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13/10/2008 - 17:24

As baixarias de Marta e Paes no desespero

Ganhar ou perder eleições faz parte do jogo democrático. O importante é o candidato sair de qualquer campanha eleitoral maior do que entrou, mesmo perdendo.

O maior exemplo disso é o próprio Lula, que perdeu três eleições presidenciais e saiu maior de cada campanha, acumulando fôrça e votos, antes de conquistar sua primeira vitória, em 2002.

Recordo-me bem da primeira campanha, em 1989. Em meio àquela baixaria toda de Fernando Collor, quando partiu para o ataque no desespero, ao se ver ameaçado na reta final do segundo turno, Lula proibiu seus marqueteiros e assessores de utilizar as dezenas de denúncias sobre a vida pessoal do adversário que chegavam ao comitê.

Recorro a um trecho do meu livro de memórias (”Do Golpe ao Planalto _ Uma Vida de Repórter” _ Companhia das Letras) para contar o que aconteceu naqueles dias:

Diante da nova tática do adversário, que botou no ar um coquetel de tabus _ aborto, racismo, filha fora do casamento _ dirigido às camadas menos esclarecidas da população, havia duas alternativas: responder no mesmo nível, já que a vida pregressa do oponente oferecia farto material para jogar no ventilador, ou manter a campanha na linha definida desde o início, ou seja, de só discutir os grandes problemas nacionais e apresentar propostas viáveis para a sua solução. Lula escolheu a segunda, o que levou o deputado federal Paulo Delgado, do PT  mineiro, a definir com bom humor os acontecimentos daqueles últimos dias de campanha para o segundo turno: “Eles vieram de Chicago, e nós continuamos de Woodstock”.

Desta vez, aconteceu o contrário. Quem veio com armas de Chicago foi o PT de Marta Suplicy, na eleição em São Paulo, partindo para a baixaria contra Gilberto Kassab, do DEM, e quem continuou de Woodstock foi o bom e velho Fernando Gabeira, no Rio, covardemente agredido pelo candidato Eduardo Paes, do PMDB (ex-PV, ex-PFL de Cesar Maia, ex-PTB, ex-PSDB, um verdadeiro homem de partido).

Pensei que este tempo de levar a campanha eleitoral para a lama, quando as pesquisas mostram um cenário desfavorável, tivesse ficado para trás e nunca mais eu fosse obrigado a escrever sobre este esgoto da política que, na falta de argumentos, parte para atacar a vida pessoal do adversário.

Começou à tarde com as inserções do PT no rádio e na televisão e continuou à noite com os debates promovidos pela Bandeirantes no Rio e em São Paulo, quando a campanha eleitoral atingiu seu ponto mais baixo e deprimente nestas eleições de 2008.

“É casado? Tem filhos?” O que quis dizer a campanha de Marta ao ficar martelando estas perguntas sobre a vida de Gilberto Kassab? Por acaso tem algum eleitor em São Paulo que não saiba que o atual prefeito candidato à reeleição é solteiro e não tem filhos?

Qual é o problema? O que isso tem a ver com a decisão dos eleitores na hora de votar para escolher o candidato ou a candidata que considerem melhor para administrar a cidade?

Como os comentaristas anônimos da internet, o locutor da campanha petista faz uma insinuação covarde, sem coragem de assumir o preconceito implícito.

Da mesma forma, o eclético e multipartidário Eduardo Paes, na falta de outros argumentos para enfrentar o adversário que passou à sua frente nas pesquisas, veio com aquela história mofada de insinuar que Fernando Gabeira faz a apologia das drogas, que é muito liberal em relação a esta questão.

Em São Paulo, o tempo todo parecendo bastante alterada, Marta Suplicy, ela própria vítima de todo tipo de preconceito durante sua carreira, resolveu desconstruir o adversário, partindo para o ataque diante de um assustado Kassab, na certeza de que os anúncios da tarde haviam abalado o oponente.

