Free Eliana! É o instinto de autopreservação da elite
Belém - Um amigo jornalista que está acompanhando a prisão/soltura da dona da Daslu, Eliane Tranchesi, (condenada em primeira instância a 94 anos de cadeia por sonegação e outros crimes financeiros) me encaminhou o e-mail abaixo (em itálico). Ele – o e-mail, não meu amigo – está circulando entre a alta classe paulistana.
Gostaria de convidá-los a se juntarem à corrente FREE ELIANA, um movimento que criei a favor da libertação e contra a condenação da nossa amiga Eliana Tranchesi. Podemos contribuir com força e energia positiva . Usem FREE ELIANA no status de vocês em redes sociais e coloquem o laço da esperança em seus blogs, perfis pessoais do MSN, Twitter, Facebook, Orkut, Hi5, e outras redes sociais em que estiverem presentes.
Passem essa corrente para os amigos de vocês também.
Agradeço muito o apoio de TODOS vocês.
Beijos.
Free Eliana? Laço da esperança? Fala sério! Olha, façamos o seguinte: eu vou roubar dinheiro de um escola ou de um hospital públicos (na prática, sonegação de milhões em impostos é isso) e, quando (e se) for preso, também quero uma campanha ”Sakamoto Esperança”, pela minha soltura imediata.
Por muito menos, tem gente (doente ou não) que vai preso por roubar xampu e só consegue ser solto anos depois. Alguém pergunte para o Dr. Dráuzio Varella quantos pacientes HIV positivo à beira da morte ele tinha no Carandiru. Não quero parecer insensível, entendo as circunstâncias, mas esse “dois pesos, duas medidas” me mata.
Servidores públicos, cumprindo as suas obrigações previstas em lei, fazem uma diligência surpresa e constatam que as denúncias que haviam recebido sobre as irregularidades eram procedentes. Ou condenam os acusados. Estes, proprietários – ricos e respeitados, bem relacionados nas cúpulas do poder – reclamam do tratamento “violento” que teriam recebido da Polícia Federal ou da Justiça.
Logo em seguida, surgem reclamações de políticos, pessoas influentes, juristas, corneteiros de luxo em geral: “Os investimentos estrangeiros vão secar com esse tipo de fiscalização/condenação”, dizem uns. “É um ultraje contra o setor que gera empregos”, bradam outros. Surge pressão para que o governo federal afrouxe as decisões (afinal de contas, é impossível ser um fiel cumpridor da lei nesse país, não é?).
Federações patronais reclamam no Congresso contra os desmandos do poder público, manifestam apoio aos proprietários da empresa e tentam até realizar uma passeata em prol da “legalidade”. Alguns jornalistas e veículos de comunicação defendem que a violência perpetrada tem cunho político para desviar o foco da crise.
Lembro que o finado senador Antônio Carlos Magalhães (DEM-BA) e o então prefeito José Serra (PSDB-SP), entre outros, saíram em defesa de Eliane Tranchesi durante a Operação Narciso. Pressionaram o governo federal, reclamando de que a ação viria da revanche do governo petista. Políticos encheram o ouvido do então ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos (que, agora, está defendendo a Camargo Corrêa contra a Polícia Federal – irônico o que o “profissionalismo” não faz, não?)
Em São Paulo, a toda-poderosa Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) saiu em defesa da Daslu através do seu dirigente Paulo Skaf e ensaiou uma manifestação de protesto. Ressaltou-se que a empresa gera empregos e contribui para o desenvolvimento da região. Empresários lembraram que fiscalizações como essa afugentariam possíveis investidores. Os defensores da Daslu disseram que é impossível pagar todos os impostos.
A elite assume um papelzinho mais ridículo do que de costume quando se sente acuada. E o instinto de autopreservação, desenvolvido ao longo de séculos de Casa-grande e Senzala, surge de forma semelhante em ambientes tão diferentes como os cabides da Vila Olímpia, as usinas de cana de Pernambuco, as minas do Pará.
Exposta a uma situação que considera de risco à sua posição hegemônica na sociedade, essa elite esquece que tanto a utilização de mão-de-obra escrava, em vez da assalariada, quanto a sonegação de impostos representa concorrência desleal. Acha normal que Tranchesi passava a perna no empresário ao lado e lucra cometendo um crime. Afinal, ela é hype. É uma das nossas.
