Balanço olímpico: os pequenos notáveis
Oussama Mellouli (imaginem o problema de ter um nome destes) foi o primeiro. Primeiro na maratona aquática de Londres (10km). Primeiro a ganhar medalhas na piscina (bronze, nos 1500m) e em água abertas na mesma olimpíada. Primeiro africano a ganhar uma prova individual (1500m, em 2008). E, claro, o primeiro a fazer o mesmo, em tudo isso, para a Tunísia.
A Tunísia é um dos países que figura na frente do Brasil no quadro de medalhas (na natação, deixemos claro). Isso quer dizer que sua política esportiva para esta modalidade é melhor? O Brasil também ficou atrás da Bielorússia e a Lituânia (daqueles milhares de países da ex-União Soviética). Aliás, estes países ficaram à frente de Itália, Alemanha e Canadá. Será que a crise econômica chegou ao esporte apenas para os países ricos?
OK, Itália parece um tanto quebrado mas, mesmo assim, medir o desempenho apenas pelas medalhas é óbvio que traz distorções. Sim, é difícil fazer um sistema de pontuação que atenda a todos os interessados. Poderíamos considerar número de finais e/ou mais medalhas para os esportes coletivos, por exemplo. Mas o sistema, já dizia aquele filme, é ****.
11 comentários | Comentar
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11 david 12/08/2012 14:18
o que estranho o o endeusamento do bolt….ok grande um dos maiores talvez dos cem metros .mais me perdoem como seria correndo 10 mil 8 mil 400 bem se vensece,,,ai eu concordaria que o endeusamento……vamos cair na real vamos ser susto e endeusar os campeos do 10 8 e 400 chega de criar o que nao e real vamos babar menos ovos e gentinha estes que la comentao as competiçoes vamos TIRAR OS CHAPEUS PARA OS POQUISSIMO OURO NOSSO……VEDADEIROA EROIS ANONIMOS QUE DO NADA SURGIRAM PARA MOSTRAR COMO ESTE PAIS QUE PODEMOS SAIR DO TERCEIRO PARA O PRIMEIRO MUNDO…..E NAO ACEITAR MAIS ANALFABETOS OU SEMIS QUIANDO O FUTURO DESTE GRANDE E ENORME PAIS
10 lucio antonio bezerra de melo 12/08/2012 1:07
parabéns pelo feito da cobertura,impecável,mas,agora a record ao invés de tentar fazer reality como o burro bbb da globo deveria experimentar um reality cultural de conhecimentos gerais como pioneiramente a muito tempo atrás fez o sílvio santos no sbt onde o pessoal da área comercial pode achar que não dá ibope mas duvido que um bbb cultural não saia vencedor frente a esses relitys baboseiras! quem não gosta de cultura e conhecimento depois de ser atiçado a participar direta ou indiretamente acompanhando todos os dias e comententando sobre os acontecimentos e disputas e agregando coisas psitivas e criativas!!!!!!!!!!!!!!!!1
9 Jean-Jacques Rousseau 11/08/2012 23:14
Sem radicalizar, mas é certo que um país que se pretenda configurar-se como potência olímpica, nas implicações do ideal grego do repto “MENS SANA IN CORPORE SANO” não poderia-deveria ver prosperar “CRACOLÂNDIAS” aqui e ali, além de outros que tais. Aconselha-se às autoridades (se conselho fosse bom seria vendido) que o Brasil cumpra todos os protocolos até às Olimpiada de 2016, dela participando como se nada de anormal aconteceu até então.. Dela em diante, por cerca de 4 ou 5 edições dos jogos, que o País se abstenha e ato contínuo ponha em prática programas que objetivem o título aduzido no início, preparando as gerações que vicejarão nesse hiato temporal. O resto é perfumaria. Depois não digam que eu não avisei. O resto é perfumaria.-
8 Aldo 11/08/2012 20:39
Anyway, perdoe os erros de digitação.
Rogério Romero 12/08/2012 16:45
No problem.
7 Aldo 11/08/2012 20:38
Pois é, Rogério, é cruel comparar a medalha de ouro no vôlei feminino, que exige um enorme investimentoem dinheiro, tempo e atletas, em jogos nos quais o adversário teima em não perder, com uma medalha de tiro ao alvo, que não exige investimentos como os do vôlei, só um atletade qualidada excepcional, e no qual o adversário é apenas o vento?
