Londres 2012 | Rogério Romero: tudo sobre natação - iG

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Arquivo da Categoria Londres 2012

sábado, 18 de agosto de 2012 Londres 2012, Seleção Nacional | 10:30

Balanço Olímpico: alguns números

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O site italiano Nuotopuntoit, fez uma análise interessante sobre o desempenho por continente e países. Filtrei aqui os dois que achei mais relevantes:

  • Apenas 6 países tiveram representantes nas 32 provas (EUA, Austrália, Canadá, Grã Bretanha, China e Hungria). Coincidência ou não, todos apareceram entre os 19 países que medalharam, incluindo nas duas primeiras colocações.
  • Maiores presenças nas finais: EUA (60), Austrália (28), Grã Bretanha (23), China (20) e Japão (19). Tirando os anfitriões, eles estão entre os 10 melhores.

Éva Risztov: a húngara tem 57 títulos nacionais e sagrou-se campeão nos 10km em Londres.

Mas porque estes são os mais relevantes? Porque demonstram que a qualidade da equipe como um todo é que traz um bom desempenho geral e – ainda melhor – deixa uma esperança para o próximo ciclo olímpico. Não seria nenhuma surpresa se no Rio de Janeiro a Hungria despontasse entre as 5 melhores equipes, por exemplo. Mas, para isso, teremos que aguardar mais 4 anos…

E uma última novidade: Kirsty Coventry foi eleita para a Comissão de Atletas do Comitê Olímpico Internacional, no mesmo ato que confirmou o presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, como membro honorário.

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domingo, 12 de agosto de 2012 Londres 2012, Seleção Nacional | 21:44

Balanço Olímpico: Brasil

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Para fazer este balanço, vamos primeiro aos fatos:

  • O Brasil foi um dos 19 países a sair da piscina olímpica de Londres com medalhas;
  • Destes, 7 tiveram medalhas apenas com um atleta;
  • Haviam 950 atletas de 166 países competindo;
  • A natação brasileira fez a 3a. melhor campanha da história (perdeu para Pequim e Atlanta);
  • Apenas Thiago Pereira, Bruno Fratus e Felipe Lima melhoraram suas marcas, de uma equipe de 18 (não contei Poliana);
  • Foram cinco finais e 5 semi em 2012, contra 6 finais de Pequim.

Dito isso, acreditava em uma campanha melhor. Em todos os sentidos. Mais medalhas, com ao menos uma de ouro (não preciso dizer de quem). Mais semifinais e finais, os tempos credenciavam nossos atletas a isso. Não foi. Não deu. O próprio COB já se preocupa com este que é um dos esportes que mais dá medalhas. Outros esportes/atletas também decepcionaram, enquanto alguns faziam história ao conquistar suas primeiras.

Rio 2016: em busca dos melhores resultados.

O que fazer? Não há mais tempo? Será que o Brasil não é grande o suficiente para surgir uma Ruta Meilutyte (algum talento aí tem 11 anos e pode ser campeã olímpica no Rio!)? Temos piscinas suficientes? Nossos técnicos estão devidamente capacitados e em todas as regiões? Devemos montar um centro olímpico e fazer uma seleção permanente? Quais seriam os técnicos, neste caso? Estamos nos preocupando e agindo o suficiente sobre o doping?

Eu realmente acredito que no Rio de Janeiro vamos fazer nossa melhor campanha. Dentro do razoável, tudo o que nosso grupo de elite pediu/pedir, foi/será atendido. Assim, temos mais viagens, competições de nível, equipe multi-disciplinar acompanhando, materiais de última geração, etc. Ah, e dinheiro para os atletas. Mais: estaremos competindo em casa!

POr último, um pouco de sorte não faz mal a ninguém (que o diga Phelps), mas não substitui aquela receitinha básica: treino, treino, treino.

Que venha Rio-2016!

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sábado, 11 de agosto de 2012 Londres 2012, Seleção Nacional | 07:56

Balanço olímpico: os pequenos notáveis

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Oussama Mellouli (imaginem o problema de ter um nome destes) foi o primeiro. Primeiro na maratona aquática de Londres (10km). Primeiro a ganhar medalhas na piscina (bronze, nos 1500m) e em água abertas na mesma olimpíada. Primeiro africano a ganhar uma prova individual (1500m, em 2008). E, claro, o primeiro a fazer o mesmo, em tudo isso, para a Tunísia.

Mellouli: africano, mas treina nos EUA.

