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02/02/2011 - 15:51

Por que gordo não pode dar aulas?

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Bem no dia em que voltei a São Paulo, depois de uma breve temporada em Sorocaba para perder peso e criar vergonha, leio com espanto no jornal que cinco professoras foram reprovadas em exame médico para dar aulas em escolas estaduais porque estão gordas.

Sei que na nova língua do políticamente correto mudou o nome das coisas, e gordo agora virou obeso, como se isto mudasse algo, mas o fato é que, segundo a notícia da Folha, se eu tivesse que ganhar a vida como professor, também estaria vetado.

Só espero que também não proibam os carecas e os sexagenários de exercer o ofício de jornalista. Falando sério: quem foi que inventou este critério para o Departamento de Perícias Médicas de São Paulo poder vetar professores gordos já aprovados em todas as fases anteriores do concurso para o magistério estadual? Lembro-me que alguns dos meus melhores professores eram mais gordos do que eu.

“Ouvi do médico que eu estava deformando meu corpo e que teria problemas de saúde no futuro. Não tinha uma alteração nos 15 exames que fiz”, disse a professora Andréia Pereira à repórter Talita Bedinelli.

Outra professora, Fátima Fernandes, garante: “Nunca peguei licença por causa do peso, nunca tive problema de saúde”. Para a Secretaria de Gestão Pública, que é responsável pela perícia, “há casos em que a obesidade pode ser considerada doença, segundo os padrões da OMS (Organização Mundial de Saúde)”.

Se assim é, que providências foram tomadas pelo Estado para dar assistência médica às professoras que não poderão dar aulas porque a perícia as considerou “inaptas”?

Sem conseguir o emprego, como elas farão para pagar o tratamento? Não seria mais humano contratá-las, já que foram aprovadas no concurso, e o Estado precisa de professores, para em seguida encaminhá-las a um hospital público que trata de obesidade e assim possam cuidar da saúde?

Esta história me fez lembrar um caso parecido que aconteceu comigo quando era editor de um grande jornal paulistano. Queria contratar um repórter muito bom, tinha a verba, mas ele foi vetado no exame médico da empresa. Motivo: seus dentes encontravam-se em péssimo estado.

De fato, o médico tinha razão, mas argumentei com ele que o sujeito era ótimo profissional e só poderia cuidar dos dentes se fosse contratado, já que estava desempregado, sem grana. O médico acabou concordando e o tal repórter, com dentes bem cuidados, continua trabalhando até hoje nas principais redações do país.

Bem que o Departamento de Perícias Médicas de São Paulo poderia seguir este exemplo.

Autor: Ricardo Kotscho - Categoria(s): Blog Tags:

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194 comentários para “Por que gordo não pode dar aulas?”

  1. Paulo VI disse:

    Caro Enio.
    Você tem toda a razão. Você não é um dos iluminados.
    Realmente lhe falta muita luz, tanto de sabedoria quanto de discernimento, sem falar da luz que precisa para prestar atenção no que é escrito nos textos.
    Fui muito claro no que escrevi. Não tem nada a ver com governo. Há uma norma a ser seguida. Se nós todos fizermos como você sugeri, todos seremos e poderemos tudo.

    • Paulo VI

      Apesar de ser uma “vela apagada” segundo voce vou tentar ser mais claro:
      É certo que depois de aprovado em concursos, o candidato deve passar por exames médicos DE APTIDÃO para exercer a função. Existe a “Norma”….mas a norma não pode ser cega !!!! É uma questão de adequação e de BOM SENSO de quem a estipulou !!!
      Como disse o Robson de Oliveira no seu comentário das 12:46 h. motorista não pode ter problemas de visão !!! É óbvio !!!.
      Assim como eu não posso ser carteiro…se bem que até dá, salvo a dificuldade de ter que correr de cachorro pilotando a minha cadeira de rodas !!!
      O que nos remete para a pergunta do Kotscho:
      “Por que Gordo não pode dar aulas ?”

