Thiago Pereira | Rogério Romero: tudo sobre natação - iG

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domingo, 26 de agosto de 2012 Troféu José Finkel | 09:44

O Finkel mais disputado dos últimos anos

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Hoje, clássicos no futebol; ontem clássicos na natação. Competição é isso! Este Troféu José Finkel demonstrou que uma competição mais equilibrada eleva o nível dos resultados (e também das atitudes). A disputa do campeão (entre Flamengo e Minas) e do terceiro (entre Corinthians e Pinheiros) fez com que a última prova fosse a decisiva! Juntos, Pinheiros, Flamengo e Minas tem boa parte dos títulos.

Marieke Guehrer: rainha da Copa do Mundo, 4 anos atrás com o finado van der Burgh. (AP)

Eu particularmente gosto assim, não porque o Minas foi campeão, mas sim porque o evento fica mais bacana. Não via algo assim desde 1989, quando quatro equipes chegaram ao último dia com condições reais de levar o título (sim, as mesmas 3 e o Curitibano). O destino quis que as últimas finais fossem cancelada por conta do caso de minigite de uma atleta e, pela primeira e única vez, não houve campeão declarado.

A contagem de pontos a cada prova, o incentivo de que cada ponto conta, a busca pelos recordes e seus pontos adicionais; tudo isso em condições não ideias para os melhores resultados. Assim mesmo, festival de recordes (24 de campeonato e 6 brasileiros/sul-americanos), além de 10 nadadores já com índice para o Mundial de Istambul.

Istambul: próxima parada internacional em dezembro.

Os destaques acabaram sendo os medalhistas olímpicos brasileiros e duas estrangeiras contratadas pelo Flamengo e Minas. Thiago Pereira conseguiu a maior pontuação entre os homens, com recordes e índices no pacote. Cesar Cielo foi o mais técnico com seus 50m livre (nadador que fez o resultado mais expressivo tecnicamente), mesmo título para sua “pupila” australiana Marieke Guehrer, enquanto a holandesa Frederike Heemskerk deu preciosos pontos ao Minas, que, alías venceu graças a força no feminino.

No mais, parabéns a todos!

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quarta-feira, 22 de agosto de 2012 Troféu José Finkel, resultados | 23:51

José Finkel: recordes, índices e dúvidas

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Recordes sul-americanos para Thiago Pereira (100m medley), Joanna Maranhão (200m costas), Guilherme Guido (50m costas) e o revezamento 4×50m livre do Flamengo, no Troféu José Finkel, que é realizado em SP, em piscina semi-olímpica (25m).  Destes, apenas a prova de Joanna é olímpica. Por enquanto… Surgiu um burburim que talvez incluíssem as provas de 50m estilos nos Jogos Olímpicos (apenas o livre foi inserido no programa em 1988), o que ia ajudar muito os brasileiros, já que estamos regularmente nas primeiras posições no ranking mundial nestas provas.

Guido: mais um recorde sul-americano para sua carreira.

Em plena ressaca olímpica, além de ajudar seu clube a alcançar nova marca continental, Cesar Cielo não reclamou das várias provas que teve que nadar antes de atingir sua segunda melhor marca sem os trajes nos 50m livre. Pior, numa piscina aberta, em pleno campeonato de inverno, que tem muita marola (que puder acompanhar pela Sportv vai entender o que estou falando) ele chegou a quase 1s à frente dos seus fortes adversários (lembrando que Fratus ficou apenas a 2 centésimos do bronze olímpico). E aqui vai minha primeira pergunta: porque nesta piscina?

Etiene: por enquanto em voo solo para Istambul. (Agif)

O campeonato serve como seletiva para o Mundial em piscina curta, em Istambul, e 8 atletas (apenas uma no feminino, Etiene Medeiros) já alcançaram o índice. Um deles foi Kaio Márcio, que está em dúvidas se vai valer a pena ou não deste campeonato.

O Finkel, assim como o Mundial e Olimpíadas, é disputado com semifinais nas provas de 200m para baixo. Minha segunda pergunta: para que? Afinal, a competição fica mais longa, os atletas tem que se desdobrar em diversas provas e hospedar por todo este tempo em São Paulo não deve estar ficando barato. Sei que a justificativa é justamente que o sistema é semelhante nos maiores campeonatos, mas -minha última – nosso Brasileiro é feito pensando apenas para aqueles que tem chance de chegar lá ou para todos?

