iG
iBest BrTurbo

Publicidade

Publicidade
02/02/2009 - 18:37

Cinema brazuca, pôster polaco

Uma das minhas diversões nos últimos tempos é navegar a internet atrás de pôsteres poloneses para filmes não-poloneses. Para quem não sabe, a Polônia e muitos outros países produziram por vários anos versões próprias de cartazes de filmes internacionais – pelo que entendi, porque saía mais barato criar um pôster novo do que pagar pelo uso do oficial (mas, se eu estiver enganado, por favor me corrijam). O fato é que isso deu origem a alguns trabalhos brilhantes, a maioria superior ao original, muitos sem nada a ver com o filme que retratavam. Na loja virtual PolishPoster.com, que tem a maior coleção de cartazes polacos, acabo de descobrir as fantásticas versões para três filmes brasileiros:

“Macunaíma” (1969), de Joaquim Pedro de Andrade

“O Pagador de Promessas” (1962), de Anselmo Duarte

“Selva Trágica” (1963), de Roberto Farias

O site Cracked.com, fez uma relação dos pôsteres “estrangeiros” mais absurdos, feitos não apenas na Polônia, mas também na União Soviética, Turquia, República Tcheca, Japão e outros. Para mim, o mais divertido é o de “A Fuga do Planeta dos Macacos”:


Autor: ricardo calil - Categoria(s): Sem categoria Tags:

3 comentários para “Cinema brazuca, pôster polaco”

  1. sergio disse:

    em cuba também é assim. tem muito poster bacana feito em serigrafia. inclusive alguns tornaram reconhecido o trabalho do artista que fez. o motivo deve ser economico mesmo.

  2. Milton disse:

    Calil, você chegou a comprar algum? Deu certo?
    abraço

  3. Ricardo Calil disse:

    Oba Milton, tudo bom? Eu não comprei, mas amigos compraram e deu tudo certo. Chegou direitinho. Manda ver. Abs, Ricardo

Deixe um comentário:

Antes de escrever seu comentário, lembre-se: o iG não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!

Os campos com * são de preenchimento obrigatório






Voltar ao topo