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19/05/2009 - 12:17

Regina Duarte também tem medo de índio

A atriz global e pecuarista Regina Duarte, em discurso na abertura da 45ª Expoagro, em Dourados (MS), disse que está solidária com os produtores e lideranças rurais quanto à questão de demarcação de terras indígenas e quilombolas no estado.

“Confesso que em Dourados voltei a sentir medo”, afirmou a atriz, neste domingo (18), com referência à previsão de criação de novas reservas na região de Dourados. “O direito à propriedade é inalienável”, explicou ela, de forma curta, grossa e maravilhosamente elucidativa o que faz do BRASIL um brasil. Em verdade, ela deve estar sentindo medo desde a campanha presidencial de 2002…

(O deputado Ronaldo Caiado, principal defensor desses princípios, deveria cobrar royalties de Regina Duarte… Inalienáveis deveriam ser o direito à vida e à dignidade, mas terra vale mais que isso por aqui.)

“Podem contar comigo, da mesma forma que estive presentes nos momentos mais importantes da política brasileira.” Ela e o marido são criadores da raça Brahman em Barretos (SP).

Dos 60 assassinatos de indígenas ocorridos no Brasil inteiro em 2008, 42 vítimas (70% do total) eram do povo Guarani Kaiowá, do Mato Grosso do Sul, de acordo com dados Conselho Indígenista Missionário (Cimi). “Ninguém é condenado quando mata um índio. Na verdade, os condenados até hoje são os indígenas, não os assassinos”, afirma Anastácio Peralta, liderança do povo Guarani Kaiowá da região.

“Nós estamos amontoados em pequenos acampamentos. A falta de espaço faz com que os conflitos fiquem mais acirrados, tanto por partes dos fazendeiros que querem nos massacrar, quanto entre os próprios indígenas que não tem alternativa de trabalho, de renda, de educação”, lamenta Anastácio Peralta.

A população Guarani Kaiowá é composta por mais de 44,5 mil. Desse total, mais de 23,3 mil estão concentrados em três terras indígenas (Dourados, Amambaí e Caarapó), demarcadas pelo Serviço de Proteção ao Índio (criado em 1910 e extinto em 1967), que juntas atingem 9.498 hectares de terra. Enquanto os fazendeiros, muitos dos quais ocuparam irregularmente as terras, esparramam-se confortavelmente por centenas de milhares de hectares. O governo não tem sido competente para agilizar a demarcação de terras e vem sofrendo pressões até da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA). Mesmo em áreas já homologadas, os fazendeiros-invasores se negam a sair – semelhante ao que ocorreu com a Raposa Serra do Sol.

É esse massacre lento que a pecuarista apóia, como se as vítimas fossem os pobres fazendeiros. Só espero que, na tentativa de apoiar a causa, ela não resolva levar isso para a tela da TV, em um épico sobre a conquista do Oeste brasileiro, nos quais os brancos civilizados finalmente livram as terras dos selvagens pagãos. 

Autor: sakamoto - Categoria(s): Sem categoria Tags:

146 comentários para “Regina Duarte também tem medo de índio”

  1. Siboba disse:

    Regina Duarte tem medo de índio porque os índios não tem medo da lei. Pronto. Falei.

  2. Rumiñawi disse:

    Isso não precisava vc falar. Há mais de quinhentos anos os primeiros cronistas diziam que os índios não tinham “nem fé, nem lei, nem rei”. Que tal, então, avançar um pouco no debate?

  3. julio disse:

    estou totalmente de acordo com a Regina Duarte. não sei o que é pior, se esta mediocridade ideológica ou o obsessivo patrulhamento a que querem submeter quem é famoso mas pensa diferente de vocês. gostaria imensamente de ver o mundo que vocês idealizam funcionando, idealizam claro, degustando um bom bife à luz da energia produzida pelas represas que inundam áreas de mata e cerrado. lógico que o bife foi comprado num destes horrendos supermercados que, vejam vocês, insistem em se instalar perto de nossas cabanas, sempre a testar nossa pureza de alma. absurdo. tenham paciencia.

  4. Rumiñawi disse:

    Não se trata de escolher entre preservação e desenvolvimento, mas de tentar conciliar as duas. Ou vc acha mesmo, júlio, que só é possível progredir escravizando, matando e destruindo? Por que o medo? Talvez não dê pra todo o mundo ter camionete 4×4 e viajar pra Europa todo ano, talvez alguns tenham que abrir mão disso pra outros poderem ter três refeições por dia e uma vida digna. O medo é disso? De que a picanha não dê pra todo mundo?

  5. julio disse:

    a velha tática de shoppenhauer se faz presente. é obvio que dá perfeitamente para conciliar as duas coisas, vários paises do mundo jé fizeram isso. a questão relevante é a demonização que fazem e vc é exemplo disso, dos que entendem que o vilão da historia não é o agronégocio, nem as pessoas que vivem da terra e da produção, alguns há várias gerações. na verdade há um enorme PRECONCEITO, sim a palavra é essa mesmo PRECONCEITO, de certo tipo de pensamento que acha que só os descamisados e despossuidos é que tem alma e são bondosos e sempre explorados peo capital alheio. a realidade é outra. é tema muito complexo. quanto ao resto, 4X4, viagem para Europa, picanha, é pura demagogia. merece ir para Europa quem conseguir ir, desde é claro que com seus próprios recursos, bem ao contrário de uns e outros que estão aqui criticando, mas de olho na bolsa paga pelo Estado uma vez que nada produzem. medo? tenho medo é de gente tacanha.

  6. Rodrigo disse:

    Essa mulher eh maluca.

  7. Rumiñawi disse:

    Então é isso… Os brancos produzem, os índios não produzem, né, Júlio. Os pobres ganham bolsa do estado, os ricos não – afinal, empréstimo subsidiado do BNDES, anistia do BB nos financiamentos agrícolas, taxa selic nas alturas, titulação de terra indígena e quilombola para particulares com ajuda do estado, isso não é bolsa… E eu que sou tacanho? E, afinal, no Brasil “vai para a Europa quem merece” (não vou nem entrar no debate recentesobre os deputados)… Então é isso, né? Amigo, quem nunca precisou do Estado no Brasil que atire a primeira pedra… Os pobres estão só tendo agora um gostinho do que os ricos brasileiros experimentam há séculos. E sei que tem muita gente com medo de que eles se acostumem e peçam mais…. Pra mim, é disso que se trata. Tacanho, pra mim, é não perceber isso.

  8. Paula Tejando disse:

    No lugar dela eu tambem estaria.. Afinal, nós acabamos com a cultura deles…

  9. Azarias disse:

    Eis os brasileiros que a Globo mostra ao Brasil.

  10. julio guilherme disse:

    Rumiñawi
    mania que vocês têm de argumentar em cima do que não está escrito ou dito. onde, no meu texto está escrito que os indios não produzem? é ledo engano a generalização que fazes de que os pobres estão ganhando bolsa de studo e experimentando coisas que antes só os ricos experimentavam. apenas os pobres engajados e militantes, porque os pobres mesmos, estes continuam a ver a vida pela TV. quanto ao resto, de novo, BNDES, anistia no BB, em impostos, selic, é tudo obra do governo que veio para mudar, lembra? aquele da esperança vencendo o medo. Indios e quilombolas atualmente são representados por um tipo que só quer se arrumar, a exemplo da velha elite. esse pobrismo invocado é de amargar, é pura falta de argumento. quero mais é que todos, sem exceção alguma, tenham todos os bens materiais que a sociedade possa produzir um dia. apenas entendo que este arranca rabo de classes é absolutamente improdutivo. e chega amigo . fim….

  11. Eu heim que perda de tempo…quem é a Regina Duarte mesmo????

  12. Palmerio disse:

    Acho que este embrolho mereçe um dedo de de intransigencia , ou chamar arafat e Netanehu para entender, o assunto é REgia tem medo de Indio.

    E, agora tenho medo dela. fui

  13. JOTA disse:

    Regina Duarte e seus pitacos em política. Se o direito a terra é inalienável, então de quem é a terra: dos indígenas, que vivem lá há mais de 500 anos e cuja constituição nacional reconhece seu direito à posse, ou dos fazendeiros do mato grosso, que INVADIRAM suas terras há somente 50 atrás? Possivelmente essa atriz global de pensameto infantil racioncina (?) como boa parte da imprensa e das forças armadas nacionais, para quem índio não é gente e não tem direitos.

  14. JOTA p/ julio disse:

    Voce tem medo de gente tacanha? Imagino então que não deve ter espelho em casa.

  15. Thomaz Magalhães disse:

    O seu Sakamoto podia ir dar uma banda lá por aquelas estradas que os índios fencham ao trânsito às seis da tarde e só abrem na manhã seguinte. Dizer que vai dar uma espiada na natureza lá à noitinha. Depois voltar e contar pra gente se é só a Regina Duarte que tem medo de índio.

  16. alguem do povo disse:

    eu nao tenho problemas com indios pois criei 4,a abisavó de meus filhos por parte de mae era india pura, casada com um italiano, a avó deles e casada com um descendente de russo e alemã, portanto meus filhos tem sangue de indios que nao podem ser expulsos pelos indios, e meus filhos nao vão deixar me expulsarem, pois sou descendentes de italianos. os meus filhos tem direito a terra como todos os indios.Deus revolve tudo por mim , sem eu perceber

  17. Paulo Figueiredo disse:

    Quem é regina duarte para opinar alguma coisa? o que faz de útil essa senhora?

  18. Reflexão disse:

    Eu postei um comentário, direto para o Sakamoto a mais de 6 horas, mas ele foge da raia, haja vista que posterior ao meu comentário ele postou outras matérias.

    A verdade é que o seu trabalho jornalístico demonstra atitudes e pensamentos fundamentalistas, carregados de ideologias e nada de senso prático ou trabalho de campo.

    A ideologia dentro de 4 paredes, com ar climatizado é perfeita até para descrever o trabalho suado de um traficante de morro que vive se deparando com a morte, com concorrência desleal pelo seu ponto, pela questão simples de que nada de culpa pela degradação da sociedade ele possue, já que não é ele quem “alicia” novos dependentes, mas sim novos dependentes que experimentam induzido pelo seu colega e com isso o novo viciado é que vai em busca do traficante que nada tem com isso se ele é procurado para vender o bagulho. Afinal, todo santo traficante visto ideologicamente não tem culpa, não é ele que força a venda, são os viciados que o procuram para alimentar seus vícios.

    Talvez a sociedade esteja tão extirparda de consciência moral, por causa de trabalhos jornalísticos como o do Sakamoto, que em nada pauta pela investigação profissional com intuito jornalistico focado na imparcialidade, ética, respeito ao juramento da colação de grau e acima de tudo, respeito a todo ser humano e sua imagem indistintamente.

    Cuidado leitores com honrarias, muitos foram os ditadores que com o peito carregado de medalhas e brasões, levaram o povo ao extermínio, assim como foi Fidel Castro na América do Sul, Central e até na África, sim Fidel na África com sua política bélica e intervencionista que tanto critica os EUA, com seu conceito de 2 pesos e 2 duas medidas.

    Somente um trabalho jornalistico do quilate comparado ao do Paulo Henrique Amorim, é digno de merecer as maiores desconsiderações e reprovações.

    É óbvio que seu trabalho é contaminado pelo recalque que possue contra os produtores rurais indiscriminadamente. Trabalho esse, de um jornalista que diz ser porta voz dos “direitos humanos” apresentando até mesmo na 3ª pessoa do singular, suas honrarias e premiações com as bandeiras das causas “Indígenas, Sociais, Ambientais…enfim dos excluídos”. Mas se esquecendo que os produtores rurais não são leprosos, e os tratando generalizadamente e discriminatoriamente como marginais no Brasil.

    É óbvio também, que toda classe menos favorecida, é facilmente objeto de manobra e dessa “inocência social”, aproveitam-se verdadeiros falsos doutores, para usá-los como escada para seu sucesso pessoal.

    Haja vista, a Piloto de Caminhão “Débora Rodrigues”, que logo após posar para a Playboy e conseguir oportunidade nas pistas, abandonou a bandeira do MST, que ela a voz corrente dizia pertencer, mas que na primeira oportunidade de promoção financeira e de imagem, passou com Carreta e tudo o mais, por cima do movimento dito “social”, para inclusive ser considerada “persona non grata” dentro do MST.

    É assim, a vida nos mostra que existem verdadeiros oportunistas usando os excluídos de verdade deste país para chegar onde seu ego o queira levar, sem que seja necessário olhar para trás e saber que os excluídos, não tiveram a oportunidade de embarcar na mesma carona de alguns apropriadores das causas sociais.

    Não tenham dúvida, de que, os próximos passos do Sakamoto é a canditatura política em nome dos “excluídos”, claro!

    Sakamoto, lhe afirmo! Nunca é tarde para que levante a bandeira de forma dígna em prol dos escravizados, dos excluídos, e de todo as demais causas da sociedade humana.

    Porém, não tente pilhar e furtar imagens e patrimônios pessoais. Todo bem, se conquista com méritos e não a forceps.

    Aliás, eita papel jornalístico medíocre, logo vc. com tantas honrarias, se submeter a tão baixo nível, de passar a publicar matérias típicas de revistas de fofocas e ainda com doses cavalares de inveja contra posses alheias. Saia do pedestal e compreenda a realidade do ser humano, e aprenda com a vida que tudo aquilo que queremos de mal para os outros volta contra nós mesmos.

    Lute dignamente, sem tentar pisar nas classes sejam de favorecidos ou de excluídos. Não opte pela rasteira baixa e mesquinha que não levam a nada, a não ser, ao rebaixamento de vc. como pessoa, profissional e ser humano.

    Nessa vida nada passa despercebido, toda ação tem reação. Respeite todo ser humano e seus direitos, pois de ditadores que vivem ditando leis e costumes já estamos cheios neste país.

    Francamente.

  19. Reflexão disse:

    Correção:

    …sim Fidel na África com sua política bélica e intervencionista que tanto critica ……………..nas atitudes dos americanos……………….., com seu conceito de 2 pesos e 2 duas medidas

  20. Tilde Maria disse:

    “Francamente”!

    Hahahahahahaha

    É por textos como esse Sakamoto que mostram que você está na direção certa. Continue assim.

  21. sloth disse:

    “vários paises do mundo jé fizeram isso”..
    mm.. pensei que eles conseguiram isso nos usando de celeiro para grãos e pasto para criar gado.
    Alias, quem vai apoiar os índios e ir contra a Frisul não é? Para que os europeus tenham seu primeiro mundo sem ter terras suficientes, criam esse tipo de gente que “tem medo” ao invés de solucionar os problemas.

