Férias paulistanas: frio, chuva, gripe, fretados…
Caros leitores,
este post foi atualizado às 17:40 para publicar ao final do texto uma bela crônica enviada ao Balaio pelo leitor Simei de Almeida, do Acre, que muitos de vocês já conhecem. Vejam lá, sob o título “Mundo bão, sô!”.
Ufa! Ainda bem que julho está acabando. Juntou tudo neste mês de férias: muito frio com muita chuva, gripe suína, pessoas andando com máscaras cirúrgicas na 25 de Março, protestos dos passageiros de ônibus fretados, ruas alagadas, muita confusão, congestionamentos no trânsito…
Nesta época do ano, sempre gostei de ficar na cidade. Hitualmente esvaziada de carros e gente, São Paulo ficava mais serena e habitável, o céu claro, o clima seco.
A grande metrópole nos convidava a fazer passeios por lugares aonde a gente não costuma andar, as filas desapareciam e dava até para ir sem tumulto ao cinema e ao teatro.
Mas, desta vez, foi melhor ficar em casa. Foi um mês para se esquecer. Não chovia tanto em julho desde 1943, quando eu nem tinha nascido… A cidade virou um inferno.
Quando todo mundo voltar das férias com seus carros, deve ficar tudo pior ainda, sem que o problema dos ônibus fretados tenha sido resolvido, no vai e vem da Prefeitura demo-tucana, que primeiro decide, para depois ver como fica.
Vamos ter ainda mais carros circulando pela cidade em lugar dos ônibus proibidos, que atrapalhavam mesmo o trânsito em alguns pontos, mas ao menos eram uma alternativa ao transporte coletivo público, que todos sabemos caótico e insuficiente.
De uma hora para outra, sem planejamento e sem oferecer alternativas aos milhares de passageiros dos fretados, a Prefeitura resolveu simplesmente proibir estes ônibus de circular e estacionar.
Os congestionamentos e transtornos que eles causavam nas grandes avenidas foram apenas transferidos para ruas residenciais, os moradores reclamaram e a Prefeitura teve que voltar atrás.
Depois de mexer com a vida de muita gente, sem pensar nas consequências, agora acho que nem o prefeito Gilberto Kassab sabe o que vai acontecer na segunda-feira, quando São Paulo voltar à sua rotina, depois das férias de julho.
A única certeza é que na próxima sexta-feira, dia 7, entra em vigor a Lei Serra, que promete o banimento do fumo na cidade e a caça aos fumantes. Quem ficar nervoso no trânsito paulistano não vai mais nem poder parar no boteco e acender um cigarrinho. Qual será a próxima proibição?
Para complicar ainda mais o cenário de agosto, a epidemia de gripe suína fez com que a maioria das escolas adiasse a volta às aulas por duas semanas, causando mais transtornos para milhões de famílias.
E a previsão do tempo para os próximos dias não é nada boa: continua instável, com temperaturas baixas e o céu nublado escurecendo às vezes no meio do dia, sujeito a chuvas e trovoadas.
Como trabalho em casa, não ando de ônibus fretado, nem tenho filhos em idade escolar, não há nada de pessoal neste desabafo. Uma das tarefas do repórter, com ou sem diploma, é justamente se colocar no lugar dos outros para registrar e contar o que seus leitores estão sentindo.
É bom, mas não é nada fácil ser paulistano. Se alguém tiver boas notícias das férias em outros lugares do país, pode mandar que eu agradeço _ até para melhorar o astral do Balaio cinzento como o tempo desta quinta-feira de fim de julho.
***
MUNDO BÃO, SÔ!
Neste mundo novo da internet, em que todo mundo é, ao mesmo tempo, emissor e receptor de informações, leitor e autor, autor e leitor, não importa a ordem, acontecem coisas fantásticas.
Mal coloquei no ar o post acima sobre a minha cidade, recebo uma belíssima crônica do nosso fiel leitor Simei de Almeida, lá do interior do Acre, em que ele fala das as diferentes vidas entre as grandes e as pequenas cidades.
