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29/12/2008 - 14:27

Faixa de Gaza: proporção de 150 para 1

“Não temos nada contra os habitantes de Gaza, mas estamos comprometidos em uma guerra sem piedade contra o Hamas e seus aliados”, declarou o ministro israelense da Defesa. Desde o início das recentes hostilidades, foram mais de 310 mortos do lado palestino, dos quais 60 civis, e dois do lado israelense (às 12h desta segunda). Dá 150 para 1, por enquanto, mas o saldo vai aumentar de ambos os lados e é provável que essa proporção não se mantenha. Número de mortes não deveriam ser comparadas, pois a dor não é algo mensurável. Mas isso serve para ranquear nossa ignorância e estupidez. Se fosse uma ação violenta da polícia carioca junto a favelas, mesmo as classes mais abastadas – muitas vezes lenientes com a morte dos mais pobres – já teria chamado a situação de chacina ou massacre. Nesse caso, relutamos em falar em banho de sangue.

Podemos chamar de guerra quando um dos lados é tão superior militarmente ao outro, fato que se traduz na contagem de corpos, como no caso dos ataques israelenses? O que significa “não temos nada contra os habitantes de Gaza”? Considerar normal uma taxa de, pelo menos, 20% de “danos colaterais”, ou seja, de morte de civis em confronto? Nesse sentido, para não dizer que as Nações Unidas não estão agindo, há boletins com o número de mortos. Um placar eletrônico.

Bem-vindos a 2009! Que já nasce velho.

Autor: sakamoto - Categoria(s): Sem categoria Tags:

206 comentários para “Faixa de Gaza: proporção de 150 para 1”

  1. Gerson Chagas disse:

    Tais imagens prescindem de quaisquer chancelas políticas, religiosas , ideológicas, etc. ; requerem apenas e tão somente um senso mínimo de solidariedade. Devemos deixar de lado a conveniência vetorial da mídia, pois esta segue ditames de mercado, de interesses pontuais. O exercício da Cidadania deve ser norteado pelo que temos de genuinamente Humano, caso contrário, seremos o que os apaniguados do chamado “poder” desejam : integrantes de um colossal rebanho de consumistas abestalhados.

  2. José disse:

    Prezado Gerson,
    Com minha intervenção queria apenas lançar um pouco de realismo (no sentido geopolítico e mesmo vulgar da palavra) à discussão, não queria subestimar seus sentimentos ou de qualquer outra pessoa. Também me indigno com as atrocidades cometidas na Guerra em Gaza e especialmente com as diversas faixas de Gaza que temos por aqui. O problema é que sinto tão impotente diante delas, especialmente das de lá. Com a contabilidade das palavras, que não tem um sentido frio e calculista, queria apenas expressar como é polêmica e séria essa discussão, como é difícil uma solução realista e como pode parecer pretensiosa essa discussão virtual. Pesquisando sobre a Guerra em Gaza acabei de encontrar um artigo num jornal de Portugal, cujo autor expressa o que penso com outras palavras. É muito interessante isso, a convergência de idéias mesmo a milhares de km de distância e a divergência entre quem vive próximo. Aliás, como sempre entre humanos, quanto mais próximo maior a possibilidade de divergência. Judeus e árabes vivem muito próximos no Oriente e eles que terão que resolver suas divergências. O problema é que tanto de um lado quando de outro da cerca há muita gente interessada em que não haja uma solução. Quem tiver interesse no artigo: http://dn.sapo.pt/2009/01/10/opiniao/guerra_gaza.html

  3. Gerson disse:

    Prezado José,
    Gostei muito do artigo , o qual de fato aborda e situa adequadamente a interminável busca pelo entendimento entre os seres. E grato pelo seu apreço. É assaz reconfortante quando somos brindados com sinais de sensibilidade e inteligência , pois são ingredientes do antídoto contra a maldade humana, a qual, pior do que a degradação ambiental, está conduzindo o planeta à destruição.

  4. Clara disse:

    Que anti-semitismo nada, os judeus não são mais semitas, são khazares e alanos. Os árabes sauditas são semitas, com excessão de Irã, Iraque e Israel todos os povos do Oriente Médio são semitas, menos os judeus.

    A moda agora é defender os judeus, mas a posição da Igreja sempre foi no sentido contrário, inclusive no período do dito Holocausto. O povo que mais sacrifícios sofreu durante a segunda guerra foram os russos, tanto em materiais, quanto em seres humanos, e eu não vejo, nem nunca vi, qualquer manifestação no sentido de corrigir, ou mesmo reconhecer, esses sacrifícios. Pelo contrário. Terminada a guerra, eles passaram a ser alvos de perseguição por conta de um sistema político econômico que lhes foi imposto e sobre o qual não exerceram nenhuma influência. Os imigrantes russos, ao contrário dos judeus, sofriam duplamente: em seu país, perseguidos pelo Estado, e nos países para onde se dirigiram, sempre suspeitos de comunismo e espionagem em nome de Stalin. Perto do que sofreram os russos, o holocausto foi foi só uma rinha entre alemães e judeus. Hitler era judeu e ninguém fala nisto, a mãe dele era judia.