  22. Roberto Fonseca disse:

    É bom que a Regina (rainha?) saiba que nós, os brasileiros, temos sangue de indio, negro e portugues nas nossas veias. Até que ela tem uma fisionomia de cabocla indigena, de lá da Amazonia, mais detalhadamente de Belém do Pará. Regina, ainda bem que já estás quase “apagando as luzes”, pois acabastes de perder um sem número daqueles que seriam os teus fans. Ai está, as vezes é melhor calar do que açoitar com a lingua.
    RF

  23. Cúria Metropolitana disse:

    Reflexão, francamente (adorei o francamente, é coisa de avó!), você fica se esguelando aí, querendo atenção, enquanto ele não dá a mínima. Tadinho, você ficou sozinho…

    Sakamoto, li umas quatro grandes reportagens suas que você linkou ao lado direito do blog. “Os homens-tatu do sertão” me levaram às lágrimas enquanto a “Transpor é a solução?” mostra o quanto você se dedica para um texto.

    Sugiro ao Reflexão que leia esses textos antes de dizer que você faz as coisas do ar condicionado. Aliás, assisti um curso que você deu no Norte do Mato Grosso e fiquei fã.

    Abraços!

  24. JOTA p/ reflexão burra ou cinica(voce escolhe) disse:

    Comparar o apoio que Cuba dava aos movimentos de independencia e libertação dos países africanos (entao ainda colonias de europeus) com a politica imerialista americana que impunha ditaduras conservadoras por toda a america latina quando qualquer presidente eleito dava o menor sinal de contrariar interesses de suas multinacionais (além de defender grupos as elites conservadoras e colonialistas da africa) é, mais do que cegueira fundamentalista ideológica de um reacionário, um exemplo de como a história pode ser distorcida até não poder significar mais nada. Existem duas possibilidades para que alguem se dê o trabalho de vomitar esse monte de besteira: 1) a primeira, a total ingenuidade proporcionada pela ausencia de conhecimento da historia, aliada a uma subserviencia religiosa a ordem e o poder hegemonico opressor onde qualquer contestação significa heresia. 2) a segunda, o cinismo aberto e descarado de quem não admite mudança na ordem e na estrutura social, pois realmente acredita sem nenhum pudor que as elites conservadoras e reacionarias sao mesmo as defensoras so “bons costumes e das boas maneiras”, e isso legitima seu poder opressor, enquanto a massa merece ser oprimida. A sorte do Brasil é que de gente como você esse país têm cada vez menos, e somente por essa mudança e extinção dessa ideologia torpe e reaça, esse país esta finalmente se tornando melhor (ainda que falte muito para estarmos satisfeitos)

  25. Pedro disse:

    Parabéns pelo artigo e pela postagem. Quanto ao “reflexão”(?), poucas vezes vi uma critica mais infantil e rasa como essa. Quantos anos voce têm? oito?

  26. Reflexão disse:

    Cúria, lí e não observei nada de diferente daquilo que as tendências e afirmações do Sakamoto, apresentam. Conheça o ser humano pelos seus atos e atitudes. Não observo nele, qualquer respeito aos “direitos humanos” que ele diz representar e defender. A noção que ele nos passa de direito humano é míope e interessada, chegando a me impressionar com a idéia de que nem todos merecem o respeito ao direito humano, é essa a imagem opinada que ele demonstra. Continua fazendo o velho papel medíocre que a história frequentemente nos apresenta. Pilhar uns para favorecer outros, quando na verdade devemos lutar pelo bem melhor de todos, e não pela divisão de classes e formentar o ódio entre os filhos desta nação.

    Jota,

    Como deveria eu tratar um ditador, que retira outro do poder para se perpetuar? Por acaso, se vc. tem seu carro roubado (obviamente a mão armada), qual nome vc. daria ao cidadão que cometeu tal barbárie? Ladrão, Bandido…correto?
    Pois bem, se vc. vitimado pelo roubo, não importando quais seja suas razões perante a sociedade, as autoridades policiais que deveriam coibir esse roubo, ao Estado que deveria lhe proteger, mas estiveram ausentes e seu carro em virtude disso foi roubado, e vc. pelas “suas” razões, resolve adotar o mesmo procedimento e roubar o carro a mão armada de outro condutor, proprietário e pai de família, o que é que devo lhe chamar?
    Certamente de ladrão, bandido!

    É o mesmo caso do Fidel, independente dos meios, ele praticou intervenção na África em nome de uma ideologia que ele entendia como correta, submetendo muitas vidas a foice da morte. Muitos daqueles que lutaram por esse ideal, sucumbiram. Isso é diferente daquilo que os Eua fez no Iraque?

    Quer mais, o Fidel expropriado todos os dias por um governo ditador, significa que ocorreu duas situações: Houve um ditador “F.Batista” e uma nação vítima de uma ditadura.
    Quanto um integrante dessa nação, apoia-se em movimentos de libertação de seu povo, com o ideal de proporcionar a liberdade a todos, e essa liberdade nunca vem com a deposição do Batista, mas ao contrário, tem uma substituição de ditador, trocando um por outro, significa o quê Jota?

    Significa duas coisas: 1º Com certeza ocorreu golpe de estado. 2º O Ditador foi substituido por outro ditador.

    Se vc. for sequestrado por um grupo de “pessoas”, seja essas pessoas interessadas no dinnheiro do resgate para causas políticas, para benefício de criminosos, pró-labore de organizações criminosas, significa o que para a vítima? Por acaso a vítima importa-se com qual causa ou comprometimento tem esses bandidos? Pois para ela na qualidade de vítima, não significa que foi sequestrada da mesma forma, independente das condições e circunstâncias? A vida dela não está em perigo da mesma forma?

    Não tente tampar o sol com a penera e digo mais, não tente me testar querendo medir meus conhecimentos sobre história, ordem e estrutura social, pois seu texto de vicioso, com muitos equívocos, inclusive completo de erros na contestação, pois seus contra-argumentos se utilizam de meios equivocados, tentando aplicar a mim, palavras e conceitos que não utilizei.

    Mais dois com a visão Míope?

  27. Reflexão disse:

    Somente vejo marionetes, defendendo alguém que se esconde atrás de um blog! Será?

  28. JOTA p/ reflexão burra ou cinica(voce escolhe) disse:

    Caramba, voce não consegue ver diferença entre um movimento de libertação de um país dominado pelo estrangeiro opressor e poderoso (como no caso da colonias europeias na africa, cujas elites, além de armadas, aram apoiadas pelos europeus e os EUA) e uma intervenção armada da maior potencia bélica do mundo contra um Estado soberano unicamente para apoderar-se de suas materias primas como petroleo(como os EUA no Iraque)??? Sera que voce é incapaz de visualizar nesses embates a óbvia assimetria de forças que existe nessa disputa?? Voce tem mesmo a cara de pau e o cinismo de querer reduzir tudo a mesma coisa??? Acha mesmo possivel falar de um tema historico sem contextualiza-lo??? O povo africano que queria ser independente e soberano em sua terra tinha que lutar contra forças imperialistas das potencias mundiais muito mais fortes que a dele. Cuba nesse caso apoiou os movimentos populares que queriam a libertação de seus países do incompreensivel resto de imperialismo europeu depois da metade do seculo XX na Africa. O apoio de Cuba era pela emancipação dos povos africanos, imperialismo era exatamente o que Cuba combatia. Dizer que Cuba, um país daquele tamanho com uma economia insignificante e um poder belico desprezivel perto dos poderosos era um país imperialista é o cúmulo da distorção histórica e da invenção da própria fantasia. E, caso voce não saiba, até mesmo o Brasil enviou exercitos nesse período para a Africa para auxiliar na consolidação da independencia de alguns Estados, como Angola por exemplo.
    Como eu disse antes sobre seu primeiro vomito digital: a sorte do Brasil é que gente como voce, um fundamentalista cego, reacionario e cinico, é apenas uma especie em extinção nesse país, o que necessariamente significa que ventos melhores estão por vir.

  29. Reflexão disse:

    Jota:

    Com todo o respeito, vc. quer uma sonora risada, ou uma sofredora chuva de lágrimas?

    A matéria “Transpor é a solução?”, que vc. me convida a ler, é uma matéria de 2001, cheia de críticas ao governo anterior ao do presidente atual. Só que nós já estamos caminhando para o final do SEGUNDO mandato do atual presidente, e não observei o resultado a obra, objeto da matéria. Portanto, não quero desmerecer esse ou outro governo, mas sim, a gritante e costumeira tendência por um jornalismo carregado de vícios, sonegação de informações que levem ao cerne do problema e tenta sorrateiramente creditar as dificuldades em políticos do que nas situações reais que levam a tal impedimento.

    Se não o fosse o atual governo federal, haveria a muito tempo atrás tê-lo concluído. Se não o concluiu, é justo eu faça a mesma análise aplicando as mesmas conclusões do Sakamoto ao atual governo?

    O problema da transposição do SFrancisco tem como causa principal aquilo que o Sakamoto cita no final da matéria “a hipocrisia”, hipocrisia esta de defensores das questões ambientais, como o Sakamoto defende.

    Vou lhe explicar como funciona: Alguns oportunistas faz uma matéria para se promover. Ao invés de aproveitar todo o conhecimento que a Ciência Política e o Jornalismo lhe proporciona para buscar a realidade da dificuldade da implementação do projeto, prefere angariar depoimentos mesmo que verdadeiros e de total credibilidade para tentar servir de movimento das massas e tentar manipular a opinião pública, ao invés de trazer para o debate a real causa que impede levar água para acabar com tanta miséria neste país. Pessoas assim, julgam-se acima de muitos, mas esquecem que se apropriam de causas alheias, para proveito profissional, quando na verdade o que deveriam estar fazendo e trazer a baila, a verdade dos fatos e não sua manipulação, pois somente a sociedade interessa a verdade.

    Mas como o tempo é senhor da razão, e a verdade não tarda, fica claramente demonstrada a matéria parcial, nada jornalística, totalmente política do seu feitor. Pelo simples fato, que passados quase 8 anos de um novo mandatário e a situação permanece inalterada para a maioria dessas regiões.
    Não quero dizer que o atual governo seja incompetente, não é esse meu embasamento, apenas fica claro que se não o fez, talvez o motivo tenha sido impedimentos alheio a sua disposição na conclusão da obra, o que LEVA A ISENTAR TAMBÉM O GOVERNO ANTERIOR, e colocar em cheque toda a matéria que tenta crucificar equivocadamente outro representante deste país, pelo simples fato de ser de partido contrário a sua filiação. E não será isso?

    Sem contar que uma leva de Sakamotos com apropriações indevidas e sem qualquer capacidade profissional na área ambiental, fica tentando dizer-se ambiental e prejudicando o desenvolvimento do país e de sobra dizendo que a culpa é dos seus opositores.

    Francamente, quem será o hipócrita?

  30. Christiano Pereira de Almeida Neto disse:

    Alguem que o conheça. avise-o, urgentemente: REFLEXÃO, por gentileza recolhe tua erva, pois, ou está vencida ou amigo velho… te venderão cocô de cavalo por maconha! Deixa de viagem doida, mermão!!!

  31. Pedro disse:

    Caro JOTA, para que perder tempo discutindo com essa criança? Veja os argumentos dessa reflexão de banheiro, esse reducionismo e simplorio e torpe, essa comparações nonsenses… não vale a pena rapaz

  32. Reflexão disse:

    Não vejo o Sakamoto nas favelas, lutando contra os traficantes que aliciam menores para venda de drogas. Não vejo o Sakamoto lutando pelas crianças que ficam nos semáforos vendendo sempre as mesmas mercadorias, sempre dos mesmos fabricantes, o que me induz a pensar que se os produtos são os mesmos, significa que existe aliciadores por trás, utilizando o “trabalho” desses menores para produzirem lucros para falsos “empresários”. Gostaria de ver a luta do Sakamoto contra essa escória da sociedade.

    Será que o Sakamoto, não sentiria medo como a D. Duarte?

    Na minha percepção, o que fica demonstrado é que ele sempre está ao lado da parte agressora (invasão de terras por movimentos fortemente armados, invasão do congresso por grupos armados e violentos depredadores), e não do lado que busca sempre a Justiça para atender seus direitos.

    Pois é, as excluídas crianças dos semáforos do Brasil, são aliciadas por grupos de criminosos que não buscam na Justiça seus direitos, mas ao contrário, fazem uso da força coerciva da ameaça, assassinatos… para conseguir seus objetivos.
    Portanto, essas crianças, são tão ou mais vítimas quanto muitos excluídos deste país, mas confesso não perceber essa bandeira nas mãos do SAKAMOTO.

  33. Pedro disse:

    “ele esta do lado da parte agressora, e não do lado que busca sempre a justiça para atender seus direitos”

    HAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAAAHAHHAHAHHAHAHHAHAHHAHAH…

    Rapaz… assim voce me mata

  34. Rodrigo Campos Braga disse:

    eu li a mesma matériasobre a transposição e entendi o que o Sakamoto disse: o projeto antigo eh um lixo. o novo que eh igual tb. o reflexão eh tosco… invejoso…

  35. Abin disse:

    Descobri por escutas telefonicas que o “Reflexao” é milico.

  36. Abin disse:

    … aposentado, é claro. Ou no jargão da área, reformado.

  37. huk disse:

    Devemos ter medo é dessa política indigenista fracassada que o atual governo quer implantar, a excluir o índio dos avanços e benefícios da sociedade, condenando-o ao confinamento com sua cultura, sem assistência médica, alimentar, cultural e familiar e cristã!

  38. Darko disse:

    Indios já detém 12,5% (DOZE E MEIO POR CENTO) do TERRITÓRIO NACIONAL??? Querem mais o quê???

    ——————————–

    As reservas indígenas brasileiras ocupam 12,5% do território nacional, segundo a Fundação Nacional do Índio (Funai). O número equivale a 1.069.424,34 quilômetros quadrados de terra distribuídos em 503 terras indígenas já reconhecidas.

    Com exceção do Rio Grande do Norte e do Piauí, todos os outros estados brasileiros possuem áreas de reservas indígenas. O Amazonas é o estado que mais possui áreas indígenas, segundo a Funai.

    Ainda de acordo com a Funai, a população que vive em aldeias é de 512 mil pessoas, distribuídas em 225 etnias com 180 línguas diferentes. No Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 734 mil pessoas se auto-identificaram como indígenas em 2000.

    O Brasil ainda tem outras 112 terras indígenas que estão sendo analisadas e ainda não têm superfície definida.

