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25/02/2009 - 12:27

Milhões nas ruas, nenhuma desgraça

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Para quem gosta de notícia ruim, o Carnaval brasileiro deste ano foi um grande fracasso.

Milhões de pessoas pularam, dançaram e se esbaldaram durante quatro dias e quatro noites nas ruas e nas praças deste imenso país, e não aconteceu nenhuma tragédia, nenhuma desgraça, nada que rendesse uma manchete negativa, tão ao gosto dos nossos editores.

Depois de ler os principais jornais nacionais e percorrer o notíciário da internet, em busca de algum assunto que rendesse matéria para o Balaio nesta Quarta Feira de Cinzas, fiquei decepcionado.

Cheguei à conclusão de que a grande notícia foi exatamente a anti-notícia, a falta de notícias que dominou o Carnaval, tirando, é claro, as futricas e fofocas dos camarotes dos bacanas.

E acho isto muito bom, uma coisa fantástica, uma benção que se renova a cada ano, a demonstrar que, apesar de todas as crises e desgraças do noticiário do dia a dia, reais ou imaginárias, o brasileiro continua tendo esta capacidade de se divertir sem medo de ser feliz.

Claro que sempre vai ter gente que não gosta, vai reclamar que o Brasil tem feriados demais. Imagina ficar pulando Carnaval deste jeito, em plena crise mundial?!…

Basta ler as cartas dos leitores de O Globo, reclamando da sujeira e do barulho provocados pelos blocos que se multiplicam pelas ruas do Rio de Janeiro ou dos trios elétricos em Salvador, e até da presença do presidente Lula no Sambódromo.

Eu mesmo faz tempo que não ligo mais para Carnaval, depois de passar anos fazendo a cobertura dos desfiles das escolas de samba em São Paulo, para o Estadão e depois para a Folha, seguindo cada uma delas pela antiga pista da avenida Prestes Maia, trabalho que me deixou meio surdo até hoje.

Mais tarde, ainda peguei um tempo bom do Carnaval de rua e no salão paroquial de Porangaba, em que minhas filhas e suas amigas de São Paulo saiam na Escola de Samba Verde e Branco, bons tempos em que todo mundo ainda se conhecia naquela pacata cidade e colocava cadeiras nas calçadas para ver o desfile.

Mas eu não vou ficar agora blasfemando contra esta grande festa popular brasileira, única no mundo, que atrai gente e divisas de todos cantos, com o desfile das escolas do Rio sendo transmitido para mais de 100 países. Aproveito para colocar minhas leituras em dia e fico na minha, não invejo quem tem folego e disposição para pular quatro dias sem parar.  

Ao contrário, fico feliz em ver as pessoas se divertindo sem culpa, inventando suas fantasias, brincando com o destino, dando a volta por cima nas mazelas do cotidiano, nas mil e uma manifestações da mais genuína cultura popular nas diferentes regiões do país.

Morei por algum tempo na Alemanha, onde era correspondente do antigo Jornal do Brasil, e lá também fiz cobertura de Carnaval, se é que aquela festa cheia de ritos, formalidades e não-me-toques, sem graça e sem pecado, pode ter este nome _ e morria de saudades do Brasil.

Sou filho de imigrantes europeus que para cá vieram depois da Segunda Guerra, e foram eles que me ensinaram a amar este povo e este chão, com todos os seus problemas economicos e imensas desigualdades sociais, porque nunca foram tão felizes em nenhum outro dos muitos lugares em que viveram antes.

Já no final da vida, sem nenhuma vontade de voltar para a Europa, nem a passeio, minha mãe, filha de alemães nascida na antiga Checoslováquia, não perdia um desfile de escola de samba. Passava o Carnaval inteiro com a televisão ligada e um sorriso no rosto.


Foliões curtem o carnaval de Salvador/ Foto: A Tarde

    

Autor: Ricardo Kotscho - Categoria(s): Blog Tags:

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64 comentários para “Milhões nas ruas, nenhuma desgraça”

  1. João Band disse:

    Caro Ricardo
    Ainda temos apologistas da ditadura, proveniente do golpe militar de 1º de abril de 64, batizada por alguns como revolução.

    Muitos, hoje, podem abrir a boca e falar livremente o que não tinham coragem de falar naquela época.

    Dentre os que lutaram para que pessoas como, com todo o respeito, o sr. João Alberto, (17:12 ), possam se manifestar livremente encontram-se o nosso presidente e sua sucesssora Dilma.

