Especial 40 anos/A longa noite do AI-5 no velho Estadão
Não vou repetir aquele chavão do “parece que foi ontem”, porque faz tanto tempo que, na verdade, já nem me lembro direito. Depois de amanhã, vai fazer 40 anos que a redação do velho Estadão parou para ouvir, em volta da mesa do jovem Clóvis Rossi, então chefe de reportagem, o anúncio do Ato Institucional nº 5, que afundava de vez o Brasil na ditadura militar mais escrachada.
Eu tinha 20 anos, era repórter de geral, como se dizia na época, e só lembro bem que fiquei muito assustado com a cara dos mais velhos, especialmente do secretário de redação, o professor Oliveiros Ferreira, um estudioso das Fôrças Armadas, que previa coisas tenebrosas acontecendo dali para a frente.
Cada um de nós lembra das coisas de um jeito. Muitas vezes, sabemos que a memória afetiva fala mais alto do que a racional. Por isso, hoje, ao completar três meses no ar, o Balaio publica esta matéria especial sobre o AI-5, trazendo não só as lembranças deste blogueiro, mas também de três queridos colegas de redação do Estadão. Como bom anfitrião, deixo as minhas memórias para o final deste post.
Daquela época, restam trabalhando no Estadão, se não estiver enganado, apenas Ruy Mesquita, o dono, responsável agora somente pelas páginas de opinião, e nosso colega Saul Galvão, que se tornou catedrático em comes e bebes.
Mas nós, mesmo depois de rodar por muitas redações da vida, continuamos sendo conhecidos como a “Turma do Estadão”, amigos que comemoram juntos os natais desde 1962 (como sou o mais novo, só entrei na confraria em 1967), até hoje.
Vamos começar com um belo texto que me foi enviado pelo acima citado Clóvis Rossi, 66, o Grandão. Oito anos depois desta noite, ele se tornaria editor-chefe do mesmo jornal e, após uma brilhante carreira de correspondente internacional, hoje é colunista e repórter especial da Folha.
A seguir, vocês vão conhecer um dos melhores jornalistas com quem já trabalhei, o Raul Martins Bastos, também 66, dono de um texto primoroso que poucos conhecem porque sempre trabalhou na retaguarda das redações. Chefe de produção e da rede de sucursais e correspondentes do Estadão em 1968, hoje ele é diretor de planejamento da DM9DDB.
O terceiro colega que participa desta reconstituição do 13 de dezembro de 1968 é o Ludenbergue Góes , 73 anos, o decano da turma, que foi um brilhante editor de esportes na época e atualmente trabalha como redator da Secretaria de Comunicação Social do Governo do Estado.
A NOITE EM QUE INTERDITARAM O FUTURO
Clóvis Rossi
Minha principal lembrança da noite em que a ditadura editou o AI-5 não é física; é mental. Fiquei com a sensação de que haviam interditado, proibido, o futuro. Equivale a dizer que haviam proibido tudo porque eu tinha, então, magros 26 anos.
Nem sei se os companheiros daquela noite tiveram sensação idêntica. Lembro-me que saímos da redação do “Estadão”, então ainda na rua Major Quedinho, no centro, rumo a um boteco na rua da Consolação, bem em frente, não porque era o favorito da turma, mas porque parecia ser o único aberto nas redondezas. E não havia lá muito ânimo para ir além das redondezas.
Não vou citar os que estavam no boteco, porque esqueceria muitos. Há um tango que diz que “20 años no es nada”, mas 40 anos são muitos, sim, senhor.
Imagino que lá estivessem os de sempre, a turma que se divertia fazendo jornal, mesmo na ditadura.
Esqueceria muitos porque, se os presentes de então me perdoarem agora, devo confessar que estava ensimesmado demais para prestar muita atenção em todos e em cada um. Parecia que baixava sobre mim a tampa de um caixão, sacramentando uma morte cívica.
Não obstante, a vida teria que continuar, mas, pela primeira vez desde que me tornara chefe de Reportagem do “Estadão”, quase três anos antes, não tinha a menor vontade de deixar encaminhadas as pautas do dia seguinte. Porque parecia, naquele momento, que não havia dia seguinte.
A INDIGNAÇÃO NA SUCURSAL DO RIO
Raul Bastos
Mário Cunha,
Não fique zangado com o começo desta carta.
É que toda vez que se fala daquele maldito 13 de dezembro de 1968 eu me lembro de você e de como o que já era muito ruim ter ficado muito pior até se tornar o horror do AI-5.
Quarenta anos depois, vejo nos jornais, nas revistas, na internet, quem sabe até na televisão, uma enxurrada de rememorações, análises, interpretações. Lembro de você.
Há de tudo nelas, Mário, menos você.
Celebra-se a coragem dos arrependidos do golpe.
Há um tácito esquecimento/perdão dos que _ inclusive no nosso meio, patrões e profissionais, sendo que um deles foi porta-voz do general-presidente – por ação ou omissão foram coniventes com a ditadura.
E com justa razão rememora-se a saga dos que resistiram, se bem que hoje, aqui e acolá, alguns se tornaram os donos exclusivos da história da resistência na imprensa, alguns até remunerados por isso. Paciência, a vida é assim mesmo.
Diante desse imenso latifúndio de retrospectivas eu fiquei pensando comigo se haveria um cantinho, uma citação, uma referência, uma lembrança, um agradecimento por você ter sido quem foi e ter feito o que fez nesta luta. Até agora, nada. Não que você faça questão disso. Mas, cá entre nós, que não está direito, não está.