Ao cobrar que a lei seja totalmente aplicada, os bons empresários estão apenas tomando conta de seus investimentos. Quem não faz isso atua em um corporativismo burro achando que é sua “classe social” que está sendo ameaçada (e, como empresário, perde dinheiro com isso).
Ou faz isso como medida preventiva. Até para evitar devassas na contabilidade ou a verificação da condição social de seus empregados no futuro…
Autor: sakamoto - Categoria(s): Sem categoria Tags:

Caro…
“28/03/2009 – 13:08 Enviado por: Rudolf Schneider”
HEI HITLER!!!!!!!!!!!!!!!!
28/03/2009 – 14:41 Enviado por: Melissa
VAI LAVAR ROUPA…LAVAR A LOUÇA…FAZER FAXINA…
Que olho gannde.
Pobre tem uma inveja de rico
Queridos
“A justiça acaba de me conceder habeas corpus. Saibam que em nenhum momento perdi a esperança e deixei de acreditar na Justiça brasileira. Sinto que poderei retomar minha vida e tentar, na medida do possível, voltar ao normal. É uma boa sensação, que partilho com meus filhos,minha família, meus amigos e equipe Daslu. Na Daslu o clima é de solidariedade.
Meu agradecimento a todos pelas mensagens de carinho e orações. Essa rede alcança todos os que se vêem em situações difíceis. A Daslu é uma família. Seu valor maior é o respeito ao outro, a sua integridade e a sua humanidade. Meus agradecimentos se estendem à imprensa e a todos os jornalistas que me procuraram para escrever suas reportagens e dar espaço para que eu manifestasse minha posição. Incluo também os clientes e os amigos, que incentivaram correntes de apoio.
Fiquei emocionada também ao saber que a comunidade Coliseu se manifestou ao demonstrar seu apoio a mim, pessoalmente. Nosso trabalho na Coliseu começou quando nos mudamos para a Vila Olímpia. Posso assegurar que a Daslu foi a primeira empresa das imediações a se perguntar o que poderia fazer por aquela comunidade.
A Daslu é uma referência de moda, reconhecida internacionalmente. Não é pouca coisa e exige muito trabalho e dedicação. Gera muitos empregos diretos e indiretos. Mas quero fazer mais. Cresceremos mais, com a garra e a dedicação de toda uma enorme rede de pessoas que gostam da loja: colaboradores; clientes; gente do mundo da moda, no Brasil e no exterior; gente que nem conheço, mas a quem agradeço por suas orações e pelo pensamento positivo durante todo esse tempo.
Assim que eu me recuperar deste trauma e for liberada pelos médicos, voltarei a conversar com vocês. Peço que compreendam meu estado e meu cansaço.
Muito obrigada.
Eliana Tranchesi”
Seja bem vinda de volta Querida!!!!
[...] Sakamoto contou que já existem o Movimento FREE ELIANA. Quero ver todo mundo aderindo, [...]
Ei você aí de “cima”… Royal, é o mesmo que real ( de rei, de realeza ). Você é gay ?!! – você, conforme seus comentários, parece mais um bicha deslumbrado pendurado no saco de algum novo rico ……. Êta mundinho sem porteira ….
Querido Claudio…
“# 28/03/2009 – 15:17 Enviado por: claudio”
“DEFINITIVAMENTE ACHO QUE SOU UM TROUXA; UM BOCÓ,POIS NAO TENHO GATO NA LUZ E AGUA,PAGO IPTU,IPVA,ENFIM MANTENHO MEUS IMPOSTOS EM DIA E TENTO SER UM CIDADAO HONESTO.SERA QUE ESTOU ERRADO?…..ALGUEM ME AJUDE POR FAVOR……..
QUANTO A SENHORA EM QUESTAO SIMPLESMENTE NAO TENHO PALAVRAS.”
Concordo em gênero, número, e grau além de trouxa e bocó, Voce ainda é pobre e burro. tadinho!!!
Bjs.
