Austrália | Rogério Romero: tudo sobre natação - iG

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Posts com a Tag Austrália

terça-feira, 7 de agosto de 2012 Londres 2012, Seleção Nacional | 19:07

Balanço: EUA x Austrália x Inglaterra

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Numa rápida análise, percebemos que os americanos foram muito bem nas provas de natação em Londres. Por outro lado, a outra potência neste esporte, a Austrália, teve alguma dificuldade e saiu de lá com o pior desempenho desde 1976. No meio deles, a anfitriã também não conseguiu alcançar suas metas. O que aconteceu?

Phelps: o melhor entre os melhores. (SI)

Bom, Estados Unidos tem um nadador que, sozinho, perde apenas para seu próprio país e Austrália em termos de ouro. Ele fez diferença. Mas, mesmo que Phelps não estivesse nas piscinas, os EUA seriam bem representados e perderiam um ouro, talvez (100m borboleta). O problema (a solução, para eles) vem de uma quantidade incrível de multimedalhistas (4, entre os 5 com 5 ou mais), sua renovação espetacular, onde sua campanha foi a melhor desde 1984 (que não podemos comparar sem citar que houve boicote, mas não haviam as provas de 50m livre e 4×200m feminino).

Mas, na minha modesta opinião, o diferencial deles reside no melhor sistema de esporte universitário mundial. Não há comparação com Europa ou Oceania que, aliás, tem muitos dos seus atletas lá. Problema para nós brasileiros: o sistema não parece ser aplicável aqui…

Austrália: favoritos também caem. (Getty)

Nem na Austrália, onde a previsão de ouro residia em seu velocista Magnussen. Sentiu o peso da responsa? Amarelou? Errou o treinamento? Não vamos saber. O que é certo é que eles amargam uma queda na posição no quadro geral e vão jogar a conta para sua natação. Com apenas um ouro no revezamento (algo que aconteceu pela última vez em 1976), o esporte recebeu severas críticas de sua imprensa.

GB: o negócio é treinar para o Rio. (Getty)

Almejando bater Pequim-2008 (2 ouros e 1 bronze), os britânicos sairam menores (1 prata, 2 bronzes) na sua própria casa. Seu Diretor de Performance, Michael Scott, foi categórico: “Nós esperávamos mais.” Com dinheiro (25 milhões de libras), centros de treinamento (5), fica difícil de achar uma resposta para porque os atletas simplesmente não alcançaram suas melhores marcas.

Meu pitaco? O esporte não é uma ciência exata. Não podemos controlar os resultados de nossos adversários. Alguns são melhores que outros.

Talvez seja melhor assim.

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quinta-feira, 5 de julho de 2012 Londres 2012, curiosidades, natação | 08:42

Austrália: medalha dá dinheiro; remédio tira medalha

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Embora o favorito para levar os 100m livre, James Magnussen, diga que a premiação por medalha olímpica  não é sua percepção de sucesso em Londres, admite que, se a Austrália quiser voltar para o topo da natação mundial, esta é uma boa iniciativa.

O ouro vale 35 mil dólares australianos, pouco mais de 70 mil reais. No Brasil, vale 100 mil.

Mas a decisão controversa veio do Comitê Olímpico Australiano, ao banir o remédio de dormir Stilnox, após o bi-campeão olímpico Grant Hackett anunciar que era viciado na substância.

Nadadores e outros atletas ficaram revoltados, afinal o mega-campeão Michael Phelps faz uso da substância e uma noite bem dormida faz grande diferença nos Jogos Olímpicos!

O Comitê se defende, dizendo que a prioridade é a saúde de seus atletas.

Leisel Jones na sua quarta olimpíada: grana, sim; sono garantido, não. (crédito: Gregg Porteous)

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domingo, 10 de junho de 2012 Londres 2012, curiosidades, natação | 22:39

Os nadadores nas redes sociais: gafes e vetos

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Os nadadores estão cada vez mais rápidos dentro das piscinas e a velocidade dos boatos também estão em uma outra era. Com as redes sociais difundindo tudo o que os melhores atletas falam, fazem, pensam – ou deixam de pensar – aparecendo nos quatro cantos do mundo em apenas alguns cliques no Facebook ou Twitter.

Rice: esta gosta de uma polêmica.

No quesito gafes, os australianos parecem estar na frente. A campeã olímpica Stephanie Rice já teve fotos não compatíveis para quem deveria ser referência esportiva aos jovens. Depois fez um comentário normal entre torcedores, após um jogo de rúgbi, que foi compreendido como homofóbico.

Agora os olímpicos Nick D’Arcy e Kenrick Monk postaram fotos portando armas. Levaram, claro, uma devida reprimida e ficaram proibidos de utilizar as redes sociais durante os Jogos Olímpicos. Ambos, aliás, voltam logo após suas provas, numa clara mensagem aos outros atletas.

Trickett: os nadadores australianos estão atirando para todo lado. (Channel 9)

Depois, apareceram fotos de um treinamento, feito pela própria Federação Australiana, em 2007, onde Libby Trickett e Eamon Sullivan estão… atirando! O último chegou até a defender a foto dos companheiros encrenqueiros, dizendo que o tiro era um esporte olímpico e que nenhum atleta daquele esporte seria punido se aparecesse de sunga…

Mas será que apenas um “curtir” será o bastante para que nadadores curtam uma volta ao seu país? Vários brasileiros são adeptos, alguns bem frequentes (como Joanna Maranhão no Twitter), outros nem tanto (Kaio Márcio não coloca nada desde novembro). Haverá censura durante em Londres? Acompanhar os jogos através dos posts de quem está dentro é contra a regra? Ver uma foto do alojamento será proibido? Comentar na (e sobre a) fila do refeitório pode ser perigoso?