      ADEQUAR NORMAS, SUGERIR LEIS E COMBATER PRECONCEITOS É SIM OBRIGAÇÃO DE GOVERNOS !!!
      QUALQUER GOVERNO !!!

      Não dá para aturar e ficar impassível diante da justificativa do Governador Alckimin que ao invés de reconhecer que seus subordinados erraram, pedir para as professoras gordas ( VÍTIMAS DE PRECONCEITO !!! ) procurarem os seus direitos na Justiça !!!
      O “Picolé de Chuchu” MAIS UMA VEZ tirou da reta mas a Justiça com CERTEZA vai obriga-lo a botar de volta !!! Não tem Lei que abone o preconceito claro praticado neste caso !!!
      É assim que se governa ?
      Tomando atitude só depois que um Juiz determine ?

      Desculpe pela minha falta de luz !!!
      Esse “meu problema” começou com os racionamentos de energia a que éramos obrigados na época em que tinhamos APAGÃO no Brasil !!!

    • Anti-Tucanalhas disse:

      Enio, vc foi brilhante, nem precisa falar mais nada!!

  2. Rubens disse:

    CLARO QUE PODE, PODE SER JOGADOR DO CORINTIA…….

  3. ejedelmal disse:

    Nós gordos temos bastante superfície. Podíamos fazer uma campanha em outdoor contra os “Carteiras Gordas” que administram São Paulo.

  4. Paulo VI disse:

    Estimado Enio
    Você foi vítima do seu próprio sarcasmo, da sua própria ironia.
    E continua sendo vitima. Li todos os seus comentários e percebo uma revolta muito grande contra o atual governo do estado de São Paulo.
    Quem me chamou, chamou a mim e outros participantes do blog de iluminados foi você mesmo.
    Quem diz que é uma vela apagada é você.
    Para encurtar a resposta e será a ultima vez que me dirijo a você, foi você que entendeu errado o quê o Sr. Ricardo escreveu.
    Ele devia ter escrito assim: Porque obeso não pode dar aulas? Quem sabe você teria entendido.
    Gordo pode dar aulas sim, obeso não. O bom senso que você reclama está estampado na norma. O exame médico não é só de obesidade, tem exame psicológico, tem exame de vista, tem exame psicotécnico
    Tem vários exames, e o de obesidade mórbida reprovou as candidatas. Para o cargo de professora não pode. E tem mais, quando se participa de um concurso sabe-se que determinado perfil jamais passará.
    Motorista com problema de visão, usando óculos passa. Para piloto de avião com problema de surdez, usando aparelho audito, não passa.
    Você alega que o governador reconhece os erros dos subordinados. A notícia que li, aqui mesmo no Ig, e reli em outras portais diz, que o governador disse:
    - Se houve erro ou descriminação vamos apurar. Se você leu outra coisa dê o endereço para me certificar.
    Portanto esse motivo que você está usando para criticar o governador não é valido. Isto não passa por ele.
    Em tempo: o maior apagão que presenciei foi quando a presidente Dilma estava na Casa Civil e o Lobão nas minas e energia.
    Passar bem

    • Anti-Tucanalhas disse:

      Paulo vc não morava no Brasil qdo FHC estava no governo?

  5. Paulo VI disse:

    Perdão, subsistuir Ele devia por Ele deveria

  6. Paulo VI disse:

    A quem possa interessar:
    A Secretaria de Gestão Pública, responsável pela perícia, disse, por meio de sua assessoria, que a obesidade mórbida pode ser considerada doença, e que as docentes podem entrar com recurso. Veja íntegra da resposta da secretaria:

    “A perícia para o ingresso de novos funcionários no serviço público estadual, inclusive professores, segue critérios técnicos e científicos previstos na legislação — em especial, no Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado (Lei 10.261/1968, com nova redação dada pela LC 1.123/2010). É realizada por peritos selecionados e experientes, dentro de pressupostos que levam em consideração a defesa do interesse público.