Simei é um cidadão brasileiro de 54 anos, ex-paulista de Ribeirão Preto e ex-metalúrgico, que mora há 25 anos foi para o Acre, onde exerce a atividade de micro empresário e micro pecuarista, além do ofício de escritor amador pelo prazer de escrever.
Conta ele: “Troquei a vida de progresso dos centros chamados civilizados, de ônibus lotados, de batida de relógios de ponto, por esta vida humilde aqui da Amazônia.
Aqui consegui, honestamente, certa independência econômica, formo no ano que vem um filho em Direito pela UFAC e tenho uma filha de 11 anos com deficiência física causada por uma lesão cerebral.
Aqui tenho plena convicção de que posso dar à menina melhor qualidade de vida. Ela está cursando a 5ª séria em escola normal. Não tenho curso superior, apenas o nível técnico.
Nem sempre sou a pessoa que demonstro ser nos debates calorosos de política e politicagens. Gosto de coisas muitas amenas. Acho que assim a gente vive melhor.
No Acre, conheci e vivi a política velha dos coronéis da política e estou vivendo a nova política de progresso deste estado, implantada pelo PT, por seu mentor aqui do Acre, o ex-governador Jorge Viana. Sou PTzinho e Lula do pé rachado e como defeito sou corithiano…“.
Para entrar no blog de Simei:
http://www.somosdaselva.blogspot.com
Abaixo, reproduzo a crônica “Mundo bão, sô!”, de Simei de Almeida:
Existem dois mundos: o mundo de quem gosta de agitação, corre-corre, buzinações, gás carbônico, diferente do mundo dos “oi sô”.
Nada sou contra quem gosta de ficar em cima de um viaduto vendo a sintonia dos carros se movimentando, frenagem por igual, uma fila vai e outra vem.
Chega ser contagiante ver a habilidade dos condutores dos veículos e motociclistas fazerem suas obrigações na condução de suas respectivas máquinas, às vezes até inconscientes do que estão fazendo, conduzindo seus carros por vias super movimentadas pela praticidade do dia-a-dia. Já fazem a condução pelo seu subconsciente pelo hábito de quem faz aquilo todos os dias.
Grandes metrópoles, progresso, grandes executivos, oferta de consumo e vítimas do consumo.
Alberto vai trabalhar, sai de casa as 04:00 horas da manhã para pegar o ônibus e depois o metrô. É possível que chegue ao trabalho lá pelas 07:00h. Antes de sair ele vai à cama de sua Aninha, sua filhinha, e lhe dá cheiro, ela ainda dormindo.
Alberto, devido seu computador ainda ser um Pentium ele trocou por um Dual Core, mais uma promoção de uma TV de LCD de 32 polegadas nas Casas Bahia, tem que fazer umas horas extras para ajudar no pagamento das prestações do Dual Core e da TV LCD.
Depois da hora extra, mais metrô, mais ônibus. Alberto chega em casa lá pelas 22:00h. Sua filhinha já está dormindo. Nesse corre-corre, talvez Alberto a verá acordada para lhe dar um abraço e um cheiro somente no final de semana.
E assim é a mesma coisa para João, Dna. Marta, Dna. Francielli e tantos Antónios.
Pô, mais tem uma coisa boa nisso tudo! Num domingão Alberto pode ficar em frente da TV LCD de 32” para assistir estes programas de palco que rolam nas telinhas.
Uma pessoa que vem de fora, não adianta pedir informação pro Alberto no meio da rua. Ele tem muita pressa para chegar no trabalho ou fazer uns afazeres fora dele. Se pedir informação, talvez a receberá. Mas começa a ouví-la numa esquina e acaba de ouví-la na outra esquina, não dá para dar informação parado!
Vou à casa do Alberto e pergunto:
_ Você sabe onde mora o Sr. Custódio?
– Sei não, seu moço, vai aí no vizinho e pergunta!
Vou na casa do vizinho e pergunto:
_ Você sabe onde mora o Custódio?
– Custódio do quê?
– Custódio de Mato Arruda!
– Sou eu mesmo moço….O Alberto não conhece o vizinho.
Nas cidadezinhas, lá nos Rincão do Brasil, a coisa é bem diferente.
