O Caso Folha-Dilma e o que ameaça os jornais
Frase do leitor Francisco, em comentário enviado às 13:37 de terça-feira sobre o post publicado abaixo:
“Para a sobrevida dos jornais, o problema não é a internet, é a credibilidade”.
Qual o futuro da “velha” imprensa?, indaga meu bom colega Caio Blinder, correspondente do iG, em sua coluna de hoje, direto de Nova York.
Muitos jornalistas e leitores se fazem hoje esta pergunta. Pegando como gancho o filme “State of Play”, que aqui será “Intrigas de Estado”, segundo Blinder, “uma sessão-nostalgia para jornalistas para lá da meia idade, como eu”, ele escreve:
“A sessão-nostalgia do filme tem o ápice justamente quando rolam os créditos e vemos o processo de impressão e distribuição do papel-jornal. A cena é de doer, pois não dá para visualizar um happy-end para os jornais impressos. Aqui nos EUA é uma sucessão de más notícias, com jornais fechando, ameaçando fechar ou em regime de concordata. Como disse acidamente o comediante Stephen Colbert:
“Onde será impresso o obituário da indústria de jornais?”
Quem está ameaçando o futuro dos jornais? O primeiro suspeito é sempre a internet, o jornalismo online que é oferecido de graça o tempo todo e já chega às telas de 60 milhões de brasileiros.
Será mesmo só a internet a culpada pela debacle inexorável da imprensa de papel em nosso país? Há controvérsias…
Ao comentar este emblemático Caso Folha-Dilma, em que o jornal de maior circulação do Brasil se afunda cada vez mais ao tentar justificar uma inacreditável “reportagem” publicada no dia 5 de abril, o leitor Antonio Lúcio Rodrigues de Assiz escreve hoje no site Comunique-se:
“São essas práticas que ameaçam o futuro do jornalismo. Não são as novas tecnologias(…)”
Na própria Folha, uma solitária carta de leitor trata hoje do tema que o jornal gostaria certamente de esquecer. Escreve para o jornal Valmir de Costa, de Curitiba, Paraná:
“Em relação à reportagem `Autenticidade de ficha de Dilma não é provada´(Brasil, 25/4), a certa altura o texto diz que `o jornal cometeu um erro técnico: incluiu a reprodução digital da ficha em papel amarelo em uma pasta de nome `Arquivo de SP, quando era originalmente de e-mail enviado à repórter por uma fonte´.
Errado. O erro não é técnico, é ético. O texto tinha visivelmente a intenção de manchar a imagem de Dilma, qualificando-a como terrorista. Isso é erro técnico? Onde?”.
Desde o começo, todo o enredo desta história em que a Folha se enreda, é um clássico do antijornalismo que daria um outro filme, talvez mais emocionante do que o “State Of Play” do Caio Blinder. Se não, vejamos:
* Como o próprio nome indica, a sede da Folha fica em São Paulo, onde vive o principal personagem da matéria, jornalista Antonio Roberto Espinosa, ex-comandante da Vanguarda Popular Revolucionária. Mas a entrevista com ele foi feita por telefone, num total de três horas, pela repórter Fernanda Odilla, da Sucursal de Brasília. Não sairia mais barato escalar um repórter da sede para entrevistá-lo? Ou mesmo pagar uma passagem para Odilla conversar com ele pessoalmente sobre assunto tão delicado? Pelo menos, o jornal não erraria na grafia do nome dele e na sua qualificação profissional.
* Baseada na entrevista com Espinosa, cujos termos depois ele desmentiu em carta ao jornal, que só publicou dela um breve resumo muitos dias depois, a Folha deu a manchete de capa: “Grupo de Dilma planejava sequestrar Delfim”.
* Dilma, que também foi ouvida por telefone (não sei por que a Folha adora um telefone…), e teve uma entrevista de página inteira publicada na mesma edição, também mandou uma carta ao ombudsman, contestando o jornal:
“Apesar da minha negativa durante a entrevista telefônica de 30 de março (…) a matéria publicada tinha por título de capa `Grupo de Dilma planejou sequestrou de Delfim´. O título, que não levou em consideração a minha veemente negativa, tem características de `factóide´, uma vez que o fato, que teria se dado há 40 anos, simplesmente não ocorreu”.
