Mulher gosta de apanhar?
Duas pesquisas ligadas à violência contra a mulher me chamaram a atenção. As duas coincidentemente envolvendo o continente africano.
A primeira está no blog Viva Mulher. Em uma pesquisa realizada pelo governo da Argélia entre 2006 e 2009, duas entre três mulheres disseram que aceitam que os maridos as violentem. Entre as razões consideradas normais para apanhar estão sair de casa sem avisar ao cônjuge, ser negligente com os filhos, contestar o marido, não cumprir as obrigações sexuais e queimar a comida. Isso mesmo, queimar a comida.
Segundo a pesquisa, a violência doméstica é menos questionada no campo, onde 74,6% consideram-na justa, contra 62,7% das mulheres na zona urbana. Entre os pobres o índice também cresce, chegando a 79,6% de aceitação. O nível de instrução formal é outro fator que muda a percepção sobre o tema: quanto maior a escolarização, menor é a tolerância com os abusos. Segundo o governo, isso explicaria porque 85,7% das mulheres que nunca freqüentaram a escola aceitam a violência doméstica por pelo menos um dos motivos citados no início do texto. Entre as que têm formação universitária, a proporção cai para ainda altos 40,5%.
Esses dados podem parecer um prato cheio para alguns extremistas religiosos (islâmicos, cristãos, judeus…) justificarem a violência de gênero como o cumprimento de um desígnio divino que colocou o homem para governar o mundo e a mulher apenas para lhe fazer companhia. Uma “cultura” moldada ao longo dos séculos por advinha quem? Homens.
Contudo, a pesquisa ressalva que a maioria das mulheres que responderam ao questionário estava casada e que os resultados se alteraram quando se tratava de solteiras, divorciadas ou viúvas.
A partir disso, o blog Viva Mulher faz um questionamento interessante: “Quiçá, as comprometidas não estavam sozinhas quando participaram da enquete. Afinal, se elas não podem ir até o mercado sem avisar, imagine falar com o governo. Me pergunto qual seria o resultado real se elas dissessem o que pensam de verdade, sem pressões sociais e, principalmente, familiares. Eu duvido, do fundo da minha alma, que qualquer um minimamente equilibrado goste de apanhar”.
Outro fato alarmante, divulgado pela mídia na última semana, foi uma pesquisa da Medical Research Foundation apontando que um em cada quatro homens já cometeu estupro na África do Sul. E a imensa maioria destes (73%) antes de completar 20 anos. Mais da metade admitiu também ter praticado a violência sexual mais de uma vez. A pesquisa foi realizada em apenas duas das nove províncias do país, exatamente as mais violentas, o que pode provocar uma distorção. Contudo, de qualquer maneira, isso mostra que a vida das mulheres nessas províncias deve ser algo próximo do inferno.
Os responsáveis pela pesquisa disseram que o resultado era esperado por conta da já conhecida incidência de estupros no país. Segundo eles, durante séculos, os homens sul-africanos têm convivido socialmente com formas de masculinidade que privilegiam a idéia da força bruta, que seria usada tanto para controlar as mulheres como para dominar outros homens.
A sede da Copa do Mundo tem uma das mais altas taxas de pessoas com HIV no planeta. Fato que somado à verificada repulsa pelo uso de preservativo por lá, torna-se uma bomba. Mas o monopólio da ignorância não pertence a um só povo, é claro, uma vez que o uso da camisinha é condenado por líderes religiosos. Para esses mortos por AIDS, como ironizaria o violento e bizarro Capitão Nacimento, do filme Tropa de Elite, a conta do papa…
Uma pesquisa do Ibope de tempos atrás mostrou que 42% das mulheres vítimas de violência contra no Brasil não costuma procurar apoio ou denunciar seus agressores.