Sai-se na rua para resolver determinado assunto que você faria em trinta minutos, e você acaba gastando três horas para resolvê-lo. Não há contentamento em apenas dizer: boa tarde “Seu Jão”, como tem passado? Não, o problema é perguntar como tem passado. Porque o Seu Jão vai lhe dizer como está passando, ali vai um tempão. Mais na frente, oi Dona Crotilde, mais na frente, Dona Esmeralda……quanto tempo…..como está Seu Firmino? Vai ali mais um bom tempo.
Sair pela rua principal da cidade é outro problema. De taberna em taberna, o proprietário lhe chama….Vem tomá um cafezinho moço! De comércio em comércio, você daqui apouco está esturricado de tomar cafezinho. Cafezinho você não nega, é falta de educação.
Vizinho você não só o conhece, você sabe literalmente da vida dele. Se o seu vizinho do outra lado da cidade der “uma puladinha de cerca” você saberá, com certeza saberá. Soltar gases é outro problema, tem que ser o mais discreto possível, se não a cidade ouve.
Político em cidade pequena tem que ser muito “cara-de-pau” ou ser muito transparente, pois o contato com o famigerado eleitor é comum nas ruas. O cabra não tem por onde escapar ou ficar no anonimato, o corpo a corpo é diário, e não é só em épocas de eleição.
Que bom, que bom, você na área rural poder pisar literalmente na bosta da vaca, sentir o cheiro da terra molhada, ouvir o gorjear dos pássaros e ouvir os gritos dos vaqueiros, ver carros fazerem malabarismo em estradas de barro. Dá diversidade, se vê algo contagiante. Bicho de pé também é bom. Bicho de pé não é chato, Bicho de pé dá no pé. “Chato dá noutro canto”, esse é chato pra dedéu.
Cidade pequena tem lá seus problemas, vizinho chato é um caso sério. Sei de uma história de um cabra que processou seu vizinho porque o galo dele cantava muito cedo e o acordava. Como ninguém processa galo, processou o dono do galo.
Ainda bem que existem grandes metrópoles, lá tudo se produz. O que seria se não tivesse quem não gostasse de buzinações, ônibus e metrô lotados, congestionamento, fábrica contratando para turno diurno e noturno. Se não existissem os Albertos, o que seria dos Jãos? O que seria de nóis, se não existissem vocês!



Esse Enio Barroso deve ter apanhado muito quando era criança…sujeito revoltado.
Não perca a oportunidade de publicar essa que saiu na folha de hoje,Leia essa Enio:
Carta ao último exilado
DAVID LERER
Neguinho, você foi o último exilado a voltar. Eu fui o primeiro. Tenho 30 anos a mais de experiência. Assim, envio instruções básicas
DEPOIS DE quase 40 anos vivendo na Suécia com identidade falsa, o ex-marinheiro Antônio Geraldo da Costa, 75, o Neguinho, desembarcou no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, no último dia 21. Em vez de agentes da Polícia Federal prontos para prendê-lo, encontrou um emissário enviado pelo Ministério da Justiça para lhe dar as boas-vindas. Neguinho foi o último exilado a voltar.
Eu fui o primeiro, logo que o AI-5 acabou. Portanto, tenho 30 anos e meio a mais de experiência de Brasil do que o Neguinho, razão pela qual estou lhe encaminhando uma carta com algumas instruções básicas.
Companheiro Neguinho,
Em primeiro lugar, muita calma. Se você for convocado para um ato secreto em Brasília, não se apavore pensando que é uma sessão de porrada ou choque ou para ser pendurado no pau de arara, como nos velhos tempos.
Ato secreto pode ser o meio pelo qual um senador, que pesquisou e descobriu ser teu parente, está tomando as providências para lhe arrumar um emprego de, por exemplo, “encarregado professor adjunto de Nós Náuticos e diretor das Embarcações do Senado no Lago Paranoá”, dada tua condição de marinheiro.
Outra palavra chave é “anistia”. Se algum advogado chegar falando baixinho que você tem de “pegar tua anistia”, não vá estranhar e responder, todo orgulhoso, que já está anistiado -embora isso seja tanto verdade que você está andando de um lado para o outro sem problemas.