* O grande “furo de reportagem” estampado na primeira página, sobre um sequestro que não houve, foi a reprodução de um documento com o carimbo “capturado”, suposta ficha policial de Dilma que a repórter teria obtido no Dops paulista, em que ela é acusada dos mais variados crimes, para o jornal poder provar, como queria, sua condição de perigosa “terrorista”, “assaltante” e “assassina”.
* Dilma denunciou também na carta a falsidade deste documento e o jornal pediu um tempo para provar, mobilizando sua equipe de “reportagem”, a autenticidade da dita cuja. Com sua habitual agilidade para apurar seus erros, a Folha publicaria 20 dias depois, no último sábado, sem chamada de capa, uma estranhíssima matéria sob o título “Autenticidade da ficha de Dilma não é provada”.
* Mais estranho ainda é que, desta vez, a matéria tem por procedência a Sucursal do Rio, e não a de Brasília, menos ainda a da sede, que, com sua competente equipe de repórter especiais, deveria estar mais do que interessada em esclarecer o caso.
* Sem conseguir provar a autenticidade da tal ficha policial, o jornal admite ter cometido dois erros. Só dois? Sim, a Folha reconhece que o documento não foi capturado nos arquivos do Dops, mas chegou à redação por e-mail, de fonte não revelada. Diz o jornal: “O segundo erro foi tratar como autêntica uma ficha cuja autenticidade, pelas informações hoje disponíveis, não pode ser assegurada _ bem como não pode ser descartada”.
* Como assim? Em carta enviada ao ombudsman (e até hoje não publicada pelo jornal), no mesmo dia da publicação da segunda matéria, desmentindo a primeira, embora de forma bastante constrangida e enviezada, Antonio Roberto Espinosa vai direto ao ponto:
“A ficha citada, na verdade, foi produzida recentemente por quadros que, na época da ditadura, eram subalternos, faziam o trabalho sujo dos porões. Hoje já estão aposentados, mas se sentem como os heróis do regime de terror e preparam armadilhas com o objetivo de desestabilizar uma virtual candidatura presidencial da atual ministra Dilma. Eu e alguns amigos fizemos uma pesquisa amadora na internet e descobrimos que o primeiro a divulgar a ficha falsa, e seu provável autor, é o hoje coronel reformado (na época major) Lício Augusto Ribeiro Maciel, o Dr. Asdrúbal, torturador e assassino de dezenas de pessoas em Xambioá. A seguir foi reproduzida por dois dos mais conhecidos blogs da direita mais reacionária, também alimentado por quadros subalternos do regime militar, o Ternuma, do notório coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, e o A verdade sufocada _ As histórias que a esquerda não quer contar, também mantido por sargentos e oficiais de baixo escalão dos porões”.
* Estas acusações contra Dilma pela internet, a que se refere Espinosa, circulam em forma de spam desde o ano passado, junto com aquela falsa ficha policial da primeira página da Folha e serve de base para os milhões de comentários anônimos com ofensas, agressões e acusações à ministra que infestam blogs e sites. Mas a culpa pelos erros da Folha não pode ser atribuída à internet: ninguém com um mínimo de responsabilidade publica este lixo sem checar a sua origem.
* No final da sua carta, Espinosa repete um desafio ao jornal, que bem poderia aceitá-lo para que os leitores possam tirar suas próprias conclusões:
“Da mesma forma que a repórter Fernanda Odilla, em resposta à minha carta, em 8/4/2009, agora a Sucursal do Rio também garante que a Folha dispõe das gravações de minhas entrevistas. Essas entrevistas por acaso são secretas? Constituem um segredo jornalístico, inexpugnável e à prova dos leitores? Por que a Folha insiste em dizer que tem, mas não publica as entrevistas? Eu já estou cansado de desafiar o jornal a fazê-lo. Na sua coluna de 12/4/2009, V.Sa. (o ombudsman) também informou ter sugerido à Redação que as publicasse, ainda que na Folhaonline, e reiterou sua sugestão. Além dos arquivos secretos da ditadura, temos agora também as entrevistas secretas da Folha de S. Paulo, que são uma arma da redação contra suas fontes, os leitores e a verdade?”
Autor: Ricardo Kotscho - Categoria(s): Blog Tags:


CHRISTIANE TORLONI recebe advertência da TV Globo. RACISMO?