Do dia do AI-5, como me pede o Kotscho, para ser sincero, a não ser o choque do golpe dentro do golpe, eu não me lembro de muita coisa. Só me lembro que, para variar, trabalhei muito, falei muitas vezes com você, discutimos algumas vezes as matérias, me amolei com Brasília não sei bem por quais motivos e, também para variar, fui beber lá no bar da Jussara, que Deus a tenha, e bebi mais do que de costume.
O que ficou gravado como marcante no dia 13 de dezembro de 1968, Mário Cunha, foi outra coisa. Foi a veemência da sua imensa indignação com o AI-5. Lembro de como você comandou a cobertura da sucursal do Rio, da sua sofreguidão por uma boa, ampla e corajosa edição. E o tom da cobertura que você deu aos seus repórteres: indignação.
Lembro da sua convicção de que, a partir daquele momento _ e mais do que nunca _, o jornalismo deveria ser de resistência, denúncia e combate, a despeito do preço que poderíamos pagar.
E assim foi durante quase dez anos, longos anos, Mário. Até o Estadão mandar todos nós para o espaço, e vocês aí do Rio de Janeiro de uma maneira indigna e desrespeitosa. Mas aí o arbítrio já estava no fim, de joelhos. E, a despeito do desfecho ruim e torto, seria injusto e mentiroso não reconhecer a coragem dos Mesquitas, não é mesmo?
Muito do brilho e da eficiência da lendária sucursal do Estadão no Rio (que teve um papel fundamental e nunca claramente reconhecido na luta contra o arbítrio e a censura no Estadão) deve-se, Mário, à sua competência, persistência e coragem _ sua e dos seus companheiros daquela época, entre eles, Maurício Azedo, Teixeira Heizer, Antonio Carlos, Paulo César Araújo, Valério Meinel, Sueli Caldas, entre outros tantos. Por onde eles andam hoje?
Eu não estou falando por falar e nem exagerando. É só cotejar a cobertura do Estadão com outros jornais, inclusive do Rio. A sucursal era uma referência não só de informação de resistência, mas também da qualidade de informação.
E nem vou tratar aqui dos companheiros que você, Mário, tanto ajudou, protegeu, acompanhou na prisão, que isso você considerava uma tarefa humanitária e política, não é mesmo?
É evidente que você não era o único naquele grupo fantástico do Estadão. Mas era um dos principais e estava entre os mais atuantes. Tinha voz e o respeito da sede do jornal.
Então, Mário Cunha, eu queria que você soubesse desse meu sentimento e ficasse registrado o meu agradecido reconhecimento pela sua participação naquele período tão terrível, mas tão rico de nossas vidas.
Diante dessa cara de paisagem de todos, torço para que a juventude que vem aí recupere essa sua bonita história profissional e de vida, e faça dela um exemplo. Quem sabe um desses grupos de jovens formandos resolva fazer o seu TCC sobre a sucursal do Rio de 1968, e comece a recuperar esta história e situe você nela como se deve.
Pena que você tenha morrido sem ver isso.
Com o carinho, o respeito e a admiração do Raul Bastos.
Ludembergue Góes
De repente, algumas pessoas estranhas começaram a chegar à redação do Estadão, provocando agitação, mas não muita surpresa. Afinal, depois da apreensão da edição do dia do jornal e do anúncio do AI-5, não surpreenderia se eles chegassem, os censores.
Como editor de esportes, teoricamente, eu não teria muito a me preocupar com eles, porque, normalmente, não haveria nenhuma notícia ou comentário que pudesse merecer censura.
Acontece, porém, que naquele dia cabia a nós do esporte fechar a última página, com a apresentação do jogo do dia seguinte, entre o Brasil e a Alemanha Ocidental. Com certeza, como página nobre do jornal, seria alvo dos censores.
Como todo o resto da redação, nós, do esporte, discutimos muito uma forma de driblar os “homens” e indicar que estávamos sob censura. Uma das propostas foi do Ricardo Kotscho, que sugeriu a manchete:
Brasil ataca pela direita
O secretário de redação, Oliveiros Ferreira, preferiu não arriscar ter a edição apreendida de novo.
MENINOS, A BRINCADEIRA ACABOU
Ricardo Kotscho (*)
O pior ainda estava para acontecer. Na madrugada de 13 de dezembro, dia em que Costa e Silva editou o Ato Institucional Nº5, o principal editorial do jornal, na página 3, trazia o premonitório título “Instituições em frangalhos”.
Informado por algum dos vários colaboradores do regime infiltrados na redação, o delegado Sílvio Correia de Andrade, da Polícia Federal, invadiu a oficina, que dava para a rua Martins Fontes, e gritou a ordem: “Parem as máquinas!”.
Em seguida, determinou aos policiais que o acompanhavam a apreensão de todos os exemplares já prontos para a distribuição. Pela primeira vez desde o golpe, o Estadão deixou de circular.
Logo cedo, Julio Mesquita Neto e Ruy Mesquita foram se queixar ao governador Abreu Sodré, um amigo da família nomeado para o cargo pelos militares. Comunicaram-lhe que o jornal não mudaria sua linha editorial, agora de oposição aberta ao regime.
No começo da noite, dois policiais à paisana da Divisão de Diversões Públicas da Secretaria de Segurança do Estado de São Paulo chegaram à redação para “examinar o noticiário político”.