Não terá sido bem isso o que o doutor quis dizer. Essa expressão “pegar tua anistia” significa mesmo ganhar uma grana -e o doutor, claro, leva algum com isso. Tem jornalista que levantou 1 milhãozinho só porque, depois do golpe, perdeu um emprego que nem tinha nada a ver com o golpe.
Aliás, é pena que você tenha sido da Marinha, e não da Petrobras. Se você fosse da segunda, eu até iria sugerir que me convidasse para o churrasco em comemoração. Você nem imagina a grana que essa turma levantou. É bem mais preta do que o petróleo.
Mudou tudo, compadre.
Agora nós é que estamos por cima. Ou melhor, só alguns de nós, uma meia dúzia, se muito. Exagerando, talvez um pouco mais. O resto continua pastando, inclusive o povão. “Povão” é o que a gente chamava antigamente de “massa atrasada”.
O presidente Lula é o primeiro da lista. Há uns 40 anos, era torneiro mecânico. Depois entrou no sindicato como sub do sub, foi subindo, subindo… e não quis mais saber de outra vida. Fala qualquer coisa, parece entender de tudo e todo mundo acha graça. É um talento.
Outro é o José Serra. Foi presidente da UNE quando você era vice-presidente da Associação dos Marinheiros e Fuzileiros Navais, agora governa São Paulo e, de repente, pode ser eleito para a vaga do Lula.
Tanto o Serra quanto o Lula têm o apoio daquela turma que queria ver a gente enforcado.
Mas, em vez do Serra, o Lula prefere a Dilma, outra ex-companheira. Essa você não conheceu, veio depois de nós, mas é esperta, menino, você precisa ver. Tem currículo para tudo. Precisa de guerrilheira? Ela tem. Torturada? Tem. Doutora? Também tem currículo. Nem sei como conseguiu fazer tanta coisa e mais ainda o serviço de casa.
Outros que foram da pesada e estão se dando bem são o Carlos Minc, que tem a chave da Amazônia, e o Franklin Martins, que tem a chave do cofre da mídia.
Falando em cofre, toda essa turma “fez” o cofre do Adhemar. Esse item é parte importante do currículo. Pega bem porque, afinal, o Adhemar era tido como ladrão. E, pelo número de companheiros que “fizeram” o cofre dele, parece que aquilo nem foi assalto, mas um show da Madonna.
É, companheiro, as coisas mudaram.
Quer um conselho: dá uma de Gabeira, faça como ele, que também veio da Suécia, e escreva um livro do tipo “O Que É Isso, Companheiros?” -”companheiros”, assim mesmo, no plural-, sobre o que você está vendo de diferente, de estranho, e espere um pouco. De repente, você até se dá bem. No ano passado, Gabeira quase se elegeu prefeito do Rio de Janeiro e agora já o convidam para tentar o governo do Estado.
Enquanto nada disso acontecer, venha me visitar em São Sebastião, onde moro atualmente. Aqui tem peixe, pinga, porto e mulher bonita. Tudo de que a gente precisa. Tenho um barco velho com motor de caminhão que vivo reformando, mas dá para pegar umas garoupas e sororocas.
Vamos fazer umas pescarias. E falar mal do governo, porque eu estou onde sempre estive: na oposição.
Você sabe, Neguinho, o lugar de um homem que se preza é na oposição.
Aquele abraço,
DAVID LERER , 71, é médico, ex-deputado federal pelo extinto MDB, cassado na primeira lista do AI-5, em dezembro de 1968, viveu exilado em países da América Latina, da África e da Europa.
BOM DIA BRASILEIROS E BRASILEIRAS.
COMEÇA AGORA O CAFÉ DO TONHO DA LUA!
ESTE PROGRAMA É UMA CORTEZIA DOS SAPÓLIOS KOTSCHO, SAPONÁCEOS E DETERGENTES PARA A FAMÍLIA BRASILEIRA!