    ——————————–

    São Paulo é a cidade mais populosa do Brasil e, nas Américas, perde apenas para a Cidade do México e Nova York. Tem quase 11 milhões de habitantes.

    Um território correspondente a 11 cidades de São Paulo — o que valeria dizer, se habitado nos moldes dessa metrópole, a mais de 110 milhões de brasileiros — foi praticamente assegurado pelo Supremo Tribunal Federal para apenas 18 mil índios. Pela decisão de oito eminentes julgadores daquela Corte, os brasileiros lá residentes há décadas terão que se retirar para que um museu do índio vivo seja preservado e para que possam eles caçar, pescar e admirar a paisagem.

    ———————————

    E ainda tem a cara de pau de falar que indios são vítimas……fala com minha mão um pouco seu kumunista

  39. Abin disse:

    O Darko é bobo.

  40. footballer disse:

    o maior passo para internacionalizar a amazonia foi quando o brasil assinou o acordo dos direitos indigenas(brasil foi o unico país que assinou que tem indios em seu país, EUA, Australia.. não assinaram) e a demarcação foi outro grande passo.

  41. Destruir florestas de importancia global para ofertar grama para vacas que serão comidas por humanos eh, ao meu ver, o cúmulo do egoísmo. Ao fazer um discurso como esse Regina demonstrou seu preconceito e ignorância sobre assuntos que nao lhe interessam, como o genocídio praticado contra os índios e que ela agora tanto faz questão de apoiar. Pois eh, a namoradinha do Brasil torce o nariz para os que não descendem, em sangue e fe, do invasor europeu. E assim, feito uma bandeirante de inocência desfraldada em solo agreste, cortou com a faca da língua o laço que a conectava com os povos da Terra. E, num átimo de correcao da Natureza, passa a comprender a gravidade de sua escolha. Assim, quem sabe, não retorne em sua proxima passagem por este planeta, na forma de uma pedra…ou, o que eh pior, com a consciencia aprisionada em uma cabeça de gado marcado…

  42. alguem do povo disse:

    leiam os últimos comentários, sobre o papa Bento 16 na Jôrdania, sempre tiram o último, mas sou teimoso e coloco de volta, favor nao tirar mais se acham que e mentira o que diz, e so mostrar as mentiras, nao precisa tirar o comentario. As mentiras e fácil de serem desmentidas e so mostrar que sao mentiras mostrando a verdade, nao precisam se ofender. Atualmente estamos na era da inteligencia, tudo devemos solucionar no diálogo, e nao como os bruta montes fazem que resolvem na base de brigas e balas e guerras

  43. Adelina disse:

    Recomendo Maracujina – gotas ou comprimidos. Ajuda a acalmar os medos. Um abraço, Sakamoto.

  44. Daniel disse:

    É interessante como todos descreditam os comentários do Reflexão. Mas se incomodam visceralmente com eles. E não apresentam contra-argumentos. Digno de estudante esquerdista, esses comunas de carteirinha (bebedores de coca-cola e comedores de Mc Donald’s) lutam pela liberdade de expressão – somente a própria-, reprimindo a todo custo idéias contrárias às suas. FRANCAMENTE, digno de fidéizinhos criados pela grande e gorda cobra comunista, que insiste em rastejar por essas bandas.

  45. Daniel disse:

    P/ Reflexão

    É esse pinguinho de bom senso que você apresenta em seus comentários que falta na América Latina.

  46. Rodrigo Campos Braga disse:

    daniel tá com dó? leva o reflexão pra casa.

  47. lacordaire r de faria disse:

    Esta senhora tem o pensamento reaciorário. Faz par com o sr. caiado. É uma pena. Eu era fã dela. Parecia ser uma pessoa de carater e de visão social. Mas desde a declarção eleitoreira e infe-
    liz que não assisto mais nada em que ela participe. Parece que pior que ela só esse imbecil que se assina Júlio que fez esse comentário idiota com esses exemplos medíocres e infelizes. Deviam trocar idéias, os dois, pois são ignorantes de pai e mãe.

  48. Ah, os pecuaristas brasileiros…

    Os mesmos filhos da puta de sempre tentando pagar de “defensores da sua liberdade”

    Não sou pecuarista não, minha senhora. Não sonego imposto. Não tenho terra improdutiva nem uso trabalho escravo. Assim sendo, tenho medo de índio nem de Sem terra.

  49. Siboba disse:

    “Lacordaire” (rs) :

    Foi o pensamento (e as ações) dos reacionários que impediram que esse país tomasse o mesmo rumo de Cuba. Lembre-se que pra alguns, ser chamado de reacionário caracteriza um elogio. Pronto. Falei.

  50. Ricardo Arini disse:

    Ei, cadê meu comentário? Hum…Tá a fim da mina mesmo, hein?

  51. Ricardo Arini disse:

    Hi, foi mal!! Errei de reportagem!!

  52. daniel camilo disse:

    O que os índios precisam é de informações agropecuarias atualizadas que lhes ofereçam a oportunidade de aprender a cultivar a terra e criar animais de porte médio (bovinos, caprino, etc); e pequeno porte (galinhas, pato, etc) para auto-sustento e venda de excedente em feiras livres ou outro local. Mas tudo com assistência técnica.
    Lí em uma reportagem anos atrás que aquí em MS, um técnico agropecuário ensinou alguns índios de uma aldeia, com permissão do cacique, a construir diques(tanques) de água para criação de peixes, com ótimo resultado. Mas foi um caso isolado e a Funai poderia aproveitar essas idéias junto aos governos; federal, estadual, municipal e a sociedade para formar uma força única para tirar os índios dessa situação de penúria.Mas, parece que a Funai e os nossos parlamentares no governo não gostam que as coisas dêem certas para os índios. O que se vê hoje, são índias sendo estrupadas; índios embriagados, usando drogas; suicídios constantes de indios sem perspectivas, sem futuro. Tendo, ainda sua cultura sendo aniquilada pela inflência da televisão, de religiões, etc
    Os índios não precisam de grandes áreas de terra, nem de equipamentos caros. Basta reensina-los a viver do que plantam e como não tem mais caça abundante, de ensiná-los a criar animais.
    Com isso, haverá paz nas áreas rurais entre os índios e agropecuaristas.
    Tem os sem-terras, mas é um outro tema.

  53. Estrela disse:

    Concordo a respeito de que os índios deveriam ser mais bem informados, orientados, de forma que pudessem sobreviver, pelo menos no país, mas vem a dúvida em minha cabeça…Em primeiro lugar, nem as pessoas que vivem nas periferias tem essa orientação, essa chance, seja de trabalhar, estudar, procuzir. Será que os índios, com sua cultura tão diferente e firme, firme no sentido de , muitos ainda vivem conforme suas origens, não é tão fácil modificar seus hábitos, modo de vida.
    Já a questão de terras, a falta de respeito, não é somente com o povo indígena, é geral. A “igualdade” nunca saiu do papel, da bandeira, infelizmente. Acho que é preciso sim, limitar hectares por proprietário, e que todos tenham direito a um pedaço de terra, num país tão grande não é justo que poucos tenham uma imensidão de terras e muito tenham “nada”.

  54. indio disse:

    mim indio…indio qué celular… indio qué cuputador.. indiu qué tequinologia… indio qué camisa de time de futibol… indio qué dinheru… mas indio num qué respeitá lei do homi branco, nao…

  55. Condor disse:

    SAKAMOTO eu tenho medo é de pessoas como você, que parece bem esclarecido mas fica fomentando a luta de raças. Mas a sua orientação política eu já conheço, e o seu papel nela é este mesmo. Só para lembrar: O muro de Berlim já foi derrubado; a União soviética não mais existe; no Vietnam só conseguiram dividí-lo; na Coréia idem; Cuba está no bagaço, assim como Fidel, e os bons brasileiros odeiam comunistas.

  56. Rair disse:

    Ela não sabe que alienar é o mesmo que vender… Se isso que ela disse fosse verdade… nossa!!! Talvez a solução dos nossos problemas.

  57. luana disse:

    Julio escreveu, em um dos primeiros comentários: “merece ir para a Europa quem conseguir ir, desde é claro que com seus próprios recursos,”
    O indivíduo da classe média, ou da elite, tem o costume de se achar muito especial. Já pararam para pensar, porém, se o Julio ou qualquer outro, conseguiria “ir para a Europa com seus próprios recursos” se não tivesse nascido em uma família privilegiada com condições de pagar uma boa educação e um diploma? Quer dizer, o Julio que tivesse nascido na favela teria as mesmas condições de “conseguir ir para Europa” que o Julio da classe média ou rica?

  58. Divaldo. disse:

    Ela não tem medo só de índio.
    Ela tem medo de índio, sindicalistas, PTìstas, do Lula e de tudo que é contra o tais de ruralistas.
    Bem que voce assinalou o ano de 2002, quando ela usou da sua fama como atriz para semear medo diante da TV, nos eleitores que estavam propensos a votar no Lula.
    Eu tenho muito boa memória e não esqueci do ocorrido, aliás, voce está me dando a peça do quebra cabeça que há anos eu procurava, até por que ela como ente público nunca poderia ser contra o pensamento do povo.
    E quem não se lembra da sua participação nos debates e propaganda dos tucanos na TV em prol do picolé de xuxu?
    Bom…agora já sei que ela é uma ruralista, uma criadora de gado, uma fazendeira.
    Está explicado.

  59. VIC disse:

    OPA !!! A ITÁLIA, REGIÃO NATAL DOS ROMANOS, VAI REQUISITAR TODA A GÁLIA (FRANÇA) E PENÍNSULA IBÉRICA, ALÉM DA GRÃ-BRETANHA, ALEGANDO SER TERRITÓRIOS DELA, POIS ESSAS REGIÕES ERAM DOS ROMANOS. A ITÁLIA TEM ESSE DIREITO. ….OU NÃO TEM ?? E OS ÍNDIOS, TÊM O DIREITO DE PERMANECER NAS TERRAS AD INFINITUM ???

  60. Sakamoto…

    “direito alienável a propriedade” … será que a Regina Duarte estava interpretnado uma personagem cômica?

    Estou reproduzindo o texto no:

    http://www.dissolvendo-no-ar.blogspot.com

  61. Regina “Bufallo Bill” Duarte

  62. Christiano Pereira de Almeida Neto disse:

    O Condor – 20/05/09 às 14:horas – (com dor nas mãos; dor na consciência; dor na alma; dor de cotovelo e outras) escreveu: “e os bons brasileiros odeiam comunistas.” Bem, se é para não odiar os comunistas tenha que ser mau, então sou mau. Assim como milhões de brasileiros.

  63. Sérgio disse:

    Olá Sakamoto. A R. “medo puro” Duarte não é a inimiga perigosa. A perigosa chama-se Kátia Abreu, sen. do Demo-TO e presidente da Confederação Nacional da Agricultura. Ela está sendo capaz de articular marmanjos que contratam pistoleiros, ministros de cortes superiores e parlamentares picaretas.

  64. Laurindo B. Regueira disse:

    Sakamoto, tenho a impressão de não ter escrito nada de exagerado ou fora das normas do bem-conviver; não entendi o porquê de ter sido censurado. Coincidência ou não, essa foi minha terceira tentativa de participar de seu blog e foi a terceira censura.
    Pô, meu…mas já que é assim, agora farei juz à censura: manda esse tal de Darko e a tal de Reflexão pra PQP.

  65. admar disse:

    Coitada da Regina vive com medo…
    Qual tem sido a contribuição desta senhora para o povo desta nação? Só personagens novelisticos e nada mais!!!

  66. Edson disse:

    Quando os brancos aqui chegaram a quem pertenciam estas terras? A dona Regina? Aos fariseus exploradores do trabalho alheio? Esta cambada de farsantes tem mais é que ter medo mesmo porque usurparam a propriedade privada que defendem hoje por oportunismo!

  67. Reflexão disse:

    Laurindo e pares.

    Gostaria que me respondesse, baseado no entendimento do grupo ideológico ao qual vc. demonstra fazer parte.

    Segue:

    Se seguir o raciocínio de que os índios são os proprietários de todas as terras do Brasil, pelo simples fato de aqui estarem anteriormente a chegada de Cabral, e baseado nesse entendimento vossos, de que não existe o direito a propriedade, porque o verdadeiro dono “indio”, foi retirado e explorado quando da colonização deste país.

    Lhes pergunto: Porquê vcs. pares da mesma ideologia, não entregam seus lares, que estão em cima das terras indígenas, mas prega a entrega de terras de produtores. Por acaso suas residências são feitas em cima das águas com palafitas?

    O pior ser humano e sua pior atitude “Hipocrita e Hipocrisia”.

  68. Reflexão disse:

    EDSON,

    ENTREGUE SUA CASA, AFINAL É DOS ÍNDIOS A TERRA ONDE MORAS, OU SEU CONCEITO É VÁLIDO SOMENTE PARA OS OUTROS E NÃO APLICA A VC?

    QUANTA HIPOCRISIA E UM SÓ BLOG.

  69. Elizabeth disse:

    Parabéns pela matéria!

  70. Reflexão disse:

    Sergio,

    Vc. tem medo de mulher?
    Cuidado que a Kátia Abreu é um perigo, inclusive ela morde e ranca pedaço.

    Só não esqueça que o perigo que ela representa na sua concepção, não é nada se comparado a sua ideologia pragmática e arcaica.

    Somente gostaria saber o pq o Sakamoto foge ao debate e não apresenta em público os reais conceitos de escravidão para os dias atuais.

    Ele poderia nos dar uma noção real da verdadeira definição do que poderemos considerar Escravos, para o século XXI.

  71. Reflexão disse:

    Elisabeth, disse:

    “Parabéns pela matéria”.

    Essa matéria somente vem a depreciar todas as honrarias do Sakamoto, pois é uma matéria típica de revista de fofocas.

    Esse é a Contigo dos blogs?

    Lamentável

  72. huk disse:

    Ô SAKAMOTO, O ARROZ E O FEIJÃO QUE TU COME, BEM COMO A CARNE ABUNDANTE QUANDO VAI A UMA CHURRASCARIA SE DEVE AOS BRAVOS AGRICULTORES E PECUARISTAS DESTA NAÇÃO, QUE FICAM SENDO ALVO DOS IGNORANTES DOS SEM TERRA, QUE SÓ FAZEM DESTRUIR A PRODUÇÃO AGRÍCOLA E SEMEAR A DESGRAÇA NO CAMPO! AGORA OS INDIOS VEM SENDO USADOS PELO GOVERNO PARA ATRAPALHAR A VIDA DE QUEM PRODUZ E SUSTENTA ESTA NAÇÃO!
    PRATICAMENTE TODO ASSENTAMENTO SEM TERRA É IMPRODUTIVO, TANTO QUE OS SEM TERRA VIVEM DE CESTA BÁSICA, PRODUZIDA PELOS AGRICULTORES QUE ELES PERSEGUEM!
    ACORDA BRASIL!
    PARA PRA PENSAR O SAKAMOTO! ABRE O OLHO!

