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08/03/2009 - 11:26

Aborto e excomunhão: católicos envergonhados

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Os três assuntos mais comentados da última semana no Balaio, na Folha e na Veja:

Balaio

A menina e o bispo/Aborto e excomunhão: 1.783

Intolerância: 147

Médico da Juréia: 23

Folha

Estupro da menina em Pernambuco: 65

Collor em comissão do Senado: 52

Ditadura: 50

Veja

Pelé: 118

Cotas raciais: 82

André Petry: 54

Ufa! Nunca tinha visto nada parecido nestes seis meses de Balaio, que vamos completar na próxima quarta-feira, e nos meus quase 45 anos de carreira como jornalista.

Acabei agora de fazer a moderação dos comentários que chegaram até as 10h30 deste domingo, um trabalho que me fez ficar os últimos três dias na frente do computador.

Como sei que é bastante delicado e polêmico o caso da menina estuprada e do bispo excomungador do Recife, tive que ler com cuidado os quase 1.800 comentários publicados, fora os mais de 500 que fui obrigado a excluir por apenas conterem xingamentos sem argumentos.

Desde quinta-feira, quando publiquei o primeiro texto no Balaio (“Posso excomungar este bispo da minha Igreja”), a indignação dos leitores veio num crescendo, cada vez que dom José Cardoso Sobrinho, arcebispo de Recife e Olinda, abria a boca para fazer novas declarações sobre o caso.

Ao excomungar a mãe da menina de nove anos violentada e grávida de gêmeos, e os médicos que a submeteram a aborto para salvar sua vida, ao mesmo tempo em que poupava o padrasto estuprador, alegando que o aborto é um crime mais grave do que o estupro, dom Sobrinho provocou a revolta de católicos e não-católicos, ateus e integrantes de todas as torcidas do país.

Na sexta-feira, quando o bispo recebeu a aprovação do Vaticano e da CNBB para suas palavras e atos, os leitores passaram a fazer pesados ataques à Igreja Católica, sua história, seus dogmas e sua hierarquia, com uma violência nunca vista antes nos tempos em que não havia internet.

A imensa maioria do universo de leitores que se manifestaram, condenou a posição do bispo e da Igreja Católica no caso, lembrando os crimes por ela praticados ao longo da história, desde a Idade Média, e cobrando a punição dos seus membros pedófilos recorrentemente denunciados em tempos mais recentes.

Os católicos se declararam envergonhados, muitos falaram em deixar a Igreja, alguns pediram para ser excomungados e houve até quem propusesse um movimento para se deixar de ir à missa e pagar o dízimo à Igreja.

O que mais me chamou a atenção é que a maioria dos leitores, ao contrário do que acontece em outros blogs, não usou o anonimato nem codinomes para expressar sua opinião, dando seus nomes completos, alguns até com fotografia, endereço e assinando em baixo.

Foi uma discussão em alto nível, com algumas exceções, claro, oferecendo material que daria um livro de bom tamanho sobre a religiosidade do brasileiro, suas angústias, suas crenças e sentimentos neste final da primeira década do terceiro milênio. Para quem tiver tempo, recomendo uma passada na área de comentários.

É de se destacar também a grande quantidade de mulheres que pela primeira vez entrou no Balaio para se manifestar. Muitas pediram para o bispo se colocar no lugar da menina estuprada.

Pode ter igual, mas duvido que exista uma área de comentários em outro lugar, com moderação prévia, mais democrática do que a do Balaio, que abriu espaço para todas as correntes de opinião. Tenho orgulho dos leitroes deste Balaio.

Entre aqueles da parte minoritária de leitores que condenou os médicos que fizeram o aborto, apoiou vigorosamente a excomunhão dos envolvidos no caso e defendeu os dogmas católicos, apoiando o bispo, a CNBB e o Vaticano,  o principal argumento é que esta Igreja não mudou suas leis ao longo de 2.000 anos e por isso sobrevive até hoje.

Talvez esteja exatamente aí o maior dilema colocado pelo caso do Recife tanto para a hierarquia como para os fiéis católicos: como conviver com a vida real num mundo que sofreu tantas e tão profundas transformações nestes últimos 2.000 anos?