Pouco importa que um tenha chamado o outro de mentiroso e os “juristas” (quem são?) da Bandeirantes tenham dado direito de resposta a Kassab e negado a Marta, e que seus jornalistas tenham levantado a bola para o prefeito enquanto interrogavam a ex-prefeita como se ela estivesse num tribunal.

O que ficou ao final do debate foi a imagem de Marta Suplicy parecendo Collor em seus piores momentos de 1989. A diferença é que Collor acabou vencendo a eleição e Marta, 17 pontos atrás de Kassab no Datafolha, sem que o mais fanático petista alimente a mais remota esperança de uma virada, agora corre o sério risco de sair da eleição muito menor do que entrou.

Embora no Rio a disputa esteja mais apertada, Gabeira já se saiu vencedor para os que defendem um mínimo de ética na política e não se dispõem a pagar qualquer preço para ganhar uma eleição, como faz Eduardo Paes, que já perdeu o respeito, depois de rastejar atrás do apoio do presidente Lula que ele ofendeu gravemente na CPI dos Correios.

Quem quiser saber mais sobre quem é Eduardo Paes, o adversário de Fernando Gabeira no Rio, não deve deixar de ler o artigo de Ricardo Noblat, “O Rio… de quem mesmo?”, publicado hoje no jornal “O Globo” e no seu blog: www.oglobo.com.br/noblat

O pior de tudo é que estas baixarias só fornecem farta munição para os oldneocons da imprensa que encontraram um belo nicho de mercado com seu antipetismo e antigovernismo militantes, deitando e rolando agora ao combater os preconceitos que antes defendiam alegremente.

 

   

 

Autor: Ricardo Kotscho - Categoria(s): Blog Tags:

314 comentários para “As baixarias de Marta e Paes no desespero”

  1. Peter disse:

    O certo e o errado não variam conforme as conveniências políticas. Pelo menos para quem tem caráter.

  2. fatima disse:

    Estranho que durante todo tempo, só existiu preconceitos para com a vida da Marta, seu casamento, porque era sexologa, porque é Petista e porque é mulher, eu mesma ouvi na semana passada, que bom que ela não ganhou o 1º turno a dona flor e seus dois maridos, talvez conhecendo o eleitorado de Kassab, todos feitos de preconceitos, a campanha de Marta agiu no mesmo tom, quem sabe anunciar para os preconceituosos, que eles vão eleger um homossexual, guerra é guerra…..

  3. teresa disse:

    ……parece que o senhor se sente melhor ao fazer a defesa do sr. Kassab, se ele tem ou não direito a uma opção sexual……a impressão que ficou e sou uma leitora assidua de seus escritos é que a Marta não desce….até entendo, mas o sr. tem idéia do que é um art seu favorecendo os inimigos da turma do …..passado…..ah e não venha nos dizer que tem que ser justo.
    Em tempo, apelar é um horror, mas isso sempre foi especialidade do DEM e do srs. Serra, FHC e outros….no momento todos viraram anjos…….hilário

  4. Dagom Dclxvi. disse:

    Pelo F.H.C que vendeu o Brasil e embolsou.
    Pelo capitalismo selvagem que sempre roubou.
    Pelo rombo que o mundo agora afundou.
    E os bancos que o mundo da falência salvou.
    Pelo socialismo que o Busch já ressuscitou.
    Pelo economista que fala o que nunca falou.
    Pela P.S que agora o Serra atacou.
    Pela seleção brasileira que não faz mais gol.
    Pelo sol tão bonito que hoje raiou.
    Pela TV brasileira que não tem mais show.
    Pela menina seqüestrada que o sonho apagou.
    Pela favela atacada que o poder mandou.
    Pelo diretor de Bangu que se executou.
    Pelo familiar que sobre seu caixão chorou.
    Pelas rimas chumbregas que dagom arranjou.
    Dai nos a paz.

  5. Dagom Dclxvi. disse:

    Erro -onde esta escrito P.S leia-se.P.C, é que o P.S também não sai de minha cabeça(Pronto Socorro).

