Soltem J.! Esta menina só precisa de carinho | Balaio do Kotscho
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08/05/2010 - 10:22

Soltem J.! Esta menina só precisa de carinho

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“Minha filha não é delinquente. É uma criança. Não pesou em nada ter devolvido a menina. O juiz nem me ouviu. Disse que era um sequestro e levou a minha filha”.

O desabafo do aposentado Carlos Alberto Marques Monteiro, de 57 anos, pai de J., a menina de 15 anos que sequestrou um bebê  recém-nascido esta semana, depois de ter sofrido um aborto há quatro meses, resume a impotência e o inconformismo do cidadão comum diante da nossa Justiça.

Justiça? Foi o próprio pai, um homem de bem, quem avisou a polícia e devolveu a criança quando ela apareceu em casa dizendo que o bebê era dela. Agora, Carlos Alberto se sente responsável pela filha estar presa na Fundação Casa, o novo nome da famigerada Febem, sem poder lhe dar o carinho e a assistência médica de que ela tanto necessita.

J. estava grávida de cinco meses quando perdeu o bebê, mas, inconformada, continuou se vestindo como grávida e até deu um chá de bebê na semana passada, como conta a brilhante repórter Laura Capriglione em matéria publicada pela Folha.

Na terça-feira, ela apareceu vestida como auxiliar de enfermagem no Hospital e Maternidade Leonor Mendes de Barros e levou a recém-nascida Isadora Fernanda do quarto da mãe, a ajudante de costureira Luana Aparecida Pereira, de 26 anos.

O sofrimento de Luana durou poucas horas, seu bebê logo lhe foi devolvido graças a Carlos Alberto,  mas o drama de J. pode durar o resto da vida.

Com febre alta, infecção e hemorragia uterina, em consequência do aborto, sem ter recebido qualquer atendimento médico, a menina de 15 anos foi jogada atrás dos muros da antiga Febem junto com outros menores infratores por ordem do juiz Caio Ferraz de Camargo Lopasso, da 4ª Vara Especial da Infância e da Juventude de São Paulo, atendendo a um pedido do promotor Oswaldo Monteiro da Silva Neto.

Como simples cidadão, pai e avô de meninas, velho repórter que não se especializou em leis e códigos, mas também não perdeu a capacidade de se colocar no lugar dos outros para imaginar o que está sentindo agora o pai de J., faço um apelo ao juiz e ao promotor para que revejam sua decisão. Pela lei, J. pode continuar presa por até 45 dias, até o julgamento definitivo do processo.

Soltem J.! Ela precisa apenas ficar ao lado da família para poder se tratar e recuperar deste trauma. Basta conhecer sua história para ver que ela não representa nenhum perigo à sociedade, ao contrário da procuradora Vera Lúcia Gomes, acusada de torturar uma criança de dois anos, no Rio de Janeiro, que continua solta.

Por ironia do destino e dos caminhos da nossa Justiça, na mesma página onde li a reportagem sobre J., o jornal informa que a procuradora foi presa e solta em seguida, na segunda-feira, em Búzios, porque ainda não havia ordem de prisão contra ela. E até hoje, agora com a prisão decretada, Vera Lúcia continua foragida.

Autor: Ricardo Kotscho - Categoria(s): Blog Tags:

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94 comentários para “Soltem J.! Esta menina só precisa de carinho”

  1. emanuel rego lima disse:

    Gozado é ver tantos e tantos afirmando CATEGORICAMENTE que a jovem J. tem problemas mentais ou emocionais, e que precisa de tratamento, ao inves de internação, ao mesmo tempo em que condenam a Procuradora do Rio de Janeiro, sem sequer conceder-lhe o mais distante beneficio da duvida sobre sua saude mental….
    E se a Dr. Procuradora TAMBÉM estiver doente????
    – ” Ah… Não está, não pode estar…. É Rica, poderosa, da elite branca dos olhos azuis. Cadeia nela!!!”

    • Caro Emanuel!