Autor: Rogério Romero Tags: , , , ,

quinta-feira, 2 de agosto de 2012 Londres 2012 | 20:53

Sexta final: Cielo e Fratus classificam. Tri sai

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Os 200m medley tiveram 6 primeiros dos oito finalistas de 2008. Aparentemente, seria uma estagnação desta prova. E acabou sendo. Phelps tornou-se o primeiro tri da história (só tem um recorde que ele não tem, nem terá. Alguém arrisca?), dando a prata para Lochte. O húngaro Cseh confirma a grande tradição do seu país na prova, adicionando o bronze à prata de 4 anos atrás.

Phelps e Lochte: juntos tem (até agora) 31 medalhas olímpicas, rindo! (AP)

Thiago Pereira, voltou a sua estratégia de passar forte (pior é que fez força demais, na minha opinião) e acabou cansando. Respeitável atitude e o único brasileiro a melhorar ambas as marcas (sem maiôs tecnológicos).

Cesar Cielo e Bruno Fratus fizeram novamente o que era necessário para passar para a grande final: nadaram muito rápido. Fratus melhorou sua marca pessoal, enquanto Cielo empatou em primeiro e já sabe que para vencer deve abaixar cerca de dois décimos. Os adversários devem ser os americanos Jones e Ervin. Gostei dos últimos 5m de Fratus e de sua declaração que o maior adversário é sua própria cabeça. O míssil Magnussen terá que mirar a piscina olímpica do Rio, pois ficou fora da final.

Cielo e Jones: sorrisos à parte, amanhã o bicho vai pegar. (Facebook)

Os 200m peito era dela e desta vez a zica londrina não veio. Rebecca Soni. Primeira bi em Londres. Primeira bi nesta prova. Primeira a abaixar dos 2m20s. Apesar da aparente facilidade, as 5 primeiras bateram recordes nacionais, demonstrando que os técnicos já descobriram a fórmula para nadar mais rápido sem os maiôs tecnológicos neste estilo. Suzuki deu a primeira prata para o Japão, enquanto Efimova garantia o bronze para a Rússia.

Soni (de rosa): recorde mundial para bater o recorde asiático.

Já os 200m costas viram a zica voltar com tudo. O americano Tyler Clary estabeleceu nova marca olímpica para bater o recordista mundial Ryan Lochte, que acabou com o bronze, pois chegou atrás do japonês Irie.

Tyler e Lochte: 200m costas mudam de dono, mas continuam nos EUA desde 96.

A última final viu a holandesa Ranomi Kromowidjojo repetir o feito de seus compatriotas, Inge de Bujin e Pieter vd Hoogenband, vencendo os 100m livre com uma chegada um pouco estranha. Missy Franklin saiu sem medalha desta vez, mas amanhã aparece bem para a final dos 200m costas.

A natação já deu 23 medalhas para os EUA, mais da metade conquistada até agora.

Hoogenband e Daniel Takata: em homenagem ao estatístico mais eficiente da natação. (Facebook)

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quarta-feira, 1 de agosto de 2012 Londres 2012 | 16:56

Quinta final: recordes mundiais nos 200m peito

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Desda vez não deu. Numa final muito rápida (6 nadando abaixo de 48s) Cielo finalizou em sexto. Para adicionar mais uma surpresa para estes Jogos Olímpicos: Nathan Adrian vence o australiano James Magnussen pela menor margem possível: um centésimo. Bronze para o canadense Hayden, após um vacilo que o colocaria nesta mesma posição quatro anos atrás.

Nathan Adrian: a zebra está à solta em Londres. (AFP)

Thiago Pereira passou tranquilo para a grande final de amanhã e acho que pode vir outra prata por aí. Henrique Rodrigues, nos 200m medley, e Leonardo de Deus, nos 200m costas, não conseguiram avançar.

A maldição do tri continua, e aproveito para corrigir a informação de ontem. Phelps ainda tem mais duas chances para atingir esta marca, nos 200m medley e nos 100m borboleta. Outro tri, este não seria inédito, também pode ser alcançado por Coventry nos 200m costas.

Mas os 200m peito teve emoção suficiente, pois foi necessário um recorde mundial para o húngaro Daniel Gyurta vencer o inglês Michael Jamieson que, por sua vez, não pode reclamar, afinal abaixou 2s da sua melhor marca. Como ele não é chinês, ninguém vai levantar suspeitas. Rui Tateishi deu o sexto bronze para o Japão.

Gyurta e Jamieson: os mais rápídos nos 200m peito.

Na versão feminina, na semi a favorita Rebecca Soni abaixou seu próprio recorde mundial cravando 2:20, perdendo a chance de ser a primeira a abaixar dos 2m20s. Terá outra chance amanhã, mas sua preocupação maior será chegar em primeira. Absoluta nesta prova, atual campeã olímpica, sem ninguém por perto, é considerada a grande favorita. Não acredito em surpresa aqui.

