Bruno Fratus | Rogério Romero: tudo sobre natação - iG

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sexta-feira, 3 de agosto de 2012 Londres 2012 | 18:19

Sétima final: recorde mundial e bronze para Cielo

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Não deu. Cesar Cielo não conseguiu imprimir seu ritmo usual e dominar a prova. Não sei até que ponto que atrapalhou, mas a saída demorou um pouco para ser dada. De qualquer modo, foi demorada para todos os oito finalistas, inclusive para o campeão olímpico. Florent Manadou, o mais novo de uma série muito experiente (média de 27 anos, 9 medalhas olímpicas, apenas os dois mais novos, ele e Bruno, não tinham…) melhorou na hora certa.

Jones, Manadou e Cielo: mais uma surpresa vinda de Londres.

Jones, Manadou e Cielo: a cor da medalha não era o que todos esperavam.

Agora, ele e sua irmã Laure, devem ser os primeiros irmãos nadadores campeões dos Jogos Olímpicos. Além disso, já dão uma campanha inédita para a França, colocando o país na terceira posição no quadro de medalhas da natação, com 4 ouros, 2 pratas e um bronze.

A prata ficou com Cullen Jones, com o mesmo tempo da semi. Fratus ficou a dois centésimos de Cielo. Pelas redes sociais, os nadadores brasileiros que estavam torcendo reclamaram do barulho da torcida. Ouvi o vídeo, mas entre o “take your marks” e a saída, não pude ouvir nada demais (para não falar nada).

Missy e Beisel: que fofas, 6 medalhas em Londres.

A tarde começou com um incrível recorde mundial nos 200m costas, com Missy Franklin. Depois viu outro tri, provavelmente a última vitória (de 17 ouros, não percam a conta) individual de Michael Phelps, mesmo ele tendo nadado pior que ontem e errando um pouco. Em segundo, o Rei da Copa do Mundo, Chad le Clos, e o russo Evgeny Korotyshkin (com este nome, não podia ser japonês).

Le Clos e Phelps: felizes com seus resultados.

E na última final, apesar de toda torcida para o bi da inglesa Becky Adligton, ela acabou mais uma vez com o bronze. Vencendo, a menina de 15 anos (não, não é chinesa) Katie Ledecky, quase estabelecendo nova marca mundial. Entre elas, a espanhola Mireia Belmonte, que sai com duas pratas nas seis provas que ela nadou.

Ledecky: "oh my God". Como é americana, um talento.

Autor: Rogério Romero Tags: , , , , , ,

quinta-feira, 2 de agosto de 2012 Londres 2012 | 20:53

Sexta final: Cielo e Fratus classificam. Tri sai

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Os 200m medley tiveram 6 primeiros dos oito finalistas de 2008. Aparentemente, seria uma estagnação desta prova. E acabou sendo. Phelps tornou-se o primeiro tri da história (só tem um recorde que ele não tem, nem terá. Alguém arrisca?), dando a prata para Lochte. O húngaro Cseh confirma a grande tradição do seu país na prova, adicionando o bronze à prata de 4 anos atrás.

Phelps e Lochte: juntos tem (até agora) 31 medalhas olímpicas, rindo! (AP)

Thiago Pereira, voltou a sua estratégia de passar forte (pior é que fez força demais, na minha opinião) e acabou cansando. Respeitável atitude e o único brasileiro a melhorar ambas as marcas (sem maiôs tecnológicos).

Cesar Cielo e Bruno Fratus fizeram novamente o que era necessário para passar para a grande final: nadaram muito rápido. Fratus melhorou sua marca pessoal, enquanto Cielo empatou em primeiro e já sabe que para vencer deve abaixar cerca de dois décimos. Os adversários devem ser os americanos Jones e Ervin. Gostei dos últimos 5m de Fratus e de sua declaração que o maior adversário é sua própria cabeça. O míssil Magnussen terá que mirar a piscina olímpica do Rio, pois ficou fora da final.

Cielo e Jones: sorrisos à parte, amanhã o bicho vai pegar. (Facebook)

Os 200m peito era dela e desta vez a zica londrina não veio. Rebecca Soni. Primeira bi em Londres. Primeira bi nesta prova. Primeira a abaixar dos 2m20s. Apesar da aparente facilidade, as 5 primeiras bateram recordes nacionais, demonstrando que os técnicos já descobriram a fórmula para nadar mais rápido sem os maiôs tecnológicos neste estilo. Suzuki deu a primeira prata para o Japão, enquanto Efimova garantia o bronze para a Rússia.

Soni (de rosa): recorde mundial para bater o recorde asiático.

Já os 200m costas viram a zica voltar com tudo. O americano Tyler Clary estabeleceu nova marca olímpica para bater o recordista mundial Ryan Lochte, que acabou com o bronze, pois chegou atrás do japonês Irie.