      Essa procuradora, passou por diversas entrevistas com psicólogos para pode adotar essa menina.
      Mesmo constando antecedentes de agressões contra menores, ela conseguiu a guarda da criança.
      Assim como o hospítal em que qualquer um fantasiado pode levar um bebê, uma outra pessoa pode “dar um jeitinho” de conseguir a guarda de uma criança.
      Isso se ela tiver dinheiro, ou influência em alguma esfera.
      Caso não tenha, é aquele martírio, até algum dia poder adotar uma criança abandonada.

    • emanuel rego lima disse:

      Robson,
      O que mais me preocupa nessa discussão em duas frentes ( A menina J. e a Procuradora) é a manifesta tendência de tratar os casos ( e as envolvidas) de maneira diferente, a partir simplesmente de suas condições socio-economicas.
      Tão detestavel quanto condenar um “PPP” apenas porque é um dos tres “Ps” , é condenar alguem porque é da “elite branca de olhos azuis”.
      Faz parte do nosso já tão decantado “coitadismo” – mazela oriunda de um misto de pena e incapacidade de tratar todos por igual, somadas à patente dificuldade de cumprir o trato, a lei – essa visão de que os pobres estão “previamente absolvidos” em suas eventuais infrações, enquanto os ricos e poderosos já estão condenados de pronto!
      Somos muito “bonzinhos”. Creio que somos até ao exagero…
      Especialmente porque essa bondade não se espalha sobre todas as cabeças e corações. Nem todos são merecedores desse nobre sentimento…
      Para ter direito a essa “benevolencia” a essa “sensibilidade social” há que se observar o contra-cheque ou o saldo bancario do suplicante…

      Somos da terra em que os camelôs, os flanelinhas donos das ruas, os vendedores de contrabando erigiram como máxima inquestionavel na defesa de suas atividades:
      “É melhor que roubar, né doutor”?

      É por aí…

      Sequestrou, mas o pai devolveu e vai colaborar… Tudo bem…

      Daqui há pouco tem copa do mundo!
      E vamo que vamo….

      PS- Os casos são evidentemente diferentes, mas creio que ainda assim é válida a lembrança:
      Alguem dúvida que o Pimenta Neves estava, quando matou a jovem ex-namorada, tomado de violenta emoção, passando por pronfundo sentimento de perda, depressão ou o que seja?
      Eu não duvido…
      Tenho certeza que esse devia ser seu estado emocional.
      Transtornado!
      Mas deploro o fato dele estar por aí palitando os dentes…
      Deveria, conforme minha visão não tão benevolente nem tão sensivel, estar curando seus males de amor numa cela de cadeia…

    • Pois é Emanuel!

      O povo, seja ele de que nível estiver posicionado, gostaría de saber, que a justíça funciona independentemente de fatôres socio-econômicos.
      Todos sabemos, que quando se tem “recursos”, esses servem para beneficiar os réus mais abastados.
      As nossas leis, ao invés de serem simples, são extremamente complexas. Dão margem para várias interpretações, e com isso criam sistemas de “fugas” que bons advogados utilizam para “manipular” o sistema.
      Certa vez rodando pela Anhanguera, ví uma placa que orientava sobre a velocidade para carros, ônibus, e caminhões. Não havía nada sobre “motos”.
      Eu comentei isso, e todos riram, achando uma bobagem.
      No entanto, após um tempo, a palavra “moto” foi adicionada nas placas.
      Provavelmente porque ao se citarem os tipos de veículos, acabaram automaticamente excetuando as motos.
      Muitos devem ter escapado das punições exatamente por isso.
      A lei deve ser simples, e clara, não dando margem para interpretações até de certa forma grotescas.
      Lembra do caso da maconha apreendída, em que não foi definido o “sexo” da espécie no laudo de apreensão?
      Pois é meu amigo.
      Só os mais ricos, tem acesso a esses pequenos “entraves”.