Soni: sozinha nos 200m peito. (AP)

A espanhola Mireia Belmonte está numa verdadeira maratona em Londres, parecia dominar a prova, mas a chinesa Liuyang Jiao mandou um recorde olímpico para subir uma posição de quatro anos atrás. Sim, mais um bronze para o Japão com Natsumi Hoshi.

Pódium dos 200m borboleta: primeira medalha da Espanha.

Fechando o dia, um eletrizante revezamento 4×200m feminino, onde os EUA abocanharam sua 18a. medalha (oitava dourada) batendo uma Austrália (sua oitava medalha) e França (sexta medalha).

Ao final do quinto dia, o Japão está em 13o. na natação, com 7 bronzes.

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Londres 2012 | 10:41

Quinta eliminatória: a melhor do Brasil

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Três em quatro. 75% dos brasileiros que nadaram pela manhã passaram para as semifinais. Thiago Pereira, Henrique Rodrigues e Leonardo de Deus vão nadar nesta tarde em busca de vagas para a final de amanhã.

Henrique Rodrigues: melhorando, pode chegar a final. (Agif)

Nos 200m medley, Thiago e Henrique entrarão com expectativas diferentes. Um, já medalhista olímpico, nadou para classificar e tem esperança de nova medalha. O outro tem que melhorar sua marca para poder chegar à final, o que seria um ótimo resultado. Thiago vai pegar um Lochte cansado dos 200m costas, que o brasileiro abriu mão para se concentrar na sua melhor prova.

Nos 200m costas, Léo de Deus saiu dizendo que nada melhor à tarde, e ele deve fazer isso, se quiser nadar a final de amanhã. Ideal seria recuperar o recorde sul-americano para o Brasil, numa das poucas provas do masculino que não pertencem ao país. O atual recordista, o colombiano Pinzón, também passou para a semi.

Léo de Deus: melhorando, pode chegar a final. (Agif)

Daynara de Paula nadou mais tranquila que nos 100m borboleta e ficou próxima ao seu melhor tempo, encerrando sua primeira participação olímpica.

Mas a tarde vai ser de Cielo. A estratégia da prova vai contar muito. Não acredito em nenhuma marca surpreendente (se bem que surpresa é o que não faltou até aqui…), e sim disputa estratégica dos oito nadadores de países distintos. Todos gigantes (1.92m é o mais baixo) vão enfrentar o favoritismo do australiano (único de seu país que chegou como primeiro do ranking mundial), a ascensão do francês (3 medalhas em Londres) e a velocidade imbatível de Cielo (bronze 4 anos atrás).

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sábado, 28 de julho de 2012 Londres 2012, medalhas | 21:24

Esta é para você, que não acredita em si mesmo

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Esta é para você, que não acredita em si mesmo

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Londres 2012 | 21:13

Vinte oito anos depois: outra prata que vale prata

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A foto do dia: Thiago foi, Phelps não. (AFP)

Vinte e oito anos depois, lá estava eu, vibrando com mais uma prata nos 400m medley. Mas, enquanto em Los Angeles a medalha parecia quase que uma obrigação para o ex-recordista mundial Ricardo Prado, 2012 viu uma superação difícil de se prever:  Thiago batendo Michael (alguém fez muita grana  apostando que Phelps não levaria medalha).  Ao contrário também de 1984, a tecnologia estava a meu favor, ainda bem, pois tanto as eliminatórias quanto as finais “vi” pelo Twitter! Posso garantir, a emoção é diferente, mas senti falta da boa e velha televisão.

Sun Yang: atenção, não deem o zoom.

Já os 400m livre viram o chinês quase bater o recorde mundial, enquanto o sul-coreano teve que recorrer para o tapetão para poder garantir sua prata. Nesta hora é inevitável repetir o comentário “se fosse no Rio, mas em Londres?”  Erros acontecem… Vida longa para Sun Yang, que abaixou o recorde olímpico de Ian Thorpe.

Sua compatriota fez o que ele não conseguiu, bateu o recorde mundial. Shiwen Ye fechou os últimos 50m mais forte que Ryan Lochte!

Shiwen Ye: ela está feliz. (AP)

Finalizando as disputas, prova disputada no revezamento 4×100m livre feminino, com a melhor para as australianas, mesmo com o forte final da Holanda. O bronze americano deu à Natalie Coughlin (que nadou pela manhã) o título de nadadora mais medalhada da história: 12, com outras duas americanas.