Sakamoto, muito bizarra essa história. essa mulher tinha que ficar presa.
A libertação da empresária dona da Daslu e dos envolvidos na operação castelo de areia é apenas a resposta da parte do judiciário que aplica o direito contra essa outra parte que faz justiçamento. E antes que os engraçadinhos se assanhem, explico: a questão é técnica e não ideológica e assim deve ser entendida. leiam a decisão da desembargadora que libertou o pessoal da construtora, é uma aula. tem de haver uma razoabilidade e uma proporcionalidade na aplicação das penas, o sistema penal de um país deve ser orgânico, ou seja crime mais grave pena mais grave. a Cristiane Richitoffem entrou em casa, matou os país quando eles estavam dormindo, pegou 39 anos, a empresária cometeu crime tributário, trouxe uns perfumes e outras coisas subfaturadas pega 94 anos, tá certo? quer dizer que duplo assassinato é menos grave que sonegar impostos? para reflexão. necessitamos de justiça, não de justiceiros.
sobre o “free eliana” ,é opcional, adere quem quer. não entendo a grita. não está de acordo? ignora.
liga não Rudolf esse povo é assim, só entendem o mundo a partir da ótica ultrapassada do arranca rabo de classes. a daslu, com sonegação e tudo é muito menos nociva ao país que mensalão, Tarso Genro, aloprados, Berzoini, Ideli, Zé dirceu e outros por aí.
Dr. Julio Guilherme
Parabéns!!! Sábias e ponderadas palavras!!!
Abs.
Julio…(Divogado)
“28/03/2009 – 20:29 Enviado por: julio”
Caraleo…
“A Cristiane Richitoffem entrou em casa, matou os país quando eles estavam dormindo, pegou 39 anos.”
A cristiane também mandou matar os pais???
Puta merda cara!!! aquela tal de “SUZANE RICHTOFEN” é foda!!!
Tá fazendo escola essa menina má!!!
PQP tamos FU****.!!!
ops. obrigado Royal, o nome é suzane. não altera o mérito do que eu disse.
Julio…
Não, não altera não!!!
E eu, estou brincando com você tá!!!
Não leva a mal não falou!!!
Abs.
Para tudo na vida tem MASTERCARD.
Eliana Maria Piva de Albuquerque:
-Quadrilha/bando (art. 288, do Código Penal) – 3 anos;
- Seis descaminhos consumados (art. 334, 3º, do Código Penal)
42 anos;
- Três descaminhos tentados (art. 334, 3º c.c. art. 14, inciso II, do Código Penal) – 13 anos e 6 meses;
- Nove falsidades ideológicas (art. 299, do Código Penal) – 36 anos.
– Total: 94 anos e seis meses de reclusão.
LEVANTAR CADA DIA ,CONSTATAR QUE TENS SAÚDE PARA CORRER ATRÁS DOS SEUS SONHOS, E TER A CERTEZA QUE, COM MUITO TRABALHO, HONESTIDADE, ÉTICA , FÉ E PESEVERANÇA VOCE VAI CHEGAR LÁ.
ISTO NÃO TEM PREÇO!!!
A Polícia Federal deveria investigar TODOS que apóiam esse movimento, porque vão encontrar muita roubalheira. Ainda bem que temos uma Polícia Federal Republicana, que está apurando a corrupção dos ricos, que aliás, é infinitamente maior do que a dos presos comuns.
Gente,todas essas brigas e discusões não levam a lugar nenhum,eu vou parar por aqui mesmo,cito Ruy Barbosa (1914):
De tanto ver triunfar as nulidades,de tanto ver prosperar a desonra,de tanto ver crecer a injustiça,de tanto ver agigantar-se o poder nas maõs dos maus,o homen de bem,chega a desanimar da virtude,a rir-se da honra,e ter vergonha de ser honesto.
Vou pegar agora minha bem merecida praia(sou aposentado),vcs. podem continuar brigando,eu tou definitivamente fora,tenham um bom dia!
Rudolf B.Schneider
Que emprego que a Daslu gera? É tudo importado e quem trabalha lá é filho de socialite. O Brasil não precisa de dar emprego pra filha do Alkimim.
queremos ela na cadeia!!!