A atriz Christiane Torloni foi advertida formalmente pelo departamento de RH da Globo por ter tratado de forma discriminatória uma camareira, identificada apenas como Fátima. A situação aconteceu em um ônibus, que serve como camarim nas gravações externas de “Caminho das Índias“. A camareira cuidava de Letícia Sabatella quando Christiane entrou e, irritada, disse: ”Sai, sai, sai! Que raça, ô raça!“ A situação só não ficou pior porque Sabatella interferiu e pediu à camareira que mantivesse a calma.
Fátima, então, foi ao RH para reclamar da atriz. Até agora, ninguém na Globo sabe a que ”raça“ Christiane referia-se: à raça negra (a cor da pele da camareira), à sua classe social ou categoria profissional.
É sabido na Globo que Christiane não permite que ninguém toque nas roupas de suas personagens, nem mesmo quando elas estão no cabide. Christiane também não bebe a água do Projac (ela leva de casa).
fonte:extra.globo
DITABRANDA ABRIU A CAIXA DE PANDORA DA FOLHA. E OS PODRES VÊM À TONA.
Depois que tentou se autoindultar, transformando em ditabranda a ditadura que serviu, a Folha deixou aberta a caixa de Pandora e todos os seus podres parecem vir à tona de uma vez.
A reclamação começou de dentro, quando Editor da Folha critica jornal:‘Ditabranda é demais’.
Depois, ficou claro que a Defesa da ditadura é tradição de pai para filho na Folha.
Vem a denúncia da jornalista Rose Nogueira: Torturada pela ‘ditabranda’, demitida pela Folha por abandono de emprego.
Em seguida, o ato contra a ditabranda, comandado pelo presidente do Movimento dos Sem Mídia, Eduardo Guimarães, que obteve grande repercussão na blogosfera e obrigou o diretor de Redação da Folha a retratar-se: Mais uma vitória da blogosfera: Herdeiro da Folha reconhece que ‘ditabranda’ foi um erro.
Só que nesse reconhecimento, Frias voltou a pisar na bola, quando ainda insistiu em acusar o professor Fábio Konder Comparato de nunca haver criticado o governo cubano.
Foi desmentido pelo próprio jornal, pois o professor havia criticado o regime cubano na própria Folha: Folha errou de novo: Comparato criticou governo cubano.
Na sabatina que realizou com o presidente do STF, Gilmar Mendes, nova bola fora. Sabatina da Folha: Perguntas que não foram feitas.
Aí vem o “caso Dilma”. A Folha chama guerrilheiros que combateram a ditadura de terroristas, usando jargão dos ditadores. Para Folha, terrorista não era a ditadura, mas quem a combatia.
Além de chamar a ministra de chefe de organização terrorista, o jornal fez uma reporcagem sobre um pseudofato (o suposto sequestro que seria feito de Delfim Netto), negado de forma veemente por Dilma.
Para piorar as coisas, a fonte da jornalista – o também jornalista Antonio Roberto Espinosa – enviou uma carta ao Painel dos leitores da Folha (carta esta que não foi publicada) e a distribuiu pela internet, sendo reproduzida em vários sites e blogs.
A Folha teve que se retratar novamente. Folha reconhece erro em reporcagem sobre Dilma.
(fonte: Blog do Mello)
“MARIA-LOÇA, governador do Paraná, não é APENAS adepta do Nepotismo! http://www.jornale.com.br/Zé Beto
Laranja na Justiça.28 abr 2009 – 08:36
Com ou sem manifestação do Ministério Público do Paraná a respeito do fantástico caso da compra dos 22 mil televisores cor de laranja por parte do governo do Estado, muito em breve a coisa será exposta à luz da Justiça.
OBTUARIO DA IMPRENSA
NÃO SE PREOCUPE SR. S. COLBERT
A INTERNET FARÁ QUESTÃO DE NOTIFICAR AOS INTERESSADOS SE ATE LÁ AINDA ELES EXISTIREM.
Nada seria melhor para todos ,principalmente para a Sr. Dilma,a divulgação da sua verdadeira ficha do periúdo em ela atuava na clandestinidade ,e os atos que a levaram a prisão, resolveria de vez esta pendenga ,e a paz voltaria ao reino de branca de neve .
