Deputado Aldo Rebelo toma pancada do Greenpeace
Aldo Rebelo (PC do B-SP) deve estar sentindo até agora a pancada que levou do diretor de políticas públicas do Greenpeace, Sérgio Leitão, em debate na rádio CBN. O deputado federal tentou defender, através de um discurso raso, a integração forçada dos povos indígenas ao restante da sociedade, limitando o seu direito à terra e à identidade. Leitão teve paciência para lembrar um pouco de história ao deputado e tentar trazê-lo de volta à realidade.
Aldo fala de interesses externos de olho no solo e no subsolo da Amazônia, culpa as ONGs estrangeiras que atuam aqui por isso. É claro que existem ONGs canalhas, mas da mesma forma que empresas e governos. Contudo, Aldo não fala sobre a verdadeira degradação ambiental, social, trabalhista causada por multinacionais estrangeiras que têm interesse no tipo de “progresso” pregado pelo deputado. A agenda de Aldo o consagra como um dos grandes aliados dos ruralistas, de sua bancada e seu modelo de desenvolvimento. E não dos movimentos sociais, entidades progressistas e dos trabalhadores brasileiros – que seriam próximos de seu partido, de acordo com seu partido.
A Amazônia já está internacionalizada, deputado. E não é de agora, deputado. Parece que o senhor não se lembra o que aconteceu durante o último período ditatorial e após a redemocratização, deputado, em que a pilhagem do capital internacional correu solta pela Amazônia, Cerrado e Pantanal, passando por cima de populações tradicionais, camponeses e trabalhadores rurais.
Eu já havia concedido o Troféu Frango, dado por este blog a bizarrices em geral, a Aldo Rebelo. É uma pena, caso contrário, esse era o momento dele levar um Frango para casa.
Ouçam o áudio do debate, clicando aqui.
Autor: sakamoto - Categoria(s): Sem categoria Tags:

O Aldo rebelo está sendo injuriado porque ousou sair do circulo pTRALHA,só isso
Se os intelectuais brasileiros concordam com o estado legal do índio brasileiro é uma pena. Sou neto de índio e não vejo vantagem nenhuma para o conjunto social, indivíduos ficarem a margem da Lei que rege a nação. Teóricamente todos descendentes podem alegar direitos à reservas territoriais. O conceito de Cota Racial nas universidades públicas segue o mesmo jeito e já se tornou Lei.
Dizem que 5% do território brasileiro é considerado terra indígena. Só que temos dezenas de milhões de descendentes que não tem direito nenhum nele, exatamente por terem se integrados aos conceitos urbanos modernos e trabalharem para colocar renda nas mãos do estado e da Funai. Se os conceitos econômicos dos índios, como caça e coleta, forem regra, o destino da humanidade é a morte por falta de alimentos. Como uma cultura incapaz de prover as necessidades de sobrevivência deve ser mantida? Tanto que ela é incapaz, que nas reservas têm carros, celulares, medicamentos, tecidos, etc., e outros produtos da civilização normal que eles querem longe.
Se todos índios etnicamente forem buscar reservas na Região Norte, ela todinha seria nação indígena e excluída totalmente dos conceitos nacionais do Brasil. Quem conhece Manaus sabe muito bem o que estou falando.
Esse Ayres Brito é um caeté de mão cheia, mas legislou para privilegiar uma pequena parcela da população brasileira que hipoteticamente não tem capacidade moral e intelectual de viver em sociedade como a maioria das pessoas, nesse caso da Raposa Serra do Sol.
Aldo Rabelo apenas está manifestando seus conceitos de nacionalismo. Para mim, de forma correta.
Os índios não podem se intregrar ao povo brasileiro, mas podem e devem ao todo estragueiro ongueiro. É isso????
Por mais que ache o Aldo errado, um fato não muda: onde tem índio com terra pobre não aparece uma ONG. Onde tem ouro e diamante, tem mais ONG do que índio.
Você fala em trabalhador, e é contra o desenvolvimento. Sem capitalismo não existe trabalhador, o que existe é a fome a miséria, as epidemias, as verminoses, a mortalidade infantil. Quer um exemplo? Na Africa não existe capitalismo, também não existe tabalhador, só miséria.
13/abr/09 (Alerta em Rede) – Passada a “batalha de Roraima”, que se desdobrou em torno da demarcação das reservas indígenas Raposa-Serra do Sol e decidida pelo Supremo Tribunal Federal em favor dos “índios”, já se iniciaram rumores sobre a criação de uma outra reserva no Estado, a terra indígena Anaru. Segundo o jornal Valor, a Funai já estaria reivindicando pelo menos um terço dos 6 milhões de hectares destinados pela União ao governo estadual para “compensar” a criação da Raposa-Serra do Sol, onde reuniria parte das etnias “originárias” de Roraima. Isso para não mencionar outro antigo projeto do indigenismo, o de juntar a reserva São Marcos, homologada há mais tempo, às contíguas Raposa-Serra do Sol e Ianomâmi para formar um território único e contínuo. [1]
Como assinala ainda a reportagem, já é possível comprovar o resultado da diáspora dos índios macuxi, etnia dominante nas 200 comunidades da Raposa-Serra do Sol. Na periferia de Boa Vista, acomodados entre os bairros de Nova Cidade e Brigadeiro, há centenas de famílias indígenas que deixaram a reserva por causa de incidentes derivados da briga pela posse da terra. O presidente da associação dos moradores do bairro Nova Cidade, o maranhense Miguel Alves do Nascimento, relata que toda semana aparecem novas famílias indígenas em busca de casa e abrigo na região: “Eles se instalam na beira de umas lagoas que têm aí, mas a prefeitura vem e tira o pessoal porque é área de preservação”, diz ele, afirmando que as condições de vida nessas áreas marginais são mínimas.