    O exame pelo qual passam os candidatos não tem por objetivo avaliar apenas a capacidade laboral no momento da perícia, mas sim fazer um prognóstico de sua vida funcional, de forma a ingressar numa carreira que dura, em média, 30 anos.

    No caso de qualquer discordância em relação ao laudo do DPME, o candidato poderá recorrer, em primeira instância, ao próprio departamento que, mediante junta médica, irá verificar a procedência do alegado. Persistindo a discordância, o próximo passo é recorrer ao Secretário de Gestão Pública que, também com o apoio de médicos, poderá corrigir eventual erro ou injustiça.”

  7. Taí Kotscho !!!

    A “culpa” é tua !!!
    Até o papa Paulo VI acha que voce foi quem errou !!!
    Tu não deverias perguntar por que “gordo” não pode dar aulas mas responder porque “obeso” não pode !!!

    Paulo VI…das “normas”
    Te digo que essas professoras “gordas” irão assumir…Que é o que mais interessa para quem preza pela cidadania e pela justiça !!!
    A APEOESP já se mobilizou e o Ministério Público já foi acionado. Vamos ver até onde essa “norma” aguenta !!!

    O preconceito não triunfará !!!

    Em tempo: Tu deves ser muito novo por ter presenciado somente um acidente de linhas de transmissão de energia que durou 4 horas !!!
    Eu sou mais velho e vivi dois anos de racionamento !!!
    Quem ultrapassasse sei lá quantos quilovates de consumo tinha a energia cortada além de pagar uma conta absurda de grande !!!
    Fora a multa !!!

  8. Para o meu amigo Enio, e também o Paulo VI.

    Essa discussão é interessante, mas não a ponto de elevar os ânimos meus caros!
    Parece que o Enio gostou das “obviedades” e utilizou-se delas para “iluminar” um pouco os comentários!
    Então…respondendo a pergunta do post!
    PORQUE GORDO NÃO PODE DAR AULAS?

    Aí depende!!!

    Que tipo de aulas?
    De balé? De corrida de obstáculos? De salto com vara?

    A resposta é “obviamente” NÃO!!!!

    É apenas para se ministrar aulas, o que pode se fazer até sentado, ou em movimento.
    No caso de “obesidade mórbida” aí já é um problema de saúde, e devem ser levados todos os fatôres em conta!

    …inclusive a adequação, e o tratamento pagos pelo SUS, e em respeito à pessoa necessitada do mesmo!

    Inté!!!!!!

    Robson de Oliveira

  9. Filósofo disse:

    Sou professor da rede pública de São Paulo, aprovado no concurso e passo pelo mesmo drama. Porém, meu problema não excesso de peso, e sim problemas visuais. Tenho astigmatismo, e quando fui realizar a perícia, estava sem óculos. Fui examinado por uma perita ignorante e extremamente mal educada, que além de me causar desconforto no momento da perícia, nem me deixou explicar a situação, reprovando-me no exame, mesmo depois eu alegando a necessidade das lentes corretoras. O Estado gastou cerca de 5500 reais com cada professor nomeado num período de 4 meses, em um curso preparatório para que ministrássemos aulas e agora barram a entrada de diversos professores aprovados por coisas ínfimas, isso sem falar pessoas que nem sabem o porquê de terem sido reprovadas! Este último concurso, promovido ainda pela gestão de José Serra, e que está sendo continuado pelo senhor Geraldo Alckimin, foi uma verdadeira humilhação à carreira docente. Depois reclamamos que a qualidade da Escola Pública é ruim ou que faltam professores para nessas escolas. Quando alguém se habilita a entrar nesta difícil profissão, o Estado mesmo barra! Todos os que passaram por esse concurso, mostraram, mais do que qualquer outros, a sua capacidade, e até mesmo sua força de vontade, pois aguentar um escrutíneo de mais de oito meses, entre provas e curso, é verdadeiro teste de resistência. O que o Estado quer, super-homens para dar aulas? Pelo salário que se paga aos professores, pelas condições de trabalho que temos, pelo sucateamento promovido pelo governo do Estado de São Paulo à educação, tudo o que vem ocorrendo demonstra quão ridícula é a atuação das autoridades diante da educação. Que possamos refletir mais sobre isso e que todos possam ver o como esse Estado trata os professores, com suas políticas humilhantes, que jogam em nós a culpa por um insucesso na educação que é promovida acima de tudo, pelas políticas deles!!!!

