Joanna Maranhão | Rogério Romero: tudo sobre natação - iG

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quarta-feira, 22 de agosto de 2012 Troféu José Finkel, resultados | 23:51

José Finkel: recordes, índices e dúvidas

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Recordes sul-americanos para Thiago Pereira (100m medley), Joanna Maranhão (200m costas), Guilherme Guido (50m costas) e o revezamento 4×50m livre do Flamengo, no Troféu José Finkel, que é realizado em SP, em piscina semi-olímpica (25m).  Destes, apenas a prova de Joanna é olímpica. Por enquanto… Surgiu um burburim que talvez incluíssem as provas de 50m estilos nos Jogos Olímpicos (apenas o livre foi inserido no programa em 1988), o que ia ajudar muito os brasileiros, já que estamos regularmente nas primeiras posições no ranking mundial nestas provas.

Guido: mais um recorde sul-americano para sua carreira.

Em plena ressaca olímpica, além de ajudar seu clube a alcançar nova marca continental, Cesar Cielo não reclamou das várias provas que teve que nadar antes de atingir sua segunda melhor marca sem os trajes nos 50m livre. Pior, numa piscina aberta, em pleno campeonato de inverno, que tem muita marola (que puder acompanhar pela Sportv vai entender o que estou falando) ele chegou a quase 1s à frente dos seus fortes adversários (lembrando que Fratus ficou apenas a 2 centésimos do bronze olímpico). E aqui vai minha primeira pergunta: porque nesta piscina?

Etiene: por enquanto em voo solo para Istambul. (Agif)

O campeonato serve como seletiva para o Mundial em piscina curta, em Istambul, e 8 atletas (apenas uma no feminino, Etiene Medeiros) já alcançaram o índice. Um deles foi Kaio Márcio, que está em dúvidas se vai valer a pena ou não deste campeonato.

O Finkel, assim como o Mundial e Olimpíadas, é disputado com semifinais nas provas de 200m para baixo. Minha segunda pergunta: para que? Afinal, a competição fica mais longa, os atletas tem que se desdobrar em diversas provas e hospedar por todo este tempo em São Paulo não deve estar ficando barato. Sei que a justificativa é justamente que o sistema é semelhante nos maiores campeonatos, mas -minha última – nosso Brasileiro é feito pensando apenas para aqueles que tem chance de chegar lá ou para todos?

Autor: Rogério Romero Tags: , , , ,

terça-feira, 31 de julho de 2012 Londres 2012 | 11:36

Quarta eliminatória

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Hoje. De tanta gente perguntar, quando Cesar Cielo vai nadar, respondo antecipadamente desde as cinco da manhã: hoje. Hoje o que? Cesar Cielo nada. Ah, mas não é a prova dele. Não, ele é recordista mundial, medalhista olímpico, mas não nada esta prova, não. Ou, como dizem, não é especialista…

Cielo: precisa melhorar para nadar a final amanhã - e sabe disso. (Zimbio)

Cielo nadou e fez o que era esperado: classificou-se para a semi. Nesta hora não adianta fazer qualquer tempo relevante. De modo semelhante, o importante à tarde é chegar entre os oito melhores tempos. Raia 1 e 8 são as “piores”? Em tese, sim; na prática, pouco importa, tem os mesmos 50m e, com as novas tecnologias, a questão da marola nos cantos foi minimizada. Cesar Cielo, Gustavo Borges e Fernando Scherer conquistaram medalhas nestas raias laterais.

Outro brasileiro que nadou consciente foi Tales Cerdeira, indo para a semi dos 200m peito. Nicolas Oliveira, nos 100m livre, Henrique Barbosa, nos 200m peito, e Joanna Maranhão, nos 200m borboleta, não nadaram perto de suas melhores marcas e acabaram suas participações (a não ser que Nicolas nade o revezamento medley de manhã).

Tales Cerdeira: nadou consciente e está na semi.