  73. JB disse:

    Realmente essa tolice de direito alienável já deveria ter acabado. Bem que o blogueiro poderia contribuir um pouco para isso dando os endereços dos apartamentos seus e familiares e pedindo ao pessoal das favelas para invadirem. Inclusive esperando-os nas porta com uma boa merenda.

  74. Socorro Araújo disse:

    Primeiro agradeço ao jovem Sakamoto pelas pérolas de reportagem e compromisso social com a cidadania brasileira.
    Segundo, sinto uma profunda tristeza de constatar quantos tantos brasileiros, de certo, aqueles que pensam um Brasil só para uns sem entender que uma sociedade inclusiva e justa é o desenvolvimento, não só economica de um país, mas, a grandeza de um povo.
    Muito obrigada Sakamoto pelo jornalista que vc. é, e que espero, seja fonte inspiradora de uma outra geração de formadores de opinião no nosso querido Brasil.

  75. Claudia disse:

    Leonardo,

    De onde saí essa gente tão conservadora, desumana e cruel que não desiste de comentar no teu blog para xingar e depreciar índios e trabalhadores ruraus sem terra. Eles realmente se acham uns santos, os herois que alimentam a nação. Eles são muito burros ou são apenas gente ruim mesmo?

    Coisa de louco esses comentários. Assustador o grau de crueldade e babaquice reinante… E a tal Regina é uma coitada. Sempre foi, vamos combinar…

    Continue no ritmo que teus textos estão muito bons.

    C.

  76. Pedro disse:

    Olá Sakamoto,

    Eu estive na área indígena dos Kaiowá Guarani em Dourados há quase 10 anos, e pelo que me lembro as terras deles já haviam sido homologadas fazia tempo.

    O problema real é que a região tem uma terra muito boa para se plantar, e por isso cara. Com isso o governo não mostra interesse algum em terminar a demarcação.

    Enquanto isso, pra não morrer de fome os índios são obrigados a trabalhar a preço de banana para os fazendeiros que ocupam as terras que são por direito dos índios.

    Parabens pela matéria,

    Pedro

  77. Hélio disse:

    O agronegócio expulsou milhares de pequenos agricultores para as cidades criando problemas enormes para a sociedade e o poder público. Os proprietários defendem o seu direito DE propriedade, mas não defendem o direito Á propriedade para todos. Ainda é tempo de salvar o povo nativo. Nos EUA, -país que os homens do agronegócio tanto admiram-, nem índio tem mais. Falta humanidade prá essa gente que se pensa superior, acima do bem e do mal e que, com a equivocada produção em escala vão resolver a fome no mundo e não se dão conta de que o MODELO está equivocado e agride a diversidade e o meio-ambiente.

  78. Sakamoto, liga não.

    A internet está cheia de gente ignorante e COVARDE. Só não sei se o uso de apelidos serve para esconder a identidade ou a vergonha das besteiras que escrevem.

  79. Siboba disse:

    Sabe porquê a Regina Duarte tem medo de índio? Siga o link:

    http://noticias.uol.com.br/album/090520_album.jhtm#fotoNav=24

    “Imagem mostra espingardas e armas artesanais apreendidas pela Polícia Federal em uma aldeia indígena em Aracruz, no Espírito Santo”

    Abre o olho, meu povo!!!!

  80. fafinha disse:

    Lendo com atenção algumas dessas opiniões, percebe-se a superficialidade da maioria delas: todos são radicais, e seus argumentos não resistem a uma análise mais apurada.
    Por exemplo, uns defendem com unhas e dentes os indígenas, esquecendo-se que eles também cometem as suas cretinices, como cobrar pedágio… Outros os condenam radicalmente, esquecendo-se que eles são os legítimos “herdeiros” dessas terras e têm lá os seus direitos que não podem ser desprezados. São dois lados que devem ser considerados em qualquer discussão. E tal raciocínio se aplica à questão dos pobres e ricos, dos brancos e negros, da polícia e dos bandidos, etc…
    Quanto ao medo, todos o sentem, em algum momento da vida, com relação a alguém ou a alguma coisa.
    Tem gente que tem medo até de barata!!!!

  81. Povo brasileiro disse:

    Regina Duarte,
    porque não te calas

  82. Buffallo Bill disse:

    Eu gostaria de ver essa gente sonhadora do ideal de que os brancos deveriam reverenciar os índios e tornar este Brazil uma imensa selva em prol dos silvícolas, quando estiverem doentes DE VERDADE, irem até a pajelança aspirar a fumacinha do pajé, comer as parcas espigas de milho plantadas por esse pessoalzinho preguiçoso, andar com a bunda de fora o tempo todo, bater bumbo para fazer chover e por aí afora. Na Á frica, onde o mundo ainda é mais ou menos selvagem como nas origens do passado, a maioria passa fome, guerreiam, fazem prisioneiros, COMEM OS INIMIGOS (no bom sentido), fazem escravos. Será esse o ideal dos delirantes de plantão que aqui estão se manifestando ??
    Cada coisa no seu lugar. Prato em cima da mesa e penico embaixo da cama. Plantação de arroz para os produtores de arroz.
    Desde 2002 sempre estive do seu lado Regina Duarte – namoradinha do Brasil – e também de Ronaldo Caiado, e sempre estarei

  83. Flávia disse:

    Regina é Duarte, não Kaiowá. Regina não entende e não se informa porque não é vantajoso pra ela entender e se informar – e se apoia no medo pra dizer que não quer abrir mão de nem um boizinho, de nem um Real.

    Regina devia ter vergonha de ser medrosa, porque mais valioso é ser tolerante, saber ouvir e compreender as partes, achar um meio-termo, a união e o bom convívio. Isso diminui o medo que é uma beleza.

    Regina, dorme com a luz acesa, viu? Porque se depender de gente como você, é bom termos medo mesmo. Todos.

  84. Mário José Costa disse:

    Quando alguém defende alguma coisa, principalmente o agronegócio, assim como ele é concebido hoje com ulhas e dentes é porque está ganhando alguma coisa e até é perdoavel, mas quando alguém defende sem estar ganhando nada e não conhecer sobre o assunto, no mínimo é ignorante, come pelas mãos dos outros, lê revistas e jornais das nove famílias brasileiras. O exemplo de devastação, poluição do solo, subsolo, rios, ar está presente no oeste de Santa Catarina. Os agricultores, principalmente os pequenos, criam porcos e aves para as grandes empresas, Sadia/Perdigão (BRF) e outras, pagando uma miséria aos colonos, porque a ração, os medicamentos os galpões são financiados e fornecidos por elas e depois é óbvio são descontados. Imaginem o lucro delas. Todo ano é seca, perdas, prejuízos incalculáveis e o colonos sem alternativas, continuam na mesma. Ignorância de quem?

  85. Allan Cesarini disse:

    Mas quanta baboseira contra o agronegócio… Sei que o artigo é sobre índio, mas vou falar assim mesmo…
    A maior parte das populações modernas se concentra nos grandes centros urbanos. Isso é fato, realidade, e querer muda-la com imaginações e criatividade mas sem noção clara de tudo que está envolvido é coisa de criança sonhando, não de adultos pensantes. Se as populações estão concentradas, óbvio que há menos gente no campo, e principalmente, que há uma grande necessidade de se produzir comida. Horas, para se produzir para tanta gente, é preciso sim maquinário, pesquisa, grandes extensões de terra, produtos químicos, etc. Isso é estrutura de empresa, não coisa de famílias produzindo para subsistência. O “pequeno agricultor” “expulso” pelo agro negócio simplismente não tem lugar na realidade atual. Precisamos do agronegócio, e não faz sentido ficar sonhando sobre como era à 100 anos, ou 200, ou 500. De fato, pequenos produtores só se tornam viáveis se operam em cooperativa, ou seja, agronegócio com muitos donos. No final, oque muitos não entendem é que o tempo passa, a realidade muda, e temos de adaptar e aprender com os erros, e não insistir em reinventar a roda porque a sua vai ser mais redonda que a que aí está…

    Allan

    ps. Indios não são “herdeiros” de lhufas. Se são brasileiros, tem direitos semelhantes aos dos outros, ou seja, se ocupam uma terra de forma fixa, ela deveria ser deles. Se são nomades, como todo nômade, não tem direito à terra nenhuma. Se não são brasileiros, são uma sociedade aparte. Nesse caso, perderam suas terras para o invasor europeu. Fim de estória. Essa tranqueira de demarcação de reservas só faz sentido para tribos nativas e selvagens, sem contatos com a civilização moderna. Mania de “proteger” a cultura do índio, como se a dele merecesse ficar no museu, enquanto a nossa e a do resto do planeta muda, cresce, morre e renasce diariamente…

  86. Otto Lima disse:

    O que mais esperar de uma atriz que, na campanha de Franco Montoro à Prefeitura de São Paulo, em 1985, disse ter medo dos nazistas?

    http://www.youtube.com/watch?v=_d9yz1tmWWk

    O que mais esperar de uma atriz que, na campanha de Geraldo Alckmin à Presidência da República, em 2006, disse ter medo de Lula?

    http://www.youtube.com/watch?v=DEeNSkXn5mY

    E o que mais esperar de uma atriz que, a serviço do alto clero tucano paulista, diz ter medo de qualquer coisa?

  87. Laurindo B. Regueira disse:

    Tanto o Darko quanto a Reflexão têm uma qualidade: não apelam, e sim, argumentam, o que é notável em gente da dita direita, os quais, no geral, são endinheirados, logo, prepotentes.
    Na verdade, todas as terras em que pisamos e vivemos foram um dia da indiada, ainda que eles não tivessem certificado de propriedade, por aí, entendamos que somos todos invasores, considerado o princípio que “é de quem chegar primeiro”. A diferença está no fato de que o cidadão urbano, em sua maioria, ocupa alguns metros da terra, o que também dá o mesmo direito ao fazendeiro e nessa linha de raciocínio, acomodemo-nos todos, brancos, negros e índios. Errados, na verdade, estão os latifundiários que concentram porções gigantescas da terra, são insaciáveis, sempre querem mais, desmatam, expulsam, escravizam, poluem – o Brasil é o maior consumidor de agrotóxico do mundo, sem ser o maior produtor agrícola – não cumprem obrigações trabalhistas e sociais, praticam, em suas propriedades e pequenas cidades adjacentes, o malfadado “voto de cabresto”, uma vez eleitos, legislam de acordo com seu próprio interesse, etc…etc…etc.
    Logo, é essa a classe a que pertence a dona Regina Duarte. Ela diz ter medo de índio por charme, mas sabe-se protegida deles, seja por força das armas, seja pela atuação da bancada ruralista no congresso. Infelizmente, essa é a dura e, aparentemente, imutável realidade, ao menos para mim que já tenho setenta anos, uma parte deles gastos em ações e ilusões.
    Abraços.

  88. Zé Brasil disse:

    O agronegócio detém 43% das nossas exportações. Os indígenas possuem 12% do nosso território e não produzem nenhuma tonelada de grãos. Com tanta terra o governo vai dar aos indígenas o bolsa-família. Veja se os produtores rurais precisam de bolsa-família? Os índios não produzem, tomam as terras e ainda recebem o bolsa-família. Essa conta não vai fechar.

  89. Eitaaaaa povinhoooooo disse:

    Quero ver vcs do PT sairem de seus lares e dar aos indios também pois eles estão a muito mais tempo nessa terra , façam a reforma com seus apto e suas propriedades.

    Além do que quando forem ao mercado comprem apenas alimentos produzidos pelos sem terras e pelos indiginas vejam como vão economizar.

  90. Emidio disse:

    Mas essa senhora deve ser descendente legítima da raça ariana; claro que ela tem medo, afinal ela é elite e, como toda boa elite, tem medo dos que tratam as “minorias” como gente. Mas vem cá: essa mulher já fez algo de útil?

  91. Cruz disse:

    Sakamoto,
    Você deve ter, no mínimo, 90% dos leitores do seu blog como seus admiradores, como eu confessadamente o sou. É um trabalho magnífico. Poucos jornalistas têm o seu desprendimento, convicção e coragem. Parabéns!

    Comentando:
    Curioso como personagens, a exemplo de “Reflexão”, só atribuem ter ideologia quem pensa como Sakamoto. Esquecem que ser antipovo, anti-índio, antimiséria, antidignidade também são atitudes ideológicas. Semelhante a ser racista, nazista, fascista e escravocrata. Assim sempre pensou a maioria da chamada elite política e econômica brasileira, na qual se inclui personas como esta senhora: a tal Regina Duarte. Ela haverá de continuar com medo pelo resto da vida. A sua consciência, no entanto, assusta o povo brasileiro a cada vez que ela assume suas posições políticas.

  92. Francisco dos Santos Timóteo disse:

    Parabéns Rumiñawi pelos comentários.
    Essa Regina Duarte representa todo o lixo que sempre se lambuzou nas tetas do estado (como ela própria viajando) e que, estupidamente, não conseguem enxergar que uma sociedade mais justa faria que com que espécies como esta não tenham tanto medo de índio, de metalúrgico, de pobres e outros não tão afortunados.

  93. Reflexão disse:

    Para Laurindo B. Regueira.

    Percebo que dividimos a mesma opinião em alguns pontos do seu último comentário. Isso é fundamental, pois as brigas as guerras não vem sentido nação buscando o indivíduo, mas exatamente o contrário, vem de dentro do indivíduo exteriorizando em cada ser pensante e ampliando até toda uma nação.
    Portanto, essa congruência em parte, mesmo que pequena, demonstra que as mais variadas classes deste país não está longe do entendimento, é preciso Laurindo acima de tudo não radicalizar, e generalizar.