  2. Samuel disse:

    Cidadão K, nem imagine meu sentimento.
    Sábado, bate um friozinho fora de época, ao invés da cervejinha, coloco uma dose de cognac chabanneau V.S.O.P. Busco no seu blog assunto ameno, quem sabe posso até contar uma piada. Toda preparação em vão, o assunto que se apresenta é sério.
    Veja bem, Cidadão K, é sempre aquilo que eu digo. A pessoa sempre imagina que é cidadã, que tem a lei ao seu lado, que basta agir corretamente pra receber a correta atenção desse ente de ficção, o Estado, algo criado pela imaginação do homem pra protegê-lo. Ledo engano. O Estado é uma entidade com pensamentos próprios, nem sempre ao compasso da cidadania.
    Pois bem, se o conhaque não me atrapalhar as idéias talvez eu possa dizer o que penso.
    O pai da menina, cidadão consciente de que sua filha não praticou um ato correto (e até porque é pai e sabe como deve ter se sentido os pais alijados do filho bebe) procurou essa entidade ficcional chamada Estado pra contar o que sua filha fez, devolveu o bebe, e esperou a justa recompensa. A recompensa imaginada pelo pai é o perdão, ou a compreensão de que a sua filha não praticou o ato em sã consciência. Está doente, sofre como todas as mães que perderam os seus filhos. Ao contrário, enveredou-se pelos tentáculos estatais, pelas normas, disciplinas, leis, delegados, promotores, magistrados, escreventes, prazos, escaninhos, publicações, editais, carimbos, juntadas, ciências, mandados, mandatos e outras coisas que ninguém, mas absolutamente ninguém, que não tenha feito um curso de direito é capaz de compreender.
    ~E compreender não significa aceitar. Só entender, trazer a rés do chão, aquilo que é, em linha final, o exercicio da cidadania.
    (Se eu der mais alguns goles não consigo terminar meu raciocinio).
    Por questões culturais, que vem do tempo do império, no Brasil a gente não costuma questionar muito o Judiciário.
    A gente prega o pau no Lula, já pregou o pau no FHC, no Figueiredo, no Sarney, etc, todos do poder executivo.
    Também questiona, (mas sempre em questões de moralidade, não em questões diretamente ligadas ao poder) o Legislativo. Pau lá e cá.
    Mas o Estado é formado por três poderes, que pra funcionar corretamente, tem que estarem equilibrados.Cada um na sua função: o Legislativo inventa as leis que irão direcionar a vida das pessoas; o Executivo, como o próprio nome diz, executa essas leis; e o Judiciário dirime as dúvidas decorrentes da letra fria da lei e exercicio quente da vida humana. Também aplica as penas: quem desobece a ordem, vai pra cadeia, “meditar” sobre seu ato e entrar na linha.
    Tudo puro ficção, porque tudo foi inventado pelo homem.
    Se a coisa funcionar redonda, cria-se a cidadania. O homem tem do Estado que criou a justa justiça que imaginou.
    É ai que deve entrar a critica ao judiciário. Como todo poder é formado por pessoas, e só toma forma na figura do delegado, do promotor, do juiz, do meirinho, do escrevente, e dos atos que praticam, entre eles, os pré historicos carimbos… pois bem, deixa eu dar um golinho pra reencontrar a linha da bola…
    Então é importante que a gente, como voce Cidadão K, que tem um blog que fala com todos, colocar a questão concreta e pedir aos seus leitores que reflitam, que tomem posição e que exijam o cumprimento, por parte do judiciário, daquilo que a gente entende por “justiça comum”.
    O que mata a “justiça comum” é o papel e as letras. Tudo o que aconteceu é humano, mas pra perder a humanidade ele é levado ao papel em palavras, assim, o fato sai da extensão da pessoa e passa a ser extensão da ficção. Pra quem trabalha com a justiça é ótimo: é uma espécie de “lavar as mãos”.
    A justiça que o cidadão comum conhece é aquela do cinema, da televisão, dos livros, do imaginário… lá, (e essa justiça vem do direito anglo saxonico – nos EUA, Inglaterra, Canadá, Australia, etc – e não do Direito Romano como o nosso), bom, e lá, o caso teria ido pra um juiz que fica de plantão atendendo o cidadão, esse juiz ouve do promotor (que não é uma figura irremovivel e concursado como o nosso) os fatos, o juiz ouve a vitima, ouve o acusado e ouve as testemunhas, e verbalmente decide, no ato, no calor dos fatos, a questão e aplica as penas, ou o que vai decorrer do fato. Assim, o ato humano não perde a humanidade, não é isolada do ser humano numa folha de papel e codificado como letras. É, no meu entender, o pior mal da nossa justiça e nosso judiciário… colocar tudo no papel… atrasar o desfecho… empurrar com os prazos, prorrogações, recursos e o escambau… um dia, se um dia acontecer, a decisão chegará sempre com atraso… no mínimo a inércia já gerou a injustiça.
    Saramago tem um posicionamento interessante a respeito:
    “A justiça continuou e continua a morrer todos os dias. Agora mesmo, neste instante em que vos falo, longe ou aqui ao lado, à porta da nossa casa, alguém a está matando. De cada vez que morre, é como se afinal nunca tivesse existido para aqueles que nela tinham confiado, para aqueles que dela esperavam o que da Justiça todos temos o direito de esperar: Justiça, simplesmente Justiça. Não a que se envolve em túnicas de teatro e nos confude com flores de vã retórica, mas a que permitiu que lhe vendassem os olhos e viciassem os pesos da balança, não a da espada que sempre corta mais para um lado do que para o outro, mas uma justiça pedestre, uma justiça companheira cotidiana dos homens, uma justiça para quem o justo seria o mais exato e rigoroso sinônimo do ético, uma justiça que chegasse a ser tão indispensável à felicidade do espirito como indispensável à vida é o alimento para o corpo. Uma justiça exercida pelos tribunais, sem dúvida, sempre que a isso os determinasse a lei, mas também, e sobretudo, uma justiça que fosse a emanação espontânea da própria sociedade em ação, uma justiça em que se manifestasse, como um iniludível imperativo moral, o respeito pelo direito a ser que a cada ser humano assiste.”
    É isso ai, Cidadão K, o erro deve ser combatido todos os instantes e a justiça cobrada e festejada…
    Vou dar meu último golinho e seja o que Deus quiser…
    Um abraço e bom fim de semana, a voce e todos os balaeiros.