A Tunísia é um dos países que figura na frente do Brasil no quadro de medalhas (na natação, deixemos claro). Isso quer dizer que sua política esportiva para esta modalidade é melhor? O Brasil também ficou atrás da Bielorússia e a Lituânia (daqueles milhares de países da ex-União Soviética). Aliás, estes países ficaram à frente de Itália, Alemanha e Canadá. Será que a crise econômica chegou ao esporte apenas para os países ricos?

Aliaksandra Herasimenia, bielorussa (à esq): duas pratas para a holandesa Kromowidjojo. (AFP)

OK, Itália parece um tanto quebrado mas, mesmo assim, medir o desempenho apenas pelas medalhas é óbvio que traz distorções. Sim, é difícil fazer um sistema de pontuação que atenda a todos os interessados. Poderíamos considerar número de finais e/ou mais medalhas para os esportes coletivos, por exemplo. Mas o sistema, já dizia aquele filme, é ****.

Ruta Meilutyte: lituana, mas treina na Inglaterra.

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quinta-feira, 9 de agosto de 2012 Londres 2012, Seleção Nacional | 08:01

Balanço olímpico: China x Japão

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Os Estados Unidos continuam sua supremacia na piscina, mas a China teve um avanço considerável. Conquistou seus primeiros ouros no masculino (Sun Yang) e exibiu um novo talento precoce (Shiwen Ye), que juntos conquistaram seis das 10 medalhas do país, que acabou em segundo no quadro de medalhas.

Yang treina na Austrália, com técnico do ex-recordista mundial (Grant Hackett), Denis Cotterel. Ye, apesar de todas as suspeitas, tem uma consistência nos seus resultados (incluindo o polêmico final de prova matador) e também treina de vez em quando na Austrália. Lembrando, que este país caiu das 20 medalhas na China para metade agora em Londres.

Yang com Cotterel: a tal da globalização chegou às piscinas. (UPI)

Uma evolução não prevista, uma vez que eles tinham acabado de receber a última edição dos Jogos, conquistando em Beijing 6 medalhas.

O Japão sentiu a falta dos ouros de Kitajima e, mesmo tendo mais que dobrado o número de medalhas (5 em 2008 x 11 em 2012), pelo sistema eles cairam de 4o. para 9o. Para mim, é um caindo para cima! Sua força é justamente na dispersão (chegaram a diversas finais). Destaque para Ryosuke Irie e Satomi Suzuki, 3 medalhas para cada e com seus 22, 21 anos, respectivamente, assim como os chineses, é bem provável que os veremos em ação no Rio de Janeiro.

Suzuki: você não ouviu falar nela pois perdeu para recordistas mundiais. (Reuters)

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terça-feira, 7 de agosto de 2012 Londres 2012, Seleção Nacional | 19:07

Balanço: EUA x Austrália x Inglaterra

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Numa rápida análise, percebemos que os americanos foram muito bem nas provas de natação em Londres. Por outro lado, a outra potência neste esporte, a Austrália, teve alguma dificuldade e saiu de lá com o pior desempenho desde 1976. No meio deles, a anfitriã também não conseguiu alcançar suas metas. O que aconteceu?

Phelps: o melhor entre os melhores. (SI)

Bom, Estados Unidos tem um nadador que, sozinho, perde apenas para seu próprio país e Austrália em termos de ouro. Ele fez diferença. Mas, mesmo que Phelps não estivesse nas piscinas, os EUA seriam bem representados e perderiam um ouro, talvez (100m borboleta). O problema (a solução, para eles) vem de uma quantidade incrível de multimedalhistas (4, entre os 5 com 5 ou mais), sua renovação espetacular, onde sua campanha foi a melhor desde 1984 (que não podemos comparar sem citar que houve boicote, mas não haviam as provas de 50m livre e 4×200m feminino).

Mas, na minha modesta opinião, o diferencial deles reside no melhor sistema de esporte universitário mundial. Não há comparação com Europa ou Oceania que, aliás, tem muitos dos seus atletas lá. Problema para nós brasileiros: o sistema não parece ser aplicável aqui…

Austrália: favoritos também caem. (Getty)

Nem na Austrália, onde a previsão de ouro residia em seu velocista Magnussen. Sentiu o peso da responsa? Amarelou? Errou o treinamento? Não vamos saber. O que é certo é que eles amargam uma queda na posição no quadro geral e vão jogar a conta para sua natação. Com apenas um ouro no revezamento (algo que aconteceu pela última vez em 1976), o esporte recebeu severas críticas de sua imprensa.