Para a sobrevida dos jornais, o problema não é a internet é a credibilidade. Desde sua origem, jornais estão muito associados a grupos politicos, não só aqui no Brasil, mas no mundo inteiro. O problema é que a internet fornece a “contraprova” muito facilmente. Dois clics e a pessoa vê a versão alternativa, sua argumentação e suas documentações. O jornal pago na banca ocupa espaço debaixo do braço e tem custo. Daí que, só se compra um. A questão não é do “fim” do jornalismo é, isto sim, o seu aprofundamento. Se o conteúdo for desprovido de credibilidade, não sobreviverá. O mínimo que se espera de um orgão de comunicação é que anuncie claramente sua filiação partidária quando ela houver. Pronto, o cliente fica satisfeito, sabe de onde vem a bala e toma as providências para se esquivar. O papel impresso é só uma tecnologia, nada mais. Veja o capitalismo. Já foi movido a força hidráulica, de animais de carga, a vapor, a eletricidade, a combustível fóssil, nuclear, começa a entrar na era do bio-combustível e continua o mesmo. A essência é a mesma. O jornal viverá o mesmo processo. As pessoas querem, sem perda de tempo, ter conteúdo atualizado para as suas conversas sociais, profissionais e para “impressionar” os amigos e colegas (ninguêm é de ferro…), sem o vexame de sustentar suas opiniões e julgamentos em informações sem credibilidade. A questão, pois, é outra: continua valendo a pena ler a Folha on-line, mesmo de graça, mesmo sem ter o trabalho de ir na banca de jornais da esquina, pra saber, vinte dias depois que o que ela escreve, não se fala?
Nós simples mortais vamos acabar sem saber em quem acreditar.
HIPÓTSE ESQUECIDA???
Discutiu-se há alguns dias atraz, neste blog, o fechamento do
congresso.
De repente assim como aventou-se a possibilidade, e os e-mails
congestionaram o blog, a tal da hipotse foi esquecida(?) e não se
viu mais nenhuma manifestação a respeito.
Como na ocasião escrevi e fiquei aguardo MODERAÇÃO(?) a respeito do meu comentário achei estranho não encontrar mais
nada a respeito nem mesmo meu comentário, MODERADO ou
NÃO MODERADO.
Vai aqui uma ideia para o Sr. Ricardo K.:
Talves seja interessante tambem criar uma maneira de dizer aos aficcionados pelo blog, quando nossos comentários passam ou não por uma censura, desculpe-me por uma~”moderação” . Afinal moderado ou não, todos merecemos uma resposta pelo
mediador, mesmo que não querendo fazer allgum comentario, já
que com os demais participantes da coluna o canal encontra-se
aberto. (?)
Não li a reportagem da folha, mas existe algo inegavel que a companheira DILMA-ESTELA foi sim terrorista isto é ponto.
oculta seu nascimento é outro ponto, nasceu em minas não no rio grande do sul.
demorou 30 dias para contar a verdade do cancer, é outro ponto
que o PAC é uma enrolação, outro ponto
quem o BRASIL da querendo enganar????
Caro Kotscho.
Não é à toa que a Folha está em decadência. Com a iminente derrocada, seus editores e repórteres, provavelmente a mando da família Frias, atiram para todos os lados, na tentativa desesperada de sobreviver ao cataclisma que assola o jornalismo impresso no nosso país. E pensar que já elogiei a Folha tantas vezes, citando-a como exemplo de bom jornalismo, democrática, pluralista, republicana. Já era. Depois dessa palhaçada em relação à ministra Dilma, espero que desliguem os aparelhos que mantêm viva essa empresa que um dia já nos orgulhou, lutando ombro a ombro com o povo pela volta da democracia. Que decepção ! Não leio mais, para não me sujar com o jornalismozinho marrom que eles vêm praticando.
Caro Kotscho, há muito a Folha já se transformou em D.O.S – Diário Oficial do Serra. E não pense que ela vai parar por aí. Já é uma ordem do Frias, fazer de tudo, não se importando com ética ou com a verdade, afinal a Folha ainda conta com aqueles leitores “micos de auditório”, para fazer Serra presidente. Infelizmente no jornalismo, tínhamos algum padrão, mas agora, a maioria está se transformando em um padrão Veja de jornalismo. Lamentável.
A Folha errou em cheio.
Essas coisas só alimentam a caldeira da maria-fumaça.
A Dilma metralha agora sai de heroína, e de vítima de um regime opressor e truculento blá blá blá blá.
Pronto a Wanda tá com a biografia limpa.