    Se me permite, estarei fazendo uma análise pessoal sobre sua última manifestação, de maneira a procurar contribuir um pouco para a união em todos, e evitar que cada vez mais nos afastemos em definitivo, já que o Sakamoto, como representante das idéias e opiniões de seu “grupo ideológico”, comente enormes equívocos ao pregar a generalização das difamações e calúnias, haja vista, seu jornalismo ser ABSURDAMENTE PARCIAL, conforme declaração dele próprio para o site Nippo.., o que leva toda a credibilidade de seu trabalho ao desmerecimento como “documento verdade”.
    O jornalista no momento em que deixa de ouvir os dois lados, e cercea o direito de uma das partes envolvidas em fazer sua defesa, está além de nada contribuindo para a solução do desentendimento, como também de maneira ditatorial, impondo toda sua ideologia partidária apolítica ou não, sem permitir o vislumbre do cerne da questão.
    Afinal, os dois lados tem suas verdades, porém a razão quando não está com as duas partes, está somente com uma, mas é preciso que os dois lados possam ter a oportunidade de prestar os esclarecimentos e evitar com isso uma censura do jornalista.
    Assim, quando a matéria já começa viciada de erros metodológicos que a profissão jornalística necessita, fica evidente a TOTAL DESCONTRIBUIÇÃO E DESSERVIÇO PRESTADO A NAÇÃO, mesmo que a espasmos/vez ou outra tenha determinada matéria completo momento de lucidez.
    Se observarmos o trabalho que resultou no prêmio Herzog, notaremos um trabalho, livre de vícios, com excelente elaboração e conclusão. Não se observa nesse trabalho manifestações radicais, conclusões precipitadas e ataques generalizados e indiscriminados contra todos, feito metralha no campo jornalístico.
    Porém salva-se um trabalho ou outro dentre imenso emaranhado de “matérias” tendenciosas, separatistas, radicais, difamatórias, politizadas, parciais, ofensivas, caluniosas…, o que também leva-nos a desacreditar o trabalho que resultou no prêmio Herzog.
    Pois fica a impressão de que o Sakamoto, bate – bate – bate, e vez ou outro assopra para se aproveitar da literatura jornalística ampla, apresentando um trabalho isento, não porque a honestidade profissional acabou por sobrepor sobre seus destemperos, mas sim porque queira apresentar uma obra dentro das normas que lhe permitirá angariar tal prêmio.

    Isso é grave, pois ai chegaremos a horrenda conclusão de que na verdade o objetivo não é levantar a questão que a matéria promete, mas o total interesse em se promover, as custas das massas, buscando prêmios para lhe servir de trampolim na vida pessoal e profissional.

    Mas para não fugir do seu texto, estarei analisando as concordâncias mútuas e discordâncias.

    Se permitir, chamarei de vc., mesmo sabendo nossa imensa diferença de idade.

    Vc. comenta “Tanto o Darko quanto a Reflexão têm uma qualidade: não apelam, e sim, argumentam, o que é notável em gente da dita direita, os quais, no geral, são endinheirados, logo, prepotentes.”

    Primeiramente em defesa, lhe digo não ser possuidor do rótulo “direita ou esquerda”, mesmo porque hoje observo o capitalismo distribuindo renda e lucros “independente da quantidade”, o que em tese a “distribuição” seria socialismo. Observo também o Comunismo retirar todo o patrimônio individual em diversos casos e concentrar no Estado, o que em tese a concentração de renda é um Capitalismo. Porém se nada querer me ampliar nesse horizonte, somente posso dizer que existe uma perfeita troca de conhecimentos entre as duas formas.
    Não concordo também com sua visão sobre todos de direita serem “endinheirados”, pois o Déspota Hitler era de extrema direita, desde sua época de soldado ainda na 1ª guerra mundial e antes de chegar ao poder, passou sérias necessidades de ordem financeira. Por outro lado, podemos observar uma extrema esquerda em Fidel Castro e ainda considerado uma das maiores riquezas do planeta. Talvez vc. até conteste esse último nome, mas há que concordar com muitos esquerdistas milionários.

    Também observo nos dois lados, prepotência em determinados casos, mas sabe porque isso acontece nos dois casos “direita e esquerda”, pelo fato de que a prepotência é inerente do ser humano em evolução e não exclusivamente de sua classe politica. Ao mais não é preciso ser endinheirado para observar a prepotência, pois basta vc. ir em busca de favores ou contrariar opiniões que a prepotência aflora em determinados indivíduos.
    Se a direita é apelante, no sentido vulgar da palavra, também é a esquerda, pois já vi as duas correntes serem intransigentes e até pegarem em armas nas diversas regiões deste planeta.

    Concordo que existiram invasores, portugueses, espanhois, holandeses…, concordo com a opinião do Allan Cesarini, sobre o direito do índio ser legitimo apenas para nativos e selvagens, porém passados 500 anos, não posso dizer que meu direito seja ilegítimo, afinal nesta terra não sou estrangeiro, mas sim brasileiro nato, com sangue misturado de africano, índio, europeu, asiático…, sou uma mistura graças a Deus e não uma raça pura ariana que nunca existiu como Hitler quis demonstrar, a não ser no início das civilizações na terra. Não esqueçamos que o conceito Raça não mais existe pelo óbvio que ninguém é mais puro na consaguinidade. Portanto me sinto totalmente legitimado na posse definitiva de propriedades, seja casa ou imóvel rural, pois tudo aquilo que o proprietário possue, lhe veio por direito adquirido na compra com dinheiro fruto do salário mais gordo ou magro de cada um, devido ao trabalho.
    Agora se alguns grilam terras, se outros invadem terrenos, se outros dão golpes na compra de casas, existe lei para coibir tal prática. Se a lei coibe com lentidão, a culpa não está na legitimidade do direito a propriedade privada.

    Quanto aos latifundiários, observo o mesmo princípio que já lhe mencionei anteriormente. Existem os bons e maus latifúndios. Conheço grande parte desse país, e pude notar os dois lados da situação. Existem latifúndios que respeitam e outros que desrespeitam a natureza e o indivíduo. Aqui também a culpa não está na questão de que a terra sobrepõe ao homem, mas sim o caráter bom ou ruim sobrepondo ao homem, e esses aplicam de acordo com sua consciência e instrumentos em mão, seja para ajudar ou para arruinar onde toca e olha.
    Quanto a produção, posso lhe dizer que o Brasil está entre os maiores produtores agrícolas do planeta, e em algumas culturas agrícolas está inclusive em primeiro lugar. Não esqueça que o Brasil compete em produção com países maiores do que ele continentalmente falando, afinal lembre como exemplo que o território americano é muito maior do que o brasilleiro e suas técnicas de produção melhores, suas taxas e impostos mais eficientes e modernos, e onde eles possuem desertos, nós possuímos florestas.
    Não se esqueça ainda do enorme subsídio que os países impõe a seus produtos e as enormes barreiras a produtos brasileiros não somente agrícolas como também industrializados, o que impede maior produção.
    Não esqueça também que o Brasil apesar de um dos mais populosos, tem quase um décimo da população chinesa, portanto o consumo interno do Brasil é suprido totalmente e a imensa sobra a ser exportada, que poderia contribuir com o consumo chinês, sofre enormes barreiras pela China, India e diversas parte do mundo.
    É notório que quando o Brasil ultrapassa seus níveis de produção agrícola, imediatamente os preços despencam, se que os agricultores sejam pequenos ou grandes possam exportar e elevar os preços a níveis que lhe permitam pagar seus gastos.

    Não esqueça ainda, que o sistema de exportação do Brasil também é arcaico, tanto físico quanto burocrático, com enormes custos e carga tributária, fazendo todo o setor produtivo do país, seja ele rural ou industrial, estar sempre atento, já que a produção para o país exclusivamente no caso agrícola e absorvida pela demanda e sobra enorme excedente.

    O voto de cabresto, se existir ocorre em regiões do norte, nordeste onde alguns dominadores regionais, “sejam de qual classe seja “politica, empresarial, rural…”, não permitiram o desenvolvimento dessas regiões e com isso a população ignorante vive servindo de instrumento de manobra sem qualquer oportunidade de entender seus direitos. Mas isso, não é a mesma coisa que ofender, generalizar alguma dessas três classes sitadas neste parágrafo, pois existem bons jornalistas e péssimos jornalistas, bons e maus políticos, bons e maus cidadões, bons e maus padres, bons e maus policiais, como em toda classe, profissão, indivíduo…sempre existiu as ovelhas negras, até maus filhos existem, porque seria diferente com as profissões, não é?
    O que cabe é levar ao Judiciário, para que somente ele dentro desse país possa coibir essas práticas, e não poderes paralelos, seja com milícias, seja com movimentos sociais fora da legalidade, ou até lamentavelmente levando através de matérias jornalisticas a incentivar desordens e desrepeito a Constituição Federal.
    Quanto ao resto, somente através do diálogo, livre de revanchismo, “pré”-conceitos, é que poderemos fazer realmente algo pelo Brasil, do contrário, será somente distanciamento entre irmãos.

  94. Luis Carlos disse:

    O Julio Guilherme colocou o rabo entre as pernas, jogou a toalha, hahahahaha!!! Não bate mais nele não Rumiñawi. Já está na lona. É só mais um pedante elitista sem argumentos plausíveis.

  95. fernando disse:

    por que voces defensores dos fracos e oprimidos ñão se mudam, para cuba , vão viver onde voces acham que é o paraiso, aproveita e leva os oprimidos para casa

  96. AAB disse:

    Fernando…tu deve ser um desses caras q ficam no Mc Donalds comendo,e vndo as noticia pela net..aí vem querer mostrar q conhec a situaçõ na região…fala serio!!!

  97. JACKSON PINTO DE SOUZA disse:

    QUEM DIRIA A NAMORADINHA DO BRASIL QUE TINHA MEDO DO LULA AGORA ESTAR COM MEDO DE ÍNDISO. TEMOS MEDO E DAS ENCENAÇÕES DA FILHA DELA.

  98. ari nunes disse:

    vocês terráqueos são uns pregos mesmo. vou recomendar a meus superiores sua total aniquilação. :P

  99. Lombardi Tricolor. disse:

    Talvez Regina não se deu conta que seria bom visitar a aldeia.
    Sentar ao lado dos caciques e experimentar o cachimbo da paz.
    Pena que o homem branco que faz as leis, inviabilizou este ato proibindo o homem branco de se relacionar com os pele vermelha e até proibiu o homem branco de freqüentar terras separadas criando novas nações.
    Penso que tudo esta sendo feito de forma imponderada e levando a sociedade a ficar alarmada principalmente aqueles que trabalharam e trabalham com honestidade e compraram com o dinheiro que obtiveram do suor de seu rosto e neste momento se sentem inseguros ao perceber que seus direitos estão sendo ameaçados.
    Não sou a favor da Regina nem dos índios, negros, brancos, mamelucos ou cafuzos assim como eu, sou a favor de uma sociedade segura em que as leis existam para tornar esta sociedade coesa, e não que a todo o momento surjam novas leis fazendo da constituição uma colcha de retalhos que só aparta e segrega e que nem mesmo os juristas conseguem entende-la, justamente porque é feita para se ter dupla ou tripla interpretação ao bel prazer e para deleite dos esfaimados advogados e promotores.
    O erro vem desde o descobrimento trazido pelo homem branco do velho continente, este homem branco que não contente em explorar em todos os sentidos tanto a terra como os filhos da terra vieram com a proposta de modificar a ‘cultura’ dizendo catequizar modificando a religião e os costumes de um povo formoso, profícuo e sábio, porém pueril e disso se aproveitaram nossos antepassados oriundos do velho continente.
    Agora um erro não justifica outros erros porque muitas gerações se passaram e penso que a sociedade “toda” deveria ser ouvida antes de tomarem atitudes injustas e intempestivas.
    O Brasil é grande.

  100. Robson disse:

    Deve deve ser medo dos coitadinhos dos grileiros & latifundiários da região serem obrigados a usar da PISTOLAGEM, como fizeram no ano passado, matando apenas 42 “selvagens”.

  101. Manu disse:

    Os indios deveriam ser totalmente aculturados para começarem a trabalhar, e deixarem de ser vagabundos, é isso. Mas agora estão acostumados a mamar nas tetas do governo.

  102. paulopierre disse:

    Sugiro, ( não é nome japones ), que o Sr.doe todos os seus bens
    para os indigenas. Depois disso vá pentear macaco.

  103. Ana Paula disse:

    Para todos os babacas que criticam os comunistas:

    1 – Se você precisar se virar no meio do mato, consegue? Consegue água, comida e abrigo?
    2 – Se você precisar conter uma praga no meio de uma comunidade e separar, liderar e controlar os pontos críticos, consegue? Consegue liderar qualquer coisa? Ou só consegue obedecer?
    3 – Pra criticar o legado comunista que segurou com TANTA FORÇA TANTA ATROCIDADE em nosso país durante os anos da ditadura, você consegue argumentar contra? Você leu Marx, estudou Lênin? Você sabe quem é Trótski, o que é a Quarta Internacional?
    Não.
    Você não sabe sequer viver sem carro.
    Você tem medo de atrasar o imposto.
    Você não dá conta nem de votar direito.
    Então você não merece tirar a terra de quem já estava aqui.
    De quem já plantava aqui.
    De quem já vivia aqui.
    Não precisa ser comunista para ter noção do que é estúpido dizer. Só precisa ter bom senso.
    E se você não gosta, vai pra Europa. Lá está cheio de branco entediado querendo se matar porque a vida é muito simples.

  104. Reflexão disse:

    Outra míope?

  105. Laurindo B. Regueira disse:

    Para Reflexão:
    Seu poder de argumentação e o seu nível de informação são muito bons, especialmente pela sua juventude. Gosto disso.
    Reconheço que pratiquei algumas generalizações por causa do ambiente blogueiro e do tamanho do meu texto.
    Numa mesa de negociações, condutas como a sua levam a bom termo, principalmente porque o bom-senso indica identificar as diferenças e as semelhanças, antes de discutir.
    Um bom ponto em comum seria, ambos, estarmos preocupados não só com o bem comum, mas sobretudo com a dignidade de todos, a qual, se não remete à utópica igualdade, ao menos precisa remeter a uma diferença menor entre as pessoas, sob os pontos de vista educacional e material. Tenho a certeza de que você concorda com isso e isso, a rigor, é tudo.
    Um abraço.

  106. Joao Saldanha disse:

    essa louca Regina Duarte já cheirou muita cocaina…..
    é uma figura estranha…
    a santinha miseravona…..tem cara de quem nunca gozou gostoso.
    só gozou “legal” em “Malu Mulher” quando no segundo episódio, após se separar de Denis Carvalho, o marido dela na série que a encheu de porrada, encontrou um namorado, personagem de Paulo Figueiredo, que a levou para um fim de semana e depois da primeira picada, ela aparece abrindo amão deitada na cama (não esqueço a cena 30 anos depois) e fala: “Maravilhosoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo”, juro, com 500 mils OOOOOOSSSSS.