Como ainda condenar e ameaçar de excomunhão os católicos que usam preservativos em tempos de Aids, proibir relações sexuais antes do casamento, mandar para o inferno os que se divorciam ou partem para um segundo casamento, temas defendidos pelo papa Bento 16 em sua recente visista ao Brasil?

Sem entrar no mérito do amplo debate travado no Balaio pelos antagonistas nesta questão, até porque já deixei claro o que penso no post de sexta-feira (“A menina e o bispo, a Igreja no limbo”), o caso do Recife levantou questões há muito latentes na sociedade sobre a religiosidade do brasileiro, que mereceriam um estudo mais aprofundadado dos que se dedicam a este tema nas universidades brasileiras.

Mais do que isso: apesar da caudalosa cobertura jornalística, depois que a tragédia de Alagoinha, no sertão pernambucano, ganhou os telejornais nacionais, não vi ninguém ir lá para tentar descobrir suas causas, saber como se chegou a esta barbaridade dos estupros que a menina sofreu do padastro ao longo de três anos, antes de engravidar.

O debate entre os leitores não se limitou às questões religiosas, ao estupro, ao aborto e à excomunhão, em si já bastante explosivas, mas levantou temas de toda ordem, como se pode notar pelos mais repetidos nas mais de 2.000 mensagens enviadas ao Balaio.

A lista é grande: controle de natalidade, famílias desestruturadas, Holocausto, sectarismo, dogmas falidos, doutrina, pedofilia, pederastia, celibato, intolerância, radicalismo, Inquisição, fogueiras, fundamentalismo, fanatismo, Idade Média, violência sexual contra crianças e mulheres.

O leitor Ronival, das 18:18 do sábado, foi quem melhor resumiu em poucas palavras o sentimento dos católicos envergonhados:

“A igreja Católica não está apenas cada vez mais distante do povo. Está cada vez mais distante de Deus”.

Por isso, certamente, muitos leitores anunciaram em suas mensagens que preferem falar diretamente com Deus, sem intermediários e sem frequentar templos de qualquer denominação religiosa.

Pela amostra que tivemos, com maior ou menor grau de indignação nas manifestações em prosa e verso, uma até em forma de cordel, do leitor Miguel Lucena Filho, encerro este balanço com os versos finais da mensagem que ele enviou ao Balaio:

Dom José excomungou

A equipe de plantão,

A família da menina

E o ministro Temporão.

Mas para o estuprador,

Que por certo perdoou,

O arcepispo recervou

A vaga de sacristão

Em tempo: aos leitores que se queixam da demora na liberação de comentários informo que isso se deve à grande quantidade enviada e também pelo fato de eu precisar comer, ver a família e dormir de vez em quando. Preciso arrumar alguém para me ajudar a fazer este trabalho para ter tempo de levantar novas histórias e escrever novas matérias.

Autor: Ricardo Kotscho - Categoria(s): Blog Tags:

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375 comentários para “Aborto e excomunhão: católicos envergonhados”

  1. Hamilton disse:

    Bando de Hipócritas!!!

  2. Giovani Carvalho Mendes disse:

    Meu amigo, sou católico. Quem disse a você que nós católicos estamos envergonhados? Não há vergonha alguma em se falar e defender a verdade: o aborto é um crime hediondo, muito superior ao cometido pelo padrasto daquela pobre menina de nove anos. Muito! Não há como mensurar o horror de se ceifar uma vida humana em formação no ventre materno, completamente idefesa. Uma morte dolorosa e vergonhosa, praticada por quem deveria defendê-la! Meu Deus! Baseados em sofismas e argumentos humanos de que “a pobrezinha da criança que foi estuprada iria sofrer muito com a gravidez” mataram dois inocentes, duas pessoas, dois seres humanos pequeninos e indefesos, tão merecedores de respeito e do direito à vida que a menina agredida por seu padrasto. Um crime não justifica o outro! O aborto dos dois inocentes não reparará o dano feito à vítima! Foram mais duas vítimas acrescentadas à desgraça ocorrida em Alagoinha (PE).
    Que pena! Que pena! Pobre Brasil! Pobres dos falsos “católicos” que defendem o aborto sob argumentos de “higiene” ou de “saúde pública” ou de “tratamento”. Meu Deus! Onde vamos parar?