E ainda por cima o pessoal aproveita e faz um trem da alegria, mete os terroristas de Xambioá no meio e vão escondendo os hipopótamos no meio das elódias.
Xambioá não foi fácil pra ninguém, foi um perrengue até cair o primeiro, alías o primeiro ainda anda por aí, se não me engano o Geraldo. Depois que ele caiu o aparelho caiu também.
A Folha exagerou na dose do remédio.
Os jornais de São Paulo, de desmancham em dizer que eram contra que sofreram agruras nas mãos dos censores e os cambaus.
Mas quando a notícia interessa aparece, quando não, some.
Não querer, querendo lembro que mesmo que na notícia seja um crime de morte, basta uma ligação para que uma notícia não saia no Estado e outra a para que não saia na Folha.
Por causa dessas coisas que não assino mais jornal, e pode agregar até o episódio da Dilma.
Azar o meu pode ser, mas também é azar para um monte de anunciantes, certo ?
.
E os caras falam que são independentes, arautos da sociedade e os últimos bastiões da liberdade.
Em memória da imprensa escrita da minha querida e amada cidade segue pedacinho de Os Lusíadas.
“Eternos moradores do luzente
Estelífero pólo, e claro assento,
Se do grande valor da forte gente
De Luso não perdeis o pensamento,
Deveis de ter sabido claramente,
Como é dos fados grandes certo intento,
Que por ela se esqueçam os humanos
De Assírios, Persas, Gregos e Romanos.
Provavelmente a super fonte secreta da super preparada jornalista seja a mesma que eu recebi, há bem mais tempo, quase no começo deste ano, quando tive o desprazer de receber tal ficha . O documento era tão inverossímel, que bastaria uma simples leitura para saber que, caso todos os atos praticados pela DILMA fossem verdadeiros, com certeza estariamos aquif falando “in memorian” da fichada, pois como poderia a ditadura coadunar com tamanhos “atos” e ter sido tão incompetente vis a vis à sua imperdoável lógica assassina?? Bastaria um pouco de bom senso, raciocínio mínimo, ou, o mais difícil, boa-fé jornalística, para desconfiar que aquilo não poderia ser verdade.
A matéria jornalística nos faz lembrar que aos comentários de Otto von Bismarck sobre a elaboração das salsichas e das leis, deveriam ser acrescida a elaboração das notícias. Se as pessoas soubessem como são “criados” os factóides pela grande imprensa, certamente pensariam várias vezes antes de reproduzirem o que ouvem, feitos robos, sem nada questionar.
A senhora terrorista, Dilma Roussef, não tem moral nenhuma ao contestar o seu passado. Foi uma mulher perigosa sim, criminosa, assaltante de bancos, ladra, fazia parte de grupos de sequestradores e o escambal. Naquela época os comunas, pessoas de idéias totalitárias, tentavam a todo custo tornar o Brasil numa nova Cuba, mesmo indo de encontro à maioria dos Brasileiros que jamais aceitaram ou aceitarão tal disparate. Eram truculentos, pois haviam recebido treinamento de guerrilha junto a cubanos, cambojanos, russos e pelo diabo que os carregue. E isso na fase em que se realizava o famoso milagre econômico brasileiro, quando tínhamos picos de crescimento de cerca de 8% aa. ÉPOCA EM QUE OS BRASILEIROS TRABALHAVAM, E MUITO. Isso são fatos, senhores!!
O imprensalão quer destituir a governadora Júlia Carepa mediante impeachment ou intervenção de Gilmar Mendes, sob a alegação de que descumpriu descisão judicial no caso da fazenda de Daniel Dantas naquele estado, motivo dos recentes conflitos envolvendo armas de fogo.
O objetivo maior é o impeachment da governadora Júlia Carepa
A senadora Kátia Abreu/DEM TO exige a cabeça de Carepa.
O imprensalão alardeia que as mortes no campo aumentaram sob o governo Carepa
Isto é mentira, é só consultar os números da CPT
Vi no site da Globo/Fantástico a manchete “Mais de 800 mortos no Pará”
Achei que fosse no governo de Julia.
Foi só ler com atenção vi que as 800 mortes foram da década de 70 prá cá.
Sob o governo Carepa, se não me engano, parece que houve uma morte, da irmã Dorothy
O Frei Rui, de Xinguara, agora anda sob escolta armada.