  107. Marcio disse:

    Por isso que o melhor papel dela até hoje foi o da VIÚVA PORCINA.

    Ela só fez papel dela mesmo.

  108. Fabio Moura Duarte disse:

    Esperar o quê de uma representante das elites, sobretudo, daquela elite branca, escravista, de olhos azuis que pensa o Brasil com o olho em Wall Street? Os comentários de apoio à essa retrograda senhora acompanham o que há de mais atrasado no país: a classe média e seus representantes.

  109. Raimundo Guedes disse:

    É duro ter que aguentar pessoas sem qualquer preparo intelectual, opinar sobre tudo o que acha que entende!!!
    Essa senhora conquistou o País há meio século, por ter uma carinha bonita, umas pernas bonitas, bunda bonita e fazer média com a imprensa. Obviamente que na época o que menos importava era o que dizia… Hoje, porém, seus atributos físicos murcharam ao nível do seu cérebro. Daí essas bobagens todas que vice a soltar.
    Senhora, o tempo não para!!!!
    ADEUS, VAI!!!!

  110. batista disse:

    Matéria jornalística: “afirmou o presidente interino da Funai, Aloysio Guapindaia:Na medida que uma terra é pequena demais para determinado grupo pode comprometer sobrevivência dessa sociedade.”
    Conclusão:como a natalidade desses brasileiros descendentes da etnia indígena esta aumentando, então futuramente deverão as reservas serem aumentadas até os limites fronteiriços, pela lei ou pela força???????
    Ocorrem decisões políticas e demagógicas que não atendem aos interesses e harmonia da Nação, gerando conflitos desnecessários. Poderiam ser aproveitadas as estruturas já existente para integrar os brasileiros de etnia indígena a Nação Brasileira e não discriminar e prejudicar o restante.No caso de Alcântara, poderiam àqueles brasileiros, serem indenizados, como ocorrem nas desapropriações de fazendas seculares e residências de gerações, para execução de obras de interesses publico.
    Em um Pais africano, recentemente, o governo visando acabar com os conflitos étnicos mandou excluir dos documentos públicos as etnias dos cidadãos, aqui o governo alimenta a discórdia privilegiando alguns nacionais e discriminando a maioria.Ministro si em parada da maconha.Cacique disse,semana passada, que o exercito não pode adentrar nas resrvas indígenas.Reservas não são terras da União? No Peru grupos indígenas estão insurgentes.Divisões e grupos fortalecidos geram conflitos por ganância de riquezas e poder, praticando atentados, agressões, extorsões, até impunemente. Nunca soube da Inglaterra e outros paises coloniais resgatando as injustiça seculares ou privilegiando minorias com tamanho empenho de nossos administradores, já que aqueles é que foram beneficiados e coniventes com o trafico de escravos e e exploração das ex-colonias.Eh!! Pais dos privilegios.

  111. Rumiñawi disse:

    Ê, Batista! Você por aqui? Contra pra nós, o Reflexão é teu companheiro antigo de caserna, é não?

    Vocês falam pra caramba, hein? Alguém paga vcs pra ficar escrevendo comentário pra blog, ou vcs são aposentados mesmo?

  112. Aaron disse:

    Regina é apenas uma tele-atriz.

  113. Reflexão disse:

    Para Laurindo B. Regueira.

    Laurindo, concordo em número e grau com seu comentário das 20:09 hs.

    Adianto-me, agradecendo com todo respeito, o vosso elogio a mim dirigido.

    Sua educação, discernimento, demonstração de tolerância as adversidades de pensamento, somadas a sua experiência deveria servir de exemplo para todos os leitores deste blog, inclusive o Sakamoto.

    Observemos que nossa diferença de idade é muita, já que vc. declara estar nos 70, e eu sem procurar muito me expor a um blog público, lhe adianto dizendo possuir entre 20 a 40 anos.
    Também parece ficar claro nossa grande diferença sobre capitalismo, socialismo e comunismo.

    Porém, sua idade maior, aproxima da minha pela força jovem que suas palavras impõem.

    Nossas diferenças, não há por que ser desculpa para fazermos um do outro intolerante e intolerado. O ser humano não vale pela idade, pela ideologia política, vale sim pelo seu caráter e conduta para com o outro.

    Nossas diferenças, são aproximadas quando quebramos barreiras e “pré”—conceitos sobre tudo aquilo que não conhecemos. Sabemos que nunca adotarei e nem vc. adotará minha maneira de encarar a vida e suas formas de governar a cada cidadão. Mas isto não importa, pois melhor de tudo é quebrar barreiras, que permitam criar novas amizades mesmo na adversidades de opiniões.

    Sei que lerei comentários seus que não me agradaram, o inverso também será recíproco, é óbvio, somos diferentes, assim como todo ser humano o é. Porém, nos aproximamos no momento em que foi colocado entre ambos o respeito e a cordialidade como norma principal para entendimento mútuo.

    Digo isso, sabendo que com sua experiência, não trata-se de nenhuma novidade (já que não estou inventando a roda, como disse outro colega), mas apenas para ficar em registro, e servir de exemplo para cada um dos leitores deste blog, inclusive ao Sakamoto.

    Um forte abraço.

    Reflexão.

  114. Reflexão disse:

    Correção:

    Sei que lerei comentários seus que não me agradaram

    Ler “agradarão”

  115. Reflexão disse:

    Correção:

    Sei que lerei comentários seus que não me agradaram

    Ou deverá ser: Ler “agradará”.

  116. Li esses comentários do início ao fim e após constatações trágicas consegui me divertir. Afinal, alguém precisa disso.

  117. Concordo com o Laurindo à medida que mais que a questão da classe e identidade existe a questão prática que poucos levantaram e que é o mote do artigo: a questão indígena propriamente.
    Calamitosa desde há muito.
    Mas, o que me choca é essa radicalização em não se compreender que levantar essa problemática não significa um ataque a este ou aquele, mas o que nós brasileiros podemos fazer para superar essa questão de extrema violência que se relaciona à questão do índio e da reforma agrária.
    Por que é difícil identificarmos essas questões como um problema do povo brasileiro? É disso que tenho medo. Não somos um povo: somos ou índios, ou agronegociantes…
    No mais, quem é a Regina Duarte?
    E aquele Ricardo Ardini que errou de página?
    E o ótimo Abin dizendo que o outro é bobo?
    E a recomendação de maracujina?
    Tirante o medo e o escândalo em relação ao que somos como povo… eu ri demais das intervenções de alguns colegas. Muito espirituosos.

  118. Sabugo disse:

    O massacre dos índios Kaingang no oeste paulista
    Maurício Castelo Branco
    Julho de 2004

    ——————————————————————————–

    Quase quatro mil índios dizimados, em pouco mais de uma década, com requintes de crueldade muito semelhantes aos do holocausto. Assim foi o massacre dos Kaingang no Oeste Paulista, no início do século passado.(Na imagem ao lado, uma reprodução que mostra a índia Vanuíre). Um dos mais sangrentos capítulos da História do Brasil, este, como tantos outros marcados por extrema violência contra grupos étnicos ou religiosos, também não teve um volume de estudos nem visibilidade compatíveis com sua importância. Exceção feita à memorável dissertação de mestrado em Ciências Humanas na área de História Natural (USP, 1978) do professor João Francisco Tidei de Lima, de Bauru (SP), base obrigatória para pesquisas.

    A incursão no território Kaingang, que em São Paulo se estendia pelo quadrilátero que vai da região de Bauru à de Adamantina e do Rio Tietê ao Rio Paranapanema, começou por volta de 1900, de maneira ainda tímida, mas sempre caracterizada pela ação truculenta dos bugreiros (caçadores índios), que agiam inicialmente a mando de grileiros.

    Grupos de grileiros se aventuravam no oeste do Estado e loteavam e vendiam ilegalmente terras devolutas (pertencentes ao Estado). As atrocidades cometidas contra os Kaingang e transações ilegais deram, portanto, o tom do início da ocupação deste vasto território.

    O problema é que no meio do caminho, no coração da mata atlântica que cobria a maior parte da região, viviam os Kaingang. Os conflitos foram inevitáveis e seu recrudescimento deu-se por volta de 1905, com início da construção da Ferrovia Noroeste do Brasil, que partia de Bauru, cruzava o Noroeste do Estado e fazia a ligação com o Mato Grosso do Sul.

    Os alvos da marcha capitalista, acelerada pela construção da ferrovia, rumo ao Oeste Paulista eram a abertura de uma nova fronteira agrícola, impulsionada pela expansão do café; as rentáveis (e ilícitas) transações de terra e o encurtamento da rota de ligação entre São Paulo e o vizinho Estado, pecuarista por vocação, para estimular as transações de gado no crescente mercado paulista. O jogo capitalista estava posto sobre a mesa, e por questões culturais, os Kaingang eram considerados um entrave a suas estratégias expansionistas.

    Com um poder de fogo infinitamente maior do que o dos índios, que contavam apenas com armas primitivas, as frentes de conquista atropelaram como uma locomotiva desgovernada todas as tribos Kaingang. Embora tentassem resistir de maneira heróica, sua derrocada seria consumada pela associação dos bugreiros agora também com o grupo Franco-Belga responsável pela obra da ferrovia. Os ataques às tribos eram noturnos, o que facilitava as chacinas; os índios eram surpreendidos em meio ao sono profundo por dezenas de homens armados com espingardas, facões e com sede de sangue.

    Proteção tardia – Uma descrição de Amadeu Nogueira Cobra sobre um desses massacres traduz com precisão as atrocidades cometidas contra os Kaingang: Atiravam as crianças para cima e aparavam com o facão, batiam suas cabeças contra um poste, partindo-as. Índias grávidas eram estrebuchadas. Os cadáveres eram amontoados e queimados (…). Deitavam substâncias venenosas nos utensílios de cozinha e nos alimentos ali guardados, para que fosse vitimado no comer algum que porventura sobrevivesse. Faziam prisioneiros mulheres e alguns rapazes para as fazendas, ficando como semi-escravizados.

    A omissão do Estado e da imprensa na época foi fatal para os Kaingang. Desde a Proclamação da República, a Igreja estava afastada do processo de pacificação dos índios. O governo, por sua vez, não havia criado mecanismos próprios para substituí-la nesta missão. E o pior: fez vistas grossas ao genocídio.

    Os principais jornais paulistas limitavam-se a noticiar os poucos relatos que chegavam à redação sobre ataques contra os Kaingang, ainda assim de forma resumida e evasiva. A imprensa era pautada pela visão hegemônica e eurocentrista de progresso – a base da justificativa para a carnificina.

    Só depois da insistente pressão de um grupo liderado por intelectuais, políticos e militares, o governo federal decidiu criar, em 1910, o Serviço de Proteção ao Índio (SPI), que tinha a missão de evitar mais chacinas e apaziguar os Kaingang.

    Sob o comando do marechal Cândido Rondon, a base do SPI foi instalada na região Noroeste do estado, mais precisamente onde hoje fica o município de Promissão, local em que naquele momento encontravam-se acuados pela ferrovia poucos grupos Kaingang, remanescentes do extermínio. O primeiro contato, porém, só ocorreria após dois anos. A partir de então, a pacificação seria consolidada aos poucos.

    Mas já era tarde. Do contingente estimado em 4 mil índios habitantes do Oeste Paulista, restaram apenas 700. Os sobreviventes continuariam sendo atacados, agora por outros inimigos não menos impiedosos: doenças, como gripe espanhola e sarampo, contra as quais não tinham imunidade. Em 1916 estavam reduzidos a 173.

    Os remanescentes foram confinados, em 1921, em dois modestos aldeamentos, localizados em Tupã e Graúna. O de Tupã, denominado Índia Vanuíre, hoje pertence a Arco-Íris, que em 1993 foi promovido a município. Para suas tradições nômades, essas reservas eram uma afronta aos Kaingang, como bem observa o major Lima Figueiredo, em seu livro Índios do Brasil: Por muito favor reservaram-lhes dois lotes acanhados, verdadeiros pingos de ‘i’ numa página de jornal. Posteriormente foi criado o aldeamento de Avaí.

    Resgate necessário – Nesse sentido, o geógrafo e mestre em geociência e meio ambiente, José Aparecido dos Santos, professor dos cursos de Geografia e História das Faculdades Adamantinenses Integradas (FAI), defende a inclusão da história dos Kaingang no currículo das escolas do Oeste Paulista. Santos entende que “o ensino fundamental e médio deveria enfocar em sala de aula a verdadeira história dos Kaingang, até porque foram eles os primeiros habitantes da nossa região.” Para o professor “é fundamental se resgatar a história do Oeste Paulista, desde o processo de ocupação, enfatizando a questão indígena, que no Brasil sempre foi renegada oficialmente”. “Agora é que está havendo maior mobilização para se reverter esse quadro”, comenta, citando como exemplo “a última campanha da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o esforço de uma nova geração de estudiosos, tais como historiadores e antropólogos, que procuram resgatar a história dos índios.”

    Com refinada ironia, Santos observa: “o curioso é que um dos principais marcos da ocupação do oeste paulista, que levou ao genocídio dos Kaingang, foi a construção da Ferrovia Noroeste do Brasil, e hoje não temos nem os índios e muito menos a ferrovia – privatizada e depois falida .” Quase um século após o massacre, e tal como a Fênix – ave da mitologia grega que ressurgiu das cinzas – os descendentes Kaingang da reserva Índia Vanuíre iniciaram, há cerca de oito anos, um processo de resgate de sua cultura. A iniciativa tem apoio do governo estadual e é desenvolvida em parceria com os Krenak, índios de Minas Gerais que vivem no aldeamento há quatro décadas. “Hoje estudamos nosso idioma, celebramos rituais e produzimos artesanatos típicos”, conta Irineu Kotuí, o 2º cacique da reserva, que hoje fica em Arco-Íris, na região de Tupã. Os Kaingang não só fazem apresentações de rituais em eventos nas cidades da região, como abrem o aldeamento para visitas. A história dos Kaingang é de resistência e reconstrução, mas seu passado de injustiça sangrenta não pode ser esquecido.

    O legado da cultura indígena para a cultura brasileira é muito maior do que se imagina. Como se sabe, as influências estão presentes na culinária, na medicina e mais recentemente na glamourosa indústria de perfumaria e cosméticos, pois essência é o que mais a floresta tem. É também surpreende a contribuição dos índios para a língua portuguesa falada e escrita no Brasil. Como nos ensina o professor Fernando Silva em seu Pequeno Dicionário Tupi-Guarani, é grande a influência desta, que é a mais importante família lingüística indígena, sobre o português brasileiro.