  3. massantino bento filho disse:

    Com um PAPA do OPUS DAY. A reação seria está mesmo. Mais a verdade e que a Igreja Catolica, sente falta dos bons tempos medievais, quando era ela que mandava. O que nós deveriamos fazer, seria abandonar uma SEITA, tão atrazada quanto esta. Enquanto os padres usam as crianças para saciar a fome de sexo, a IGREJA condena ” na cabeça dele PAPA”, pessoas que salvarão a vida de uma criança de nove anos. Alguem vê alguma coisa anormal nesse procedimento. E O FINAL DOS TEMPOS,OS VALORES SE INVERTEM E A FÉ PODE SER COMPRADA.

  4. Diogo Lima disse:

    Sem dúvidas esse dias o Balaio foi um dos blogs que visitei que se propuseram a debater o tema que melhor atingiu o bom debate. Os dois lados mostraram suas opiniões, alguns mais radicais, outros mais ponderados. Mantenho minha posição de respeitar a posição institucional da Igreja, reservando-me a discordar inteiramente. Dois fatos me chocam mais (indo além do já acontecido): as declarações reiteradas do arcebispo sobre o caso levantando ainda mais a polêmica. O fato de o estuprador não estar na lista de excomungados. Quem gerou o problema todo? A criança com sua inocência dos 9 anos de idade? Os médicos que tiveram que tomar a decisão vendo que um corpo tão infantil não tinha capacidade de acomodar duas outras crianças? O grande causador deve estar por aí, quem sabe comungando na missa de Dom Sobrinho? Espero que a comunhão para o estuprador possa redimi-lo já que será privado a todos aqueles que foram corajosos que de tomar a decisão que deveriam mesmo enfrentando a milenar instituição, a Igreja Católica, pela qual ainda me alinho, sendo que não mudo minha opinião nem sob ameaça de excomunhão. Vivemos em uma sociedade livre, um Estado Democrático de Direito, não um Estado Teocrático de Direito. Com respeito a todas as opiniões, acho que o caso já exibiu todas as máculas possíveis, radicais de ambos os lados mostrando uma intolerância que lutamos em esconder no Brasil.

  5. Paulo Roberto Ramos Balthazar disse:

    Eu já não era mais católico em vista das barbáries cometidas pelos ditos “sacerdotes”. Há anos venho professando a doutrina espírita Kardecista por diversos motivos que não relato pela exiguidade de espaço aqui. Mas de qualquer forma, lembro-me de minha mãe quando dizia que a igreja não são os padres , mas sua formação é composta por aqueles que buscam em Deus e em Jesus sua salvação. Tudo bem! Mas ouvir o que esses padrecos tem a dizer é no mínimo revoltante. A Igreja católica tem a mais negra história de toda a humanidade e ela vem trabalhando ativamente para honrar essa tradição de tropeços à moda “video cassetada”. Pobre Igreja. Tenho certeza de que não era bem esse o plano de Jesus Há mais de dois mil anos atrás. Mas cabe a nós evoluirmos, crescermos em obras e em discernimento, malgrado a vontade dos dirigentes da Igreja.

  6. Penso que este Bispo perdeu a grande chance de ficar calado, e assim provocando uma polêmica desnecessária. Ficou muito fácil excomungar pessoas que se manifestaram em favor de uma criança que não foi respeitada por um senhor de 75 anos, que deveria ter ido a ela para dar uma palavra esquecendo dos dos ensinamentos que estão na Bíblia, os quais ele deveria seguir. Como também acho que ele não assimilou a ampanha da Fraternidade deste ano. Sou católica, mas me envergonho de uma pessoa assim e achei impossível não me manifestar. Penso que acima de qualquer religião está a fée como deve agir uma pessoa de fé.

  7. Andrea disse:

    só posso dizer que agradeço a deus não ser catolica !

  8. nilton disse:

    A lei do aborto foi feita pelos homens,a s leis da vida, do perdão , do amor foram feitas por Deus.

  9. Mauricio - Barretos disse:

    Caro Ricardo Kotscho e amigos do Balaio…

    Chama a atenção também o comportamento cínico do Estado no que concerne ao aborto, reduzindo-o à esfera de opção individual.
    A discussão sobre o aborto assume grande relevo porque necessariamente diz com o tipo de sociedade em que almejamos viver: a sociedade amorosa, fraterna, solidária ou a sociedade do egoísmo, do abandono, da violência. E, porque a discussão é assim posta, assim devendo ser, efetivamente, o Estado, como a sociedade politicamente organizada, tem que enfrentar a questão e não, cinicamente, reduzi-la à esfera de opção individual.