Na verdade, todos os nadadores que foram a Londres tinham chance de ficar entre os 16 melhores, nas suas melhores provas. Seria assim com Fabíola Molina,  nos 100m costas, e Felipe França, nos 100m peito, para ficar apenas em dois exemplos. Ninguém quer representar mal o Brasil, quanto mais a si mesmo! Acredito que o pessoal treinou (e muito). A maioria, ao contrário do que pensam alguns, tiveram acompanhamento de nutricionista, psicólogo, preparador físico, fisiologista e outros profissionais do ramo. Mas, tudo tem que dar certo, na hora certa. Não tem outra chance – apenas daqui a  4 anos!

E finalizo perguntando aos críticos: e você, qual a sua colocação na sua profissão? Na cidade? No Brasil? No mundo?

Autor: Rogério Romero Tags: , , , , ,

segunda-feira, 30 de julho de 2012 Londres 2012 | 18:18

Finais terceiro dia

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Uma prova que teve campeão Mark Spitz, Michael Gross, Hoogenband, Thorpe e Phelps, para ficar nos mais recentes, cria naturalmente uma expectativa enorme. Assim é os 200m livre e continuou sua saga em Londres.

Agnel: seu nome com os grandes.

Os protagonistas: um americano querendo fazer história (Lochte), um francês inesperado (Agnel) e um chinês que pode sair com 3 ouro (Yang). Mais tempero com o alemão recordista mundial (Biedermann) e com o prata em Pequim, o coreano Park.

Parece que a presença do Holande fez a diferença, e Agnel foi absoluto na prova, chegando próximo do recorde olímpico de Phelps. Agora, seu técnico, que treina Muffat também, já está com 3 ouros. O oriente, com Park e Yang, completaram o pódio, deixando Lochte de fora…

Missy: duas medalhas até o momento. (Yahoo)

Ser a Phelps de maiô. Quem vai ser? Coughlin e sua versatilidade poderia pleitear. Coventry, em sua quarta olimpíada tem a dificuldade de ser a única representante de peso de seu país. Mas a sorridente Missy Franklin participa e tem chance de ganhar inúmeras medalhas nos revezamentos americanos.

E Franklin melhorou quando necessário. Ao nadar quase meio segundo mais rápido que sua melhor marca, ela colocou a então favorita Seebohm em prantos. Detalhe, Missy nadou após uma semi nos 200m livre onde se classificou em oitava.

A queridinha do publico, recordista mundial da prova, Gemma Spofforth, acabou em quinto.

Grevers e Thoman: 12 medalhas dão a liderança folgada para os americanos. (Reuters)

A versão masculina, com os grandões Grevers e Lacourt (2,04 e 2,00m, respectivamente) foi, até os 80m, parecendo que ia dar os dois mesmo, mas o francês, talvez animado com a vitória do seu compatriota, passou forte e ficou em quarto. O queridinho do público, ex-recordista mundial dos 50m, Liam Tancock até que tentou com sua velocidade característica, mas terminou em quinto.

Melhor para Grevers, em recorde olímpico, Nick Thoman, também americano na primeira dobradinha da competição e o japonês Irie.

Ruta: na rota da vitória inédita. (AFP)

Na última final do dia, Leisel Jones entrou para fazer história. Novamente. Primeira na natação australiana a participar pela quarta vez, Jones teve críticas pesadas sobre o seu peso (com o perdão do trocadilho). Acabou em quinta.

Ah, sim, a vencedora acabou sendo a lituana Ruta Meilutyte, com o ouro inédito para a Lituânia, segurou bem a recordista mundial Soni, com o bronze para o Japão de Suzuki.

Joanna Maranhão piorou um pouco seu tempo da manhã e ficou fora da final.

Autor: Rogério Romero Tags: , , , , ,

Londres 2012 | 08:24

Terceira eliminatória

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Os dois brasileiros não fizeram o que era esperado, nadarem melhor ou perto de suas marcas da temporada passada para garantir a semi nos 200m borboleta. Leonardo de Deus, campeão no Pan do ano passado, e Kaio Márcio, finalista olímpico em Pequim, acabaram fora das 16 primeiras posições. Kaio, que ficou empatado em 17o., ainda abriu mão de disputar a 1a. vaga no caso de alguém não nadar à tarde. As chances disso acontecer são remotas, uma vez que não temos revezamento, que é a justificativa maior para um atleta preferir não nadar sua prova individual.

A classificação acabou surpreendendo Joanna.