Tyler e Lochte: 200m costas mudam de dono, mas continuam nos EUA desde 96.

A última final viu a holandesa Ranomi Kromowidjojo repetir o feito de seus compatriotas, Inge de Bujin e Pieter vd Hoogenband, vencendo os 100m livre com uma chegada um pouco estranha. Missy Franklin saiu sem medalha desta vez, mas amanhã aparece bem para a final dos 200m costas.

A natação já deu 23 medalhas para os EUA, mais da metade conquistada até agora.

Hoogenband e Daniel Takata: em homenagem ao estatístico mais eficiente da natação. (Facebook)

Autor: Rogério Romero Tags: , , , , , , ,

Londres 2012 | 11:00

Sexta eliminatória: brasileiros, rápidos e furiosos

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O dia começou rápido, com os 50m livre. Os brasileiros conseguiram passar com certa tranquilidade para a semi. Cesar Cielo e Bruno Fratus estão com o 2o e 3o melhores tempos. Bovell, que já foi medalhista na prova de Thiago, os 200m medley, está em primeiro. Depois, por problemas de joelho, acabou optando pelas provas de livre, onde teve um destaque. O ápice deste nadador que deu a primeira medalha da natação para Trinidad Tobago pode vir com outra medalha.

Bovell: o mais rápido, nas eliminatórias... (Reuters)

Ouro em 2000, Anthony Ervin é o mais jovem medalhista na prova que teve sua estreia olímpica em 1988 e agora pode escrever seu nome nas estatísticas como o mais velho e também o maior hiato entre ouros. Numa prova em que temos 9 medalhistas olímpicos entre os 16 semifinalistas, sendo 3 desta prova (o outro é Schoemann), o favoritismo existe para Cielo, mas os detalhes é que vão determinar quem passa para amanhã ou não.

Infográfico: Entenda como funciona a prova dos 50 m nado livre

A polêmica chegada de Pequim.

Nos 100m borboleta, reencontro entre o sérvio Cavic e o multi-medalhista quebrador de recordes, ainda favorito e em busca do inédito tri, Phelps, depois da prova que deu a vitória ao americana por um centésimo em 2008. Ambos passaram, como esperado, para tarde.

Chad le Clos: será que a história será repetida nos 100m? (Gallo)

Quem nadou melhor que o esperado foi Chad le Clos. Embalado pela vitória histórica em cima de Phelps nos 200m borboleta, o sul-africano até saiu da final dos 200m medley (estava em oitavo) para se dedicar à semi da prova que ficou em primeiro pela manhã. E, pela maneira com que nadou (olhando para os lados e controlando sua posição), tornou-se um dos favoritos.

Quem nadou pior que o esperado foi Kaio Márcio, que alegou uma febre alta, provocada provavelmente por algo que ele comeu, e ficou muito aquém de sua marca.

Toda torcida para a primeira prova da tarde, os 50m livre, e a final dos 200m medley com Thiago Pereira.

Autor: Rogério Romero Tags: , , , , ,

quarta-feira, 18 de julho de 2012 Londres 2012, atleta | 20:59

Inimigo Íntimo: CieloxFratus, PhelpsxLochte, MagnussenxRoberts

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Ouro para o Brasil nos 50m livre! Não seria surpresa para ninguém, certo? Mas e se for o nome de Bruno Fratus aparecesse em primeiro? Sim, Cesar Cielo continua sendo o favorito para o bi, mas Fratus não que ser coadjvante numa prova em que foi para a final no último mundial com a melhor marca, foi o segundo no ranking mundial ano passado e já venceu Cielo no campeonato brasileiro (OK, nos 100m, mas venceu).

Roberts e Magnussen (os dois do meio): muita água vai rolar em Londres. (Zimbo)

E esta pode ser apenas uma das provas épicas em que os favoritos são compatriotas. Nos 100m livres, os australianos James (Magnussen e Roberts) podem dar uma dobradinha para seu país, o que no caso dos 200m e 400m medley parece ser barbada para os americanos Ryan Lochte e Michael Phelps.

E o jogo psicológico já começou, com os favoritos Cielo e Magunssen mantendo a atitude de vencedores, enquanto seus adversários contam um pouco com o fator momento: não adianta ser o melhor, tem que ser o primeiro na final (e chegar nela, antes disso). A história já mostrou que o favoritismo não ganha a prova. Já os americanos, através de seus técnicos, trataram de dizer que não estavam a 100% durante a seletiva nacional.

Nos 100m peito, Rebeca Soni, que parecia reinar sozinha, tem a companhia de Breeja Larson. Kosuke Kitajima pode ter seu sonho do tri detonado pelo camicase Ryo Tateishi, para ficar apenas em alguns dos prováveis pódiuns que terão duas bandeiras iguais.