  10. Eliane Santana disse:

    Olá, Ricardo.

    Acabei de ler sua matéria e, com assombro e tristeza, verifico cada vez mais o descaso do Estado com seus profissionais, com seus usuários e com as vidas de todos nós que vivemos sob sua responsabilidade. Quanto à fala dos obesos não poderem trabalhar, não é só no Estado não; li na capa de um jornal sábado passado, que as empresas também não contratam pessoas acima do peso.
    Minha questão é: quem é gordo não tem potencialidades para exercer suas funções? E qual é o “peso ideal” a que se referem os meios de comunicação num país onde comer bem é fast-food, o que aliás contribui e muito com a obesidade da população…

  11. Em campanha política para governador, se via na telinha:
    Vou colocar dois professores em cada sala de aula, um sem formação didática. (não conseguem até hoje dar um salário digno ao professor, quanto mais dois). Pois bem, se o ‘’segundo” professor ainda é um aluno, sem formação didatica, pode dar aulas, por que um obeso formado é barrado?

    • Walmir Fracari disse:

      Isso é uma grande mentira, o que há atualmente é um professor e um “ALUNO PESQUISADOR”, o qual segue tantas regras que não pode fazer absolutamente nada em sala de aula, correndo o risco de perder a bolsa que eles recebem!!

  12. Obs. quando disse no comentário, sem formação didáticas, quiz dizer formação pedagógica. Desculpem.

  13. Paulo de Tarso de Moraes Souza disse:

    A propósito da matéria “Por que gordo não pode dar aula” a gente só tem a concluir é que falta mesmo bom senso em muitas áreas do setor público! O próprio exemplo do jornalista Ricardo Kotscho é uma evidência de que quando se tem bom senso,boa vontade e alguma dose de criatividade as coisas são resolvidas.Por que a direção das escolas não dá um prazo e aconselhamento médico,terapeutico e até nutricional para que os professores enfrentem a obesidade ? Aliás os governos gastam fábulas com quinquilharias,obras e serviços de duvidosa prioridade e não têm coragem e disposição de moverem campanha e trabalho sistemático para reduzir a obesidade no Brasil.Por que não atuam,por exemplo, junto aos setores industrial e comercial a fim de darem mais atenção aos chamados produtos “diet” ? Basta que se vá a um supermercado para que se constate a confusão que se faz com os produtos “diets” com os”lights”,sem falar da dificuldade de distinção dos mesmos e das letrinhas escondidas e miúdas contendo as informações.Onde estão o Ministério da Saúde e o do Desenvolvimento que não entram para estabelecer regras em defesa dos cidadãos ?
    E os preços dos produtos “diets” porque são tão “aloprados”,excessivamente mais altos do que os produtos comuns ? Quando estivermos com a população majoritàriamente obesa dando trabalho em casa e nos hospitais aí,sim, os poderes públicos vão querer agir…Mas já será tudo muito mais difícil e muitíssimo mais caro tal como ocorre com as áreas sujeitas a inundações…Parece até que perdemos a noção do que significam “planejamento”, “prevenção”,”prioridade”.