Ademais, o fato de ter um atleta excepcional não quer dizer que somos potência na área. Veja o tênis: o fato de termos tido o Guga não nos tornou umapotência…
Comparação por comparação, os EUA não têm grandes atletas em tiro ao alvo ou arco e flecha, mas foramos campeões gerais das Olimpíadas, tanto em medalhas de ouro quantono total de medalhas. É que lé o esporte é levado a sério desde a escola fundamental.
É isto o que nos falta. Esporte desde o ensino fundamental..
Rogério Romero 12/08/2012 16:45
Caro Aldo,
Valeu pela reflexão. Ne verdade, não vejo muito o esporte sendo tratado como política de estado nem nos EUA, por mais contraditório que isso possa parecer. O ambiente e a cultura competitiva favorecem, mas dizer que os governos apóiam de uma maneira sistematica… Alguém tem aí provas concretas? Abraço
6 Wilson 11/08/2012 18:41
Se o Brasil realmente estiver pensando em não fazer feio em 2016, tem de começar a planejar desde já.
- Primeiro é fazer uma auditoria no COE, através do ministro dos esportes, caso haja desvio, punir os responsáveis.
- Criar para cada modalidade uma sede exclusiva para treinamento como foi aquela que tinhamos para Ginastica Olimpica em Coritiba. Trazer um grande técnico, como o que tivemos lá, que por motivos politicos foi desestruturada.
- Uma pessoa ou grupo idealisador, deveria ser responsáveis pelo dinheiro e distribuiria para cada núcleo de acordo com uma planilha bem elaborada e analisada por pessoas integras.
- Convocar, sem apadrinhamento, os melhores garotos de 16 a 20 anos que se destacam em cada madoalidade, sendo que o pedriatismo e outras modalidade que necessitam experiência, poderia extender essa idade. É essencial pensar em dar aos atletas as condições, financeiras, técnicas preparatorias e apóio geral para o atleta se dedicar dia a dia, avaliando sempre o seu desempenho.
- Incentivos fiscais para as firmas que estiverem dispostas a patrocinar um atleta.
Rogério Romero 12/08/2012 16:42
Caro Wilson, acho desnecessário o incentivo fiscal para patrocinar atletas, umas vez que já temos o Bolsa Atleta, onde uma parcela considerável da equipe que competiu em Londres faz juz ou já está contemplada. Quanto ao convocar os melhores, acredito que seja polêmico e vai trazer uma série de indagações de quem formou estes atletas (parece que houve algo assim no boxe e a judoca preferiu ficar na sua cidade em vez de procurar grandes centros). Não entendi o que é COE, imagino que seja COB. Se for isso, a auditoria existe, não do Ministério do Esporte.
Abraço e obrigado pela opinião.
5 BELARMINO MONTEIRO 11/08/2012 16:39
Correção – Oussama Mellouli conquistou o bronze nos 1500 metros em Londres 12!.
Rogério Romero 12/08/2012 16:37
Será corrigido. Abraço.
4 OBSERVADOR 11/08/2012 15:39
FALTOU O BRASIL!
UM NOTAVEL PEQUENININHO!!
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK.
3 Swazennager 11/08/2012 15:09
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Sem radicalizar, o Brasil, mais do que nunca, jamais será potência olímpica enquanto exibir deploráveis guetos denominados de cracolândia e outros que tais. Dêem-me o ADEMIR e seremos campeões, aduziu o treinador FLÁVIO COSTA e cumpriu-se o repto, sagrando-se o Clube Vasco da Gama seguidamente campeão. Os atuais ADEMIRES seriam as crianças/adolescentes/jovens bem nutridos, em casa e/ou na escola, o que seria o ponta-pé para o fim colimado. O resto é perfumaria.-
2 Johnu 11/08/2012 11:32
Nestes jogos olímpicos o meloulli ganhou o bronze nos 1500 e nao a prata
Rogério Romero 12/08/2012 16:37
Será corrigido, grato.
1 LAM 11/08/2012 9:00
Boa Piu,
Além de mostrar para a população a importância de cada um nos resultados (final, semifinal) para avaliar a evolução da natação, vamos lançar pelo Epichurus uma campanha para Seletiva Única para Rio 16, contamos com seu apoio.
Rogério Romero 12/08/2012 16:36
LAM, seletiva única talvez não seja a mais justa, mas também não acredito em dezenas de oportunidades e ainda uma última “seletiva”. Abraço.