HOJE COM DOIS CONVIDADOS ESPECIAIS:
ZÉ BIGODE DE BODE E , CHICO BOCA DE SAPO!
BOM DIA CONVIDADOS?
BOM DIA TONHO!
DIRETO AO ASSUNTO:
BOCA DE SAPO: VOCE DISSE QUE O BIGODE DE BODE É IMEXÍVEL, QUE A GENTE TEM QUE RESPEITAR O PASSADO DELE, E QUE ELE NÃO É UM HOMEM COMUM?
NÃO FOI BEM ISSO SEU TONJO SABE COMO É QUE É, O HOME JÁ FOPI PRESIDENTE E EA GENTE NÃO DEVE FALAR MAL DE EX-PRESIDENTE!
TONHO; É O SENHOR VAI SER UM NÃO É?
BOCA DE SAPO ; U COMPANEIRO INTENDEU UI RACIOCÍNO!
BIGODE DE BODE É VERDADE O NEGÓCIO DA SUA FUNDA ÇÃO?
SILÊNCIO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
BOCA DE SAPO AFINAL VOCÊ É DA ONDE : DO MARANHÃO DE SÃO PAULO DE GOIÁS, AFINAL VAI TER UMA VAGUINHA LOGO LOGO EM CUBA, VOCÊ NÃO TOPA?
NOVO SILÊNCIO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Ô BOCA DE SAPO, VOCÊ ACHA QUE O BIGODE DE BODE É UM SAFADO OU NÃO?
SEO TONHO, UMA COISA É MATAR E ROUBAR OUTRA É O RESTO E OI RESTO POOODI!
MAS O SENHOR NÃO ACHA QUE O BIGODE DE BODE AFANOU UMA BUFUNFA NÃO?
EU NÃO SEI DE NADA, EU NÃO VI NADA!
AH! ENTENDI, QUINÉM DAS OUTRAS VEZES?
É U CUMPANHERU TÁ ACOMPANHANU U RACIOCÍNO! ENTÃO É ISSO AÍ PRIMERO TEM DI PROVA, UMA COISA É FALÁ OUTRA É PROVÁ?
MAS O PAÍS INTEIRO JÁ TÁ SABENDO O SENHOR NÃO?
BEM CUMPANHERU NUM SI CONDENA NIONGUÉM ANTIS DI PROVÁ!
PASSADO ALGUNS DIAS NA ILHA DA ESBÓRINIA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
SENHOR BOCA DE SAPO E O PROBLEMA DO SENADO COMO FICA?
BEM CUMPANHERU O NEGÓCIO É O SEGUINTE, O POBREMA DU SENADO É DO SENADO EU NÃO CUNHEÇO ESSE BIGODI DO BODI, NUNCA VI MAIS MAGRPO?
UÉ SEU BOCA DE SAPO,VOCÊS NÃO ERAM AMIGOS. TIPO IR PEGAR UMAS MAROLINHAS LÁ NA CASA DE PRAIA DELE?
CUMPANHERU EU VOTEI EM SUM PAULO EU NEM SEI ONDI FICA U MARANHÃO?
MAS SEU BOCA DE SAPO ELE NÃO FOI CANDIDATO PELO MARANHÃO!
UÉ ELE NUM MORA LÁ?
P´REZADOPS AMIGOS DEVIDO AO ADIANTADO DO HORÁRIO VAMOS TER QUE DEIIXAR O AGRADÁVEL PAPO PARA OUTRO DIA!
ESTE PROGRAMA É UMA CORTEZIA DOS SAPÓLIOS KOTSCHO, DETERGENTES PARA A FAMÍLIA BRASILEIRA!
ATÉ LOGO SEU BOCA DE SAPO !
BRIGADU TONHO E DILMA CUMPANHERA PRA 2.010, ESQUECE ESSE NEGÓCIO DI QUERE SE CANDIDATO TÁ BAUM?
ATÉ LOGO SEU BIOGODE DE BODE?
SILÊNCIO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!1
E ASSIM TERMINAMOS MAIS UM CAFÉ COM TONHO DA LUA!
Caro Kotscho.