  14. Paulo VI disse:

    Prezado Ricardo.
    Sua colocação sobre os gordos (obesos) me fez refletir.
    Como um jornalista tão experiente, que várias vezes contou como era difícil checar uma noticia, escreve um texto assim?
    Ou, a idéia era revoltar as pessoas, tendo em vista que, inúmeros participantes do blog são extremamente revoltados com o mundo?
    Hoje( já escrevi isso) com um simples click se verifica se a notícia é verdade ou não.
    Fui a fonte e consegui de fontes seguras confiáveis saber exatamente o que aconteceu com as duas cidadãs que foram reprovadas no exame médico.
    As duas já trabalhavam como professoras contratadas há muito tempo. Nunca se interessaram em prestar concurso pois sabiam que jamais passariam no exame médico por causa da obesidade mórbida
    que tinham. Só foram obrigadas a fazer o concurso porque, o estado decidiu, como a prefeitura de SP que, todos os contratados deveriam tentar o concurso porque seriam dispensados quem não fosse concursado. As tais “gordas” viviam de licença médica, sobrecarregando as professoras lotadas na mesma escola.
    Quando um professor(a) falta a sala da professora faltante, deve ser dividida com as outra salas. Isto também é pensado quando se faz o exame médico. No exame médico foi constatado uma série de problemas gerados pela obesidade mórbida, que faziam que elas vivessem penduradas em licenças médicas (diário oficial). Mesmo assim, o estado aguardará as duas professoras(já estavam contratadas para isso) se tratarem do problema que já sabiam que tinham, e voltarem para um novo exame
    Portanto acho ético que se publique esta minha explicação, tanto para o senhor como para as pessoas que, em um momento de raiva e revolta, escreveram inúmeras ofensas, a mim e à pessoas que defenderam o exame médico, ou seja a lei.

  15. Mirian disse:

    Gostaria de saber o que o governo vai fazer com os já efetivos professores, que são obesos mórbidos. Vai exonerar todos por incapacidade física? Ou readaptar todos? Sou professora do Estado há mais de 20 anos, e bariatrica a 1 ano e meio, e é claro que meu tratamento é pela rede particular.

  16. Valmir disse:

    Se o governador de São Paulo é contra a contratação de professores obesos, então na gestão do Sr. Geraldo Alckmin não terá nenhum obeso trabalhando, vai surgir muita vaga no estado de São Paulo, e é claro que vou aproveitar e prestar muitos concursos.

  17. Afinal, qual é a fonte informadora? (pergunda indiscreta, desculpe). Qual é o peso dessas duas professoras, para que os leitores possam fazer juízo dessa obesidade mórbida?
    Quantas professoras concursadas têm essa mesma condição física reprovável? E o segundo professor que iriam colocar numa única sala de aula sem formação pedagógica, isso é legal?

    • Walmir Fracari disse:

      Iam cplocar não, ele já existe, mesmo não sendo formado, nas salas de segundo ano!

  18. Anapaula disse:

    É..o mercado de trabalho agora procura beleza enquanto o certo seria procurar por pessoas capacitadas. Pessoas éticas, dignas e responsáveis. Entrevistei uma psicóloga, mês passado, e ela me fez a seguinte pergunta: que empresário teria interesse em contratar um gordo? Gordo vive doente e daria muito trabalho e prejuízo a empresa…
    Questionei…então o gordo não tem chance no mercado? Se não emagrecer não trabalha? Pode ser difícil para um empresário contratar um gordo, mas todos nós merecemos uma chance. Eu não sou gorda, pelo contrário, muito magra. Mas se eu chegar a obesidade?

  19. Mauro disse:

    Mais um preconceito issso é balela,existem tantos,O Sr RIcardo Kotsco,sabe dos quais quero me referir.
    O Brasileiro é egoísta, individualista, e preconceituoso,sim!!
    Invés de se preocuparem com medidas corporais,porque,não
    invistam mais em emprêgos,gordinhos são incapazes??
    faça-me o favor, mê ajude aí? que Brasil é essê??
    século 21- ??

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