Se fosse Kátia Abreu a governadora o Frei Rui já teria sido assassinado há muito tempo por estes bandidos travestidos de fazendeiros, entre eles o Daniel Dantas, dono desta fazenda do conflito recente.
Um detalhe: no JN a Globo nunca diz que Daniel Dantas é um dos donos daquela própriedade, quando este dado seria de grande interesse para o Brasil
Há alguma diferença entre o nosso imprensalão e o PCC?
ps
Noutros paises a imprensa noticia os fatos como eles são e os politicos fazem politica
Por aqui a mídia não noticia os fatos como eles são, pois que distorce as coisas em sua linha adotada para destruir Dilma e eleger Serra
” ela oculta seu nascimento”. Onde é que o post tira isso? Esta
na TV falando de Minas e da infancia la. Foi aproveitada no RS, e
claro e conquistou admiradores nos dois Estados: sinto muito, Benê.
“demorou 30 dias para contar a verdade sobre o cancer”.
O que vc queria? O Serra ja nao demora 6 meses, com a cumplicade da midia pra NAO dizer ate hoje que esteve no sirio;libanes um cateterismo e sabe-se la mais o que? Porque
ela que inimigos mais poderosos ia lhes dar pretexto? Quanto ao PAC ‘ enrolaçao’ , os livros escolares vão falar dele e dela de
um jeito que nao aprovarias facilmente.. Pede-se nao fazer mais
publicidade gratuita da candidata, senao teremos que agradecer a ajuda invoiluntária.E quanto aó rotulo de ´terrorista, aonde esta mesmo o Dr Manoel Gonçalves Ferreira, secretario de Serra
no estado de SP, que dirigia automoveis emoperações anti-ditadura e depois mudou de lado? E Serra no comicio da Central
em 1964, na Une?
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………………………………….PROPONHO,….a partir de
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……………………………………………hoje,……………………………………………………
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………………….chamarmos o famigerado “jornal”,………….de………….:
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………………………………………………….a………………………………………….
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……………………………………”Frias de sun paulo..”
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………………………..Vamos usar a intenét,….prá tornar
………………………………………….. PÚBLICO,…
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……………………………………….o nóme déssa,…
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…………………………………………. FAMIGLIA
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……………………………………..mafiósa paulista.
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A falsa ficha, aceita pela Folha como verídica, foi fabricada por militares que participaram das torturas, há blogs e sites que divulgaram a identidade destes torturadores e falsificadores.
Como se vê, a Folha não se desgarra mesmo da ditadura, deve ser muito bom torturar os outros né
Os jornais no Brasil, sem exceção, sempre foram voltados para
poucos, pois o povo não tem a minima condição de interpretar/
um texto.
Agora, com o advento da internet, apenas os que liam jornais,
pouquissimos por sinal, passaram a utilizar esta nova forma de
comunicação.
O povo não vai perder nada, pois nunca o teve.
Mais uma enganação das elites, que a proposito começo a achar
que o Sr. se enquadra.
A D. Dilma foi sim terrorista, o que não piora ou melhora em nada
sua biografia. O resto é semantica!
Inicio dando-lhe os parabéns pela lúcida análise dos acontecimentos! Confesso não ter tido estômago suficiente para acompanhar os desdobramentos Folha-Dilma em detalhes. Mas, juntando isso ao episódio “Ditabranda”, ocorre-me a seguinte reflexão: não estaria, a Folha (impressa), pondo em prática uma deliberada estratégia de atração dos leitores, no segmento ultra conservador? Ou seja, assim como pegou carona na demanda criada pelo movimento diretas já, buscando agradar o (potencial) leitor progressista, agora, vai no sentido contrário. Visa conquistar um dos poucos segmentos que não se informam pela internet. Supondo que os segmentos (com poder aquisitivo para comprar jornais) que não acessam o noticiário pela internet sejam de faixas etárias mais elevadas e, ao mesmo tempo, politicamente conservadores, fica fácil compreender a (desesperada e arriscada) tática para atraí-los: linha editorial que “planta” polêmicas infindáveis entre ‘esquerda’ e ‘direita’; agrada particularmente esses últimos e, ao mesmo tempo, quase que obriga os primeiros a se posicionarem. É a Folha, outra vez, no centro de nossas conversas… Nesse contexto, bom pra ela, que todo mundo ajude espalhar que “endireitou”, não acha?
Márcia, jornalista, profa. de jornalismo, são paulina.