Aí está uma lição para os candidatos a ditadores. Sim Kotscho, prolongar mandatos usando os meios e as ferramentas da democracia se tornou um vício feio na América Latina. Mas, há exceções. Raras e honrosas, mas há.
Michelle Bachelet, disse ontem que lamenta ter de sair agora que seu governo alcançou o recorde de 74% de aprovação, um dos índices mais altos entre os presidentes latino-americanos. “Preferiria um mandato de cinco anos, ou quatro com direito à reeleição” afirmou a presidente do Chile.
Desde os anos 90, a maioria dos países sul-americanos aumentou o mandato de seus presidentes e criou o direito à reeleição, enquanto o Chile encurtou a gestão de seus presidentes de seis para apenas quatro anos. Mas Bachelet descartou qualquer surpresa ao estilo bolivariano: “JAMAIS MUDARIA A CONSTITUIÇÃO PARA ME BENEFICIAR”.
Que texto legal, Simei!
Me diverti muito!
Para: Bento Bravo.
É recíproco meu amigo. Sou seu admirador a muito tempo!!!
Muito Obrigado.
Para: Renato.
Só muito obrigado, você é muito amável.
Esse Balaio nos emociona…..
31/07/2009 – 09:01
Enviado por: oromar
”Não perca a oportunidade de publicar essa que saiu na folha de hoje,
Carta ao último exilado
DAVID LERER.”
Caro Dr. David Lerer.
Antes de mais nada, parabéns.
A sua carta deveria ser exposta em lugares público bem visíveis e, ainda, entrar no currículo escolar para ensinar nossas crianças que, apesar de tudo, ainda há gente assim. Há brasileiros de verdade.
Valeu Dr.David, valeu muito. O Sr. reacende a esperança no ser humano.
P/ Luiz Carlos(o experiente):SELVA!
Se a Martinha fosse Prefeita de São Paulo e tivesse proibido os ônibus fretados, a mídia paulistana a teria colocado de joelhos. São Paulo sempre teve a chance de melhorar o seu presente e futuro mas a mídia o inviabilizou. Luiza Erundina e Marta Suplicy foram, em primeiro lugar, derrotadas pela mídia, e em segundo lugar por estarem filiadas a partidos políticos fracos que se capitulam diante de seus adversários. Os partidos políticos de esquerda e seus supostos líderes morrem de medo da mídia.
Pergunto por que o Ministério da Saúde decidiu adotar o método arcaico de não ministrar Tamiflu assim que um paciente é diagnosticado com o vírus?
Não me venham com essa balela de ‘’resistência’’. Fosse este o caso, os Países de 1ª mundo estariam seguindo essa mesma linha de raciocínio. E justamente por não estarem é que temos os seguintes dados (28/06/09): EUA+UK+AUSTRALIA+CANADA= 84.405,00 casos com 471 mortes. Tradução pouco mais de 0,5% de fatalidades. Ai vem à tradicional cultura e política retrógradas dignas de países de 3ª mundo (28/06/09): BRASIL+CHILE+ARGENTINA+PARAGUAY=16.458,00 casos com 292 mortes. Tradução pouco menos de 2%.
A POLÍTICA ATRASADA DO BRASIL RESULTA EM QUASE 4 VEZES MAIS MORTES DO QUE EM PAÍSES DESENVOLVIDOS. Em crises como esta fica evidente o despreparo de países emergentes em acudir sua população. Isso tudo jurando 9 milhões de vacinas e blá blá blá. Conversa pra Boi dormir, até o PERU está se saindo melhor em cuidar de sua população, pois com 3.292 casos tem apenas 23 mortes. Enquanto que nós graças a atuações tímidas, pálidas, anêmica, e lenta do MS já temos mais de 64 mortes com menos da metade de casos que o Peru tem.
ASSIM COMO A POLÍTICA, A SAÚDE DO BRASIL É MOTIVO DE VERGONHA NACIONAL! (dados de 28/06/09)
Governo DEMocrático: – “Esses usuários de fretados não estão devidamente expostos à GRIPE SUINA ou Influenza A. Vamos retirá-los do FRETADO, ainda que por um trecho para que ‘DEMocraticamente’ todos sejam expostos, da mesma forma e assim, levem para suas casas, também o vírus da gripe suina, e se por ventura já estiverem contaminados, levem o vírus para dentro do sistema de transporte público”.