A hora da verdade está chegando…

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quinta-feira, 26 de abril de 2012 Londres 2012, Troféu Maria Lenk, seletivas | 07:35

Cielo e Fratus: 1-2 do mundo

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O primeiro dia  de competições do Troféu Maria Lenk não viu seus atletas mais famosos: Cesar Cielo e Thiago Pereira, mas mesmo assim não passou em branco, com um índice olímpico e uma melhor marca de 2012.

Cielo (no meio) e os diferente estilos de saída. (Satiro Sodré)

Já nas eliminatórias, Bruno Fratus marcou a melhor marca do ano nos 50m livre, desbancando o Míssil australiano James Magnussen, deixando dúvida se o reinado de Cielo passaria para outro brasileiro. Ledo engano, Cielo mostrou toda sua superioridade, retornando ao topo do mundo e mandando outra mensagem para os demais velocistas mundo afora, com sua melhor marca sem os maiôs e ainda guardando 1% para Londres (ele raspou seu corpo apenas com máquina e não com gilete, como é de praxe).

Graciele Hermann deu trabalho para a dinamarquesa Jeanette Ottesen, e confirmou sua vaga para Londres, assim como Kaio Márcio e Daynara de Paula, nos 100m borboleta. Joanna Maranhão venceu a espanhola Mireya Belmonte, mostrando que a época em que os estrangeiros vinham para cá e faziam a festa vencendo tudo (muitas vezes com recordes e marcando mais pontos para seus clubes), passou.

Thiago: mais forte, mais magro e mais rápido. (Satiro Sodré)

O outro nome conhecido, Thiago, confirmou seu favoritismo, mas não escondeu que esperava mais que a segunda marca do ano nos 200m medley. O atleta acabou o ano passado em terceiro no mundo, mas longe dos dois primeiros (Ryan Lochte e Michael Phelps) – esperava ficar mais perto dos americanos. Já Henrique Rodrigues ficou contente com a segunda vaga na prova.

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domingo, 15 de abril de 2012 Londres 2012, natação, resultados, seletivas | 16:13

Ouro para Fratus na Holanda!

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Com a quarta melhor marca de 2012 feita hoje em Eindhoven, Bruno Fratus vai para a derradeira seletiva olímpica com a confiança em alta.

Fratus: consistente, nadou 3 vezes entre as 20 melhores marcas do mundo em 2012.

Mas ele não foi o único a subir no pódium. João Gomes quer a disputada vaga olímpica nos 100m peito, e ficou com prata na Holanda. Raphael Rodrigues, também nos 100m peito, ficou com o bronze, mostrando a supremacia do Pinheiros neste estilo.

Novamente o destaque maior ficou com Naomi Kromowidjojo, fazendo a melhor marca dos 50m livre do ano e sem o auxílio dos maiôs tecnológicos. Ela já havia feito o mesmo nos 100m livre.

Rose tira foto de outra "estação" londrina: Dawn Fraser.

Mas o domingo também foi triste, com a morte do australiano Murray Rose. Quatro ouros olímpicos, Rose tinha acabado de virar nome de estação de trem em Londres, mérito da sua contribuição ao esporte.

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sexta-feira, 16 de março de 2012 Londres 2012, Sul-americano, seletivas | 21:53

A mensagem de Cielo

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Os recordes de campeonato cairam aos montes em Belém, por ocasião do Sul-Americano. Para ser sincero, isso até me surpreende, uma vez que tivemos a era dos maiôs tecnológicos. Algumas marcas brasileiras a se notar, até o momento, foram a do peitista Felipe França e de Cesar Cielo. O primeiro venceu com um tempo bom os 100m peito, apostando em uma nova estratégia, e nadou para a melhor marca do mundo na prova não olímpica, os 50m peito.

Fratus bem que tentou, batendo recorde de manhã... (Satiro Sodré/Agif)

Cielo mandou duas vitórias e dois topos no mundo em 2012, nos 50m borboleta e livre. Neste último, outro brasileiro, Bruno Fratus, também nadou rápido.O campeão e recordista de tudo não quer ser intimidado pelos diversos campeonatos mundo afora, e mandou seu recadinho com estes tempo.

... mas nas finais Cielo foi absoluto. (Satiro Sodré/Agif)

A menção honrosa vai para Manuella Lyrio, ao estabelecer nova marca nacional nos 400m livre. Hoje ela venceu os 200m livre, num dia proveitoso para nossos nadadores.