GB: o negócio é treinar para o Rio. (Getty)

Almejando bater Pequim-2008 (2 ouros e 1 bronze), os britânicos sairam menores (1 prata, 2 bronzes) na sua própria casa. Seu Diretor de Performance, Michael Scott, foi categórico: “Nós esperávamos mais.” Com dinheiro (25 milhões de libras), centros de treinamento (5), fica difícil de achar uma resposta para porque os atletas simplesmente não alcançaram suas melhores marcas.

Meu pitaco? O esporte não é uma ciência exata. Não podemos controlar os resultados de nossos adversários. Alguns são melhores que outros.

Talvez seja melhor assim.

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sábado, 4 de agosto de 2012 Londres 2012 | 18:00

Jogos Olímpicos: o melhor nem sempre vence

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A frase pode soar estranha, mas a verdade é essa: o melhor nem sempre venceu em Londres. Que ninguém tenha dúvida de que Cesar Cielo é o melhor nos 50m livre, ele não foi o mais rápido em Londres, mas manteve no topo do ranking mundial por 4 anos (em 2012, detém 3 das 5 melhores marcas do ano), tem o recorde olímpico e mundial. Ninguém nadou mais rápido que ele. Nunca. Ponto.

Biedermann: recordista mundial dos 200 e 400m sai sem medalha de Londres.

Nos Jogos Olímpicos, no entanto, não se olha para a marca, mas sim quem chega em primeiro. Então, de quatro em quatro anos, os atletas todos se reúnem para decidir quem está melhor naquele exato momento. Para se ter uma ideia, recordistas mundiais homens cairam na água 9 vezes nas 13 provas individuais para defenderem suas marcas e… perderam!

Já saiu de alguma entrevista, fez alguma reunião, enviou algum e-mail com aquela sensação de podia ter falado isso, não deveria ter escrito aquilo, etc? Pois é, agora imagine ter que ralar por mais 4 anos para reparar este pequeno deslize? Assim são as Olimpíadas, um pesadelo para alguns, o auge para outros – sem margem para erro.

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Londres 2012, atleta | 16:00

Lochte e a entrevista da urina na piscina

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Ryan Lochte ficou famoso, muito famoso. Talvez não tanto quanto desejasse ao chegar a Londres, mas a quantidade de capas importantes, entrevistas com informações confidenciais de nadadores, já o colocam como um dos atletas mais conhecidos. #Jeah

Veja aqui o vídeo da entrevista.

Lochte comemorou seu niver de 28 anos esta semana. Estará no Rio?

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Londres 2012, atleta | 13:07

O legado de Phelps: seu algoz na busca do primeiro tri

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Michael Phelps retuitou uma matéria da ESPN muito interessante. Vou tentar sintetizar:

Quando conversou com seu agente, lá atrás aos seus 15 anos, Phelps deixou claro que seu objetivo não era ganhar ouros, estabelecer marcas mundiais ou se tornar o fenômeno atual, mas sim tornar a natação mais conhecida e inspirar novos atletas.

Schmitt e Phelps: companheiros de treino entrando para o último aquecimento. (Twitter)

Pois seu objetivo foi alcançado. O jovem Chad le Clos viu sua performance em Atenas 2004, seus 6 ouros, e decidiu então fazer o seu melhor. E o seu melhor, para azar do ídolo, foi justamente ganhar os 200m borboleta, prova que o recordista mundial não perdia a muito tempo (oito anos, dizem).

A declaração de le Clos provavelmente aliviou a perda do título olímpico e ainda ele aposenta com sua missão cumprida: definitivamente a natação será avaliada em antes e depois de Michael Phelps.

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sexta-feira, 3 de agosto de 2012 Londres 2012 | 18:19

Sétima final: recorde mundial e bronze para Cielo

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Não deu. Cesar Cielo não conseguiu imprimir seu ritmo usual e dominar a prova. Não sei até que ponto que atrapalhou, mas a saída demorou um pouco para ser dada. De qualquer modo, foi demorada para todos os oito finalistas, inclusive para o campeão olímpico. Florent Manadou, o mais novo de uma série muito experiente (média de 27 anos, 9 medalhas olímpicas, apenas os dois mais novos, ele e Bruno, não tinham…) melhorou na hora certa.

Jones, Manadou e Cielo: mais uma surpresa vinda de Londres.

Jones, Manadou e Cielo: a cor da medalha não era o que todos esperavam.