É, no mínimo absurdo, diante das orientações da OMS e Ministério da Saúde, por um lado precarizar a situação daqueles que já pagam pelo seu transporte ao trabalho, no caso dos FRETADOS por terem que descer no meio do caminho e arcar com os CUSTOS e RISCOS de adentrar no sistema público de transporte e no caso dos usuários do TRANSPORTE PÚBLICO pelo fato de precarizar o sistema transformando o que era SUPERlotação em MEGAlotação.
Caro Ricardo,
Perdoe-me, mas a lei não exige diploma de educação física para ser Treinador. A Lei 8650 que regulamentou a profissão diz que a profissão será exercida “preferencialmente” por portadores do diploma de educação física e não “exclusivamente” ou “obrigatoriamente” como querem nos fazer crer. O ideal não excluir as pessoas, mas oferecer curso a elas. É levando educação e conhecimento a todos que vamos melhor a qualidade de vida, seja nas relações sociais ou de trabalho e não simplesmente promovendo a “exclusão social” no futebol.
Gosto muito das suas abordagens e por isso me sinto à vontade para comentar. Sou jornalista provisionado com militância em Imperatriz do Maranhão e concordo que seria excelente se conseguíssemos dar uma capacitação – essa é a finalidade dos nossos cursos universitários – aos profissionais em qualquer área. Mas posso lhe garantir que, mesmo respeitado no período que exercí, não consegui ter a chance de realizar o que você cobra agora. Não considero a comparação compatível porque o técnico de futebol trata diretamente com a saúde, a vida orgânica de atletas e, embora ele conte com profissionais especializados, isso não tem sido suficiente para evitar que atleta como Serginho morresse em campo. E eles sabiam, embora tenham sido absolvidos. O jornalista lida com a saúde intelectual que, em caso de fraqueza ou deficiência mais mata (de raiva) do que suicida. Mas o problema mais sério é a qualidade dos nossos jornalistas formados. Em Floripa, onde moro, não há mais mercado para jornalistas e as universidades continuam despejando, todos os anos, levas de formandos nessa saturação. Leio os principais jornais e. só para relatar um fato, quando aconteceu um acidente aqui no Estado, onde um caminhão atropelou e matou policiais, bombeiros e curiosos que atendiam a um outro acidente com (não me lembro direito) umas duas vítimas fatais, resultando após o segundo episódio em vinte e uma fatalidades, se não me engano, busquei nos jornais escritos mais detalhes e, posso lhe garantir, lí sobre a estória de uma família pobre que perdeu membros de arrimo, lí sobre o heroísmo do policial e dos bombeiros mortos, fiquei sabendo a opinião de cada mãe, parente ou amigo o que eles achavam das vítimas enquanto em vida, mas a única coisa que eu não encontrei nos três dias subsequentes foi de fato o que aconteceu. Falar no jornalismo político eu me abstenho, fiz curso de jornalismo político com José Argolo. O trabalho do técnico de futebol tem uma avaliação imediata, pública e transparente, e o jornalista? Quantas vezes podemos saber de fato o que está por trás da notícia? Concordo com você em dar uma formação vocacional aos nossos talentos e, para tanto, não precisamos fazer comparação com nenhuma outra categoria, basta ressaltar a excelência na profissião. Lí em algum lugar, há muito tempo, sobre Samuel Wainer e suas peripécias sobre os muros da casa de Getúlio Vargas para dar os ‘furos’ jornalísticos no dia seguinte. Nenhuma universidade ensina rapel, escalada de alturas ou corrida alucinada em fuga dos cachorros. Na matéria que lí, relatava que havia um folclore sobre ambos personagens, em que Getúlio, ao ouvir os cachorros, chamava os serviçais e mandava prende-los e trazer o Samuel até onde ele estava, num instinto repetitivo da façanha. Concordando ou não, seus temas trazem uma sequência de assuntos interessantes. Abraços.