Autor: Rogério Romero Tags: , , ,

quinta-feira, 20 de outubro de 2011 Finais, Organização, Pan 2011 | 22:38

Cielo imbatível

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A grande sensação da manhã foi o placar falhando novamente, e justamente no dia da prova mais rápida da natação: os 50m livre. Claro que os técnicos e a organização tiveram tempo suficiente para consertar tudo para que nas finais… falhasse novamente! Estamos falando do México, vamos lembrar de alguns países-sede do Pan: República Dominicana, Argentina e Cuba. Não recordo do placar tendo estes problemas todos. Havana foi há 20 anos atrás!

Cielo: 7 provas em Pan, 6 ouros. Foto: Vipcomm

Mas voltando aos resultados. Albertinho (técnico de Cielo) vai ficar com aquela barba enorme mesmo. O Brasil fez a dobradinha esperada, mas não comemorou na piscina (obrigado, placar). Tanto Cielo, quanto Bruno Fratus sairam da água decepcionados com suas marcas. Pode? Pode, mas ambos deram justificativas: o primeiro disse que o bloco diferente talvez tenha influenciado, além de ter dado uma respirada (quando seu normal é nenhuma); já o prata disse que seu calção estourou de novo e teve que emprestar um de Cielo.

Absoluto, desde a saída, Cielo não teve nenhuma dificuldade em vencer, abaixando sua própria marca de 4 anos atrás. Completou o pódium o cubano Hanser García. Para se ter ideia da superioridade do brasileiro, o cubano, que havia ficado em 2o. nos 100m livre, chegou mais longe nos 50m do que nos 100m.

McGregor abraça sua compatriota Hanna Pierse. Crédito: Reuters

Ashley McGregor salvou a lavoura canadense, conquistando o primeiro ouro para o país que está fazendo uma campanha inferior ao seu potencial. Duas americanas completaram o pódium que não teve brasileiras disputando medalhas.

E estamos ficando mal acostumados. Apenas um ouro e uma prata e parece que fomos muito mal. Está certo, a expectativa de medalha existia com Gabriel Mangabeira e Kaio Márcio nos 100m borboleta. Tinham feito a dobradinha no Rio e poderiam repetir em Guadalajara sim. Mas, com um Mundial de esportes aquático e um Mundial Militar no caminho, as melhores performances do ano ficaram para estes campeonatos. A prova foi do venezuelano Albert Subirats, que não participou de nenhuma destas competições. Sem surpresa, uma vez que este é o quinto mais rápido nesta prova em todos os tempos. Quem completa o pódium? Sim, dois americanos.

Gabriel Mangabeira não esconde sua tristeza. Foto: Vipcomm

O dia acabou com um recorde panamericano com a americana Elizabeth Pelton nos 200m costas e, para felicidade do público, o bronze de Fernanda González (seu terceiro em Guadalajara). Fernanda Alvarenga ficou em 8a.

Vamos para o último dia com 20 medalhas, muito próximo das 24 do Rio-2007 e quase metade das conquistadas pelo Brasil até o momento pelo Brasil (41).

A bronzeada Gonzáles. Crédito:GETTY IMAGES SPORT

Autor: Rogério Romero Tags: , , , ,

sexta-feira, 9 de setembro de 2011 Natação universitária | 19:57

Primeira baixa

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Cielo, Fratus e Macedo

Na prova acima, a grande surpresa foi Bruno Fratus ter vencido o grande favorito Cesar Cielo. Mais tarde, já no Mundial, Fratus se classificou em primeiro para a final dos 50m livre, que acabou sendo vencida pelo recordista mundial Cielo. Mas… e quem foi o bronze no campeonato Maria Lenk deste ano?

O potiguar chama-se Marcos Macedo, e já fiquei fã dele! Dá uma olhada nesta interessante matéria e veja se não é exceção da exceção: http://bit.ly/mmacedo

Macedo conquistou recentemente a prata nas Universíades (Jogos Mundiais Universitários) em Shenzhen, na China, justamente na prova em que foi convocado para o Pan: o revezamento 4×100m livre, fruto também de um treinamento nos Estados Unidos.

Mas, a questão Esporte x Educação, ao contrário do que a matéria acima diz, não caminham juntos no Brasil. Principalmente na faculdade. Ainda mais para um estudante de medicina! Macedo então, em um gesto raro, abriu mão de uma quase certa medalha (quase certa dourada), pois não estaria em boas condições.

Ano que vem, porém, parece estar determinado a sacrificar um pouco a carreira acadêmica pelo sonho olímpico, quando deve trancar a matrícula para dedicar-se exclusivamente à natação.

Provoco: o Esporte Universitário resume-se ao JUB’s – Jogos Universitários Brasileiros (ou com o nova embalagem de Olimpíadas Universitárias), ou haverá, de fato, uma política que possa envolver as Universidades no desenvolvimento efetivo do esporte de rendimento nacional?

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