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segunda-feira, 12 de setembro de 2011 Técnico, natação | 19:23

Mera coincidência?

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As 3 maiores conquistas recentes do esporte brasileiro tiveram algo em comum: estamos evoluindo. As vitórias douradas das Fabianas e a vaga olímpica do basquete masculino trouxeram a (falsa?) sensação de que estamos no caminho certo para uma campanha no Rio, em 2016. Será que vamos virar potência olímpica??

Espero e torço que sim mas, acima disso, aguardo que as fórmulas destas conquistas perdurem. E aí…

Li na entrevista de Magnano que o desafio dele é deixar um sucessor após as Olimpíadas. Esse sim é o espírito! Mas… nosso técnicos e dirigentes estão preparados para isso? São humildes para dizer – e querer de verdade – que estão afoitos, ansiosos, por aprender?

Sim, pois a outra mera coincidência é que os treinadores são estrangeiros. Assim como um tal de Oleg revolucionou a ginástica brasileira, outras Confederações tentaram o mesmo caminho. Não existe uma receita, mas com certeza este é um ingrediente muito importante, isso ninguém pode negar.

Pois bem, a tática funcionou para o basquete e para duas atletas, mas… e para a natação?

Alguns atletas fazem o caminho realizado pelo mundo aquático e migram para o forte campeonato americano universitário. Lá encontram não apenas um técnico estrangeiro (se bem que já temos alguns brazucas se aventurando e dando certo por lá), mas uma das competições mais duras, um ambiente propício para o desenvolvimento atlético e acadêmico, o aprendizado da cultura da vitória.

Outros preferem treinar em clubes pelo mundo afora (o casal Diogo Yabe e Fabíola Molina que o digam), experimentando e tirando o que há de melhor em cada local.

Hoje temos duas iniciativas interessantes com técnicos brasileiros: um especializou-se em um nado, peito no caso. Arilson Soares da Silva (autêntico brasileiro até no sobrenome) treina o campeão e ex-recordista mundial Felipe França. Outro montou uma equipe própria. Alberto Silva (mais um Silva, mas não são parentes…) e Cesar Cielo conceberam o PRO 16 (OK, ele não é tão novidade assim. Outro velocista, o bi-campeão olímpico, também dos 50m livre, Gary Hall Jr, fez o mesmo com o Race Club).

Há também alguns poucos treinadores estrangeiros. Já houve mais, cubanos e americanos, que me lembre.

Caso é, se temos algo a oferecer, também temos a aprender. Ou não??

campeão mundial made in Brasil (França e Ari) - antes que falem, a foto é a prata do Mundial de 2009

Autor: Rogério Romero Tags: , , , , , ,

sábado, 10 de setembro de 2011 Treino, natação | 22:08

Comemorar é essencial!

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Vendo o jogo da Copa América que definiu a participação do basquete brasileiro em Londres 2012, após um hiato de 16 anos, me veio algumas similaridades entre basquete e natação (coletivo x individual).

Primeiro ponto: que diferença um técnico faz! Mas ela não é imediata… A confiança é fundamental para que o resultado do trabalho surja.

Segundo: preparação, treino é tudo! Quanto mais confortável com o ambiente, conhecendo quem está ao seu lado, mais fácil de se concentrar naquilo que realmente é importante.

Terceiro: a preparação completa envolve um bom estado físico e psicológico. Não adianta ter nomes famosos, bons desempenhos nos seus respectivos clubes, resultados expressivos na temporada… O que vale é aquele jogo, aquele minuto na piscina, aquele match point (sim, já me refiro ao outro jogão de hoje), e para isso, o atleta precisa estar mentalmente forte.

Quarto: equipe pode ganhar; indivíduo sozinho, não. Mesma na natação, ninguém chega a uma medalha no Pan só. Pode aparecer solitário nos imensos blocos de partida modernos, mas seu treinamento envolveu profissionais das mais diversas áreas, desde os dirigentes que garantiram benéficos (ou não), até seu companheiro de raia que “compete” com ele no dia a dia.

Por último: Comemorar é essencial!

Marcelinho Huertas abraça Alex e celebra classificação brasileira (foto: AFP)

Autor: Rogério Romero Tags: , , , , , ,

domingo, 4 de setembro de 2011 Sem categoria | 20:00

Rapidinhas!

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  • E Rodrigo Castro já estava de pé depois da cirurgia de apendicite! Isto que é recuperação rápida. Foi lá comemorar o título do Minas;
  • O novo bloco de partida, alvo de críticas de alguns atletas, é um genérico dos importados. Em preparação para as olimpíadas do Rio 2016, será que o país que consegue pegar petróleo no fundo do mar, não dá conta de fazer algo melhor?
  • Será que é necessário tantos dias assim de competição? Uma embrionária associação de atletas começa a se perguntar…
  • O casal Fabíola Molina e Diogo Yabe (este eu tenho certeza) procuram um novo local para treinar com vistas ao Pan. Flórida é sempre uma opção.
  • Quem viu o Minas dois meses atrás, em crise após mandar embora seu técnico principal, não imaginava que demoraria tanto para encontrar um substituto. Pois o final do ciclo olímpico já começou e achar um técnico estrangeiro (é a intenção) que dê conta de time grande com a cultura brasileira, não é tarefa fácil.

Fabíola e Diogo, em um descontráido churrasco

Autor: Rogério Romero Tags: , , , , , ,

Sem categoria | 18:09

ooops

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Pois é, nem comecei e já levei um puxão de orelhas por ter um grande erro no meu primeiro post.

Fabiana Beltrame não é treinada pelo seu marido, mas sim por José Oyarzabal.

Segue uma foto para acabar com as dúvidas.

Daqui a pouco falo um pouco do Finkel.

O da esquerda é o técnico, à direita Gibran Cunha

Autor: Rogério Romero Tags: , ,