Era o início oficial da censura prévia. Enquanto eles se aboletavam em volta da mesa de Oliveiros Ferreira, o secretário de redação, nós nos reuníamos para ouvir o pronunciamento do general Costa e Silva num rádio portátil posto sobre a mesa de Clóvis Rossi.
No silêncio do ambiente destacava-se a voz grave do general, que não deixava nenhuma dúvida nas suas palavras: meninos, a brincadeira acabou. O Brasil entrava no quinto ato. Era um golpe dentro do golpe _ a ditadura total, sem disfarces, com mais cassações de mandatos, fechamento do Congresso Nacional e fim das liberdades e direitos individuais, começando pela censura prévia.
Ao recordar este episódio muitos anos depois, Oliveiros me contou que Carlão, o nosso amigo diretor e dono do jornal, só se zangou quando um contínuo serviu café aos censores.
Voltei para a minha mesa e continuei a escrever, como se nada estivesse acontecendo. Sem alternativa, eu e minha turma terminaríamos outra noite na boate da Jussara. Professor da USP, estudioso dos assuntos militares, Oliveiros Ferreira previu um longo e feroz período de ditadura.
(*) Tirado do meu livro de memórias “Do Golpe ao Planalto _ Uma Vida de Repórter” (Companhia das Letras)
***
É bom que todo mundo lembre agora o que foi aquele período mais tenebroso da ditadura, não só para que ele nunca mais se repita, mas para que alguns veículos e muitos colegas parem de falar em ameaças à liberdade de imprensa cada vez que se ousa contestar ou apenas discutir o seu trabalho.
Eles não sabem o que falam ou não lembram o que foi a ditadura militar. O Brasil vive hoje o seu mais duradouro período de plenas liberdades públicas e, se alguma ameaça persiste ao livre trabalho dos jornalistas, ela não vem do governo central, como naquela época, mas dos próprios responsáveis pelos meios de comunicação.
Basta ver, por exemplo, o que aconteceu com a repórter Ana Beatriz Magno, vencedora do Prêmio Esso de Reportagem esta semana, demitida há dois meses do Correio Braziliense.
Autor: Ricardo Kotscho - Categoria(s): Blog Tags:


Muita gente fala da grande imprensa mas esqueceram dos “nanicos” que formaram a resistência. Muito também se deve a Pif Paf, Ex, O Pasquim entre outros.
nao sei de nada
Oportunidades!!
Boa tade!! a todos que compartilham deste Balaio, aonde cada um fala de si e dos outros…e muitas vezes falando de outros fala de si mesmo….é meu 1° comentário (mais já li muitos), o Sr.Manoel Ferreira, que trabalha aqui comigo (ele foi militar), faz parte da mudança da minha história,que levou um novo rumo, com a oportunidade que me foi concedida, agradeço a Deus, todos os dias pois fui agraçiada, trabalho desde meus 14 anos, com muito orgulho, casei com 21,e sempre trabalhei em café….com muito gosto pois foi lá que aprendi muita coisa, mais era pouco…e este Sr.(me descobriu lá),viu em mim algo à mais (e pense…não foi moleza, ele foi firme, determinado, me fez chorar determinadas vezes, colocou o mais fundo do meu eu para fora, com a sua franqueza e sinceridade), e hoje graças a Deus trabalho numa empresa conceituada, tenho uma profissão respeitada e posso me dar mais…..fazer mais…..ao mesmo tempo sei que muitas pessoas hoje estão assim como eu estive um dia, faltam oportunidades, as pessoas não querem comprometimento com outro, está se esfriando cada vez mais as relações, o humano está se perdendo, muitas preferem ouvir mentiras, pois pensam não é problema me
Mais sabem qual foi o meu maior ganho não foi o emprego, a profissão, sabe o que foi?
O conhecimento que eu não tinha, que hoje estou adquirindo, e olhe amigos se assim, posso me referir não tem preço…..
A História que é contada ahãaaaa…….muita coisas são contorciadas, máscaradas…..quero transmitir, que a pessoas estão perdendo está sensibilidade perante as outras, é claro que tem os dois lados da história, mais ou a gente acredita no que nos dizem, ou a gente se questiona e busca um maior esclarecimento, sair de uma zona de conforto(como eu), para descobrir uma história de um Brasil, criado em cima de mentiras.
Quando descubrimos que fomos enganados vem uma dor na alma, pois se descobre que aqueles que eram para defender não o fizeram…..mais veio o alivio de não ser mais conformada com as situações, e a sede de uma busca de verdades, antes omitidas.
Não nos deixemos manipular…desejo a todos vcs do Balaio sede de conhecimento, pesquisem vão a fundo nem tudo e verdade…….nem tudo é mentira……
E vou aproveitar para dizer a vc Manoel, obrigada por td que fez por mim, nem se eu tivesse como te pagar isto tudo não haveria preço, vc é extremamente humano e transforma cada um a sua volta, que Deus te abençõe cada dia mais, para vc continuar assim um eterno professor da vida.
Que Deus abençoe a todos.
Leidiane
“…o Sr.Manoel Ferreira, que trabalha aqui comigo (ele foi militar)….”
Tá Explicado !!!!!
“Idéias são mais poderosas que armas. Não permitimos que nossos inimigos portem armas, por que deveríamos permitir idéias?” – JOSEFH STALIN.
No balaio, como se vê em muitos comentários, há muitas pessoas que observam e interpretam a história recente do país por outro ângulo. Não se deixam levar pelo discurso, persistente, repetitivo e sedutor de escribas enganjados que, conseguiram incutir nas mentes inocentes a idéia de que, houve um vilão, um só. Não. Não e não. Na história do AI 5, a brutalidade, a insensatez e a estupidez predominou entre os envolvidos.