  6. Kowalsky disse:

    Interessante, PSDB e PT, têm seus próprios aloprados. Os defensores radicais dos dois lados são tão imaturos que sequer conseguem enxergar e assumir suas próprias cag….. O governo federal do PT é o continuismo da política (bolsa-família, Henrique Meirelles, desmatamento na Amazônia, ausência de reformas políticas e jurídicas estruturais, acobertamento dos aloprados, nepotismo, trabalho escravo, impostos que não se revertem em benefícios EFICIENTES aos cidadãos). O PT só implementou o entreguismo: entregou as instalações da Petrobrás ao índio Morales nem a preço de custo, além de acatar o aumento dos valores (que nós brasileiros bananas pagamos) dos contratros de gás. Já já teremos outras potências nos pressionando para entregarmos a Petrobrás ao Equador e Eletrobrás ao Paraguai. Foi só o entreguismo que surgiu repentinamente. Pq tanta briga?

  7. João Cirino Gomes disse:

    Pergunto aos petistas fanaticos; O Lula deu o aumento que prometeu aos aposentados? Pelo contrario ele disse que não havia verbas suficientes, e em seguida por baixo do pano os deputados e senadores aprovaram 100% de aumento em seus salários principescos! Agora analisem: Os aposentados ficaram seis meses aguardando ser votado um aumento irrisório em seu ordenado miserável e diante de tanta morosidade foram obrigados a aceitar a desculpa de falta de verbas como justificativa pelo não aumento; mas no mesmo dia por baixo dos panos os deputados e senadores conseguiram verbas para aumentarem em 100% seus salários principescos, não foi? Este país é o melhor do mundo, mas a política aqui é podre; e ainda tem quem quer defender estes políticos, ou aquele partido? Estamos vendo em todos os partidos, políticos se beneficiando da lei de imunidade e de seus cargos para se enriquecer, enquanto tratam o povo com o maior descaso! E boa parte deste povo interesseiro esta se vendendo por 80 reais mensais, para depois reclamar da falta de dignidade com que são tratados nas filas do INSS, e em suas aposentadorias e salários miseráveis! Mas se esquecem de que venderam seus direitos, comprometendo até aqueles que têm personalidade e continuam lutando por uma vida digna, sem aceitar esmolas!

  8. Bruno disse:

    Vou tirar o IG dos meus favoritos, nada mais aqui me interessa. Que orquestração anti-marta absurda, que jogo sujo, porco e rasteiro, Kotscho, de você eu não esperava isso.

  9. marcio disse:

    Ricardo, vc cometeu um pequeno êrro.
    O Eduado Paes não é um “homem de partido”, mas um homem partido. Valendo toda e qualquer insinuação.

  10. Marcos Gomes disse:

    Fora Marta arrogante e dissimulada.

  11. Marcello Saffioti disse:

    Rapaz, segundo as últimas dos sites UOL e Último Segundo o Lula não esteve em São Paulo nessa manhã: “È as Baixarias do PIG no desespero”.

  12. Jarba disse:

    Agora imagine se fosse o contrário. Já teriam passeatas de feministas raivosas, com faixas e cartazes, abaixo o preconceito… imagine! É lamentável o quanto as ações vindo das mulheres é visto e as insinuações dos homens é sempre bombardeado de todos os lados.
    Abaixo o preconceito.
    Salvador-Bahia