A notícia boa foi para a classificação de Joanna Maranhão. Depois de um episódio triste que a retirou de sua melhor prova, os 400m medley, ela foi para a versão mais curta, os 200m, sem muita pretensão, já sabendo que sua melhor chance seria nos 200m borboleta. Marcando um tempo próximo de sua melhor marca sem os maiôs tecnológicos, Joanna ainda tem margem para melhorar um pouco à tarde. Quem sabe não nos surpreende novamente?

Coventry: chegar na frente da chinesa não dá, mas outra medalha...

Outra que veio forte, além da chinesinha, favoritíssima em cima da campeã olímpica (Rice) e da recordista mundial (Kukors), é Coventry que parece disposta a aumentar sua coleção de medalhas olímpicas (já são sete! para o Zimbábue).

Nos 200m livre, podemos ter amanhã uma nova disputa entre Muffat e Schmitt: emoção à vista.

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sábado, 28 de julho de 2012 Londres 2012 | 11:08

Primeira eliminatória: primeiras surpresas

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O dia começou bem para o Brasil e estranho para os demais. Thiago Pereira confirmadíssimo para a grande final dos 400m medley, primeira prova olímpica com várias surpresas. Em primeiro? Claro, o japonês Hagino Kasuke, 17, com recorde asiático. Peraí, claro? Pois é, nem Phelps, nem Lochte. Enquanto primeiro classificou apenas com a 8a. marca (será que tá arrependido de ter saído dos 200m livre?), fez uma prova irregular. Ficou de fora o prata de Pequim, Lazslo Cseh. É, não dá para vacilar… e Thiago pode sim subir ao pódio!

Kasuke: seu apostadores vão torcer demais.

A segunda prova foi ruim para a brasileira Daynara de Paula, que acabou fora da semi, mas boa para Dana Vollmer, que estabeleceu nova marca olímpica para os 100m borboleta com 56s25.

Vollmer: primeiro recorde, melhor marca sem maiôs tecnológicos. (Reuters)

Os 400m livre deixaram para trás o atual campeão olímpico, Tae Hwan Park, e o recordista mundial, Paul Biedermann. Após muito tempo, saiu o motivo da desclassificação: saída em falso. Prova sem sal, com favoritismo para o chinês Sun Yang.

Outra surpresa ruim para o Brasil, foi a saída de Joanna Maranhão dos 400m medley. A informação é de um corte no supercílio, fruto de um escorregão. Melhoras Joanna.

A rainha compareceu no Parque Aquático pela manhã. (AP)

Os 100m peito viram os 2 brasileiros passarem para a semi com os dois últimos tempos. Não tem problema, como lembrou Phelps, o importante é passar de fase, cada uma delas é outra prova. Sorte para os Felipes, pois os 100m peito foi bem disputado, mas se ambos melhorarem suas marcas, podem estar na final.

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quinta-feira, 26 de julho de 2012 Londres 2012, Seleção Nacional | 20:25

O primeiro dia: muitos brasileiros na água

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O primeiro dia de eliminatórias vai ser um bom termômetro de como o Brasil vai ser representado na natação em Londres.

Thiago: deseja estar nesta histórica final dos 400m medley, se possível fazendo história. (Agif)

Começamos logo com Thiago Pereira nos 400m medley, prova que vai ver o primeiro duelo Lochte x Phelps e também a primeira possibilidade de um inédito tri-campeão olímpico. Thiago abriu mão de outras provas para poder concentrar-se nas duas de medley, está otimista e confiante em um bom resultado.

Daynara de Paula entra em seguida, nos 100m borboleta, onde o Brasil teve sua melhor colocação feminina com Gabriella Silva em Pequim. Quem sabe Daynara não surpreende também?

Daynara: os 100m borboleta vai dar duas finalistas em seguida? (Agif)

Depois temos outra finalista olímpica, também nos 400m medley, Joanna Maranhão. Apesar de sua consistência nos resultados uma nova final para a pernambucana seria um ótimo resultado.

Para fechar bem nossa primeira eliminatória, os Felipes Silva e Lima nadam os 100m peito, outra prova que pode ter um tri-campeão com Kitajima. Ela é uma das mais disputadas desde 1968, com o campeão sempre ficando a menos de meio segundo na frente.

