Agora é oficial: o videocassete morreu
A morte do videocassete já foi anunciada muitas vezes. Mas agora parece que é oficial: a JVC, última companhia a produzir os aparelhos, comunicou o fim da fabricação. Para quem alimentou parte considerável de sua cinefilia com fitas VHS, é uma notícia triste – como foi a da morte da vitrola há alguns anos.
Há quem entre em estado de negação. Como um jornalista do “Guardian”, que jurou amor eterno ao VHS e não vê nenhuma vantagem no DVD: “Um filme não tem capítulos. Não é um disco de músicas independentes ou uma revista para ser folheada. É um trabalho único, coerente, para ser visto em uma sentada. (…) As entrevistas com o elenco são tediosas, as cenas deletadas não deixam dúvidas sobre os motivos de terem sido deixadas de fora, e os finais alternativos geralmente arruinam o clima criado pelo filme. Não, eu vou ficar com meu velho e confiável vídeo. Pelo menos até que a máquina mastigue todas as fitas. Daí vou considerar as outras opções.”
Autor: ricardo calil - Categoria(s): Sem categoria Tags:
Sou colecionador de filmes e seriados antigos e raros e gravo para outros colecionadores, porisso ainda tenho em casa 5 vhs que me servem para passar os filmes do meu acervo para DVD, que também tem seus problemas, certas mídias com o tempo passam a travar no player.
certas caracteristicas do video o tornam insuperavei:
1uma fita amassada ,arrebemtada e plenamente recuperavel . o cd ….
2 voce grava , apaga a vontade de maneira rapida e a baixo custo
3 os videos sao baratos e com peças de manutençao idem com durabilidade inquestionavel
4 os bolores e fungos são faceis de limpar e so atingem o inicio da fita ja no cd tchau.
5 fitas estão ai ha quase 50 anos ja o cd coitado
6 cds gravados em casa costuman nao tocar em outros equipamentos etc etc etd acabou o espaço.
certas caracteristicas do video o tornam insuperavel :
1uma fita amassada ,arrebentada e plenamente recuperavel . o cd ….
2 voce grava , apaga a vontade de maneira rapida e a baixo custo
3 os videos sao baratos e com peças de manutençao idem com durabilidade inquestionavel
4 os bolores e fungos são faceis de limpar e so atingem o inicio da fita ja no cd tchau.
5 fitas estão ai ha quase 50 anos ja o cd coitado
6 cds gravados em casa costuman nao tocar em outros equipamentos etc etc etc acabou o espaço.
Graças a Deus ! Nada é definitivo, se bem que para alguns, talvez ainda vivessemos na idade da pedra que já estaria bom ! Xô, passado..
Humm… morte do ultrapassado VHS? Preparem-se, senhores da epoca do DVD… este também irá passar, e a imensa maioria não terá sabido usa-lo direito. Como ninguem sabe usar todos os recursos do seu celular. Todos, cada vez mais afobados e insatisfeitos, querem cada vez mais recursos, para terem cada vez menos paciencia de ler o manual… Lembram do 12:00 piscando no painel do videocassete, a nos lembrar de nosso despreparo, bem no meio da sala? Só que agora tudo é portatil, e todos os recursos que voce nao entende, voce consegue varrer para debaixo, não do tapete, mas para dentro do bolso/bolsa. Mas, de vez em quando, toca num elevador um celular com tom padrao (Nokia ou “Helo Moto”), que nos lembra que o feliz usuário sequer sabe trocar o tom – e fica fazendo propaganda de graca para o fabricante. O rei está nu… com um lindo iPhone do qual não sabe usar a metade. Novos tempos, tecnologias audazes, pessoas nem tanto.
Na realidade os próprios consumidores decretam o fim de determinada tecnologia…
Lembro que na década de 90, a Philips (que criou o CD) e a Panasonic desenvolveram um eqpto chamado DCC (Digital Compact Cassete), que possuía uma qualidade de áudio superior a dos CDs (sua taxa de amostragem era de 48kHz, ante 44.1kHz deste último). O eqpto efetuava gravações e rodava, inclusive, fitas K7 comuns… O problema de desgaste dos cabeçotes foi eliminado, pois os mesmos não tinham mais contato com a fita magnética (faziam a leitura por varredura de campo)… Permaneceu, se não me engano, apenas 2 anos no mercado…
O VHS possuía sua versão de qualidade superior, o SVHS (Super VHS – 400 x 280 pontos, contra os 320 x 240 do VHS “comum”), mas este padrão não foi difundido no Brasil… Em 2001, a JVC lançou mais uma evolução: D-VHS, o VHS digital (com resolução HDTV), padrão completamente desconhecido por aqui…
Estou triste também com a morte do VHS, não tanto por nostalgia mas porque já estou no segundo gravador de DVD, que deveria substituir o VCR, e nenhum dos dois foi/é confiável. O fato é que o VHS tinha uma qualidade apenas aceitável mas você gravou você assistiu.
Nos gravadores de DVD é uma incógnita. É um tal de erro de disco, de formatar e reformatar e volta e meia perco tudo que está gravado.
Em suma, um lixo.
“Um filme não tem capítulos. Não é um disco de músicas independentes ou uma revista para ser folheada. É um trabalho único, coerente, para ser visto em uma sentada. (…) As entrevistas com o elenco são tediosas, as cenas deletadas não deixam dúvidas sobre os motivos de terem sido deixadas de fora, e os finais alternativos geralmente arruinam o clima criado pelo filme. Não, eu vou ficar com meu velho e confiável vídeo. Pelo menos até que a máquina mastigue todas as fitas. Daí vou considerar as outras opções.”