    As pessoas fazem questão de esquecer aquilo que se passa ou passou sob suas barbas, por conveniência.

    Vamos lembrar um fato recente, historicamente. Quando a Marta, um pouco antes do fim do seu governo, viajou para a Europa a cidade de São Paulosofreu uma inundação, só faltaram pendurá-la no tronco.

    Hoje, ou seja quarta feira, bem como em outros dias tem acontecido enchentes tão intensas ou mais que aquela época.

    Não vejo nenhuma critica ao governante de plantão. Até um lago se rompeu no Parque da Aclimação, por “culpa” da chuva, segundo ele. E a manutenção?

    Os meios de comunicação eram censurados.Hoje, boa parte, prefere se omitir ou será auto censura, por conveniência?

    Felizmente hoje podemos falar, temos a internet, temos o Balaio.
    Abraços

  2. João Alberto disse:

    Caro Enio.
    Você me lembra o pessoal daquela época, vociferando e agredindo quem fosse contra (aceitam a verdade, contanto que seja a verdade de vocês).
    Não sabes de nada, és um inocente útil, repetes tudo que tem colocaram na cabeça, não consegues ver nada além do umbigo.
    Ser chamado de mentiroso e ofendido por pessoas como você é uma honra.
    Por favor cresça, estude e conheça a história verdadeira, pois pelo jeito, você é daqueles que sabe xingar uma galinha com pelo menos 10 palavrões, mas ainda acredita que quem põe o ovo é o galo.
    Respondi porque sei que és um dos que vivem aparelhando a internet com muita intolerância e falta de educação, aliás peculiar a seu pessoal.

  3. Roberto disse:

    No Rio, como em qualquer outra cidade, os turistas são bem vindos. Mas pessoas arrogantes não são bem recebidas em lugar nenhum, Dona Maria. Que é pra não voltarem. Quanto a sugestão dada, tenho uma melhor: se pessoas que se acham as donas desta terra, sairem de São Paulo, com certeza a cidade deixará de ser cinza e neurotica e eu terei prazer em viver em uma cidade verdadeiramente democratica.

  4. Luiz Carlos disse:

    Na reunião com os diretores da EMBRAER ontem, o presidente Lula ouviu o que, certamente, jamais tenha ouvido em toda sua história de sindicalista. A empresa não tem culpa nenhuma no processo que culminou com a demissão dos funcionários e, mante-los, seria o que, na iniciativa privada se chama de ”Gestão temerária” que, pode ser traduzido para o popular de: DOIDURA.

    O ministro da Indústria e comércio que também participou da reunião, disse logo após;
    O governo descartou uma retaliação à empresa por meio da redução de financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), apesar de ter anunciado que as linhas de financiamento do banco seriam condicionadas à manutenção e geração de empregos.

    Na sexta-feira, sindicalistas tentaram ser recebidos pelo presidente Lula em Brasília, mas não conseguiram. Eles queriam a interferência de Lula para reverter as demissões, utilizando como argumento os empréstimos concedidos pelo BNDES.

    Segundo o ministro, os empréstimos do BNDES no setor são feitos diretamente às empresas que compram os aviões da Embraer.

    Como se vê, os sindicalistas estão voando mais que os jatos da empresa. Eles estão simplesmente fora da realidade.
    Entendeu João Felício.
    Entendeu Paulinho.
    Entendeu CUT.
    Entendeu Força Sindical, conlutas e o que lá mais se apresente como ”representantes” dos trabalhadores.

    Já lá na Petrobras, não tem problema; nós pagamos a farra!!!

  5. Marisa Moretti disse:

    Bela opinião!
    O Carnaval é a festa mais democrática do Brasil e deve ser celebrada, sim. É quando a faxineira, a recepcionista e a dona de casa brilham tanto quanto artista de novela. É a vez do pobre virar nobre. É compreensível que alguns não gostem do Carnaval, afinal, são tantos excessos que realmente assustam. Mas, no geral, essa é a festa do povo, e assim deve continuar.

  6. João Alberto disse:

    Caro João Band.
    A liberdade desses que voce tanto admira, é a mesma que impera até hoje em Cuba, onde a maior bloguista tem que recorrer a diversos caminhos e atalhos para conseguir que sua mensagem chegue ao mundo.
    Se você considera isso liberdade, o que será para voce então uma ditadura?
    Se estou falando com você e vice versa, foi justamente por impedirmos que a esquerda tomasse o poder naquela época e por favor, não insulte a inteligência dos brasileiros, pois o movimento esquerdista começou muito antes (com a coluna de Prestes e depois com a morte covarde dos soldados do Forte de Copacabana – morreram dormindo), ou seja, há tempos a esquerdopatia vinha tentando tomar o poder no Brasil.
    Assim como o Enio, você precisa se informar melhor, caro aparelhador.

