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	<title>Comentários sobre: Pesquisadores lançam manifesto contra o trabalho escravo</title>
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		<title>Por: ramonaval costa</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/sakamoto/2008/11/18/pesquisadores-lancam-manifesto-contra-o-trabalho-escravo/comment-page-1/#comment-33482</link>
		<dc:creator>ramonaval costa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 18:49:06 +0000</pubDate>
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		<description>Muito bom e oportuno o  texto. Numa reunião para se discutir trabalho escravo, nada mais natural do que um manifesto condenando tal prática. Pena que os pesquisadores não tenham realizado tal encontro numa Usina da Brenco. Seria sinistro isso.
Discutir chaga social no Rio de Janeiro, cheira a provocação. 
Fica a sugestão. Que eles façam a III Reunião na Usina da Barra, perto de Araras ou então lá em Sertãozinho, no coração do agronegócio.
RC</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom e oportuno o  texto. Numa reunião para se discutir trabalho escravo, nada mais natural do que um manifesto condenando tal prática. Pena que os pesquisadores não tenham realizado tal encontro numa Usina da Brenco. Seria sinistro isso.<br />
Discutir chaga social no Rio de Janeiro, cheira a provocação.<br />
Fica a sugestão. Que eles façam a III Reunião na Usina da Barra, perto de Araras ou então lá em Sertãozinho, no coração do agronegócio.<br />
RC</p>
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		<title>Por: Ana Paula Ketter</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/sakamoto/2008/11/18/pesquisadores-lancam-manifesto-contra-o-trabalho-escravo/comment-page-1/#comment-33461</link>
		<dc:creator>Ana Paula Ketter</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 11:14:58 +0000</pubDate>
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		<description>Olá, todos.

Deveria gastar a sua energia em campanhas para propor mais democracia direta, reforma política, sindical e trabalhista.

Sem essas reformas básicas, de nada adiantam as &quot;boas intenções&quot;.