    A mulher, o embrião, ou o feto em gestação que está em seu ventre, são as grandes vítimas do cinismo estatal.

    A mulher porque incentivada, e estimulada, pela propaganda oficial e privada a desfazer-se da vida, presente em seu ser, como se a vida fosse um estorvo, um empecilho, um obstáculo que deve ser eliminado em nome, hipocritamente do direito à liberdade de escolha.

    Não há liberdade de escolha quando a escolha é matar o indefeso.

    O embrião, ou o feto, porque vida em gestação, mas, repito, vida-presente não se lhes permite a interação amorosa, já plenamente, ainda que no espaço intra-uterino, com sua mãe, e com os demais, caso esses não adotem a covarde conduta do abandono da mulher.

    O Estado brasileiro consolidou em seu ordenamento jurídico “mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher”, editando a lei nº. 11.340/06, conhecida como a lei “Maria da Penha”.

    – “Poderá o Juiz, quando necessário, sem prejuízo de outras medidas: encaminhar a ofendida e seus dependentes a programa oficial ou comunitário de proteção ou de atendimento (art. 23, I);

    – Caberá ao Ministério Público, sem prejuízo de outras atribuições, nos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, quando necessário: fiscalizar os estabelecimentos públicos e particulares de atendimento à mulher em situação de violência doméstica e familiar, e adotar, de imediato, as medidas administrativas ou judiciais cabíveis no tocante a quaisquer irregularidades constatadas (art. 26, II);

    - A União, o Distrito Federal, os Estados e os Municípios poderão criar e promover, no limite das respectivas competências: centros de atendimento integral e multidisciplinar para mulheres e respectivos dependentes em situação de violência doméstica e familiar; casas-abrigos para mulheres e respectivos dependentes menores em situação de violência doméstica e familiar; programas e campanhas de enfrentamento da violência doméstica e familiar (art. 35, I, II e IV)”

    Ora, se assim o é, justamente para que a integridade física da mulher seja protegida, por que, cinicamente, o Estado brasileiro detém-se aqui e, em relação à mulher, que está grávida, que acolhe em si a vida, estimula-a a matar, também a abandonando?

    Por que o Estado brasileiro, repito cínico, pela omissão e pela frouxa, errônea e irresponsável justificativa de inserir-se o tema na órbita privada, não tira, como tirou o tema da violência doméstica, portanto também privada, dessa estrita órbita e à mulher gestante não lhe oferece todos os mecanismos oferecidos à mulher fisicamente agredida, para que, assim claramente amparada a mulher, em ambas as situações tenha o direito de viver e fazer viver a vida que consigo traz?

    Aguarda-se o governante municipal, estadual e federal que tenha coragem de defender a vida-mulher e a vida-embrião, ou a vida-feto, que a Primeira acolhe em seu ventre.

  10. carlos disse:

    Os arcebispos tomam uma posição neste respeito no caso da menina devido a situação tão conhecida da população, acusando-a de morte, porém ao mesmo tempo apoiam guerras sangrentas, onde muitos perdem sua vida.

  11. Nanci Aparecida Vendramini disse:

    Fiquei indignada com a atitude o Bispo, sou católica, mas não vou abandonar a igreja por isso. Acho que só Deus pode julgar as pessoas não um bispo, um padre etc… Os medicos salvaram a vida de uma menina que sofreu desde seus 06 anos.Agora o que mais me chamou a atenção e sobre essa mãe. Qual a punição dela? Como uma mãe não percebe o que se passa com uma filha de 6 anos? Ísso só foi revelado porque a menina estava grávida, do contrario, ela estaria sendo abusada até hoje pelo padrasto e com certeza a mãe vendo e finjindo que não via!!!!! Essa mãe tem ser punida, acho um absurdo ninguem comentar sobre isso.

  12. josé ferino de souza disse:

    Esse bispo é uma vergonha para a igreja, ele imagina que ainda vive na era da inquisição.