  7. Luiz Carlos disse:

    26/02/2009 – 09:06

    Enviado por: Marisa Moretti

    Bela opinião!
    O Carnaval é a festa mais democrática do Brasil e deve ser celebrada, sim. É quando a faxineira, a recepcionista e a dona de casa brilham tanto quanto artista de novela. É a vez do pobre virar nobre.

    Ou seja, minha cara Marisa; TRATA-SE DE UM POTENTE ALUCINÓGINO. Dê uma olhada no noticiário dos dias anteriores e leia como é que funciona esta linda festa; os bastidores, patrocinadores e os ”donos” do pedaço. Leia, por favor, leia…

  8. everaldo disse:

    Pois é João Alberto !
    Quase quinhentos anos a direita no poder, e mesmo assim, quando vocês eram os formadores , os donos das opiniões, não tiveram um governante com tamanha aceitação popular como o LULA.
    Acorda João Alberto, este teu sonho de ser o cavalo do Erasmo Dias, é totalmente irrealizável.
    Acorda, enfia a cabeça no vaso e dá uma boa descarga, tem sido muito eficiente para o teu caso.

  9. Luiz Carlos disse:

    26/02/2009 – 00:37

    Enviado por: João Band
    ”Vamos lembrar um fato recente, historicamente. Quando a Marta, um pouco antes do fim do seu governo, viajou para a Europa a cidade de São Paulosofreu uma inundação, só faltaram pendurá-la no tronco.”

    Ô João da Band. Você não pegou o espírito da coisa. O problema é que a Marta prometeu acabar com enchentes. Entendeu? Ela, como todo iluminado, dizia que a questão era de pura incompetência dos antecessores. Era fácil, só ”vontade política”. Não era. Não é e, nem será.
    Quem prometer resolver problema de inundação em São Paulo está mentindo. A não ser que se reconstrua os locais, aterrando-os acima do nível estático do Rio receptor de esgoto. Seria o mesmo que reconstruir a cidade.
    Quando construir seu cafofo, lembre-se, faça-o acima dos locais que foram atingidos pelas últimas inundações. O resto é palanquismo. E o povo acredita né?

  10. Enio disse:

    João Alberto

    Nem eu e nem o mundo inteiro terão o mínimo de respeito ou o menor sentimento de compaixão para com fascistas defensores de golpes militares e ditaduras de direita !!!!
    Quem me dera eu tivesse o poder de “aparelhar” a internet, só escrevo e comento aqui no Balaio do Kotscho e mais nada.

    Me informar melhor ? Com quem ? Com voce ?
    Voce que escreveu aqui que “um milhão” de pessoas saíram às ruas em São Paulo e no Rio em 64 para pedir o golpe militar ?
    Voce que escreveu aqui que militantes de esquerda assassinaram mais de 200 pessoas do povo?
    Eram esses “militantes assassinos da esquerda” por acaso quem detinham os canhões e a tortura como as suas armas na tentativa de fazer valer pela violência as sua “verdades” ?

    QUEM É O AGRESSOR AQUI ?

    Não dirigi nem um “palavrão” às tuas “galinhagens” pseudo intelectuais apresentadas aqui nos teus comentários absurdos e delirantes mas
    TE DIGO COM TODAS AS LETRAS:
    VOCE É UM MENTIROSO E UM FASCISTA CONFESSSO DA PIOR MARCA !!!!

