“17 Outra Vez” é o triunfo da previsibilidade
Você está com fome em um lugar estranho. Já não agüenta mais sabores exóticos. Não quer tentar traduzir mais um cardápio. Então avista o logo de uma rede de fast food conhecida, engole o orgulho e cai de boca. No cinema, muitas vezes é igual. As pessoa precisam do conforto de um gosto facilmente reconhecível. É isso que explica a produção e o sucesso de filmes como “17 Outra Vez”.
A base de sustentação do filme é a previsibilidade. E a fórmula que ele segue é a dos filmes em que um personagem volta ou avança no tempo por causa de um incidente fantástico e a partir daí passa a reavaliar sua existência. Você já viu isso em “Quero Ser Grande”, “De Repente 30” e outras dezenas de filmes.
“17 Outra Vez” não faz questão nenhuma de acrescentar dados novos a essa fórmula. Na trama, Mike (Zac Effron), um jovem astro do basquete, abandona o jogo de sua vida para ir atrás da namorada que anunciou estar grávida. Corta para muitos anos mais tarde. Mike, agora vendedor fracassado e pai ausente de dois filhos adolescentes, separa-se de sua antiga namoradinha de colégio, porque esta não suporta o ressentimento que ele sente por ter desistido do futuro como jogador. Então, por mágica, Mike volta a ter 17 anos, retorna ao velho colégio (onde passa a conviver com os filhos) e tem a chance de mudar seu destino.
Com cinco minutos de projeção, qualquer espectador com um pouco de milhagem sabe como tudo termina. E não é apenas a história que se repete, mas a moral também. O objetivo é sempre reforçar o valor da família contra a ambição de glória – desde que Frank Capra fez “A Felicidade Não se Compra” (1946), o modelo original desses filmes e ainda o melhor.
Então “17 Outra Vez” não traz absolutamente nada de novo? Apenas o rosto de seus atores: Zac Effron e Matthew Perry. Um marketing esperto da produção, para apelar simultaneamente às gerações de “High School Musical” e “Friends”. É como se eles fossem os dois novos molhos lançados para acompanhar o velho sanduíche.
Autor: ricardo calil - Categoria(s): Sem categoria Tags:
Viva Matthew Perry!!!!
Ricardo, eu não vi e não vou ver o filme. Pelo título e pelo cartaz vi o filme todo. Só fiquei com uma dúvida: a cena final, de redenção, acontece sob aplausos? Você já reparou que para Hollywwod só pode existir final feliz (e, portanto, felicidade) se ela for reconhecida por todos?! Já reparou como é recorrente a cena de uma platéia (pode ser em um estádio de baseball, num ginásio de colégio, num teatro, numa estação de metrôm lotada) aplaudindo a redenção do persnagem principal – ou do casal principal?!
Não vi, mas se este filme não terminar com aplausos de alguma platéia, foi por esquecimento do diretor.
Gente, o filme é mto bom. O Zac tah de parabéns. Lindo e talentoso…
Para quem não gosta dele, se contenta em ser da minoria ok?!
10 para “17 outa vez”.
acho q será interessante o filme, e para os fãns do zac será bom pq pelo menos nao veremos ele so em HSM3. E estou super de acordo com o mauro e a nane.e outra eh super importante nao so olharmos para o filme em si mas nas mensagens q ele tras para gente.
Valew
bjm **
correçao**
nao so HSM3 mas sim tds os filmes 1,2,3
so vou assistir por q tem zac efron se nao tivesse eu nao ia assistir
13 anos
maikon
naum se va
: ‘ (
buaaaaaaaaaaaaa
esse filme deve ser uma merda vo6 nium tem o q inventar nau
bando de
xupa bunda
vow muito gastar meu dinheiro pra assistir essa merda tenho mais o q fazer
só presta filme que tenha morte bota evoncando espiritos pra esse bando de condenado assisti