O destaque do dia foram os asiáticos, saindo com 5 das 9 possíveis.

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Londres 2012 | 11:08

Primeira eliminatória: primeiras surpresas

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O dia começou bem para o Brasil e estranho para os demais. Thiago Pereira confirmadíssimo para a grande final dos 400m medley, primeira prova olímpica com várias surpresas. Em primeiro? Claro, o japonês Hagino Kasuke, 17, com recorde asiático. Peraí, claro? Pois é, nem Phelps, nem Lochte. Enquanto primeiro classificou apenas com a 8a. marca (será que tá arrependido de ter saído dos 200m livre?), fez uma prova irregular. Ficou de fora o prata de Pequim, Lazslo Cseh. É, não dá para vacilar… e Thiago pode sim subir ao pódio!

Kasuke: seu apostadores vão torcer demais.

A segunda prova foi ruim para a brasileira Daynara de Paula, que acabou fora da semi, mas boa para Dana Vollmer, que estabeleceu nova marca olímpica para os 100m borboleta com 56s25.

Vollmer: primeiro recorde, melhor marca sem maiôs tecnológicos. (Reuters)

Os 400m livre deixaram para trás o atual campeão olímpico, Tae Hwan Park, e o recordista mundial, Paul Biedermann. Após muito tempo, saiu o motivo da desclassificação: saída em falso. Prova sem sal, com favoritismo para o chinês Sun Yang.

Outra surpresa ruim para o Brasil, foi a saída de Joanna Maranhão dos 400m medley. A informação é de um corte no supercílio, fruto de um escorregão. Melhoras Joanna.

A rainha compareceu no Parque Aquático pela manhã. (AP)

Os 100m peito viram os 2 brasileiros passarem para a semi com os dois últimos tempos. Não tem problema, como lembrou Phelps, o importante é passar de fase, cada uma delas é outra prova. Sorte para os Felipes, pois os 100m peito foi bem disputado, mas se ambos melhorarem suas marcas, podem estar na final.

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quinta-feira, 26 de julho de 2012 Londres 2012, Seleção Nacional | 20:25

O primeiro dia: muitos brasileiros na água

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O primeiro dia de eliminatórias vai ser um bom termômetro de como o Brasil vai ser representado na natação em Londres.

Thiago: deseja estar nesta histórica final dos 400m medley, se possível fazendo história. (Agif)

Começamos logo com Thiago Pereira nos 400m medley, prova que vai ver o primeiro duelo Lochte x Phelps e também a primeira possibilidade de um inédito tri-campeão olímpico. Thiago abriu mão de outras provas para poder concentrar-se nas duas de medley, está otimista e confiante em um bom resultado.

Daynara de Paula entra em seguida, nos 100m borboleta, onde o Brasil teve sua melhor colocação feminina com Gabriella Silva em Pequim. Quem sabe Daynara não surpreende também?

Daynara: os 100m borboleta vai dar duas finalistas em seguida? (Agif)

Depois temos outra finalista olímpica, também nos 400m medley, Joanna Maranhão. Apesar de sua consistência nos resultados uma nova final para a pernambucana seria um ótimo resultado.

Para fechar bem nossa primeira eliminatória, os Felipes Silva e Lima nadam os 100m peito, outra prova que pode ter um tri-campeão com Kitajima. Ela é uma das mais disputadas desde 1968, com o campeão sempre ficando a menos de meio segundo na frente.

França: a primeira chance real de medalha só vai ser no segundo dia. (Agif)

Lembrando que final no mesmo dia, apenas para os 400m medley, pois provas até 200m tem semifinal.

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sábado, 16 de junho de 2012 natação, resultados | 14:49

Recorde em Roma para Thiago Pereira

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Após um 400m medley fora do pódium ontem, Thiago Pereira venceu com recorde de campeonato nos 200m medley no Torneio SetteColli, em Roma.

Thiago: último teste antes de Londres.

Além dele, Leonardo de Deus foi bronze nos 200m costas, prova que também foi vencida com recorde de campeonato, pelo japonês Ryosuke Irie, que agora tem as 4 melhores marcas do ano nesta prova.

Depois de ganhar o ouro nos 50m livre pela menor margem possível (um centésimo), Cesar Cielo decepcionou ao ficar fora da final dos 100m livre. Nada preocupante, uma vez que o objetivo está a pouco mais de 40 dias de Londres, mas ele deve ficar atento às eliminatórias, pois seu tempo na final B ganharia a final (outro que vacilou de manhã também acabou vencendo-o).

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