  11. Dum De Lucca disse:

    O período do Carnaval brasileiro pode ser considerado sombrio, já que alimenta o psiquismo da promiscuidade, da hiper sexualidade, dos vícios de drogas, álcool. Estimula a profanação no sentido próprio da palavra, gerando grandes ondas de alienação, futilidade, que abastecem a atmosfera extra-física da terra de um padrão que muitas vezes demora 6 meses para ser transmutado. Esse psiquismo promove um rebaixamento no padrão moral e espiritual do país, afetando todo o planeta. No plano espiritual, as zonas umbralinas são abastecidas com fluídos perniciosos, que dão vida a maldade e tornam os homens desavisados cobaias indefesas contra os ataques obsessivos de ordem espiritual. Em resumo, a energia do Carnaval alimenta o umbral, assim como nossos resíduos domésticos alimentam os esgotos e aterros sanitários. Assim como nossas orações purificam os ambientes, os fluidos densos do carnaval escurecem a aura do nosso país. As festas em geral são regadas a muita bebida, drogas e perversão, que contribuem para a formação de um ambiente desregrado espiritualmente, onde não gravitam fluídos sutis, tão pouco atitudes cristãs. Você pode ser uma pessoa do bem, fazer o bem, pagar suas contas, ajudar ao próximo, mas isso não faz de você um inocente. Se você se entrega a esse estilo de “viver a vida”, inegavelmente estará alimentando o psiquismo que dá força ao astral inferior, também conhecido como umbral.

  12. Acho que vc não leu direito disse:

    Chacina em São Joaquim do Monte deixa quatro mortos

    Vítimas seriam seguranças de uma fazenda ocupada por sem-terra que foram despejados pela Justiça

    Uma chacina em São Joaquim do Monte (a 137 quilômetros do Recife, no Agreste pernambucano) deixou quatro pessoas mortas. Segundo a polícia, as vítimas seriam seguranças da Fazenda São José, conhecida como Fazenda Consulta, que era ocupada por sem-terra.

    Ainda de acordo com a polícia, no último dia 19 foi dada a reintegração de terra ao dono da Fazenda, cujo nome não foi revelado, que teria contratado quatro homens para fazer a segurança do local, após a saída dos sem-terra.

    Na tarde deste sábado (21), os sem-terra voltaram ao local e, quando os seguranças foram tirar satisfação, aconteceram os assassinatos. Dois suspeitos de participar do crime foram detidos no local, os demais conseguiram fugir. Neste momento, as polícias Militar e Civil aguardam a chegada do Instituto de Criminalística.

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    Tentativa de arrastão faz motoristas voltarem na contramão da Dutra, no Rio

    Uma tentativa de arrastão assustou motoristas que trafegavam pela rodovia Presidente Dutra, já na chegada ao Rio de Janeiro, e fez com que alguns deles voltassem na contramão da pista, por volta das 17h deste sábado.

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    Garçom morre espancado durante Carnaval de Salvador

    O garçom Walzenir Luís Borges, 28, espancado durante o Carnaval de Salvador, morreu na madrugada desta terça-feira no HGE (Hospital Geral do Estado).

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    PRF prende 576 motoristas alcoolizados durante o Carnaval

    da Agência Brasil

    A PRF (Polícia Rodoviária Federal) realizou 14.129 testes de bafômetro durante os seis dias de Operação Carnaval. Foram aplicadas 862 multas a motoristas flagrados dirigindo alcoolizados da 0h da última sexta-feira (20) à meia-noite de ontem (25). Do total, 576 foram presos em flagrante.

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    Carnaval na periferia termina com mais de 200 prisões em Salvador (BA)

    Um minicarnaval realizado na periferia de Salvador (BA) terminou com 213 foliões presos, de acordo com a Polícia Militar. A 18ª Companhia Independente da Polícia Militar informou que cerca de 60 mil pessoas participaram da festa, realizada no último final de semana, em Periperi –80% dos detidos se envolveram em brigas generalizadas.

    A festa, que contou com a presença de 413 policiais, foi organizada por duas associações.

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  13. vera ferreira disse:

    Olá, Ricardo, obrigada por me responder. Duas leitoras chamaram você de elegante e eu endosso: Você de fato é. A gente aprende a gostar de você porque chega a parecer que se está conversando frente a frente. Quando lhe escrevi sobre os peçonhentos, talvez nao tenho sido muito clara: Não falava da paz do interior porque já moro aqui há treze anos. Sou carioca, trabalhei 21 anos em Sampa e quando me aposentei comprei uma casa aqui. Nunca houve o que aconteceu agora. Azar ou descaso de autoridades da saúde? Quando disse que ninguém se manifestou, foi ninguém mesmo. Mandei e-mail, telefonei, gritei de pavor em ver aqueles bichos vivos querendo picar a gente(e matar, porque os amarelos sao venenonos), chorei desesperadamente, abandonada à própria sorte. Valeu pra alguma coisa: Os escorpiões continuam aparecendo (agora já são 21) mas já tenho uma técnica de extermínio. Quem sabe eu ganhe até algum dinheiro ensinando aos citadinos como eu? Sei que o socorro não virá de lugar nenhum. Deveria existir uma política de limpeza dos terrenos baldios, vistoria nas casas com pilhas imensas de tijolos de oito furos, possivelmente cheio deles (eu não juro) ou outra providênciia qualquer. Não adianta passar o fumacê – voce deve conhecer -, mas depois de 16 litros de sanitária, 2 tubos inteiros de inseticida, 4 vidros de butox e muitas vassouradas e gritos, qualquer um vai dispensar essa paz e vai morar no inferno, grudado no diabo. Beijo.