    O Instituto de Revisão Histórica foi a fonte do Williamson para a negação dos 6 milhões de mortos no holocaustos étnico, 12 milhões de pessoas de diversas etnias morreram nos campos e os judeus morretam de tifo e eles e os outros prisioneiros foram arrasados pelos bombardeios empreendidos pelos aliados que no primeiro dia mataram 400.000 pessoas nos campos e a Rússia já tinha vencido a guerra e o aviso de para já tinha sido enviado e aceito, mas não a coalizao queria mostrar o seu poderio bélico e descartar armamentos obsoletos. É para isto que as guerras são feitas, para descartar armamentos obsoletos, nem todos os países são como a Rússia que mantém seus mísseis inativos na sibéria devido a baixa temperatura eles não explodem.

    O que aconteceu em Gaza foi holocausto=cremação de cadáveres. Israel usou armamento de guerra em guerrilha urbana; usou armamento proibido, bombas de fósforo branco, essa porcaria queima a pessoa por dentro. Os mortos continuam a fritar até de 3 dias após a morte. E essa corja não vai sentar no tribunal de Haia e ser julgado por crime contra a humanidade; não vai ser julgado por ter violado as regras internacionais de guerra e ainda vai continuar a receber bilhões de dólares anuais a título de reparo por 1 genocídio que atingiu várias etnias. 12 milhões de civis foram mortos, 447.000 eram judeus e os resto? O HOLOCAUSTO DOS ESQUECIDOS?

  5. Clara disse:

    Que anti-semitismo nada, os judeus não são mais semitas, são khazares e alanos. Toda vez que um judeu te disser que a capital dele é Jerusalém, diga-lhe, é Ulambator ou Ancara!

    Os árabes sauditas são semitas, com excessão de Irã, Iraque e Israel todos os povos do Oriente Médio são semitas. E toda hora chama árabes de terroristas. Não se pode falar ou opinar contra Israel, é anti-semitismo, falar mal dos árabes que é anti-semitismo.

    A moda agora é defender os judeus, mas a posição da Igreja sempre foi no sentido contrário, inclusive no período do dito Holocausto. O povo que mais sacrifícios sofreu durante a segunda guerra foram os russos, tanto em materiais, quanto em seres humanos, e eu não vejo, nem nunca vi, qualquer manifestação no sentido de corrigir, ou mesmo reconhecer, esses sacrifícios. Pelo contrário. Terminada a guerra, eles passaram a ser alvos de perseguição por conta de um sistema político econômico que lhes foi imposto e sobre o qual não exerceram nenhuma influência. Os imigrantes russos, ao contrário dos judeus, sofriam duplamente: em seu país, perseguidos pelo Estado, e nos países para onde se dirigiram, sempre suspeitos de comunismo e espionagem em nome de Stalin. Perto do que sofreram os russos, o holocausto foi foi só uma rinha entre alemães e judeus. Hitler era judeu e ninguém fala nisto, a mãe dele era judia.

    O Instituto de Revisão Histórica foi a fonte do Williamson para a negação dos 6 milhões de mortos no holocaustos étnico, 12 milhões de pessoas de diversas etnias morreram nos campos e 447.000 judeus morreram de tifo e eles e os outros prisioneiros foram arrasados pelos bombardeios empreendidos pelos aliados que no primeiro dia mataram 400.000 pessoas nos campos e a Rússia já tinha vencido a guerra e o aviso de para já tinha sido enviado e aceito, mas não a coalizão queria mostrar o seu poderio bélico e descartar armamentos obsoletos. É para isto que as guerras são feitas, para descartar armamentos obsoletos, nem todos os países são como a Rússia que mantém seus mísseis inativos na sibéria devido a baixa temperatura eles não explodem.

    O que aconteceu em Gaza foi holocausto=cremação de cadáveres. Israel usou armamento de guerra em guerrilha urbana; usou armamento proibido, bombas de fósforo branco, essa porcaria queima a pessoa por dentro. Os mortos continuam a fritar até de 3 dias após a morte. E essa corja não vai sentar no tribunal de Haia e ser julgado por crime contra a humanidade; não vai ser julgado por ter violado as regras internacionais de guerra e ainda vai continuar a receber bilhões de dólares anuais a título de reparo por 1 genocídio que atingiu várias etnias. E o HOLOCAUSTO DOS ESQUECIDOS?

    Que os judeus insatisfeitos saim do país e migrem para Israel. Ah não podem, como vão trabalhar para mandar dinheiro para lá?

    Terrorista é Israel. O Irã deveria lançar os mísseis de suas plataformas e acabar com estes racistas dengosos.

    Em qualquer país que eles morem formam um país particular, não se misturam, vão na festa dos gentios e não convidam os gentios para as deles. São o povinho escolhido pelo Deus dos sumérios.

    ♦Fonte:
    Instituto de Revisão Histórica.
    O povo judeu não existe, é um povo inventado:
    http://diplo.uol.com.br/2008-09,a2608

  6. tamires disse:

    eu sintu muitu pe las crianças

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