Eliminatórias | Rogério Romero: tudo sobre natação - iG

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segunda-feira, 17 de outubro de 2011 Pan 2011, eliminatórias | 20:31

Eliminatórias do terceiro dia

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O que esperar depois de um dia de muitas medalhas e até recordes? Vai ficar difícil de alcançar a mesma performance de ontem, mas podemos ter algumas surpresas agradáveis pela frente.

Castañeda: gostinho de quero mais.

Joanna Maranhão (400m livre) e Tatiane Sakemi (100m peito) vão nadar sem grandes expectativas de medalhas. Na primeira prova, as sul-americanas Andreína Pinto e Kristel Kobrich e Cecilia Biagioli devem disputar com a americana Gillian Ryan e a mexicana Patricia Castañeda pode ser impulsionada pela torcida local. Ela já sentiu o gosto das medalhas pan-americanas no Rio/2007.

Na prova mais longa das piscinas, o recordista sul-americano, Luis Arapiraca, não está bem e ficou bem distante da sua melhor marca. Mas o Brasil estará representado amanhã (sim, esta a final desta prova será disputada apenas na noite de amanhã), com Lucas Kanieski. Teremos também o nadador mais velho da natação em Guadalajara. Com quase 33 anos, Ricardo Monasterio terá a difícil missão de conquistar sua quarta medalha consecutiva nesta prova.

Daniel Madwed nadará entre os brasileiros.

Kaio Márcio e Leonardo de Deus tentarão a segunda dobradinha brasileira nos 200m borboleta, enquanto que Thiago Pereira continua sua disputa com Hugo Hoyama para ver quem é o brasileiro mais dourado da competição. Mas terá pela frente, além do Guilherme Guido, os americanos Russel e Godsoe. Pelo ranking mundial deste ano, a disputa vai ser interessante!

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domingo, 16 de outubro de 2011 Pan 2011, eliminatórias | 14:02

Eliminatórias do segundo dia

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Três a dois, com vantagem para os americanos, nestas eliminatórias. O detalhe é que nas duas em que o Brasil saiu como favorito (os 100m livre, com Cielo e os 100m peito, com Felipe França) os nadadores se pouparam, o que não foi visto pelos nossos adversários.

Pelton: a resposta de Bowman para o fracasso olímpico de Hoff? Foto: Jonathan Newton, The Washington Post

A veterana Fabíola Molina deve subir ao pódium hoje à noite nos 100m costas, na prova em que a outra brasileira, Etiane Medeiros, ficou na final B e não disputa medalhas. A jovem Elizabeth Pelton,17, e sua compatriota Rachel Bootsma serão as nadadoras a bater. A primeira treina com o lendário Bob Bowman, que treina/treinou, entre outros, Michael Phelps e Katie Hoff e estabeleceu nova marca da competição, que já vinha desde Mar del Plata – 1995 (Barbara Bedsford).

Nos 200m livre, Tatiana Lemos e Jéssica Cavalheiro se classificaram, mas sem grandes tempos. A esperança é de superação para que ao menos uma delas chegue às medalhas. As americanas devem dominar a prova, com o perigo mexicano de Liliana Ibañes.

Cielo achou a disputa da manhã mais forte que imaginava. Foto: Jefferson Bernardes/VIPCOMM

Já a sensação velocista Bruno Fratus foi mais um que sentiu os males da altitude e não ficou entre os 8 melhores. Cesar Cielo dominou sua série e mostrou que a queda do recorde pan-americano e o bi nesta prova deve ser barbada. Mas a curiosidade foi para uma nova versão do suposto mal estar que teve na sexta à noite. Em sua declaração pós prova, disse que era um exame de rotina. Minha dúvida: se era de rotina, como o médico não sabia?

Felipe França e Lima (meio e direita): presença comum no Brasil vai ser replicada em Guadalajara? Foto: Satiro Sodré

O duelo entre Felipes (Lima e França) deve trazer dividendos para o Brasil. Boas provas de ambos, que também se mostraram confiantes quanto a bons resultados, incluindo o recorde do campeonato. Em jogo, além de tudo isso, a vaga olímpica.

Na última prova, o revezamento 4×100m livre serviu apenas para garantir mais medalhas para aqueles que só participaram de manhã: Gabriel Mangabeira, Henrique Rodrigues e Thiago Pereira. À tarde eles serão substituídos por Bruno Fratus, Nicholas Oliveira e, claro, Cesar Cielo.

Expectativa de 3 ouros e ao menos dois recordes para estas finais.

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sábado, 15 de outubro de 2011 Organização, Pan 2011, eliminatórias | 15:11

Começou, e os problemas continuam

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As primeiras eliminatórias que acabaram há pouco tiveram um balanço médio para o Brasil.

Claire Donahue: não teve problemas com o ar rarefeito. (foto: Chris Wilson)

Logo na primeira prova, os 100m borboleta, uma das favoritas ao título inédito, Gabriela Silva, sentiu mal e não pegou nem final. Na série seguinte, os problemas técnicos começaram com o placar não acusando o tempo de Daynara de Paula, que ficou em primeira. Claro que problemas acontecem, mas o fato de tudo ter sido finalizado em cima da hora contribui para que equipamentos não tenham sido testados adequadamente e, portanto, as falhas são mais recorrentes. A prova viu o primeiro recorde da competição, com a americana Claire Donahue.

Na segunda prova, os 400m medley, vimos um Thiago Pereira nadar tranquilo para sua classificação para as finais que terão Diogo Yabe também. Poupar esforços é fundamental para a meta ousada de fazer uma campanha semelhante a de 4 anos atrás no Rio. Para mim, é o favorito nesta prova.

A mesma prova na versão feminina, teve Joanna Maranhão passando fácil para as finais . Larissa Cieslak ficou nas eliminatórias. Nos 400m livre, o caçula Giuliano Rocco não gostou da sua estreia pan americana, enquanto Lucas Kanieski foi para a final. Os tempos devem melhorar para os finalistas chegarem às medalhas.

Por último, o revezamento 4×100 livre teve o desempenho esperado e ficou a segunda melhor marca, na prova que viu a segunda marca da competição cair com as americanas. O interessante é que as eliminatórias nem eram necessárias, pois existiam apenas 5 equipes. O Brasil até fez a proposta para que estas provas tivessem final direto, o que não foi acatado.

Cielo vai ter o apoio nos blocos para tentar mais ouros. (Foto: Satiro Sodré)

Mas o dia ainda foi marcado por uma ida do nosso maior astro ao hospital. Cesar Cielo passou mal (ninguém até o momento soube explicar direito de que) e ficou apenas alguns minutos para ser examinado. A informação preliminar é de reação à altitude.

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