Alguém explica pra ele que com o dvd ele não precisa usar nada disso, que ele pode ver o filme de uma vez e numa qualidade de imagem melhor?
E quem não vê diferença na qualidade de imagem, recomendo o oftalmologista.
Sobre o comentario do Alex Otan, “Na realidade os próprios consumidores decretam o fim de determinada tecnologia…”, embora essencialmente correto, vale lembrar o caso particular exatamente do VHS, que talvez funcione como evidencia inversa. Havia uma tecnologia anterior, pioneira, de maior qualidade: o Sony Betamax, que comecava a ganhar ares de dominar o mercado. Os concorrentes (Philips e o resto do mundo) se juntaram num cartel contra o monopolio da Sony, criaram um padrao inferior, produzido as pressas: nascia o VHS. Tiveram sucesso – esmagaram o Betamax. Tivemos que consumi-lo desde entao, até a criacao do DVD. Conclusão: nem sempre o consumidor decreta o fim – não há sempre uma selecao natural saudavel (=democracia?) regendo os movimentos do mercado. As vezes é uma simples briga de cachorros grandes fazendo bullying com o CDF da turma. Briga à qual simplesmente assistimos.
Cada era é uma nova era tecnológica… O VHS vai perdurar por algum tempo ainda, já que ainda existem as câmeras miniDV e seus adaptadores para video… O Blue-Ray, por incrível que pareça, já está sendo ultrapassado, visto que não agradou como deveria… Os extras dos filmes e videos não agradam a todos e a maioria quer mesmo é assistir a gravação e só… o mercado empurra a novidade e um bando de gente desesperada por consumir produtos de ponta, sem a menor noção de pra que, aceita… os novos padrões atendem a capacidade de armazenamento e deveriam ficar por aí… do meu modo de ver as coisas, vou ficado com VHS + DVD + Blue-Ray + ….
A vantagem de DVD realmente está na qualidade da imagem. Realmente, os extras que vem junto são apenas empulhação.
Não sei se tem a ver com a relação entre preço de venda e o preço de locação, mas na era dos DVDs as distribuidoras conseguiram implantar uma cultura de compra do filmes que não lembro de existir antes.
O invento tem como objeto primeiro o lucro. Nenhum fabricante está interessado no apego dos consumidores a determinado objeto. Nos primeiros sinais de saturação do mercado para determinado produto, já existe um novo prontinho prá ocupar o espaço, nem sempre porque é melhor ou pior. Quanto a ser do passado ou do futuro, coisa boa é de sempre. Para uns, o tempo não passa, outros roem os dedos esperando a próxima novidade.
Tchau, vou tomar meu cafezinho, bater papo com os amigos, que não exige nenhuma tecnologia (a não ser a máquina de café expresso), nem pressa, nem vhs, nem dvd, blueray….
A proposito como se tira fungos das fitas do VHS?
Pelo amor de Deus…
Concordo que os filme originais em DVD têm melhor qualidade de imagem e som.
Agora grave um programa de TV em um gravador de DVD… fica um lixo… uma merda.
Meu videocassete Panasonic grava TV com uma qualidade insuperável… nem se compara, nem de longe com as ridículas e borradas gravações em DVD.
Ainda não vi nenhum gravador de DVD
Ainda nao vi nenhum gravador de DVD que substitua o bom e velho videocassete.
Filmes gravador originalmene em DVD são melhores indiscutivelmente, estou me referindo às gravações que fazemos em casa da própria TV.
Eu tenho Chaplin inteirinho em VHS. Ou melhor, tinha…
Por fim assistiremos os filmes em altíssima definição (4K) e som dolby 10.1 via internet e os gravaremos em pendrives de 1 terabyte.
Mas ainda teremos que aguardar mais uma década ,ou menos … espero.
O gravador de DVD de mesa faz gravações cuja qualidade, como no VHS, pode ser escolhida pelo usuário, e que vai depender, naturalmente, da fonte de sinal usada, isto é, não será superior, nunca, ao sinal de origem. A capacidade de gravação, em termos de qualidade, dos novos gravadores de DVD superam a qualidade de imagem da TV convencional. O gravador de mesa com HD interno resolve os problemas encontrados com a mídia, isto é, com o disco (DVD). Vc. grava e assiste o que desejar no próprio HD e só, eventualmente, vai passar, posteriormente, para o DVD o que quiser. O custo desses tipos de gravadores (cerca de 700,00 R$) é que está um pouco acima do custaria, hoje, um aparelho VHS. Não tem comparação em termos de praticidade e durabilidade da mídia usada.
Utilizo VHS há mais de 20 anos. Tive problemas com mofo e mastigações de fita. Porém, sempre fica a possibilidade de se recuperar parte do que foi gravado. Com o DVD isso é impossível, principalmente quando temos as desagradáveis mensagens de ERRO, tanto com relação à formatação quanto à gravação. Isso sem falar nos casos em que o disco é inserido no DVD e aparece a mensagem “insira o disco”.
Quanto aos aparelhos, tenho videocassetes com mais de 20 anos, enquanto meu gravador de DVD da LG durou apenas 1 ano.
Ainda não é possível prever a durabilidade dos DVDs, ainda está muito recente. Quanto ao VHS, tenho fitas a partir de 1988, e ainda estão passando e com razoável qualidade, embora gravadas em EP.
Quanto ao DVD, se não for gravado em SP ou HQ, a qualidade da imagem fica muito borrada.
Acho que as duas tecnologias poderiam conviver, mas infelizmente é o mercado quem manda!
vai te boraaa carnissa de VHS