Para evitar a repetição da tragédia, é bom que não se satanize e nem se santifique ninguém. Ate porque, de fato, não há santos mesmo.
Se havia uma ditadura, pior seria um regime implantado por aqueles que a combatia. Isso não é mais segredo para ninguém.
O pior do período pós-AI-5 foi o clima de terror instalado na sociedade pelo “Big Brother” do SNI. Os arapongas chegaram a ser mais de 500 mil!Eles estavam nos locais óbvios (sindicatos, turmas universitárias, locais de aglomeração de pessoas como Praça da Sé (SP), Cinelândia (RJ), Boca Maldita (PR)), e também no transporte coletivo, botecos, platéias teatrais … um inferno!Ninguém podia conversar sobre política nem com um vizinho, pois ele poderia ser um informante do Estado!E a grande imprensa apoiando tudo isso. No caso da televisão Globo, apoiaram o Regime Ditatorial até quase o final, pois esconderam a Campanha das Diretas Já o quanto puderam. Apenas após o “comício de 1 milhão” no RJ, perceberam que nada seria como antes e passaram a apoiar Tancredo Neves, depois que a Emenda das Diretas Já foi rejeitada (com a transmissão da votação no CN proibida e tanques ocupando as ruas de Brasília).Falta à imprensa a coragem de encarar o seu passado recente.
“ AI-5 EM VITÓRIA ” : JOAO COSER TENTA FECHAR JORNAL À FORÇA
Por : Pettersen Filho
Valendo-se, aparentemente, das “ Velhas Práticas ” abolidas, ainda na República Velha, que trouxeram, por via transversa, Getúlio Vargas ao “ Poder ”, o Prefeito de Vitória, João Coser , do PT – Partido dos Trabalhadores, acionou os seus Serviços de Fiscalização e Postura , o que poderia ser entendido, em principio, como um “ Ato Administrativo ”, corriqueiro e normal, se não fosse recoberto de caráter persiquitório e constritivo , enviando na tarde de ontem, 10/12, uma “ Equipe ” da Fiscalização Municipal à Sede da ABDIC – Associação Brasileira de Defesa do Indivíduo e da Cidadania , onde “ Notificou -a”- pela “ Suposta ” falta de Alvará de Licenciamento de “Portas Abertas” , fazendo, com isso, prevalecer aquela “Velha e Abominável Pratica”, tão recriminada pela República Nova: “Para os Amigos, Tudo. Para os Inimigos, Justiça!”…mais
Saiba mais em : http://www.abdic.org.br
Está ‘nas mãos’ do governo passar o Brasil ‘a limpo’…
A Verdade Ricardo é que o estopin do AI-5, foi aceso logo após a renúncia do Jânio, e foi sendo costurado ao longo dos anos seguinte!
Existem muito mitos em cima de uma verdade!
O Dines mencionou acho que ontem alguma coisa mais seletiva e acredito que isto contribui para o entendimento.
Com o impasse criado com a renúncia de Jânio Quadros à Presidência da República, Setores de extrema direita, tanto militares e políticos não admitiam a entrega do poder ao vice-presidente João Goulart, ligado ao sindicalismo e com posições esquerdistas, assim como Fidel destruiu a alma de seu povo em favorecimento de suas escusas vaidades, Jango oferecia o mesmo risco ao nosso país.
Sua posse no entando somente foi aceita com a condição de o Congresso instituir o parlamentarismo. Assim, as prerrogativas do presidente ficariam reduzidas e o governo seria exercido pelo gabinete ministerial, chefiado por um primeiro-ministro.!
Pretencioso porém astuto, João Goulart aceita a solução, era isso ou pé na bunda, mas ele esperto e dissimulado, adia o momento do seu bote, logicamente para desenvolver a plenitude dos seus ideais inescrupulosos.Mas o mundo corria o mesmo risco, era uma onda avassaladora que hoje após a sua passagem só deixou estragos na humanidade.
Já na Presidência, ele mobiliza suas forças políticas, submete a questão a um plebiscito, anula a criação do parlamentarismo e restabelece o presidencialismo, no mês de janeiro de 1963.
Me recordo ainda que vagamente de alguns nomes de pessoas que admirávamos por aqueles tempos, homens como, Afonso Arinos,Franco Montoro, Almino Afonso, e outros tantos que certamente minha frágil memória certamente iiria me trair. Sendo assim, só citei alguns exemplos para não cometer alguma injustiça.esquecendo de outros ícones da ética.
Mas infelizmente o obsecado João Goulart , sempre mais ocupado com seus devaneios do que qualquer outra coisa jogou fora uma oportunidade única de fazer um governo de consenso., e coalisão nacional.
E mais ainda dentro da sua limitada ou nenhuma visão de homem empreendedor, pois assim como todo comunista detestava o trabalho, apreciava as letras e enaltecia os discursos inflamados de palavras vazias de sentimentos pátrios,e cheias de frases aliciadoras e incitadoras de ódio entre as massas contra o estado de direito.
Ele simplesmente desprezou o trabalho de base e dinâmico desenvolvido por Juscelino, não dando continuidade àquela magnífica modernização implementada, construída a duras penas, de um homem que praticamente abdicou sua vida pessoal para construir um sonho nacional.