  3. Rodrigo disse:

    Caro Kostcho,
    Já que é pra se por no lugar por que o Senhor não se põe no lugar da mãe e do pai que tiveram a filha sequestrada. O problema do País é este, as pessoas cometem crimes (atos infracionais) graves e ao serem descobertas pedem “desculpa” e tudo tem de ficar por isto mesmo.
    Esta infratora tem de aprender que, na vida, os atos tem punição à altura.
    Opiniões como a do Senhor é que aumentam cada vez mais a criminalidade no Brasil.
    Depois não quero ver o Sr. escrevendo que no Brasil não se pune ninguém.

  4. Luna disse:

    Se existe depressão pós parto que justifica uma mãe se recusar a aceitar o seu bebê, não pode existir depressão pós aborto que justifica atos como o dessa menina?Não existe um psiquiatra ou psicólogo que explique essa ação errônea e desesperada?Trancafiar na Fundação Casa ( leia-se escola para aprimorar marginais) será a coisa certa a fazer, afinal ela precisa de tratamento e não de bacharelado em crimininalidade, que é o que ela vai ter na Fundação. Acorda senhores juízes e promotores que acham que sabem tudo, aprendam um pouco mais sobre o ser humano, nem todo mundo que comete um delito pode estar em sã consciência, pode sim estar sob forte depressão, pensem nisso! Força aos pais da garota e saúde para a bebezinha e sua família.

  5. Luna disse:

    E a Procuradora, foi presa?Essa sim tem que apodrecer na cadeia.Porque o juiz não manda ela para a Fundação Casa também?Lá, os “dimenor”, vão ensiná-la com quantos paus se faz uma canoa e depois vão mostrar como é que uma canoa afunda.Ah, me esqueci, ela é rica né???Pega mal…isso é justiça brasileira!

  6. Dalton Torres Ladeira disse:

    O nível dos comentários está, salvo as exceções de praxe, dose prá leo. É uma neblina só adiante do frontispício. Mistura alhos com bugalhos; mistura sentimento de culpa social com vontade de fazer uma justiça ligeirinha que pode causar danos fenomenais às relações entre os indivíduos.

    Já pensaram se a voz rouca das ruas fosse convocada para julgar todos os crimes ?

    É por isso que Lula diz que não sabia, que ZD ainda não foi condenado, que os aloprados e mensaleiros não sofreram nenhuma punição, nem mesmo o desligamento do partidinho.

