Agora é oficial: o videocassete morreu
A morte do videocassete já foi anunciada muitas vezes. Mas agora parece que é oficial: a JVC, última companhia a produzir os aparelhos, comunicou o fim da fabricação. Para quem alimentou parte considerável de sua cinefilia com fitas VHS, é uma notícia triste – como foi a da morte da vitrola há alguns anos.
Há quem entre em estado de negação. Como um jornalista do “Guardian”, que jurou amor eterno ao VHS e não vê nenhuma vantagem no DVD: “Um filme não tem capítulos. Não é um disco de músicas independentes ou uma revista para ser folheada. É um trabalho único, coerente, para ser visto em uma sentada. (…) As entrevistas com o elenco são tediosas, as cenas deletadas não deixam dúvidas sobre os motivos de terem sido deixadas de fora, e os finais alternativos geralmente arruinam o clima criado pelo filme. Não, eu vou ficar com meu velho e confiável vídeo. Pelo menos até que a máquina mastigue todas as fitas. Daí vou considerar as outras opções.”

Primeiro gastamos uma fortuna comprando vhs (quem gosta de cinema, claro). Depois, resolvem matar o vídeo e inventam o dvd. Agora querem matar o dvd e fazer a gente comprar tudo de novo em blu-ray. Isso não vai ter fim…… Evolução tecnológica é muito bom, mas os colecionadores não deviam ter prejuízo com isso. Dinheiro não cai do céu. Parei no dvd. Não vou comprar blu-ray, nem os seus sucessores, que certamente virão.
Gravador de DVD não chega aos pés de um vídeo-cassete. Putz… era só apertar “Rec” e pronto. Agora para gravar alguma coisa é uma ladainha de inicialização de disco interminável (e reze para o aparelho se entender com o dvd…). Nesse aspecto é um verdadeiro retrocesso.
Viva o recurso analógico, se fita não presta porque dura até 100 anos, como chegaram até hoje os filmes de chaplin, os discos dos Beatles e do Pink Floyd aliás por que o David Gilmour grava seu DVD ao vivo em analógico acho que por algum motivo ele deve prestar a * digo as elas as fitas devem prestar, não acham