Juscelino, sem tempo pra nada a não ser o sonho de construir exemplarmente Brasília, mais ficava voando do Rio a Brasília dentro dos velhos Douglinhas do que ficava como alguns políticos de hoje em dia perdendo o seu preciosos tempo com entrevistas estúpidas!
Havia muito a ser feito, “50 anos em cinco”, que empreendedor fabuloso, JK tinha inúmeros defeitos, mas aquele era de fato um brasileiro valoroso., culto, educado, e acima de tudo um visionário, mas por causa da inveja de seus opositores pela sua lucidez e sua competência, aos poucos estes canalhas muitos dos quais hoje ainda perambulam no poder, foram distorcendo a verdade sobre este homem comum, porém impar , um trabalhador incansável e um verdadeiro patriota! Era um sábio político, e estes calhordas ficam ainda tentando a todo custo desqualificar a sua capacidade até os dias de hoje, para com isso tentarem justificar a sua própria falta de capacidade.
João Goulart, Possuiu ministros de um gabarito político e intelectual de um Tancredo Neves e um San Tiago Dantas, Almino Afonso, franco Montoro e tantos outros que hoje em dia fazem muita falta a esta nação.
Em sua demência, ele não só traiu os sonhos destes homens, mas sim os sonhos de toda uma nação, pois nem a ele e nem aos seus aliciadores, com seus interesses escusos, não era favorável a seqüência nem a viabilidade do parlamentarismo – queria o poder como um todo, era obsecado pelo poder queria ser o poder, mas se tinha um plano de governo ninguém o soube de fato , mas de qualquer forma era um plano anti nacionalista, ainda acredito que o único plano era somente o Poder!
Hoje vemos que as pessoas que sonham com o poder pelo poder, são pessoas que só querem o poder , para poder ! Porém a história vem provando ao longo dos séculos que estes aglutinadores de poder, não passam de crápulas mal intencionados, que além de tiranos e cruéis para aqueles que não compartilham de sua saga, são ainda acima de tudo péssimos mandatários, apenas repetem os discursos preparados pelos seus mentores intelectuais, não possuem outro conteúdo a não ser o da ambição!
Nós brasileiros já vivemos um momento de poder pelo poder, para poder, e estamos vendo dia a dia a falência das instituições, pois a historia vive nos provando isto.
Foi assim com João Goulart. Ele queria tudo,queria mais, queria todas as benesses oferecidas pelo presidencialismo, queria tudo a todo custo, ou a qualquer preço..
E graças a estes dementes veio o golpe, pois aos militares não restava outra atitude, a ameaça do sistema que destruiu o planeta rondava nossa terra, e pela vaidade de um homem manipulado por um grupo demoníaco, ficamos a mercê do crescimento inicializado por Juscelino por décadas!
Abraços Fraternos
Manoel Ferreira
Ame-o, ou deixe-o serve para : Os que estão afundando o país; aquele que esta dando o dinheiro dos cofres aos banqueiros, emprestando aos hermanos, dando as usinas hidroelétricas ao Paraguai, os gasodutos para a Bolívia e vendendo gasolina pura a para a Argentina a 0,65 sessenta e cinco centavos o litro, enquanto diz que o povo brasileiro é dono do petróleo paga 2,40 dois reais e quarenta centavos da gasolina adulterada! E estão precisando deixar o país, os que se tornam gênios e milionários à custa de desvios, que apóiam, e sócios de Daniel Dantas, Marcos Valério, Zé Dirceue etc…Querem mais? E esta mídia sensacionalista e descarada nem precisa mostrar que apito toca, pois o povo já esta sabendo!
O mais triste de tudo é que depois de tanta luta heróica de poucos abnegados pelas liberdades, riscos e prejuizos de toda sorte, e até vidas ceifadas, segundo pesquisa, 80% do povo brasileiro ainda nem sequer ouvir falar do famigerado AI-5. Credo. Que país é esse ?
E aos que reclamam de Lula, convém avisar que, hoje e para os próximos muitos anos, melhor do que ele só temos o PNBC, que corre risco seríssimo de acabar em lençois piores do que Galileu Galilei, vítima da famigerada Santa Inquisição, que, pelo visto, ainda vigora neste território ainda dominado, em grande parte, pela mesma genética que roubou e exterminou índios, assassinou e esquartejou o libertário Tiradentes, e que permite o extermínio diário de milhares de irmãos brasileiros. Basta lembar que o famigerado “PIG”, ontem, via FSP, já ressusticou até Plinio Corrêa e a sua famigerada “TFP”, em artigo assinado pelos Orleans de Bragança, contra a evolução proposta pelo PNBC. Vale dizer, já estão tremendo de medo, ao que parece. E olhe que o HoMeM , libertador, ainda nem sequer entrou em cena. Deus do céu, como é retrógrada e reacionária essa FSP, que, neste aspecto , fede à naftalina.
Depois da ditadura até os dias de hoje!
A estória que vou contar ocorreu em uma época não muito distante.
As formiguinhas estavam de cara com o elefante. Também pudera; elas viviam as margens, sendo exploradas pelos paquidermes, que quando ia lhes falar, usavam palavras complexas e intruncadas.
E os animais mais perspicazes, se revoltaram com os bichos de peso que vivia lhes engambelando; e as revoltas e rebeldias, tornaram-se suas companheiras.