    Faz-me lembrar JJ Rouseau com um atualizado mito do bom operário, sem a necessária interpretação.

    É uma nova forma de Justiça, a Justiça do Sentimento Epidérmico. Não tem nada a ver com a Lei.

    Se lembrarmos que a multidão tem a idade mental de 11 anos, podemos imaginar aonde vamos parar.

    • Victor Hugo disse:

      Sr Dalton, sua memória está “estranhamente ” fraca, pois já esqueceu do Arruda mas se lembra do José Dirceu. O Dirceu tambem foi pego com a mão na arapuca, como o Arruda, sr Dalton? Pelo que me lembro foi acusado de chefe do mensalão pelo Roberto Jefferson, esse sim pego com a mão na arapuca, com o Arruda. E foi só. O Sr esqueceu tambem do Mentor do mensalão mineiro de Marcos Valério, aquele politico do PSDB e ex-governador de Minas.
      Ainda bem que temos comentarios melhores, com o do Rodrigo aí em cima.

  7. Francisco Pedro Ramos disse:

    Interessante: Tuma (pai) é senador pelo PTB que apoia Lula. Tuma (filho) é Secretário Nacional de Justiça do governo Lula. Há os que, agora, dizem que eles são malufistas. Conclusão: todos são gatos do mesmo saco. Como o exemplo vem de cima e desde o início do governo Lula, com mensalão (mas eu não sabia ….), Sarney, Collor e Renan, o que esperar deles?

    • Victor Hugo disse:

      Francisco, é tudo igual mesmo. A única diferença é que o PSDB/DEMO governa tirando dos pobres para dar aos ricos e o PT gerou 12 milhoes de empregos, aumentou salarios e distribuiu renda. O resto é tudo igual.

  8. ubiratan costa disse:

    Não me admira a decisão da justiça , isso e justiça brasileira.

  9. Renato SC Vieira disse:

    Parabéns caro comentarista. Para ficar apenas no título do post, que resume tudo sobre esse triste caso. Essa criança está doente e precisa de carinho e tratamento, não de internação em instituições feitas para menores ditos “infratores”.
    Faltou ao juiz, no mínimo, a sensibilidade necessária a um homem encarregado de zelar por crianças.

  10. Zeno disse:

    Julgam-se processos e não pessoas. Logo não precisaremos mais de juizes. O computador fará o que fazem muito mais rápido.

  11. Luiz da Silva disse:

    Prezado RK: Os comentários, quase sempre muito profundos.
    Poucos são os que culpam todo o conjunto social, nele incluindo governos, legislativo , executivo e judiciário, e a maioria deles só esculhambam o judiciário como se fosse o patinho feio.
    Penso que o problema é bem mais profundo e envolve, principalmente o governo federal, que deveria prezar pelo exemplo e não o faz e ainda vive desafiando a justiça, confiando na PF, que lhe dá suporte.
    Como diz FHC: precisamos entregar o Brasil para gente de mãos limpas!

  12. M'ÁURIA FRANCO: Psicóloga-Acupunturista em Brasília disse:

    Procurem encaminhar urgentemente essa menina ao médico e ao acompanhamento psicológico. Ela pode estar passando por um processo emocional forte e estar tentando reparar a perda de seu bebê.
    Máuria: Psicóloga – Acupunturista em Brasília.-DF.

  13. Victor Hugo. disse:

    Roboson,se tivessemos há mais tempo governantes que priorizassem a saude, a educação, enfim o bem estar da população em geral, a situação seria diferente. Voce mesmo citou o Daniel Dantas, a Procuradora e a impunidade. Não é uma citação politica ?
    Voce acha que esse tipo de crime acontece com frequencia na Noruega ? E desabamento de encostas com soterramento de crianças inocentes acontece todo ano na Suecia ?

    Robson, tudo ou quase tudo é questão politica.Espero que voce perceba isso antes de outubro e use seu voto para manter o Brasil na rota de crescimento e desenvolvimento inaurgurado pelo pelo governo Lula.
    Tenha um ótimo final de domingo.

  14. Arcanjo disse:

    Para mim essa menina merece uma boa surra com havainas de madeira!

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