França: a primeira chance real de medalha só vai ser no segundo dia. (Agif)

Lembrando que final no mesmo dia, apenas para os 400m medley, pois provas até 200m tem semifinal.

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terça-feira, 18 de outubro de 2011 Finais, Pan 2011 | 23:27

Joanna brilha, Thiago belisca e cai recorde de Gustavo Borges

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Os Frasers, Brett e Shaune: irmão, companheiros de treino e adversários. Foto: AP

Ele sobreviveu à era dos maiôs tecnológicos, talvez o único ou um dos poucos, mas não resisitiu aos irmãos Fraser. Brett chegou na frente com a nova marca de 1:47.18, na final em que os 3 primeiros marcaram tempo inferior ao ex-recorde de Gustavo Borges, que vinha de Mar del Plata-95. Um ano depois, já em Atlanta, Borges ficaria com a prata olímpica nos 200m livre. Shaune Fraser, que já tinha o bronze dos 100m livre, fez a inédita dobradinha para as Ilhas Caimãs. O brasileiro André Schultz acabou em 7o.

Joanna Maranhão: este dedo, positivo; outro, sentiu a forte chegada. Foto: Vipcomm

Joanna Maranhão saiu bem nos 200m medley, confiante com seus resultados anteriores, e pegou mais uma medalha, esta de bronze. A americana Smit e a jamaicana Atkinson chegaram na sua frente. Ela teve tanta gana de ganhar uma medalha depois da Depois, Joanna ainda iria ajudar (bem) o revezamento 4×200m livre a pegar a prata, chegando atrás apenas dos EUA que bateu novo recorde do campeonato. Completaram nossa equipe Jessica Cavalheiro, Manuella Lyrio e Tatiana Barbosa.

Thiago Pereira: muitas medalhas, muito cansaço. Foto: Vipcomm

Thiago Pereira saiu bem nos 200m peito, confiante com seus resultados anteriores, e pegou mais uma medalha, esta de bronze. Epa, eu já escrevi isso… Mas na verdade a semelhança entre estes dois nadadores existe. Ambos treinam medley e, portanto, são “coringas” – nadam várias provas. Os americanos Mahoney (este bateu o recorde do campeonato) e Burckle fizeram mais uma dobradinha americana. Antes, outros dois americanos chegaram em 1o. e 2o. nos 1500m livre, na prova em que Lucas Kanieski acabou em 5o.

A equipe brasileira comemora mais uma medalha

Não vamos perder as contas. Na natação, Brasil com 15 medalhas (6-5-4), atrás apenas dos EUA (26 (12-10-4). Amanhã, digo, hoje, tem mais!

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segunda-feira, 17 de outubro de 2011 Pan 2011, eliminatórias | 20:31

Eliminatórias do terceiro dia

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O que esperar depois de um dia de muitas medalhas e até recordes? Vai ficar difícil de alcançar a mesma performance de ontem, mas podemos ter algumas surpresas agradáveis pela frente.

Castañeda: gostinho de quero mais.

Joanna Maranhão (400m livre) e Tatiane Sakemi (100m peito) vão nadar sem grandes expectativas de medalhas. Na primeira prova, as sul-americanas Andreína Pinto e Kristel Kobrich e Cecilia Biagioli devem disputar com a americana Gillian Ryan e a mexicana Patricia Castañeda pode ser impulsionada pela torcida local. Ela já sentiu o gosto das medalhas pan-americanas no Rio/2007.

Na prova mais longa das piscinas, o recordista sul-americano, Luis Arapiraca, não está bem e ficou bem distante da sua melhor marca. Mas o Brasil estará representado amanhã (sim, esta a final desta prova será disputada apenas na noite de amanhã), com Lucas Kanieski. Teremos também o nadador mais velho da natação em Guadalajara. Com quase 33 anos, Ricardo Monasterio terá a difícil missão de conquistar sua quarta medalha consecutiva nesta prova.

Daniel Madwed nadará entre os brasileiros.

Kaio Márcio e Leonardo de Deus tentarão a segunda dobradinha brasileira nos 200m borboleta, enquanto que Thiago Pereira continua sua disputa com Hugo Hoyama para ver quem é o brasileiro mais dourado da competição. Mas terá pela frente, além do Guilherme Guido, os americanos Russel e Godsoe. Pelo ranking mundial deste ano, a disputa vai ser interessante!