  14. João Band disse:

    Para João Alberto 10:20

    Você pode falar à vontade – ou escrever – o que quizer, agora você pode. Estamos em plena democracia de esquerda e no Brasil e não em Cuba.

  15. João Band disse:

    Para Luiz Ricardo 12:28
    O Alkimim, Geraldo para os íntimos, colocou placas ao longo do Tietê dizendo que não haveria mais enchentes em S. Paulo.
    Depois de uma chuva foi estampado em diversos jornais fotos onde se via uma dessas placas quase encoberta pelas águas em razão do transbordamente do Tietê. A obra já havia terminado.
    O resto, como você diz, é palanquismo.
    Quanto ao cafofo, vou seguir sua experiência.

  16. Alexandre Rodrigues Alves disse:

    Que alegria…Não?

    Que contentamento!

    E quanta ilusão. (2)

    Enquanto isso o Congresso não trabalha, a saúde e a educação continuam um caos e apenas avançamos em volta do Trio Elétrico.

  17. Fabio Martins disse:

    Sr. Jornalista Kotscho. Eu, hoje raspando a linha dos oitenta anos, mas felizmente com saúde física e mental, incluindo nisto excelente memória geral, graças à Internet e a Jonalistas nela atuantes, é que mantenho meu prontuário da história diutruna em dia. E ti devo isto em alta escala. Em particular agora devo cumprimentar-te pelo senso de cavalheirismo para com a Sra. Dona Marisa Leticia-Sra. Presidente Lula. Quanto a quaisquer ilustres varões ou madamas nativos, que fulminem diatribes contra a nossa Primeira Dama, lembro frase ferina do saudoso Agripino Grieco, eles apenas soltam latidos, próprios de fraldiqueiros caninos.

  18. Luiz Carlos disse:

    27/02/2009 – 00:45

    Enviado por: João Band

    Para Luiz Ricardo 12:28
    ”O resto, como você diz, é palanquismo…
    Quanto ao cafofo, vou seguir sua experiência.”

    Ô João Band, obrigado pela deferência em ‘’seguir” meu conselho. Mas, não é minha experiência. Na verdade, desde que o mundo é mundo é assim; o terreno abaixo do nível estático é inundado quando este nível sobe, caso das enchentes.
    Presenciei enchente no Km 180 da rodovia transamazônica (a água invadiu a estrada mais de 1,5m no deserto, isto se deu porque o Tapajós subiu o nível. O km 180 era, até então inóspito e o Tapajós enganou os engenheiros e o levantamento aerofotogramétrico. Resultado; em vários lugares foi preciso ”levantar” aterros depois da obra pronta.
    Será que a Marta ou o Alkmim sabem disso? Acho que não.

  19. gilberto piccolo disse:

    E eu recomendo os cometários, para que se constate que a grande maioria de quem leu, está contra o que Sakamoto escreveu.
    Alem do mais, o texto trás a ” lógica”, que pontifica:
    Como crime de poderosos nunca é considerado crime, agora tambem, para descontar ou por pirraça, o que o MST comete, tambem não pode ser crime! Só falta perguntar: “Que é que é isso companheiro?”
    de que

  20. João Band disse:

    Para Luiz Carlos 16:26
    O Tapajós não enganou ninguém. Essa enchente que você presenciou deve ter acontecido há mais de trinta anos. O que deve ter acontecido é que, por ser uma região, ainda hoje, de pouco interesse não havia, como pode acorrer até hoje é que não se tenha dados suficientes sobre os índices pluviométricos capazes de nortear qualquer obra de engenharia, principalmente estradas.
    Já em São Paulo, aqui sim, com toda a tecnologia, não somos capazes de dimensionar a vasão para um bueiro, não há interesse.
    Tanto a Marta como o Alkimim ou Kassab, com certeza, não sabem disso, por essa razão se assessoram de secretários e dos próprios servidores públicos.
    Quanto as inundações ao longo do Tietê/Pinheiros, é o mesmo caso do bueiro: não há interesse.
    Até.

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