Por outro lado, os lobos com peles de cordeiros, ao ver suas mordomias ameaçadas, ficaram com as orelhas em pé, lançaram mão da dona dita, “Ditadura” e começaram a jogar duro para cima dos insurgentes. Criaram um departamento criminal e deram carta branca para os gambás e as raposas, descerem à lenha e prender todos os animaizinhos taxados de marginais, criadores de caso. Assim começou o maior sapeca ai, ai, ai… ‘’Repressão’’
Quando um animal se sentia injustiçado, e reclamava seus direitos em público, acabava sendo açoitado e levado para á masmorra.
Até que certo dia, um bando de revoltosos, resolveu fazer passeatas para defender suas idéias.
Mas um tucano, que ia lustrar o bico escoltado por sua comitiva, ao notar a agitação em praça pública, ficou vermelho de indignação. Chamou aquilo de anarquia, bateu asas e se afastou… Pouco depois da sua sutil escapadela, pintou na área uma matilha de raposas acompanhadas por gambás. E sem perda de tempo, começaram a soltar gases e descer a lenha nas costas dos mais lerdos.
Um casal de coelhos, que dava aula nas proximidades, resolveu reclamar seus direitos, mas foram carregados pelas orelhas.
Eu que vivo de reportagens, tentei me aproximar e tomar conhecimento dos fatos… Fui empurrado, derrubado e pisoteado; levantei-me assustado e sumi no mato. Mas não pude deixar de ouvir o ai, ai, ai, do coelho.
Quando ele menos esperava, a borracha desceu em seu lombo e a revolta saiu. Em poucos instantes o coelho e a coelha, estavam calminhos, calminhos, e com vários hematomas pelo corpo… Aos pescoções foram jogados em uma masmorra abarrotada de infelizes. O chão estava úmido e o ar viciado.
E mesmo com as costas quentes de tantas borrachadas, os coelhos permaneceram calados e tiritando de frio. Falador ali, nem mesmo o jacaré com sua bocarra. Foi assim que a revolta e a rebeldia se tornaram silenciosas.
Depois de muito luta, sangue, suor e lágrimas derramadas, conseguiram eliminar a dona dita, que dava dura. ‘’Ditadura. ’’
Chegou à liberdade de expressão… E com ela muita animação! Olêlê, olê, olê, ola!
Olha no que deu a liberdade de expressão em uma floresta, onde os animais cultos são oportunistas e só pensam em si mesmos!
As formigas passaram a se orientar às apalpadelas, no escuro formigueiro de suas incultas vivências.
Fizeram um estudo do passado, especularam o presente, e chegaram à seguinte conclusão. O futuro seria negro e tenebroso se não tomassem uma providencia.
Inesperadamente começou um disse-me disse que lá pras bandas do ABC, havia surgido um molusco, com uma bela fonte de inspiração! E as formiguinhas esperançosas se aliaram ao tal molusco, mas notaram que ele mais se parecia com um sapo; mesmo assim, criaram um slogan, e o nomearam para defender seus direitos trabalhistas e suas idéias.
Depois de refletir sobre a insignificância dos seus pensamentos rebeldes, que eram restritos a poucos, resolveram divulgá-los a todos os moradores da floresta! E foi tomada a seguinte decisão. Usando de democracia, acabariam com os baixos salários e o desemprego. No tope da campanha vinha à fome e a saúde; e por fim, iriam detonar com a corrupção e a violência.
Mas havia tantos animais pequenos violentos e desonestos, quanto grandes. Os pequenos por falta de opção seguiam o exemplo dos paquidermes. Se bem que; os grandes devido aos seus tamanhos, privilégios e cargos ocupados, sempre saem ilesos de suas falcatruas.
Já os pequenos de cabeça fraca, seguindo os exemplos dos grandes animais de colarinho branco, cometem enormes atrocidades; na verdade obtendo pouco lucro, porem, demonstrando facilidade em aprender o que não presta.
Mas os astuciosos paquidermes não aceitam concorrências!
Em nome da democracia e justiça, criaram leis para se favorecerem, tampando o sol com a peneira. Desta forma, muitos crimes se tornaram hediondos.
Mas o famoso crime do “colarinho branco”, aquele que lhes dava poder de semi-deuses e levava os animaizinhos à miséria, não. – E por quê? – Perguntou com curiosidade uma borboleta a sua colega mariposa.
E um grilo inocente e atrevido, que assuntava o bla, bla, bla, entre as duas, entrou de sola na conversa, com outra pergunta. – Será que esta lei é justa e democrática, ou esta desajustada e desmoralizada?
Com suas demagogias, os paquidermes usavam recurso público, e construíam cadeia para encarcerar seus imitadores, que cometiam falcatruas, iludidos com a vida fácil… E para não ocuparem as mesmas cadeias por eles construídas com superfaturamento, criaram a lei da imunidade!
E os animaizinhos trabalhadores e cumpridores de seus deveres, passaram a viver entre a cruz e a espada. Eram atingidos de baixo para cima pelos pequenos marginais, que lhes roubavam a paz, e de cima para baixo pelos grandes hipopótamos de colarinho branco, que os sacrificavam com cargas tributárias e corrupções. Não fossem tais fatos, a floresta seria um paraíso.
As formigas eram trabalhadoras por natureza. Sempre caladas pagavam aos espertalhões de colarinho branco, altas taxas e impostos. Mesmo assim viviam em massa, passando por necessidades e humilhações!
A maioria dos animaizinhos da floresta, acreditava na recuperação dos pequenos infratores. Muitos deles conscientes, de que “os pequenos” enveredam para o submundo do crime devido à falta de opção. E é lógico; tem aqueles que seguem o exemplo dos corruptos do colarinho branco, e por seus tamanhos e insignificâncias, tornam-se bodes expiatórios!