Em 1983, o ex-marido de Maria da Penha – o covarde Marco Antônio Herredia Viveiros – atirou nas costas da esposa e depois tentou eletrocultá-la. Não conseguiu matá-la, mas a deixou paraplégica. Muitos anos de impunidade depois, ele pegou seis anos de prisão, mas ficou pouco tempo atrás das grades.
A sua busca por justiça tornou-a símbolo da luta contra a violência doméstica. Em agosto de 2006, foi sancionada a lei 11.340, a Lei Maria da Penha, para ajudar no combate à violência doméstica. Ainda assim, há juízes e policiais que cismam em não aplicá-la, arquivando casos e deixando a justiça naufragar em nossa sociedade patriarcal e machista.
Enquanto isso, cantar que um “tapinha não dói” tornou-se hit cult.
O que me lembra um velho e sábio ditado feminista: todo o homem é inimigo, a menos que tenha sido educado para o contrário. Aqui, lá, em qualquer lugar.
Autor: sakamoto - Categoria(s): Sem categoria Tags:
É claro que mulher não gosta de apanhar, aliás, ninguém gosta.
eu faço kung-fu.. :p
Ô gente, ninguém falou q não há violência aqui nos Brazizzzz, mas que a origem e a forma é diferente. A herança cultural na África é muito, mas muitooooo, diversa da nossa.
Temos sim problemas, e males sociais (muitos perpetuados pelos governos, inclusive o que o Sr. bLoGuEiRo defende) mas comparar uma terra que a séculos é vítima da violência, e q até hoje (agora mesmo) existem doidos com facão na mão matando e mutilando (patrocinados por governos que posam de limpos e ecológicos), é demais pra minha cabeça, tem dó.
Como disseram alguns, o final do texto realmente é o fim, fim da noção e da responsabilidade, fim da lucidez, o fim. Se por acaso o distinto bloguerrrr teve uma educação machista, ignorante, atrasada e sem noção, o problema é dele. Se liga.
NÃO COMPARE COM A FAMÍLIA DOS OUTROS. A MINHA TÊM CULTURA E EDUCAÇÃO. NUNCA FUI EDUCADO PARA SER INIMIGO DE NINGUÉM. MESMO ASSIM, VAI PRÁ…
apoio, o problema tá msm na marvada cachaça, é isso msm
amigo virgilio, defender é uma coisa, jogar uns contra os outros como o japa faz, é outra coisa, e muito suja. Um dia joga pobre contra rico, noutro mulher contra homens, noutro negros e brancos, noutro… Quem não prega a união, e sim a desunião tem sérios problemas, sérios. LAMENTÁVEL.
Senhores! O único motivo pelo qual o Sakamoto publica um texto que em NADA diz respeito à realidade brasileira, é para manter o número de hits (acessos) em seu blog, e cobrar mais dos anunciantes. Bobinhos! Polemizar é a lei. Ele pouco se importa com as mulheres africanas que apanham! Pronto. Falei.
…Senhores! O único motivo pelo qual o Sakamoto publica um texto que em NADA diz respeito à realidade brasileira, é para manter o número de hits (acessos) em seu blog, e cobrar mais dos anunciantes. Bobinhos! Polemizar é a lei. Ele pouco se importa com as mulheres africanas que apanham! Pronto. Falei…
Sakamoto, como você
” Eu duvido, do fundo da minha alma, que qualquer um minimamente equilibrado goste de apanhar”.
Acrescento: ” mesmo desequilibrado”. Ninguém em sã consciência, gosta de apanhar, Sakamoto.
Ainda bem que nunca casei, mas se acontecer ainda, procurarei alguem bem controlado. Alguem que tenha total controle sobre o seu instinto e, que saiba que DEUS está acima da inteligência.
Porque o homem que aceita a sua divindade, respeita-se e, respeita o seu próximo. É fácil.
E quero lhe dizer que, embora seja CRISTÃ(não católica), isso nunca me impediu de estudar, trabalhar e principalmente de usar a minha mente.