    Tupi-guarani: o Brasil por definição

    Pouca gente sabe, mas vem do tupi-guarani, por exemplo, a expressão nhenhenhém, que ficou famosa na boca de linguajar castiço (ou postiço?) do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, quando ele praguejava contra a esquerda que o provocava com o apelido de neoliberal. Como se diz aqui no interior, apelido que pega é aquele que deixa o apelidado furioso. Mas como ia dizendo, nhenhenhém em tupi significa tagarelice, falação.

    E quem nunca usou a expressão “fulano está tiririca da vida”? É isso mesmo. Tiririca também herdamos desse léxico indígena e quer dizer estado nervoso das pessoas, além de erva daninha, que faz um estrago danado nas plantações. Capim (meu apelido de infância) também está lá, no idioma tupi, assim como canoa e cuíca.

    Agora, fiquei surpreso mesmo foi quando descobri que carioca em tupi é casa do branco. Não sei por que deram aos nativos da capital fluminense um nome com tal significado. O Rio de Janeiro pode ser tudo, até casa do branco, mas não a casa do branco.

    Logo o Rio, a terra sagrada da macumba. E o que falar do samba do morro, do saudoso e bom malandro de alma negra, de Cartola, de Madame Satã – o temível travesti da noite da Lapa -, de um sem-número de mitos e personalidades e de milhões de anônimos cariocas de origens africanas?

    Colocar nomes indígenas em Estados e cidades virou tradição no Brasil. Pará, quer dizer rio; Paraíba, rio ruim, que não se presta à navegação. Seguindo a lógica do idioma tupi-guarani, é fácil deslindar a sintomática tradução de pindaíba, segundo a velha e boa gíria brasileira: pinda é falta de dinheiro (o brasileiro bem sabe o que é), é coisa ruim mesmo, ou iba, como preferem os índios. Mas voltando ao assunto dos lugares batizados com nomes indígenas, araxá em tupi é onde primeiro se avista o sol, justamente como amanhece Araxá, a bela cidade histórica encravada nas montanhas de Minas Gerais.

    Por falta de informação, políticos batizaram muitos logradouros públicos com nomes que em tupi-guarani não são de bom agouro. Anhangüera, que virou rodovia em São Paulo, é diabo velho. Anhangabaú, localizado no centro da capital paulista, é vale do diabo. E a mais bela e maior floresta urbana do país, a Tijuca não merece o nome que tem: tijuca significa líqüido podre, atoleiro. Tudo bem que lá no meio da mata deve haver alguma área com essas características, mas não que justifique dar a toda aquela maravilha um nome de significado tão desairoso.

    Bem humorados como são, os índios cairiam em gargalhadas se soubessem que aqueles ricaços do bairro homônimo da floresta moram num lugar que em sua língua quer dizer líqüido podre. É como se os moradores da Barra da Tijuca estivessem chafurdados no atoleiro.

    Muitos pais, na hora de batizar seus filhos, são atraídos pela doce sonoridade dos nomes indígenas, uma prática que virou moda e teve seu auge na década de 80, no eixo Rio-São Paulo (lê-se Santa Tereza-Vila Madalena). Mas é sempre bom conferir antes o que os nomes indígenas querem dizer, pois, caso contrário, o efeito pode ser uma desagradável surpresa para os pais e uma frustração para os filhos.

    É o caso emblemático de Arani, que significa tempo furioso. Eu conheço uma Arani assim, em São Paulo, e agora entendo que não é culpa dela aquele jeito tempestuoso de ser. É coisa dos desígnios da natureza, que só os espíritos das florestas são capazes de explicar.

    Confesso que sou mais chegado em Iracema, a eterna e bela morena dos lábios de mel, que é exatamente o que Iracema significa em tupi-guarani: lábios de mel.

    Maurício Castelo Branco, jornalista em Tupã e Bastos (na época)

  119. Sabugo disse:

    A história de um século de massacre (2) escrito em Sunday 15 March 2009 18:57 Abaixo, mais duas matérias de minha autoria publicadas no Jornal da Cidade de Bauru, no dia 15 de março de 2009. São continuação daquelas narrativas sobre o massacre sofrido pelos caingangues no começo do século 19. Os textos que se seguem são a respeito da índia Vanuíre (foto), considerada a responsável pelo fim dos confrontos entre brancos e caingangues, em 1912.

    Vanuíre, a heroína da pacificação
    Vinda do Paraná, índia caingangue é considerada uma das figuras essenciais para o fim dos conflitos no oeste de São Paulo
    Corpo franzino envolto em trajes singelos; rosto repleto de sulcos, emoldurado por um lenço e algumas mechas de cabelos brancos. Figura frágil, mas dotada de valentia superior à de muitos guerreiros (sua coragem não era a dos que empunham revólveres ou facas, mas sim a daqueles que conferem à vida humana um valor que nenhum punhado de terra é capaz de pagar), a índia Vanuíre é considerada uma das figuras cruciais para que a paz entre brancos e índios no oeste de São Paulo pudesse ser selada.

    A história da índia caingangue é um tanto obscura. Ninguém sabe ao certo quando e onde ela nasceu. Atualmente, existe um consenso entre pesquisadores de que ela teria vindo do Paraná. “Pelo que sabemos, Vanuíre trabalhava na lavoura em uma propriedade situada próximo à divisa com São Paulo. Como já estava acostumada ao convívio com os brancos, acabou sendo chamada pelo Serviço de Proteção ao Índio (SPI) para mediar as negociações de paz com os índios”, afirma Tamimi David Rayes Borsatto, diretora do Museu Histórico Pedagógico “Índia Vanuíre”, em Tupã (182 quilômetros de Bauru).

    Devido à pobreza de documentos oficiais referentes ao fato, os relatos envolvendo a índia são recheados de licenças poéticas e, por vezes, a história acaba ganhando ares de romance ou mesmo de lenda.

    Por volta de 1910, o principal foco de resistência indígena estava concentrado no vale do Rio Feio, também conhecido como Aguapeí. Um grupo chefiado pelo cacique Iacri (que hoje empresta o nome a uma cidade situada nas imediações de onde o conflito ocorreu) não queria saber de dialogar com os brancos.

    O ainda coronel Cândido Mariano Rondon, fundador do SPI, resolveu recorrer ao auxílio de um grupo de caingangues “pacificados” que trabalhavam como escravos na Fazenda Campos Novos do Paranapanema, no Paraná. É interessante notar que seres humanos pudessem ainda viver na condição de servidão, a despeito de a escravidão no Brasil ter sido abolida em 1888.

    Embora convivesse de perto com os brancos, Vanuíre mal sabia falar português direito. Por outro lado, como era uma das mulheres mais velhas da tribo e tinha grande habilidade para contar histórias, atuava como uma espécie de guardiã das tradições de seu povo.

    “Vanuíre prestou um enorme serviço para a pacificação de seus irmãos. Ela desejava salvar da morte o que ainda restava de seu povo”, conta o historiador bauruense Luciano Dias Pires, editor do suplemento Bauru Ilustrado, do Jornal da Cidade.

    Conta a lenda que, cansada de ver a dizimação de seu povo, Vanuíre costumava subir em um tronco de jequitibá de dez metros de altura, onde permanecia, do nascer do dia ao cair da tarde, entoando canções em favor da paz.

    Ela também teria o costume de colocar presentes nas bordas da floresta para atrair a simpatia de Iacri e seus comandados. Por meses, o esforço da velha caingangue parecia ter sido em vão. Certo dia, porém, ao caminhar pela mata, Vanuíre notou que os presentes haviam sido recolhidos pelos índios, que, em troca, deixaram flechas e mel.

    Segundo Luciano Dias Pires, o dia 19 de março de 1912 foi decisivo para o final dos conflitos. “Pouco depois do meio-dia, dez guerreiros caingangues se apresentaram no acampamento branco. Vinham desarmados. Marchavam resolutos. Davam sinais de que desejavam fumar o cachimbo da paz com os integrantes do SPI”, narra o historiador.

    De acordo com ele, “a velha Vanuíre, percebendo a atitude pacífica dos guerreiros, não conteve o entusiasmo e marchou firme ao encontro dos visitantes. Disse a eles que seriam acolhidos como irmãos e pediu que a acompanhassem ao acampamento. A cena causou forte emoção em todos que ali estavam.”

    O encontro permitiu a retomada das obras da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil (NOB), e Vanuíre ganhou fama de pacificadora em toda a região. Ela viveu seus últimos dias na aldeia caingangue de Icatu, no município de Braúna, região de Tupã, onde veio a falecer, em 1918.

    Mais tarde, seus restos mortais foram levados a Tupã e depositados em um mausoléu construído em frente a uma escola estadual que leva seu nome.

    Vanuíre também é o nome de um posto da Fundação Nacional do Índio (Funai) existente no município de Arco-Íris, São Paulo; de uma escola estadual de educação indígena situada no local; de um museu histórico em Tupã; e de um núcleo habitacional localizado na zona norte de Bauru.

    Inaugurado em 1989, o Núcleo Índia Vanuíre foi construído pela Companhia de Habitação Popular de Bauru (Cohab). Possui 308 casas e aproximadamente 1.200 moradores. O projeto de lei que deu o nome ao conjunto habitacional foi de autoria do vereador Lucrécio Jacques, falecido em 2006.
    Rodrigo Ferrari
    Para Pelegrina, história possui lacunas demais

    O historiador bauruense Gabriel Ruiz Pelegrina não tem medo de polêmica. Aos 88 anos de idade, não teme colocar em xeque um dos principais ícones de Bauru e região: a índia Vanuíre. Ele é taxativo em dizer: “Em todos esses anos de pesquisa em jornais e documentos oficiais, nunca encontrei uma linha sequer que fizesse referência a ela.”

    Pelegrina possui em seus arquivos mais de uma dúzia de retratos em preto e branco da caingangue considerada heroína da pacificação indígena no início do século 20. “Dizem que é a Vanuíre nas fotos, mas quem pode garantir? Pode ser alguma índia catequizada qualquer”, provoca.

    De acordo com Pelegrina, a imprensa de Bauru do começo do século 20 teria feito uma ampla cobertura dos conflitos entre brancos e índios na região. “Nenhum jornal, porém, mencionava a índia Vanuíre”, garante.

    O historiador, que já pesquisou sobre o assunto em diversos livros da época, conta que nenhum sertanista (nem mesmo o Marechal Cândido Rondon, a quem é atribuída a vinda de Vanuíre a São Paulo) menciona a existência de Vanuíre.

    Mito?

    O historiador bauruense João Tidei de Lima, professor aposentado da Universidade Estadual Paulista (Unesp), afirma que Vanuíre realmente existiu. “Ela foi uma figura importante na pacificação”, garante.

    De fato, houve uma moradora da aldeia indígena de “Icatu”, no município de Braúna (região de Tupã), que se chamava Vanuíre. Era vinda do Paraná e se fixou no local no início da década de 1910.

    Muito respeitada entre seus pares por conhecer os cantos e tradições caingangues, acabou ganhando fama de responsável pela pacificação dos índios que estavam em guerra com os brancos. Faleceu em 1918, e teve seus restos mortais levados a Tupã, anos mais tarde.

    “A história de Vanuíre pode até parecer um pouco romanceada. Mas que ela de fato existiu e teve papel fundamental na pacificação dos índios da região, ninguém pode negar”, afirma a diretora do Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre, Tamimi David Rayes Borsatto.

    Moradores mais antigos das aldeias da região de Tupã afirmam ter conhecido de perto a “pacificadora”. Inclusive, o cacique caingangue da aldeia “Índia Vanuíre”, Irineu Cotuí, 58 anos, seria descendente de uma irmã de Vanuíre.
    Rodrigo Ferrari

  120. Enquanto fizermos nossos churrascos e desfrutarmos de todas as variedades carnívoras que os bovinos dispoem, estaremos dizendo “sim, concordamos com você Regina Duarte”.

    PS.: Não sou vegetariano. É uma auto crítica mesmo.

  121. sidneiaugusto disse:

    Porque tanto patrulhamento

    Imaginem se a Alemanha Oriental tivesse prevalecido hoje em dia os alemães em vez de mercedes e trens correndo a 300 k/m estarian andando de Trabant ( um carrop que não passava dos oitenta ) e em trens sucateados como os daqui

    Seria interessante o Sr Sakamoto e sua turma de Petistas irem viver em Cuba ou na Venezuela por uns tres meses paraq sentirem as maravilhas do Comunismo que tanto defendem

    deixando é claro aqui seus carros zero e andar lá de bicicleta., ficar na fila do sorvete, da cerveja etc etc, e sentirem no interior de Cuba ou da Venezuela a maravilha que é o sistema de saúde lá , a imagem verdadeira e não esta que insistem em vender para nós aqui lá o médico anda de bicicleta e ganha 150 pesos por mês

    Vá lá experimentar Sr Sakamoto.

  122. Augusto Propinochet disse:

    E por acaso um país miserável seria diferente se não fosse socialista, caro sinideiaugusto?

    Conheces a míseria que caíram os agricultores da europa oriental depois do fim do regime?

  123. Reflexão disse:

    Prezado Hackher Master,

    Irei repetir a mesma resposta fornecida ao outro colega deste blog nosso na matéria postada “Como age a fiscalização rural do trabalho”.

    Peço a gentileza que observe o conteúdo friamente e não interprete como pessoal e diretamente dirigida a vc., porquê não o é.

    Eu apenas estarei copiando e colando parte da resposta dirigida ao nosso colega.

    Talvez ela fique até meio sem sentido, mas dará para vc. ter uma noção daquilo que gostaria de deixar claro.

    Parabéns pela sua bela Ribeirão Preto, que já tive a oportunidade de conhecer.

    Abraços.

    Segue resposta dirigida ao outro colega que fez pergunta próxima da sua, porém de forma pouco pacífica:

    “Rodrigo…

    Independentemente deu ser fazendeiro, milico, safado, hipócrita, charlatão, ignorante, mulher, homem, flamenguista, corintiano, nordestino, nortista, paulista, amazonino, goiano, baiano, portador de necessidades especiais, velhaco, honesto, insano, galanteador, nojento, educado, reprimido, hetero ou homo, branco, amarelo, vermelho, pé grande, pé pequeno, forte, fraco, oprimido, opressor, juiz, promotor, polícia, empresário, dono ou dona de casa, “mané”, sabichão, socialista, capitalista, poeta, poetisa, médico, dentista, engenheiro, pintora, florista, manobrista, favelada, andarilho……Pode ter certeza de uma única coisa, sou ser humano com os mesmos direitos seus, e vc. tem as mesmas obrigações perante a sociedade inteira assim também como eu.