Também pudera, nem todos têm conhecimentos dos códigos penais, e das suas emendas. E poucos imaginam, o quanto custa um bom advogado. Sem contar, que a maioria deles são tamanduás, e adoram engolir formigas. Por estas e outras, os pequeninos são condenados; e amargam duras penas, presos em formigueiros tumultuados.
E até estas condições são distorcidas e usadas por paquidermes mestres em oportunismo.
- Esta é a minha a sua e a nossa história, – gritava o molusco, ops, digo o sapo de gravata, na beira do barranco. – Belo e lindo será o dia, em todos se conscientizarem, de que tem muitos mascarados nos sacaneando. – Ele falava e gesticulava, andando de um lado para outro, sempre coçando barba.
- Um elefante atrapalha muita gente – gritavam as formiguinhas, já acostumadas com as migalhas; carregando folhas em forma de bandeira nas costas…
A floresta devia aos famintos tubarões, do ‘’FMI’’ e as condições sociais na floresta exigiam providencias seriíssimas… Quem poderia solucionar tais problemas?
Então os maiores paquidermes se juntaram aos tucanos, aos macacos, ratos e toupeiras, para encontrar uma solução. Os macacos e os ratos, preferindo defender seus interesses, só falavam em privatizar. Os macacos falavam em privatizar os bananais, e os ratos, as fábricas de queijo.
As toupeiras, que enxergam no escuro, percebiam o movimento, mas temendo serem taxadas de insensatas, permaneciam caladas.
E novamente, para se manter os privilégios da bicharada influente e de peso, começaram as emendas. Emendaram, desemendaram, arrebentaram, colaram, descolaram… E além de receberem altos salários por um trabalho todo amassado e remendado. Lá se foram os bananais e as fábricas de queijo. E com tantas emendas e remendos, o soneto acabou escangalhado, sem ritmo e sem rima; e tudo permaneceu como antes ou pior.
Parte do que foi narrado, um papagaio me contou.
Ele estava incumbido de me entreter. Enquanto seu companheiro macaco – cólor surrupiava um cacho de banana, que amadurecia em meu quintal.
Quando os safados deram no pé, o sapo, que apoiado pelas formiguinhas tinha se tornado o rei da selva, pôs a boca no trombone. Então pensei, – Desta vez eu acertei em apoiar o sapo, ele é uma grande figura, e mesmo tendo pernas curtas, e ter que andar aos pulinhos, este danadinho vai longe: – pensei.
Mas quando achei que tudo ia bem, um pombo correio comilão, sentou num poleiro do plenário, e começou a defecar na cabeça dos seus companheiros.
Na verdade, a imundície já estava incrustada até a medula da banda podre dos paquidermes; ele só lambuzou um pouquinho mais superficialmente.
Quando a inhaca começou a escorrer e exalar seu bodum, algumas aves de rapina resolveram levantar vôo com o produto das suas falcatruas. Mas uma delas caiu de maduro, devido ao peso das verdinhas, que carregava na cueca. Se fosse um animalzinho insignificante, iria amargar duras penas em subi formigueiros tumultuados.
Depois de presenciar tamanhas safadezas e porcarias, um bando de hienas, caiu na gargalhada.
E as formiguinhas ficaram de cara com o sapo.
Elas acham; que ele se esqueceu das suas promessas de campanha, e agora sua maior preocupação é com seu próprio brejo. Pois alem de tornar o moluscozinho, ops, digo o sapinho um grande empresário, ops, digo dono de um imenso brejo, ainda nomeou raposas para tomar conta do galinheiro. Aliou-se a bando de aves boas de bico, que só pensam em aumentar suas mordomias; comprou asas importadas, e sentindo-se um pavão, esta voando mais que os tucanos de bico lustroso, que ele mesmo tanto criticou. E indiferente à realidade e falcatruas, continua seguindo em frente com sua dança de rato. Vai só naquela da promessa, do bico doce, do não sei, do não vi, mas vou apurar… Vou fazer e acontecer…
E chegou a prometer, que arrancaria a própria plumagem para livrar-se das imundices. Até mandou limpar as teias de aranhas do plenário, para dar inicio a um espetáculo teatral, ops, digo “CPI”. E a bicharada ficou na expectativa, acreditando que como tantos outros espetáculos, este também terminaria em pizza de queijo, com sabor de marmelada.
Mas para demonstrar seriedade, os apresentadores do espetáculo arrancaram o poleiro do pombo porcalhão, que estava bagunçando a festança, e o deixaram de olho roxo. – Grande coisa – disse ele. – Depois eu volto! E antes de bater asas e se despedir, ainda jogou areia na sopa, e arremessou meleca no ventilador. Mesmo com o olho arroxeado, parecia estar se divertindo com o sufoco dos imprudentes, sujos e lambanceiros, que caíram na asneira de criticá-lo.
E não é que; pouco depois o danadinho voltou mesmo! kkkk
E o espetáculo continua com dois pesos e duas medidas.
Para os ratões, e os bichos de peso, continua a ter pizza de queijo com marmelada.
E para as formigas, que indignadas assistem as encenações, sobrarão às despesas. E se reclamarem as bordoadas.
Ainda bem que as formigas são pacificas e ordeiras. Se fossem rebeldes, e estivessem com a barriga cheia; poderiam sentir náuseas e se tornar bichos danados, emporcalhando de vez a floresta e o plenário com seus vômitos.