Cada pessoa tem a sua individualidade. Não existe pessoas iguais. Quanto mais aceitamos que somos únicos mais fica fácil convivermos com outra pessoa. Porque isso faz com que procuremos aceitar o outro exatamente como ele é, o que não o impede de melhorar.
Quanto à AFRICA, sinceramente, fico horrorizada.
Se aqui no Brasil, com casos que chegam ao nosso conhecimento, é difícil aceitar tais barbaridades, imagine conviver com isso cotidianamente…
Conviver com estupros e ver adultos abusando de crianças desdes os oito anos de idade é estarrecedor. Não passam de bárbaros.
Por que não levar até esse povo à CIVILIZAÇÃO?. Claro, que de modo pacífico, sem derramamento de sangue. Apenas para fazê-los entender que não é mais possível viverem dessa forma: como ANIMAIS IRRACIONAIS.
ALGUEM precisa conscientizá-los que eles também possuem uma MENTE. Que precisam usar. Não podem viver apenas fazendo SEXO como se nada mais houvesse para fazer.
Mas claro, envolve muita coisa não é? QUEM vai querer se arriscar? E o custo disso? E o fator humano que irá ser utilizado? Correndo riscos….
Difícil, mas não impossível…
“Quem não prega a união, e sim a desunião tem sérios problemas, sérios”
Concordo com as palavras do amigo acima, e com quem diz que nem o Sakamoto acredita nele mesmo e nas suas viajadas.
Simone, lendo seu post vejo q ficou um equívoco com o post de um outro leitor, o dito foi que o sexo com menores na África é normal aceito e concentido por razões culturais ancestrais, estranho, mas lá é la´ e aqui é aqui.
veja isso:
Em Dubai um menino Francês de dez anos foi violentado por dois homens locais, sabe o que deu?
Aconselharam a família a se calar ou sair do país, pois o menino poderia ser acusado de homossexualismo (crime lá) e sedução (???) e ser preso.
No mundo há de tudo, e tb todo tipo de maluco, alguns protegidos por facões outros por leis bizarras.
Simone, lendo seu post vejo q ficou um equívoco com o post de um outro leitor, o dito foi que o sexo com menores na África é normal aceito e concentido por razões culturais ancestrais, estranho, mas lá é la´ e aqui é aqui.
No mundo há de tudo, e tb todo tipo de maluco, alguns protegidos por facões outros por leis bizarras.
Os que estao criticando,com certeza,nao prestaram atençao,baita confusao.Ou nao lêem materias,reportagens e ficam so nos noticiarios futebolisticos e novelinhas…Como brasileiros esquece todas as violencias diferentes que acontecem no seu país????????????????????????
respondendo ao primeiro comentário…
dor, surra, estupro, meu caro, dói… independe de localização geógrafica… portanto, é um absurdo sim, e não cultural, que mulheres na África sejam submetidas a essas condiçoes ainda hj…. e isso, como você bem deve saber, é consequência da história de colonização e exploração a que os europeus os submeteram, e a nós brasileiros também… deve ser por isso que os índices absurdos que o Sakamoto citou, tristemente incluem o Brasil… e não precisa falar muito do Brasil não… infelizmente agente vê a realidade todos os dias nos noticiários, ou até mesmo em nossas vizinhanças….
Realmente é muito importante que discussões relacionadas à desugualdade de gênero tomem força nos direntes meios de comunicação.
A desigualdade existente entre homens e mulheres não foi rompida com a modernidade, ela na verdade foi camuflada pela fala de que a mulher inseriu-se no mercado e, por isso tudo estava resolvido. Engano, a mão de obra feminina inseriu-se no mercado de trabalho, com remunerações inferiores, jornadas triplas de trabalho (profissional, mãe e esposa), no entanto, ao homem moderno ficou a responsabilidade de “ajudar” a mulher com os afezêres domésticos. A concepção de “ajuda” empreguinada em uma questão que passa pela responsabilidade, novamente tira do foco e educação direcionada à mulheres e homens ao longo de suas vidas e, nesse sentido a violência doméstica é um espelho desse processo de socialização dos indivíduos masculinos e femininos.