    Portanto não se apegue em quem eu sou, pois amanhã posso ser diferente do que hoje sou(posso estudar, profissionalizar, ganhar e perder patrimônio, trocar de namorada, ou de marido), mas nunca, deixarei de respeitar opiniões independente de alguém se apresentar vestido de branco, toga, paletó e gravata, roupa suja e rasgada, continuarei a mesma pessoa.”

  124. Reflexão disse:

    Prezado Hacker Master,

    Ou observe essa outra resposta dirigida a outro colega nosso:

    “Porquê não saiu do anonimato:
    Estou em um blog público, onde não me é exigido no registro, os dados pessoais para comunicar-me com todos os demais, inclusive com vc.

    Observo neste blog, através das matérias direcionadas “algumas até propositada”, além de diversos comentários, um enorme pré—conceito sobre cada um dos indivíduos que não compartilha da mesma opinião. Se eu me manifestar ser qualquer um ou uma das diversas possibilidades inumeradas acima, será motivo seja ela qual for, para ataques de cunho pessoal, fugindo do cerne de cada uma das discussões propostas.

    Não é isso que quero, e não deveria ser isso que vc. deverá buscar.”

  125. Luciana disse:

    Regina Duarte deveria estar liderando campanha pela população vitimadas pelas chuvas, milhares de pessoas envolvidas no drama das enchentes, retribuiria um pouco para aqueles que lhes deram audiência para que ela hoje fosse fazendeira/pecuarista, muitos dos que hoje estão ao relento com seus filhos pequenos e familiares deram-lhe expressivos numeros no Ibope, assistindo suas novelas e outros programas dos quais participou.
    Deveria estar liderando campanha para que toda a população tivesse acesso a saúde e a educação.
    Deveria tomar conhecimento que crianças estão morrendo vitimas de enchentes, e ela fazendo discursinho de medo, que está parecendo paranóia.
    Não é um artista aquele que não se sensibiliza com o drama de seus compatriotas.
    O medo que esta senhora externou é um sentimento subjetivo pessoal, a questão Indigena e Quilombola é questão Constitucional quem regula é a Constituição Federal que garante aos Indios e aos Quilombolas acesso à terra, observadas formalidades legais.
    A questão Qulombola e Indigena é universal, não é pessoal.
    A propriedade tem que cumprir função social.
    A população brasileira tem medo de privilégios, distinções, miséria humana, analfabetismo, manipulaçõs, falta de acesso à saúde, falta de educação de qualidade, falta de moradia, falta de distribuição de renda, latifúndio improdutivo, chacinas, falta de justiça, injustiça, desemprego, salários arrochados,, extermínio, esses são alguns dos medos da população.

  126. Luciana disse:

    A sensibilidade de um cidadão o torna capaz de entender que por ser proprietário de fazenda não o capacita para discursar negando o DIREITO de povos Indigenas e Quilombolas.
    Não tem direito de ter direitos quem nega direitos de grupos sociais vulneráveis.
    Tomara esta senhora sonhe com as crianças indigenas e quilombolas sorrindo sem medo.

  127. Ieda Raro disse:

    Pobres dos índios, se dependessem dessa burguesia, que fede cada vez mais, já teriam sido extintos em nome da “civilização”!

    Não podemos nos esquecer de que Regina Duarte faz parte da turma do “Cansei”. Aquela turma de gente “distinta e bem educada” que vai pra “passeata” de casaco de pele, jóias e seguranças, estes imprescindíveis, claro, porque todos têm muito medo do povo também!

  128. Renato B. disse:

    Os índios querem terras para viver como antigamente, antes de
    (coitadinhos) terem sua cultura destruida?

    Que tirem as roupas, e parem de pedir remedios e
    comida pro resto do Brasil!

  129. Hacker Master disse:

    Reflexão, não se esquece de passar de novo no Pinguim antes de ir na casa do seu amigo no bairro Colina.

  130. Reflexão disse:

    Luciana,

    Vc. demonstra muita coerência nesse seu argumento, concordo totalmente com ele e em cada individualidade separada por vírgulas.
    Noto bastante critério nas suas colocações a ponto de inclusive esclarecer que dentre os medos da nossa sociedade é Latifúndio Improdutivo, sua colocação é correta, já que deixa a margem dela o Latifúndio produtivo, até mesmo porque não sabemos qual o tamanho da área para ser considerada realmente um latifúndio.

    Mais uma que procura demonstrar com colocações honestas, cuidadosas, a realidade dos anseios de nós brasileiros, pois assim como o país inteiro não é um bar de baderna e sem dono, podemos dizer o mesmo desse blog, que deveria servir de inspiração para que todos utilizassem de forma metódica, todo o seu pensamento exteriorizado, porém com a mesma extrema responsabilidade, que vc. demonstra.

    Parabéns.

    Mais uma brasileira, mais uma mulher a respeitar tudo aquilo que está na Constituição, levando nos a razão, sem sermos irresponsáveis, levianos e marginalmente inconstituicionais.

  131. Reflexão disse:

    Hacker Master,

    Desculpe a pergunta, mas com todo o respeito, vc. bebeu?

    Abraço.

  132. Reflexão disse:

    Luciana, esqueci de demonstrar a qual comentário me referia.

    Segue abaixo:

    A população brasileira tem medo de privilégios, distinções, miséria humana, analfabetismo, manipulaçõs, falta de acesso à saúde, falta de educação de qualidade, falta de moradia, falta de distribuição de renda, latifúndio improdutivo, chacinas, falta de justiça, injustiça, desemprego, salários arrochados,, extermínio, esses são alguns dos medos da população.

  133. Fera Radical disse:

    A Regina Duarte só está c/ medo dos índios agora q ela está c/ a bolsa cheia de dinheiro, pois eu garanto q se fosse no começo de carreira ela estaria empunhando uma bandeira bem grande a favor dos índios.
    Notaram como os artistas qdo ficam famosos e viram celebridades mudam o discurso rapidinho?

  134. José Geraldo S Neto disse:

    Como diria o Romário:
    Ela calada é uma poeta!!!!

  135. Renzo disse:

    Leonardo,
    Como sempre, você é um humanista de primeira grandeza neste universo medíocre da mídia e das sociedades brasileira e global.
    Acompanho seus artigos há algum tempo, e você é a voz dos excluídos, dos mais fracos. Minha opção também é ficar do lado do mais fraco e quem menos poder de expressão tem na sociedade (neste caso em particular, os índios, seja de que continente seja, América do Norte, Central ou do Sul). Eu e minha família já passamos por penúrias e sei o que isto significa!!!
    Estou com você e não abro!
    Abraços

  136. dalva godoy coelho disse:

    Essa louca chamada regina de vez em sempre vem com essas conversas de que tem medo de alguma coisa, essa louca precisa ir direto para o hospicio pois so fala m…. a mando dos poderosos, quanto sera que ela ganha para daruma de medrosinha ela é ridicula.

  137. CONDOR disse:

    Caro Sr Christiano Pereira de Almeida Neto,
    Desculpe pela demora na resposta, mas eu tenho mais o que fazer.
    Em primeiro lugar, eu não escreví “BRASILEIROS BONS”, e sim “BONS BRASILEIROS”, de acordo com a sua resposta, eu só me fortaleço na minha concepção de que VOCÊS, COMUNISTAS, são realmente maus. Aonde o comunismo passou só houve mortes e destruição, expropriações, terrorismos, seqüestros, assaltos a bancos, justiçamentos, mão de obra barata, etc. Em segundo lugar, eu assisto a atriz Regina Duarte desde os tempos da televisão em preto e branco, e ela sempre será a “namoradinha do Brasil”, sim!
    Não sou nenhum “letrado”, mas viví os anos 70 e 80 e não é difícil perceber as intenções do Sr SAKAMOTO: Criar polêmicas para a gente ficar discutindo, enquanto ele fica rindo da nossas caras., isso é próprio dos comunistas, que hoje não passam de sociocomunoterroristavagabundos!!! Se ele cobriu a guerra civil angolana, deve ter sido testemunha da atuação do nosso exército em Operação de Paz naquele País. Não preciso ler KARL MAX nem LENIN para mudar minha consciência, a minha experiência de vida já me basta. A única imagem de Lenin que eu me recordo é da sua estátua caindo, sendo destruída, na antiga URSS. O comunismo já morreu!!! Só falta ser enterrado! E vamos em frente, mas sem revanchismo!!!

  138. Siboba disse:

    Amém Condor, Amém. Pronto. Concordei.

  139. Reflexão disse:

    Condor.

    É Condor, também tenho visto muito ódio, muita agressão verbal, muita tentativa de cala boca de muitos dos seguidores do Sakamoto, inclusive alguns pedindo ao mesmo para bloquear acessos contrários ao pensamento comunista.

    Tal prática, só vem a criar maior distanciamento e antipatia dos agressivos defensores do comunismo e socialismo, as custas do uso da massa desprestigiado do Brasil, como movimento de manobra para realização pessoal, financeira e profissional desses agressivos radicais em detrimento dos próprios excluídos.

    Não vejo aqui nas palavras dos ditos agressivos, dos radicais, do Sakamoto, qualquer respeito ao direito humano que começa em cada indivíduo desta nação.

    O Sakamoto, através do “Repórter Brasil”, aliás APROPRIANDO do nome da nação para projetar sua bandeira jornalista totalmente declarado por ele como parcial no site nippo…, inclusive sob as custas financeiras bancadas em parte pela IGREJA CATÓLICA, que ele critica, com recebimentos através do Catholic Relief, como também recebendo ajuda financeira da República Federativa do Brasil, através da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República, para carregar uma bandeira manchada pelo desrespeito a Constituição do País, contra todas as classes empregadoras deste país, contra a própria profissão jornalística e seu trabalho tendencioso e manipulador, pelas manobras no intento de criar falsas ideologias.

    O mais grave disso tudo, é o sentido de abandono e de ter sido usado, que fere ulceralmente cada um dos verdadeiros excluídos deste país.

    O maior mandamento dele e de seus seguidores, é faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço.
    Não vejo o Sakamoto na praça da República em São Paulo retirando os mendigos e levando os para sua casa, para dar abrigo, comida, teto para estes. Não vejo o Sakamoto dividir o dinheiro que o Reporter Brasil recebe, ser repassado aos sem-tetos de SP e Brasil. Vejo o Sakamoto apoiar invasão de imóveis particulares, mas não vejo as portas de sua casa aberta a todos, nem mesmo entregando-a aos excluídos, como ele propõe aos invasores tomar a força.

    Não vejo o Sakamoto e qualquer dos rebelados contra meus comentários, ir até os semáforos e livrar as crianças aliciadas, quem vendem sempre os mesmos produtos, sempre das mesmas marcas, ou seja, tem criminosos por trás dessas crianças, tem exploradores usando pessoas que serão o futuro de nossa nação. Exploradores totalmente marginais passeando por todo os artigos do Estatuto da Criança e do Adolescente sem qualquer afronta por parte do Sakamoto.

    Não observo trabalho dos críticos as minhas argumentações, no intuíto de livrar as crianças do tráfico, afrontando os traficantes deste país, seja em morros ou não.

    Sabe por quê Condor?

    Pelo simples fato, de que para esses exploradores a lei são eles quem fazem, ao contrário daqueles que o Sakamoto tanto luta contra, pois esses perseguidos pelo Sakamoto, somente usa os meios legais deste país, que é a Justiça, algo que Sakamoto e seus defensores ferrenhos desconhecem.

    Será que eles são capazes de descrever de pronto todos os direitos do Artigo 5° da Constituição Federal pelo menos?

    A situação ao meu ver, parece-me manipulação aviltante por alguém que se esconde atrás de honrarias e medalhas, algo que um verdadeiro humanista e verdadeiro cristão o faz sem discretamente sem qualquer premiação.

    Vc Condor, por acaso já viu Ghandi envergado de honrarias?
    Num país onde os excluídos são incontáveis como é a Índia e foi no tempo dele, onde as castas são totalmente discriminatórias e racistas, onde existia na época de Ghandi e ainda hoje existe verdadeiras perseguições saguinárias, com risco verdadeiro de morte para aqueles que lutam contra elas e seus violentos lideres religiosos, somente o trabalho de um ser humano inigualável, todo de branco, no meio do povo, sem qualquer honraria, comendo e bebendo da mesma fonte, me leva a notar o total disparate comparativo entre o trabalho sincero a ponto de DAR A VIDA PELA PAZ ENTRE POVOS, PREGANDO A IGUALDADE ENTRE IRMÃOS, MESMO QUE NAS DIFERENÇAS GRITANTES DA INDIA, SOFRENDO VÁRIOS ATENTADOS CONTRA A SUA VIDA, comparados com a bandeira agressiva, discriminatória do Sakamoto e suas honrarias, é digno de …

    Sem palavras.

  140. Gilmar Mendes Alckmin disse:

    A terra é propriedade de direito dos fazendeiros por direito, afinal eles assassinaram os índios e os sitiantes menores para poderem se apossar das terras….

  141. citação disse:

    “O boicote do sal e do tecido inglês na Índia, o dos ônibus segregacionistas no Sul dos Estados Unidos e tantos outros movimentos de desobediência civil em todo o mundo causaram grandes prejuízos materiais aos capitalistas, mas trouxeram conquistas para a humanidade.”

    http://www.cptnac.com.br/?system=news&action=read&id=3158&eid=277

  142. Flavio Saddam disse:

    Pra uma mulher que não conhece as raizes historicas do nosso povo e suas referencias humanas foi sempre moldade pela familia “Marinho”. Vamos esperar o quê dessa Tucanaglobal!!!

  143. Puck disse:

    Essa mulher peida demais!

  144. Batista disse:

    “Rumiãwi”

    Sou brasileiro.

    Foi vc que conseguiu escrever tudo sózinho ou foi alguma ONG que escreveu para vc copiar. Apresente idéias e argumentos com hombridade.

  145. [...] Regina Duarte tem medo da demarcação das terras indígenas e quilombolas. Para ela a propriedade é ‘direito inalienável’, mesmo que grande [...]

  146. Sônia disse:

    Fidel,Lula,Sakamoto,R.Duarte,Reflexão,Dalva Godói,Júlio,etc…, .Vocês se preocupam com o sofrer,com a dor , com a perda de vidas?Sabem que os animais não humanos sofrem mais que todos os citados acima?Pois são poucos os que os defendem,são poucos os que se alimentam de outros produtos para que não haja derramamento de sangue.Acordem. A discussão tem que ser outra.Pela VIDA, pela PAZ entre todos os seres.

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