ONU lança relatório global sobre tráfico de pessoas
O Relatório Global sobre Tráfico de Pessoas foi lançado hoje pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e o Crime Organizado (UNODC) em parceria com a Iniciativa Global da ONU contra o Tráfico de Pessoas (UN.Gift).
O relatório aponta que a forma mais comum de tráfico humano (79%) é para a exploração sexual, em que as vítimas são predominantemente mulheres e meninas. Em 30% dos países que fornecem informações sobre o gênero dos traficantes, as mulheres são a maioria dos traficantes.
A segunda forma mais comum de tráfico de pessoas é para o trabalho forçado (18%). Contudo, o relatório ressalva que essa estatística não deve representar a realidade uma vez que o trabalho forçado é menos detectado e relatado que o tráfico para exploração sexual.
Quase 20% dos traficados no mundo são crianças, sendo que em algumas partes da África e do rio Mekong, na Ásia, elas são a maioria, quando não a totalidade. Crianças que serão utilizadas para prostituição, como soldados em guerras, como trabalhadores braçais. Os dados foram colhidos de 155 países, dos quais 125 são signatários do Protocolo das Nações Unidas contra o Tráfico de Pessoas.
Para baixar o relatório (já aviso que ele é grande – 22 Mb – e em inglês), clique aqui.
Uma observação: quem for usar este estudo em alguma pesquisa ou produção de política pública, sugiro que aguarde a publicação do relatório global sobre trabalho forçado da Organização Internacional do Trabalho, que deve sair do forno até o final do primeiro semestre. Há alguns dados que serão publicados lá que serão complementares a este relatório da UNODC.
Autor: sakamoto - Categoria(s): Sem categoria Tags:
Poxa, nenhuma criança poderia ser soldado, nunca. Isso é uma vergonha completa.
Delcides, concordo com vc, visto que, nenhuma criança poderia der recrutaa para ser soldado, enmt ão pouc para os demais delitos, principalmente a exploração sexual. Tenho vergonha de saber que nosso país é signatário do Protocolo de Palermo e até agora não apresentou adequação na legislação.
Desculpe o teclado está péssimo – redigindo: Delcides, concordo com vc, visto que, nenhuma criança poderia der recrutada para ser soldado, nem tão pouco para os demais delitos, principalmente a exploração sexual. Tenho vergonha de saber que nosso país é signatário do Protocolo de Palermo e até agora não apresentou adequação na legislação.