Agora, ele e sua irmã Laure, devem ser os primeiros irmãos nadadores campeões dos Jogos Olímpicos. Além disso, já dão uma campanha inédita para a França, colocando o país na terceira posição no quadro de medalhas da natação, com 4 ouros, 2 pratas e um bronze.

A prata ficou com Cullen Jones, com o mesmo tempo da semi. Fratus ficou a dois centésimos de Cielo. Pelas redes sociais, os nadadores brasileiros que estavam torcendo reclamaram do barulho da torcida. Ouvi o vídeo, mas entre o “take your marks” e a saída, não pude ouvir nada demais (para não falar nada).

Missy e Beisel: que fofas, 6 medalhas em Londres.

A tarde começou com um incrível recorde mundial nos 200m costas, com Missy Franklin. Depois viu outro tri, provavelmente a última vitória (de 17 ouros, não percam a conta) individual de Michael Phelps, mesmo ele tendo nadado pior que ontem e errando um pouco. Em segundo, o Rei da Copa do Mundo, Chad le Clos, e o russo Evgeny Korotyshkin (com este nome, não podia ser japonês).

Le Clos e Phelps: felizes com seus resultados.

E na última final, apesar de toda torcida para o bi da inglesa Becky Adligton, ela acabou mais uma vez com o bronze. Vencendo, a menina de 15 anos (não, não é chinesa) Katie Ledecky, quase estabelecendo nova marca mundial. Entre elas, a espanhola Mireia Belmonte, que sai com duas pratas nas seis provas que ela nadou.

Ledecky: "oh my God". Como é americana, um talento.

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quinta-feira, 2 de agosto de 2012 Londres 2012 | 20:53

Sexta final: Cielo e Fratus classificam. Tri sai

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Os 200m medley tiveram 6 primeiros dos oito finalistas de 2008. Aparentemente, seria uma estagnação desta prova. E acabou sendo. Phelps tornou-se o primeiro tri da história (só tem um recorde que ele não tem, nem terá. Alguém arrisca?), dando a prata para Lochte. O húngaro Cseh confirma a grande tradição do seu país na prova, adicionando o bronze à prata de 4 anos atrás.

Phelps e Lochte: juntos tem (até agora) 31 medalhas olímpicas, rindo! (AP)

Thiago Pereira, voltou a sua estratégia de passar forte (pior é que fez força demais, na minha opinião) e acabou cansando. Respeitável atitude e o único brasileiro a melhorar ambas as marcas (sem maiôs tecnológicos).

Cesar Cielo e Bruno Fratus fizeram novamente o que era necessário para passar para a grande final: nadaram muito rápido. Fratus melhorou sua marca pessoal, enquanto Cielo empatou em primeiro e já sabe que para vencer deve abaixar cerca de dois décimos. Os adversários devem ser os americanos Jones e Ervin. Gostei dos últimos 5m de Fratus e de sua declaração que o maior adversário é sua própria cabeça. O míssil Magnussen terá que mirar a piscina olímpica do Rio, pois ficou fora da final.

Cielo e Jones: sorrisos à parte, amanhã o bicho vai pegar. (Facebook)

Os 200m peito era dela e desta vez a zica londrina não veio. Rebecca Soni. Primeira bi em Londres. Primeira bi nesta prova. Primeira a abaixar dos 2m20s. Apesar da aparente facilidade, as 5 primeiras bateram recordes nacionais, demonstrando que os técnicos já descobriram a fórmula para nadar mais rápido sem os maiôs tecnológicos neste estilo. Suzuki deu a primeira prata para o Japão, enquanto Efimova garantia o bronze para a Rússia.

Soni (de rosa): recorde mundial para bater o recorde asiático.

Já os 200m costas viram a zica voltar com tudo. O americano Tyler Clary estabeleceu nova marca olímpica para bater o recordista mundial Ryan Lochte, que acabou com o bronze, pois chegou atrás do japonês Irie.

Tyler e Lochte: 200m costas mudam de dono, mas continuam nos EUA desde 96.

A última final viu a holandesa Ranomi Kromowidjojo repetir o feito de seus compatriotas, Inge de Bujin e Pieter vd Hoogenband, vencendo os 100m livre com uma chegada um pouco estranha. Missy Franklin saiu sem medalha desta vez, mas amanhã aparece bem para a final dos 200m costas.

A natação já deu 23 medalhas para os EUA, mais da metade conquistada até agora.

Hoogenband e Daniel Takata: em homenagem ao estatístico mais eficiente da natação. (Facebook)

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