Tais fatos; lembra-nos o Martim – pescador, que vivia cantando: – Não leve a mal me dê o meu agora, em festa de rato não sobra queijo… Também pudera com tantas ratazanas!
E até mesmo o bem-te-vi; que pela sua natureza, gritava aos quatro cantos, anunciando que tudo via, chegou à triste conclusão, de que não vê, nem entende mais nada.
E eu colaborei para um molusco, ops, digo um sapo virar rei!
Meu protesto é: não dou meu voto de confiança a ninguém, e nem sou obrigado; segundo a constituição em uma democracia, prevalece a vontade da maioria! E eu convoco a população para pedirmos o fim da lei de imunidade parlamentar, ou então voto nulo neles! O homem publico é eleito pelo povo e deve ser julgado por um tribunal popular!
SEJA CANDIDATO QUEM QUISER!
E SE CONDENADOS, REPONSABILIZADOS POR SEUS CRIMES!
Devendo devolver o produto de suas rapinagens aos cofres públicos!
Isso SIM é justiça! E chega de CPI para fazer festanças COM PIZZA DE QUEIJO E MARMELADA E rir da cara da população, enquanto aumentam seus salários principescos e exorbitantes!
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O alcance do AI-5 não atingiu o desejável. Haveria de ter exterminada a corja que está aí fazendo pouco caso da ética e dos deveres públicos do poder. Ainda querem punir as vítimas. Terroristas enchem ocú de dinheiro público e os guardiães da pátria sendo ameaçados. É a total inversão de valores proporcionada pela quadrilha, cujo CHEFE é o presidente. http://www.escandalodomensalao.com.br
O AI5 e o regime militar foram as melhores coisas que aconteceram na historia do Brasil. Não havia tanta bandidagem e safadeza.
O alcance do AI-5 não atingiu o desejável. Haveria de ter exterminada a corja que está aí fazendo pouco caso da ética e dos deveres públicos do poder. Ainda querem punir as vítimas. Terroristas enchem ocú de dinheiro público e os guardiães da pátria sendo ameaçados. É a total inversão de valores proporcionada pela quadrilha, cujo CHEFE é o presidente. http://www.escandalodomensalao.com.br – se informe
O Grupo Bandeirantes (rádio/tv) foi “adquirido” e seu patrimônio inflado pelo Sr. Interventor de S.Paulo, década de 30, ADEMAR DE BARROS que apoiou o golpe 64. Os Marinho’s fundaram e incharam um Império Midiático, a partir de seu apoio à “Revolução”. E por aí vai…Abaixo essa Mídia capacho dos poderosos.
OS MINISTROS DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL ESTÃO VOTANDO EM FAVOR DA DEMARCAÇÃO DAS TERRAS INDÍGENAS, EM ÁREA DE FRONTEIRA, E CONTINUADA, MESMO SABENDO DO RISCO DO BRASIL SAIR PREJUDICADO POR INTERESSES MAIORES ( PETRÓLEO, URANEO, OUTROS MINERAIS ESTRATÉGICOS ), MESMO SABENDO DA OPINIÃO CONTRARIA DO POVO BRASILEIRO, MESMO SABENDO DA ADVERTENCIA DAS FORÇAS ARMADAS, MESMO SABENDO QUE VÃO QUEBRAR UM ESTADO QUE PRATICAMENTE NÃO PRODUZ QUASE NADA ALÉM DO ARROZ. O CHILIQUENTO MINISTRO TARSO GENRO JUNTAMENTE COM O JOSÉ DIRCEU, E O DR. GREENHAUG ESTÃO FAZENDO UMA DAS MAIORES OPERAÇÕES DE PRESSÃO JÁ VISTA NA HISTÓRIA DESTE PAÍS, PARA A APROVAÇÃO. .CAROS MINISTROS……LEMBREM-SE QUE SEUS NOMES E DE SUAS FAMILIAS FICARÃO PARA A HISTÓRIA DO BRASIL…..PODERÃO SER TIRADENTES OU JOSÉ SILVERIO DOS REIS……ESCOLHAM.
O que que adianta reviver uma coisa que ja passou e pelo jeito que as coisas andam estamos vendo as figuras que foram expulsas do pais com o ato institucional numero cinco, que naquele dia no exilio falaram tantas coisas e que agora não se lembram mais de nada e nem se fala no que iam fazer quando a ditadura militar acabasse. É a mesma coisa que um doente que esta acamado e com dias contados, ai ele diz que um dia se sarar vai ajudar todo mundo e vai ser melhor do que foi, ai por um simples milagre ele sai do estado doentio e cura-se, passado algum tempo nem se lembra de suas palavras no leito de morte e continua a mesma pessoa, infelizmente o ser humano se esquece de suas palavras e tambem do sofrimento e volta a ser a mesma coisa. Em vez de lembrar-mos do passado triste, lembremo-nos do presente que tambem triste, mas que com luta e garra podemos mudar. Obrigado pela oportunidade de expressar-me
Com um congresso corrupto como este que aí está, da oposição e posição também, era melhora que se eliminasse esta corja de mamíferos AI5 de volta pros parlamentáres e legisladores
Por falar em sacanagem.
Alguém por acaso assistiu a entrevista do delegado Protógenes Queirós?
Ele fala sobre o bandido banqueiro Daniel Dantas e seus asseclas e confirma que é perseguido e afastado do caso porque sabe muito e que existem peixes grandes por trás de toda a safadeza.
Se ele morrer não será por acaso…prestem atenção.