A idéia de homem forte e mulher frágil, ainda é ratificada em nossa sociedade. Acredito que, violência doméstica e também o estupro podem ser materializados como uma das formas de sexualidade masculina construídas socialmente e, nesse ponto falas como: “A mulher quando casa tem a obrigação de servir o marido”, ainda são fortemente ouvidas na sociedade a qual fazemos parte.
Penso que, para a sociedade romper ou melhor se relacionar com os problemas que a ela acometem, é necessário que se ponha na roda de discussão o que nem sempre é possível discutir de maneira mais ampla. Certas discussões ficam “escondidas” dentro das universidade e fóruns que tratam a questão e, nem sempre pode se falar assim….
Por isso legal a reportagem!!!
amigos, africa x brasil; oriente x ocidente; indios x não indios; 1º mundo x terceiro mundo; todas as diferenças expostas nas relações acima deriva simplesmente do PATAMAR CIVILIZATÓRIO em que essas sociedades se encontram. para mim não é diferença cultural, pois uma cultura que admite que mulheres possam apanhar, que filhos nascidos com alguma deficiência devem ser eliminados, em casos de gemeos, um deve ser sacrificado e tantas outras coisas absurdas que vemos por aí, essas ditas culturas são na verdade primitivas, faltam-lhes os valores que fizeram o mundo se civilizar. respeito, solidariedade, dignidade, respeito pela vida e pelas diferenças. é isso.
Permisso SAKAMOTO.
Colegas: CELSO e PAULO:
Sobre:
“Simone, lendo seu post vejo que ficou um equívoco com o post de um outro leitor, o dito foi que o sexo com menores na África é normal aceito e concentido por razões culturais ancestrais, estranho, mas lá é lá e aqui é aqui” (sic).
Sinceramente, não li todos os comentários, então, não sei sobre quem vocês estão falando… O que escrevi é o que penso…
Como disse sou cristã, ou seja, observo os preceitos bíblicos, sobretudo, a doutrina que JESUS CRISTO, deixou. A Sã doutrina e, já se passaram 2000 mil anos da vinda de Jesus Cristo na terra. Por esse lado, indesculpável o desconhecimento, a IGNORÂNCIA dessa gente. Qual é a biblia deles? Quem são seu colonizadores? Pregaram a bestialidade? Disseram que eles não possuem CÉREBRO, ESPÍRITO OU ALMA? OU ensinaram-lhes que vieram de um macaco? Ou seja, são animais irracionais…. Não precisam pensar porque não são brancos…. Não precisam temer a nada por que não têm consciência…. Impraticável … Leva-nos a desconfiar de tal colonização…
Mas se nos lembrarmos de como foi a nossa ESCRAVIDÃO? E que muitas mulheres negras – e desconfio que homens também – foram exploradas sexualmente aqui, pelos homens ditos brancos, teremos uma explicação até que razoável. .. No entanto, a escravidão foi “abolida” há 121 anos atrás… Não existe mais abusos? Não existe mais exploração? Todos são tratados de forma igual, sem distinção? Assim diz a Lei (CF/1988)…. Mas vemos no dia-a-dia, que à realidade é diferente.