Em outra frente, uma força-tarefa criada pelo Ministério Público Federal (MPF) e Ministério Público do Trabalho (MPT) constatou graves irregularidades trabalhistas praticadas pelas ONGs Conselho Indígena Missionário (CIR) e Serviço de Cooperação ao Povo Yanomami (Secoya), assim como pela Diocese de Roraima, em serviços prestados à Fundação Nacional de Saúde (Funasa) nas reservas Raposa-Serra do Sol e Ianomami. Segundo as investigações da força-tarefa, cerca de 700 trabalhadores que atuam na assistência à saúde indígena estão em situação irregular, sendo que a maioria dos funcionários das três entidades está há quatro meses sem receber seus salários (há casos de até um ano) e de outros que sequer possuem registro junto à Superintendência do Trabalho e nas próprias entidades. [2]
Segundo um dos integrantes da força-tarefa, o procurador do Trabalho Jorsinei Nascimento, “Historicamente a Funasa tem contrato com empresas terceirizadas. Ao final do contrato, essas empresas terceirizadas têm o mau costume de deixar de efetuar o pagamento desses trabalhadores sem dar qualquer amparo para essas comunidades indígenas. E quando acabam os contratos, essas empresas acabam sumindo. Então você não consegue localizar essas empresas, nem sócio, prejudicando o trabalhador”.
Face às graves irregularidades encontradas, o coordenador regional da Funasa, Marcelo Lopes, anunciou que os convênios com as três ONGs, que terminam entre maio e julho próximos, não serão renovados. Por ano, o órgão repassa R$ 25 milhões para as três ONGs, recursos suficientes, segundo Lopes, para atender bem a população de 54 mil indígenas. Uma vez que as ONGs não repassam os valores aos trabalhadores pelos serviços prestados, a Funasa acaba sendo responsabilizada novamente (responsabilidade subsidiária), já que ela efetua o pagamento duas vezes, com dinheiro público. A ação trabalhista movida pelo Ministério Público contra uma das três entidades já monta em R$ 7 milhões.
Como este Alerta já relatou à exaustão, o CIR, conhecido por receber financiamentos de órgãos do exterior (inclusive, de governos), foi seminal para o verdadeiro esbulho nacional em que se tornou a demarcação da Raposa-Serra do Sol, asim como a Diocese de Roraima, abertamente vinculada à herege Teologia da Libertação. Assim, não surpreende que tenham sido flagradas em falcatruas contra leis e interesses nacionais, faz parte da sua formação ideológica que inclui o velho princípio de que os fins justificam os meios.
Acesse: http://www.alerta.inf
Retificação. Acesse:www.alerta.inf.br
Alguém gostaria de saber como é que nasce uma Nação de fato? Criando-se o poder de polícia.
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Índios montam delegacia própria em aldeia no Amazonas
http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/04/22/indios+montam+delegacia+propria+em+aldeia+no+amazonas+5663002.html
É muito simples: ao dar terra aos índios, o governo escova de si a responsabilidade da destruição do terrítório concedido a eles. É dos índios, eles fazem o que bem entendem, e o que mais sabem: exploram a terra e a floresta em detrimento do lucro dos caciques, que de índios, só tem cara. Até Nextel os caras usam! Verdade. Comunicação rápida e barata ajuda a maximizar os lucros. Pronto. Falei.
Será que os porcos que querem se aproveitar do caso Raposa-serra-do-sol serão um dia exterminados? Ongueiros, Blogueiros, Políticos….. Raça repugnante, desgraçada, aproveitadora…… Prisão é insuficiente para esses desgraçados, que possuem tentáculos onde estão e onde não estão…. Extermínio é a solução.
Se tivessem explicado antes que já existe e é reconhecida por documento público, a Amazônia Internacional, da qual a parte brasileira faz parte, eu até saberia por que estão achando que o deputado não tem razão. Leia a questão 17 do vestibular da UFBA/09
http://www.vestibular.ufba.br/docs/vest2009/gabaritos/Caderno2.pdf
ÁGUA: O POÇO MUNDIAL ESTÁ A SECAR
Governos locais e nacionais desesperados para reforçar as reservas hídricas
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=30958, acesso ab/09
o q temos aqui é só um problema de junta, ou seja, junta tudo e joga fora.
o q temos aqui é apenas um probleminha de junta, ou seja, junta tudo e joga fora
começo a duvidar de que lado vc está Sakamoto… se diz tão politizado e não sabe da história de vida e de luta de um dos maiores politicos brasileiro. antes te via com algum interesse, agora te vejo como a rede globo, um manipulador de massas.
antes de por esse tipo de matéria, pesquise.
lamentável.