  13. Mauricio disse:

    O claro e o explícito
    .”É casado, tem filhos” Ouvi essa frase diversas vezes pronunciada por um locutor no programa eleitoral de Marta Suplicy (ou Favre) candidata do PT à prefeitura de São Paulo. O que ela significa? Aparentemente seu sentido está claro, evidente. Ela diz que desconhece a vida pessoal de Gilberto Kassab e que o eleitor precisa se informar melhor, Marta é uma mulher, descasada e casada novamente, mãe de dois filhos. entretanto essa frase enunciada no contexto de uma eleição de forma tão insistente, não pode ser entendida na simplicidade semântica de seus termos. O que significava então a frase recorrente da candidata? Qual o sentido de insinuar essas condições como “diferenciais em uma campanha?
    Ao afirmar subliminarmente que é “mãe” e que, portanto é “mulher” a candidata Marta estava conectando o conceito da maternidade ao conceito de gênero e marcando um ponto de diferença, uma particularidade de sua condição que destoava daquele que concorria contra ela à prefeitura de São Paulo. Era como se ela estivesse querendo “demonstrar” (se é que isso é passível de qualquer tipo de prova ou de demonstração) sua condição sexual a partir de sua maternidade.
    Não é preciso ser nenhum gênio da publicidade para saber que a frase repetida à exaustão pelacampanha da candidata do PT tinha um endereço certo. Seu objetivo político era muito claro e seus efeitos foram sentidos em diversos segmentos da cidade. Essa frase reforçava, na boca do povo de São Paulo, o preconceito em relação a sexualidade de Gilberto Kassab.Como se a maternidade de Marta fosse a prova da sua condição sexual,e a não paternidade de Kassab colocava em questão a sexualidade do candidato doDEM. Esse era o discurso subliminar da misteriosa frase repetida nos programas eleitorais de modo aparentemente despretensioso.
    Eu particularmente, quando voto, não estou nem um pouco interessado em saber como o meu candidato pratica a sua sexualidade. Se ele é hetero, homo, bi, poli ou pan sexual (excluindo a pedofilia ou o estupro, para mim não há delito em fazer ou deixar de fazer sexo com quem ou o quê você quiser. Cada um que cuide da sua vida e faça com ela o que achar melhor). Nunca me interessou saber o que meu candidato fazia na cama até porque eu concordo com Nelson Rodrigues, o mago da crônica jornalista brasileira, produtor de algumas das frases mais geniais que eu já tive oportunidade de ler: “Se nós soubéssemos da intimidade sexual uns dos outros, ninguém se cumprimentaria na rua”. No entanto, essa minha despreocupação não pareceu ser a regra entre os meus conterrâneos nessa eleição.
    Entre o normal e o natural, entre o convencional e o proibido, entre a tolerância e o preconceito, algo deixou de ser dito nessa campanha. Provavelmente na história política do Brasil muitos governadores, prefeitos, deputados e senadores tiveram que esconder suas preferências sexuais para poder passar no teste do preconceito popular. Imagino que muita gente casou, teve filhos, cumpriu todos os ritos matrimoniais e sociais exigidos pela tradicional família católica brasileira (conservadora) para que, diante do seu eleitor e da sua eleitora, não sobrasse nenhuma dúvida de que suas práticas sexuais corriam em pura conformidade com aquilo que o entendimento padrão considera “normal”. Muita gente mutilou o próprio desejo, rasgou a própria vontade e escondeu a própria alma para tolher algum suposto “desvio”, alguma pulsão, algum trejeito que pudesse “denunciar” sua condição.
    Na política brasileira é absolutamente perdoado o dissimulado. Aquele que se esconde é aceito. Mas, entre o dissimulado e o assumido há o explícito. Nem tudo que é explicito, ou aparentemente evidente é claro. Provavelmente a provocação que a campanha de Marta lançou contra a de Kassab poderia ter gerado um fato histórico na política do Estado de São Paulo. No silêncio de um e na insinuação da outra se perdeu a opção pela clareza. Entre aquilo que é explícito e aquilo que é insinuado, perdeu-se a chance de pôr as cartas na mesa e discutir, sem rodeios nem dissimulações uma questão central de nosso tempo e de nossa cultura: o que significa ser homossexual? Qual o peso da opção sexual de um candidato em uma eleição? Até quando as pessoas serão divididas, menosprezadas, ridicularizadas e classificadas em função da sua religião, da sua raça, da sua cor, condição social ou do tipo de afeto que elas cultivam? Faltou o entendimento central presente no brasão nacional indiano, e que eu gosto de repetir para mim mesmo a exaustão: só a verdade vence.