Voltando ao assunto: CRIANÇA é criança em qualquer parte do mundo e, para mim é sagrada. Uma criança para um cristão é um anjo que DEUS lhe confiou… Tratamos uma criança exatamente como Jesus Cristo…. Ensinando, cuidando, protegendo e repreendendo, corrigindo quando necessário for…. É um ser em evolução e, por isso precisa de muita atenção, cuidados…
Explorar uma pessoinha que ainda não aprendeu a viver é realmente estarrecedor e animal… E pensar que essas pessoas que se comportam assim, de forma natural e ancestral não estão tão distantes de NÓS, é motivo de preocupação. À AFRICA é logo ali. Mais perto de nós do que a EUROPA, no entanto, dizem que é normal, aceito e o PIOR, CONSENTIDO… E vocês querem que por causa disso eu também CONCORDE COM ESSAS BARBARIDADES? JAMAIS… Para mim, são tão animais quantos os MACACOS que lá vivem…
Desse modo, precisam ser informados de que existe outra realidade. Podem ser informados por EXEMPLO, que no BRASIL há o ECA… Será que os governantes têm realmente interesse em mudar essa realidade? Ou faz parte da DOMINAÇÃO? Há muita coisa em JOGO… Mas isso não faz com que passemos também a aceitar e CONSENTIR com tais comportamentos. Para mim, são bárbaros… Precisam ser domados, controlados e, isso só é possível através da EDUCAÇÃO e da CULTURA… Outrossim, os governantes são os maiores responsáveis pela continuidade desses comportamentos. Não podemos falar em mudança se não houver interesse de quem os GOVERNA…
Espero que vocês tenham me entendido um pouco.
SAKAMOTO, SEI QUE VIAJAS BASTANTE, PARTICIPA DE DEBATES INTERESSANTES, TENHO LÁ MINHAS DUVIDAS SE VOÇE ESTAR PREGANDO UMA BIBLIA COMO FORMA, DE SE PROTEGER, DAS CRITICAS FEMINISTAS.
TAMBEM NÃO GOSTO DESTES TROBGLODITAS MACHISTAS, QUE FORAM PERPETUADO COM DIZERES BANAIS “SEMPRE FOI ASSIM E ASSIM SERÁ”.
pORTANTO, SEJAMOS NO MINIMO HUMANOS, DO PONTO DE VISTA DE NÃO ALIMENTARMOS MAIS ESTES TIPO DE SEGREGAÇÃO, SE MORA EM UMA SOCIEDADE EM QUE O AMBIENTE FAMILIAR É O GRANDE NORTE DA CIVILIZAÇÃO, PRATIQUEM AS SEGUINTES AÇÕOES:
- DEEM UMA SURRA NA PROPRIA MAE, SOGRA….que so queria que voçe agisse com respeito aos direitos dos outros.
- SE NÃO DREM CONTA, CONTRATEM ALGUEM DE CONFIANÇA E DEEM UMA SURRA NO SEU PAI, que só queria que voçe fosse para escola.
- 6ta achando pouco, batam na professora, professor, que só ver valores positivos em seu carater.
- ……poderia eu listar uma lista enorme de benfeitoria de que voçe poderia fazer, mas, sei que acima de tudo, tudo isso é um plagiado a baixo carater.
Arrempenderás, e muito praticando dessa forma e ainda vaoi culpar JESUS CRISTO, QUE RESPEITA PROSTITUTAS, LEPROSOS, CRIANÇAS, IDOSOS é esse mundo mudou mesmo.
Não é Sakamoto e caros leitores, quem não se sente bem ao ler o conteudo desse cara, tudo bem vai ler a Coluna do Sarney, na Folha de São Paulo ou o Jabor no GLOBO.
cOISA CHATA , VAI LÁ e depois volta e me conta nopéduvido.
Cara que cruel escrever na internet. Você pesquisa, se informa e vem passar seu recado e neguinho em três linhas acaba contigo. Mas eu vou te dar uma força. Cada vez mais a gente entende o que acontece na sociedade universal, quem não se respeita não respeita o seu como pode ser respeitado pelo outro. Estou lendo um livro escrito por uma somáli, narrando a falta de respeito de sua cultura para com a mulher e a perspectiva de posse de outro ser humano. A frase no final do texto é exemplar e fechou muito bem o texto. Esses caras que a abominaram são os bem educados.
Algumas mulheres gostam de apanhar mesmo. A maioria so no sentido figurado…sofrer.
Se mulher não gostasse de apanhar, os bailes funk não estariam tão lotados todo o fim de semana… Afinal… Um tapinha não dói…..