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sábado, 15 de outubro de 2011 Finais, Pan 2011 | 23:38

Primeiras medalhas

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Três a um, este é o saldo a favor das mulheres brasileiras na piscina pan-americana.

Daynara de Paula: a olhada para o lado é técnica. Foto: Jefferson Bernardes/VIPCOMM

As finais começaram bem para o Brasil, com a prata de Daynara de Paula, nos 100m borboleta. A americana Donahue venceu praticamente com uma saída muito mais agressiva.

Apenas nos 400m livre que o Brasil não foi ao pódium nesta noite, enquanto os americanos ficaram com 80% dos ouros do primeiro dia. E quem conseguiu furar os 100% foi justamente Thiago Pereira, ganhando os 400m medley pela segunda vez, começando bem sua saga para aumentar ainda mais sua coleção, em busca de novos recordes. Ele continua se poupando o quanto pode, para chegar ao máximo de medalhas (preferencialmente douradas) em Guadalajara. Diogo Yabe ficou em sétimo.

Foto: Jefferson Bernardes/VIPCOMM

Thiago Pereira: gostei da visão daqui, posso voltar mais vezes? (Foto: Jefferson Bernardes/VIPCOMM)

Logo depois, Joanna Maranhão quase seguiu os passos de Thiago, mas teve que se contentar com a prata por muito pouco não conseguindo a ainda inédita dourada feminina. Apesar disso, foi muito bom ter visto sua garra, assutando a americana Julia Smit.

Joanna saiu forte no borboleta e finalizou bem a prova. Foto: Satiro Sodré

E o dia acabou com mais uma prata do revezamento 4×100m livre, que viu as americanas abaixarem um pouco mais o recorde da competição. Michelle Lenhardt, Tatiana Barbosa, Flávia Delaroli e Daynara de Paula, que havia se poupado de manhã (Graciele Hermann deu sua melhor marca abrindo nas eliminatórias), garantiu sua segunda medalha, até o momento a única atleta brasileira.

Gabriella Silva, que tem uma carreira de altos e baixos, acabou abrindo mão de participar da final B (do nono ao décimo-sexto colocado nas eliminatórias) e provavelmente encerrou sua participação na competição, a não ser que nade as eliminatórias do revezamento 4×100 medley, poupando a agora titular dos 100m borboleta Daynara de Paula

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quinta-feira, 13 de outubro de 2011 Pan 2011 - nadadores | 20:37

Tiros de 25

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Vinte e cinco metros pode ser considerada a distância equivalente aos 100m rasos no atletismo. Na verdade, a proporção de 1/4 do espaço no mesmo tempo, vai com um pouco de distorção até aonde podemos comparar, os 800m (1:41.01) e os 200m livre do alemão Paul Biedermann (1:42.00). Pois bem, tudo isso para explicar que as notas aqui são rapidinhas com os tiros de 25m.

Ao menos duas nadadoras terão a honra de desfilar com a bandeira do seu país na abertura dos Jogos: Alexia Pamela Benítez Quijada, de El Salvador e Andreína Pinto, da Venezuela.

A primeira é multi-medalhista dos Jogos Centroamericanos do ano passado, quando saiu com 8 ouros!

A venezuelana ainda nada águas abertas contra Anna Marcela.

A segunda é recordista sul-americana nos 400m livre, onde disputará com as brasileiras Joanna Maranhão e Manuella Lyrio. Além disso, detém um montão de recordes nacionais.

Já dá para acompanhar parte das competições através do site oficial. Nele constam os nomes (e uma pequena foto com a data de nascimento) dos atletas em toda a programação.

Titus (o mais baixo), ao lado do brazuca Henrique Barbosa (no meio). Copyright 2011 by JD Lasica

Ele nadou junto com Nicolas Oliveira no Arizona e tem uma particularidade: é surdo. O americano Marcus Titus (apelidado Marcus Aurelius pelo seu técnico), nada peito e vai tentar fazer do Pan um impulso em sua carreira (leia-se: tentar as Olimpíadas em Londres). Sou mais os Felipes (França e Lima) do Brasil…

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