Perda de tempo. Papo para boi dormir.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, todos.</p>
<p>Deveria gastar a sua energia em campanhas para propor mais democracia direta, reforma política, sindical e trabalhista.</p>
<p>Sem essas reformas básicas, de nada adiantam as &#8220;boas intenções&#8221;.</p>
<p>Perda de tempo. Papo para boi dormir.</p>
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		<title>Por: Josemar</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/sakamoto/2008/11/18/pesquisadores-lancam-manifesto-contra-o-trabalho-escravo/comment-page-1/#comment-33402</link>
		<dc:creator>Josemar</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 12:58:13 +0000</pubDate>
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		<description>Olá caríssimos,
Acredito que o discurso é, realmente, o ponto de partida para toda ação prática, principalmente no campo da política. Porém, o grande problema é a forma incompleta de se tratar dos problemas, mesmo no nível do discurso. Esclareço, normalmente os manifestos trazem excelentes diagnóticos de problemas sociais, mas falta um documento posterior, um prognóstico, uma proposta real de solução. Precisamos de algo mais que o conhecimento do problema para estabelecer uma solução.
Infelizmente esse sempre foi um problema da esquerda, criticar e nada propor. Isso vem mudando, mas é necessário que se saiba que o discurso precisa ser completo, que não se pode ter medo de refletir na sua complexidade. Pois, mesmo que não haja uma ação concreta, a reflexão precisa ir até os limites do problema, assim a discussão se torna proveitosa e pode, finalmente, se transformar em prática.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá caríssimos,<br />
Acredito que o discurso é, realmente, o ponto de partida para toda ação prática, principalmente no campo da política. Porém, o grande problema é a forma incompleta de se tratar dos problemas, mesmo no nível do discurso. Esclareço, normalmente os manifestos trazem excelentes diagnóticos de problemas sociais, mas falta um documento posterior, um prognóstico, uma proposta real de solução. Precisamos de algo mais que o conhecimento do problema para estabelecer uma solução.<br />
Infelizmente esse sempre foi um problema da esquerda, criticar e nada propor. Isso vem mudando, mas é necessário que se saiba que o discurso precisa ser completo, que não se pode ter medo de refletir na sua complexidade. Pois, mesmo que não haja uma ação concreta, a reflexão precisa ir até os limites do problema, assim a discussão se torna proveitosa e pode, finalmente, se transformar em prática.</p>
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		<title>Por: Graziella Do Ó</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/sakamoto/2008/11/18/pesquisadores-lancam-manifesto-contra-o-trabalho-escravo/comment-page-1/#comment-33371</link>
		<dc:creator>Graziella Do Ó</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 22:42:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/sakamoto/?p=4642#comment-33371</guid>
		<description>Prezado Biquei. 
Creio que, realmente, todos saibam onde pululam boas intenções. No entanto, me arisco a parafrasear o mote da Psicologia quando digo que: o reconhecimento do problema é a germinal de sua solução.
Até pouco tempo, quase não existiam debates acerca deste  tema e a sociedade compreendia a questão do trabalho escravo  como algo findo,nos idos do séc. XIX.
Graças ao árduo trabalho de pessoas (muitas presentes no manifesto), hoje, ao menos, temos políticas publicas para combater a questão, pesquisas, pactos e entidades que a todo tempo se dispõem a colocar o tema no cerne dos debates sociais. 
Como diz o texto, a nossa sociedade ainda possui muitas chagas e a batalha contra o trabalho escravo ainda está em seu inicio. 
Concordo que digas que discursos não cumpridos não são a solução. Contudo, o objetivo desse manifesto não é ser o objeto de resolução dos problemas desse país.  
O manifesto é uma celebração do pensamento dos pesquisadores engajados na questão, é uma proposta, um sinal de que podemos vencer essa excrescência. Há quem diga que a força motriz da sociedade é a vontade do povo, ainda que por vezes pouco atendida, por fim deverá prevalecer. 
Acredito que as vicissitudes da moral e da ética, irão sobrepor a ganância e o desrespeito aos Direitos Humanos.
Com relação à crise econômica, a prepotência e não regulamentação do setor bancário, infelizmente, uma vez mais a sociedade vai sofrer as conseqüências. Devemos, também, debater essa questão.Todo debate se inicia com a exposição de pensamentos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Biquei.<br />
Creio que, realmente, todos saibam onde pululam boas intenções. No entanto, me arisco a parafrasear o mote da Psicologia quando digo que: o reconhecimento do problema é a germinal de sua solução.<br />
Até pouco tempo, quase não existiam debates acerca deste  tema e a sociedade compreendia a questão do trabalho escravo  como algo findo,nos idos do séc. XIX.<br />
Graças ao árduo trabalho de pessoas (muitas presentes no manifesto), hoje, ao menos, temos políticas publicas para combater a questão, pesquisas, pactos e entidades que a todo tempo se dispõem a colocar o tema no cerne dos debates sociais.<br />
Como diz o texto, a nossa sociedade ainda possui muitas chagas e a batalha contra o trabalho escravo ainda está em seu inicio.<br />
Concordo que digas que discursos não cumpridos não são a solução. Contudo, o objetivo desse manifesto não é ser o objeto de resolução dos problemas desse país.<br />
O manifesto é uma celebração do pensamento dos pesquisadores engajados na questão, é uma proposta, um sinal de que podemos vencer essa excrescência. Há quem diga que a força motriz da sociedade é a vontade do povo, ainda que por vezes pouco atendida, por fim deverá prevalecer.<br />
Acredito que as vicissitudes da moral e da ética, irão sobrepor a ganância e o desrespeito aos Direitos Humanos.<br />
Com relação à crise econômica, a prepotência e não regulamentação do setor bancário, infelizmente, uma vez mais a sociedade vai sofrer as conseqüências. Devemos, também, debater essa questão.Todo debate se inicia com a exposição de pensamentos.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Biquei</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/sakamoto/2008/11/18/pesquisadores-lancam-manifesto-contra-o-trabalho-escravo/comment-page-1/#comment-33281</link>
		<dc:creator>Biquei</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 11:08:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://colunistas.ig.com.br/sakamoto/?p=4642#comment-33281</guid>
		<description>De boas intenções sabemos todos,onde está lotado?
De carta de intenções não cumpridas,sabemos que não passam de discurso.
A fusão do Itaú com o Unibanco,também esta recheada intenções,mas a realidade que está implicita;
Funcionários do Itaú e Unibanco,preparem-se,olhem o que aguarda você,amanhã.
Crisis mundial
Citigroup suprimirá más de 50.000 empleos para hacer frente a la crisis
Directivos de Goldman Sachs y de UBS renuncian a sus sobresueldos
La severidad de la crisis financiera va a obligar a Citigroup a suprimir 53.000 empleos antes del segundo trimestre de 2009. Es el mayor recorte de plantilla en el sector financiero y el segundo mayor en EE UU desde 1993. La entidad está inmersa en un agresivo proceso de reestructuración para reducir costes y recuperar la rentabilidad. En principio, el recorte no afectará a los 3.000 empleados que el grupo tiene en España.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De boas intenções sabemos todos,onde está lotado?<br />
De carta de intenções não cumpridas,sabemos que não passam de discurso.<br />
A fusão do Itaú com o Unibanco,também esta recheada intenções,mas a realidade que está implicita;<br />
Funcionários do Itaú e Unibanco,preparem-se,olhem o que aguarda você,amanhã.<br />
Crisis mundial<br />
Citigroup suprimirá más de 50.000 empleos para hacer frente a la crisis<br />
Directivos de Goldman Sachs y de UBS renuncian a sus sobresueldos<br />
La severidad de la crisis financiera va a obligar a Citigroup a suprimir 53.000 empleos antes del segundo trimestre de 2009. Es el mayor recorte de plantilla en el sector financiero y el segundo mayor en EE UU desde 1993. La entidad está inmersa en un agresivo proceso de reestructuración para reducir costes y recuperar la rentabilidad. En principio, el recorte no afectará a los 3.000 empleados que el grupo tiene en España.</p>
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