Foto do recente treino em Londres de parte da seleção olímpica. (fonte: Twitter)

Acho até recomendável ser prudente ao publicar ou ler algo em pleno Jogos Olímpicos, e acredito que o Comitê Olímpico Brasileiro já deva ter orientado as comissões técnicas das restrições, mas controlar tudo e todos não parece ser o caminho que vai segurar esta nova forma de comunicação.

Enquanto isso, a Federação Italiana de Natação lançou uma campanha com seus atletas para ajudar as vítimas do terremoto em Emilia Romagna. Cada um utiliza as ferramentas da sua forma…

Juntos, podemos.

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segunda-feira, 2 de abril de 2012 Londres 2012, curiosidades, natação, seletivas | 07:00

Recordista mundial fora das olimpíadas

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Os supermaiôs fizeram vítimas nos últimos dias, de diferentes formas.

Os nadadores não estão aprovando a nova tecnologia da Speedo, o Fastskin3. A tradicional fabricante de material de natação começou a ter sua supremacia questionada na era dos maiôs flutuantes. Alguns até dizem que a regra de vedar aqueles materiais veio da pressão dos seus executivos.

Bem, mas a polêmica não parou aí. Como já é de praxe, ela lança novos produtos a cada ciclo olímpico, mas como os atletas não tiveram acesso com tempo para se adaptarem, alguns optaram por competir suas seletivas olímpicas com aqueles que consideravam mais confiáveis.

Os australianos, mesmo depois da seletiva, querem ter o poder da escolha em Londres.

Ooops. Parece que a nova hidrodinâmica não funcionou. (Swimpictures.com)

Depois veio uma das esperanças americana, Nathan Adrian, provável adversário de Cielo. Competindo em Indianápolis, ele rascou sua bermuda nova. Imaginem o quanto não estava apertado… Assim mesmo venceu a prova em que estava Michael Phelps.

Finalmente veio a recordista mundial dos 200m peito, Annamay Pierse, que não conseguiu ficar entre as duas melhores no Canadá na sua especialidade, nadando 7s mais lento que seu recorde! Se serve de consolo, seu pais estará muito bem representado, pois estão em 2a. e 3a. no ranking mundial deste ano.

Pierse, rápida apenas no comercial. (Pantene)

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segunda-feira, 19 de março de 2012 Londres 2012, seletivas | 12:02

Os velozes James australianos

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E o missil falhou por pouco. James Magnussen queria o recorde mundial do brasileiro Cesar Cielo, mas não conseguiu nem o recorde australiano em sua missão, pela seletiva olímpica. Isso não quer dizer que foi um fracasso, muito pelo contrário! O tempo que o recordista nacional, Eamon Sulivan, quarto na seletiva, fez foi com os maiôs tecnológicos. Os 47s e pouquinho que Magnussen nadou são, de longe, a melhor marca sem aquela ajudinha.

O Missil Magnussen mostra sua força. (Getty Images)

Os tempos obtidos por Magnussen e seu xará Roberts, colocam a Austrália no topo do mundo nos 100m livre e o seu revezamento 4×100m como a equipe a ser batida (só Phelps aparece entre os australianos nas sete melhores posições em 2012!).

Londres 2012 promete…

Como se não bastasse um James, eis que Roberts, também 20, surge.

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sábado, 17 de março de 2012 Londres 2012, seletivas | 09:13

Enquanto isso, do outro lado do mundo…

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O polêmico investimento de quase 160 mil dólares para a preparação de Ian Thorpe, bancada pela Federação Australiana, continua sendo notícia. O astro acabou ficando fora, mas sua melhor marca ficou a menos de 1,5s da vaga olímpica, o que significa que era sim possível. Sobre este assunto, Fernando Scherer, o Xuxa, escreveu um interessante artigo: por que ele não parou no topo?

Jones, 26, a caminho de sua quarta olimpíada. (Gallo Images)

O destaque do dia na seletiva australiana foi Leisel Jones, ao conquistar uma inédita quarta participação olímpica nos 100m peito. As nadadoras de costas, Emily Seebohm e Belinda Hocking nadaram para as melhores marcas da temporada.

Olho hoje que cai n’água James Magnussen, provável adversário de Cielo nos 100m livre em Londres.

Já na Holanda, Ranomi Kromowidjojo mandou a segunda marca do ano nos 50m livre.

E, voltando ao Brasil, seja feita justiça. No sul-americano, ao menos mais duas menções honrosas para as participações de Thiago Pereira (200m medley) e Joanna Maranhão (400m medley).

Kromowidjojo em vídeo promocional:

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quinta-feira, 15 de março de 2012 Londres 2012, seletivas | 08:29

Seletiva australiana – os retornos.

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E começou ontem uma seletiva olímpica daquelas para ficar observando de perto: a australiana. Quatro anos atrás, embalados com os maiôs tecnológicos, eles bateram nada menos de 8 recordes mundiais!

A polêmica Rice no pódium chinês. (Getty Images: Al Bello)

Stephanie Rice foi o destaque da primeira final, com a segunda marca do ano nos 400m medley, prova em que é recordista mundial e vai defender seu título olímpico em Londres. Muitos duvidavam da sua capacidade de reação, uma vez que teve uma cirurgia no ombro recentemente.

Atenção especial para James Magnussen, campeão mundial dos 100m livre.

Agora é aguardar os retornos, o mais especulado, de Ian Thorpe, mas também de Michael Klim,Geoff Huegill e, o mais promissor, de Libby Trickett.

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