  14. Espalha Brasa disse:

    Esse Serra é um demagogo incompetente mesmo. Após a burrada de por suas polícias em confronto, agora vai ao hospital fazer média com as vítimas do sequestro de Santo André, querendo até rezar. Tantos foram os sequestros em seu governo e jamais esteve ”melando” suas vítimas. Enfiou novamente o nariz em hora errada e em momento que a operação de sua policia não logrou êxito. Já não sabe mais o que fazer para tentar apagar as máculas de sua imagem. Que covardia!

  15. Espalha Brasa disse:

    Quem não sabe que o Kassab é irmão do Pitta? São filhos do mesmo pai! Sim, o @+faz – Uff!

  16. Gerônimo disse:

    Eu acho que ninguém em seu juízo normal, jamais seria capaz de imaginar, o que aconteceria com a Marta Suplicy se ela tivesse realmente perguntado ou quisesse saber se o Kassab é mesmo viado. Vão ser imbecis assim nas P.Q.P. vocês, idiotas. E o pior é que essa é a educação que o Lula paga para esta pobreza burra e a elite hipócrita, dividindo dinheiro para as Universidades formarem essa matilha de infelizes. Depois vão chorar, se arrepender, lamentar. E aí será tarde. Agora sim, se eles entrarem pela porta da frente, visto que antes, esse ilustre desconhecido entrou pelos fundos, grudado nas barras da (saia?) calça do Serra, outro incompetente oportunista, como são todos os direitistas travestidos de democraticos, com suas falas mansas, mas que por dentro escondem suas verdadeiras origens más, porque eles são maus, verão no que vai dar. Esqueceram o Collor, seus memórias estreitas? Ou memórias curtas? Ou sem? Como queiram. Castigam em nome do “bem”. Veja os pedágios. São tão democráticos que se você quizer ir à praia, você tem de pagar 17 reais para passar. Se não tiver os 17 reais, você não tem outra alternativa de retornar. E comete um crime, voltando pela contramão. Cadê o direito de ir e vir das pessoas? Só o PSDB “dá” esse direito. Pagando!
    Acorda povinho medíocre! Ou então fodam-se todos!!!

  17. Ednei disse:

    O Kassab é casado? Tem filhos? A Marta é casada, mas como foi a separação com o Suplicy? Solteiro, se tem filhos ou não, então teremos que avaliar uma pessoa dessa forma? E se for divorciada? e com filhos? É o desespero de quem vê o barco afundar…então, relaxa e g…

  18. vicente disse:

    Ler um Blog é interessante, mas mais interessante são os comentários como o do Eduardo da Silva (13/10/2008 – 18:00).

    Se não há nenhum mal em comprar então vamos lá:

    Curriculum da Marta:
    - Eleita Deputada as custas do nome do marido. Até então tinha profunda experência como sexóloga.
    - Eleita Prefeita às custas do marido. Sem nenhuma experiência administrativa, a não ser administrar o seu namoro com o Favre. O marido ficou sabendo depois da eleição.
    - Seus amigos: Dirceu, Genoíno, Delúbio e inúmeros outros que não vale a pena citar. O Lula não sabia… Ela também não.

    Vocês já pensaram a tempestade Petista se as perguntas feitas ao Kassab fossem feitas a Marta?

    - Quem são seus amigos? Onde eles estão? São honestos?
    - Como é a sua vida pessoal?
    - O que a Sra. acha de uma família?
    ´
    E se em tom jocoso, alguém perguntasse: Seu marido é brasileiro?

    O mundo ia acabar….Como ela fez as perguntas então o Lula diz que ela é perseguida. ….

    Piada!!!!

  19. Vinicius Martins disse:

    A eleição de São Paulo deixou dois moribumdos: Alkimim e Marta Suplicy. Se o PSDB e PT ainda quiserem ganhar alguma eleição por aqui, é bom começar apostar em outras “estrelas”.

  20. LOURIVAL22 disse:

    Marta ao usar a língua em hora errada esta queimando a sorte e alem do mais, mostrando que está despreparada até para ser síndica do prédio onde mora.

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