  13. Paulo Lopes disse:

    Todos que defendem a liberdade a qualquer custo ,realmente são os responsáveis por esse estupro, o mesmo governo que apoia o assassinato atraves do aborto, e o responsável pelo mesmo . Estamos num pais , em que a educação é vista num segundo plano. A igreja católica esta defendendo aquele que não pode se defender, e que foi morto sem defesa. Com certeza ela quer o bem da menina de 9 anos ,e sempre roga por isso. Se a menina fosse estuprada , usando-se uma camisinha distribuida pelo governo, não seria um crime então. A igreja católica tem seus pecados , e quem não tiver que atire a primeira pedra. E o padastro , onde estão as leis dos homens para julga-lo, ele no máximo comprirá 1/6 da pena é sairá por bom comportamento, é assim neste pais , onde se condena qualquer um , pelo simples gosto de alguem sensacionalista que sabe ter persuasão. Sou católico , praticante .

  14. Fábio Henrique Carmo disse:

    Concordo que esse caso é peculiar. Uma menina de 9 anos estuprada é um caso terrível e, logicamente, sua gravidez implicaria em riscos à sua vida.

    Mas sou contra a ideia defendida por muitos de legalizar o aborto, tornando-o uma forma de contracepção. Creio que, antes de pensarmos nisso, deveríamos exigir das autoridades uma ampla abrangência das formas de contracepção.

    Sou contra o aborto pelo mesmo motivo que sou contra a pena de morte.

  15. volnei disse:

    NINGUEM, TEM O DIREITO DE EXCRUIR, SEU IRMAO DE TER COMUNHAO COM DEUS,SÓ DEUS PODE SEPARAR,O JOIO DO TRIGO,E ESSE DIA ESTA CADA VES MAIS PERTO,ENTAO ,VAMOS DEICHAR DE LADO ESSA ISTÓRIA DE EXCUMUNGAR,E CRER SOMENTE EM JESUS, AUTOR, E CONSSUMADOR DA NOSSA FÉ,SOMENTE A ELE ADORARAS E PRESTARAS CULTO,NAO HA OUTRO ALÉM DELE,SÓ ELE TEM PODER PRA JULGAR……..AMÉM

  16. Eu defendo Dom Jose Cardoso Sobrinho.Porque ele segue uma conduta cristã;os atague conceteza noa sao de pessoas que nao tem compromisso com a vida pqrque viver é Cristo.e poucos sao os cristão de verdade.

  17. eu, ajb disse:

    o arcebispo, ném poderia falar, pois ele não sentimento, além de ser ignorante, pois coloco um pergunta no ar. voce esta com um cançer e deve ser operado, a igreja não permite, qual a resposta vc daria a ele? a minha é esta deixa ele morrer… não vai fazer falta, pois niguem é insubistituivel. pra que salva a vida dele, pois ele não pensou na vida da menina, menina, menina, não mulher, ela poderia morrer pra ele, eu sou a fovor do aborto neste caso sim , parabéns ao médico, vc é um verdadeiro ser humano. digno de sua profissão e responsabilidade. DEUS É QUE VAI PROTEGER VC, E NÃO ESTE TAL ARCEBISPO.

  18. Edinaldo Silva dos Santos disse:

    Gostaria que toda esta façanha, fose com um parente do arcebispo
    bem próximo….como por exemplo sua Mãe,….que ver sua posição….

    Att.Edinaldo

  19. LEILA ROCHA disse:

    Acredito em um só DEUS, po issso que frequento todas as religiões e as respeito, e meu maior carisma é pela minha religião, sou catolica e estou muito triste pela atitude de nosso bispo. ” A igreja Católica não está apenas cada vez mais distante do povo. Está cada vez mais distante de Deus”. Era bom que o bispo se colocasse no lugar da criança, achei dele uma falta muito grande de humanidade, colocou a igreja em primeiro plano e não Deus!!!

  20. NTSB disse:

    católicos envengonhados? médicos apoiados pela midia matam dois fetos gemeos de uma criança estuprada por um diagnostico baseado em suposições de que a mãe não escaparia da morte por sangramento na gestação e os católicos e que tem que se envergonhar pelas palavras do bispo. Somente Deus que da a vida pode tirar a vida de alguem e não um medico que se baseia em estatistica e em suposições a medicina que não e uma ciencia exata. Porque os medicos e a ciência não explicam o caso do bebê anencefalo que está viva?

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