maio, e a de Santa Edwiges, no bairro Moura Brasil. As entidades que compõem o “Brasil para Todos” sempre têm recorrido à justiça, alegando não haver o mesmo tratamento para as demais religiões.
E a gastança que se faz com reformas de capelas e na fabricação das imagens monumentais, erigidas em praças públicas? Para se ter idéia, a exemplo, a imagem de Nossa Senhora, em Juazeiro do Norte, irá custar aos cofres públicos nada menos que 1,1 milhão. Se estes recursos fossem direcionados para o tão combalido SUS, ou para a educação, poderiam melhorar o nível cultural das pessoas e salvar muitos que se encontram morrendo à mingua, nas filas, pela falta de uma simples consulta ou exame laboratorial.
Contudo, parece que o Poder Judiciário começa acordar para o problema, quando o juiz da Comarca de Diamantina-MG, José Roberto Canducci, determinou a retirada de uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, localizada no trevo de acesso à cidade, sob pena de multa diária no valor de 10 salários mínimos. O ex-prefeito da cidade e a Igreja Católica deveriam restituir aos cofres públicos a importância dispendida na confecção do monumento (R$ 6.725,00), além dos custos judiciais. Confesso, que não sei qual foi o resultado final desta sentença.
O Ministério Público Federal de São Paulo se manifestou através uma ação civil pública mandando a União retirar todos os símbolos religiosos ostentados em locais de ampla visibilidade e de atendimento ao público em repartições. O processo foi entregue à Justiça Federal no último dia 31/07/09. Caso a União não cumpra a determinação judicial, até 120 dias após, certamente pagará multa. Entre outros estados, o Ministério Público do Piauí também solicitou a retirada de símbolos religiosos dos prédios públicos do Estado atendendo a uma representação feita por 14 entidades da sociedade civil. O promotor Edílson Farias, que está tratando do caso, deve propor um Termo de Ajustamento de Conduta para que os governos municipal, estadual e federal retirem imagens e fechem capelas dentro de edifícios públicos. Caso não façam isso, provavelmente serão alvos de uma ação civil, baseada no inciso I do artigo 19 da Constituição, que diz ser proibido ao poder público estabelecer cultos religiosos ou igrejas. Fonte: Último Segundo
É preciso que as autoridades se conscientizem, de que as verbas públicas devem ser utilizadas para o bem – estar social e não para financiar religião X ou Y. As instituições são de caráter público, pertencem ao povo, e, portanto, chegou a hora dos poderes constituídos coibirem o desperdício com o dinheiro da nação.
Não se pode mudar, uma cultura que advém de longas datas, isso é o pensamento de alguns, no entanto, os tempos são outros. Vivemos numa época “ímpar” da história humana. Todas as coisas se tornaram passíveis de questionamentos, sejam de cunho político, filosófico, científico, e, porque não, no campo da religião? Estamos vivendo no cumprimento intenso das palavras ditas pelo apóstolo Paulo: A cena deste mundo está mudando. Ao passo que o mundo muda, agente também tem que deixar de lado a mesmice, uma vez que as circunstâncias da vida tendem a nos empurrar para outra direção.
Quando o rei Josias assumiu o trono em Jerusalém, recebeu a autorização de Deus para demolir os chamados postes sagrados, as imagens fundidas e entalhadas de todo o país, e os altares dos baalins. Com isso, não estou querendo dizer que as imagens devam ser removidas de modo arbitrário. Chega de intolerância religiosa. Vivemos num país regido por uma constituição que tem suas leis estabelecidas. Além do mais, cristãos genuínos devem continuar dando o seu melhor exemplo, por serem obedientes a César que, representam às autoridades constituídas. Atos 5: 27 – 29. Portanto, se os legisladores criarem leis eficazes, com certeza muitos políticos irão recuar de usar verbas públicas abusivamente na confecção de imagens. Assim, sobrará mais dinheiro nos cofres públicos para investimentos na educação, saúde, moradia e emprego e, acima de tudo, será prevalecido a laicidade e, por sua vez, a harmonia e a paz mental dentro das repartições públicas.
Sebastião Ramos, funcionário Público Federal – sebastianramos7@yahoo.com.br.
QUERO INFORMAR A TODOS QUE A VITORIA E NOSSA NO NOME DE JESUS
O PROMOTOR DO PIAUI JA ESTA MANDANDO RETIRAR TODAS AS IMAGENS DOS ORGÃOS PUBLICOS. AMEM