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06/01/2009 - 18:33

STEPHEN SPROUSE: O DONO DO HI-LO


Auto-retrato do artista: rosto delicado, personalidade doce

Para quem acha que Stephen Sprouse é apenas “o cara que fez as bolsas grafitadas da Vuitton”, recomendo a leitura da matéria sobre o estilista/artista na Vogue de Janeiro e uma visita ao recém-criado site We Love Sprouse. Segue uma versão light do texto, intercalada com entrevistas feitas pela Vuitton com envolvidos em três projetos em sua homenagem que rolam neste mês (vale MUITO a pena assistir):


Stephen Sprouse, por ele mesmo


Entrevista com Marc Jacobs

Morto em 2004, aos 52 anos, em decorrência de um câncer de pulmão (ele fumava copiosamente), Sprouse volta à cena em 2009: ganha este mês uma exposição-retrospectiva na galeria nova-iorquina Deitch Projects, um livro editado pela Rizzoli e uma nova linha de roupas e acessórios-tem-que-ter desenvolvidos em sua homenagem pela Louis Vuitton.


Croquis da década de 80: o xadrez inspirado na tela da TV e vestidos grafitados em tons flúo


Entrevista com Patricia Field, que vendia peças de Sprouse em sua loja

Filho mais velho de uma família de classe alta de Indiana, Sprouse sempre foi considerado um prodígio com lápis e papel na mão. Tamanho era seu talento que aos 14 ganhou um estágio com Bill Blass; e aos 18, recém-chegado da Rhode Island School of Design, já era braço direito de Halston, maior nome da moda americana na época. Foi trabalhando com ele que Sprouse teve acesso pela primeira vez ao mundo do red carpet. Era íntimo de clientes como Liza Minnelli, Marisa Berenson, Jackie O. e Barbara Streisand (sua favorita absoluta).


Entrevista com Debbie Harry, musa absoluta

Mas Sprouse não era, definitivamente, um amante exclusivo do high. Preferia, por exemplo, freqüentar o Mudd Club, inferninho underground de downtown, a passar noites inteiras no puro glam do Studio 54. Sua entourage, aliás, era conhecidamente formada por tipos “sujinhos, tatuados e criativos”, em vez das grandes estrelas geralmente escolhidas por estilistas como musas e seguidoras. Por causa disso, dois anos e meio depois de entrar na Halston, Sprouse deixou a maison, para se dedicar ao seu trabalho pessoal. Debbie Harry, que conheceu dividindo banheiro e cozinha em um prédio em que moravam na Bowery – na época reduto de drogados e mendigos e hoje um dos endereços mais cool da Big Apple – era sua maior musa.

Mais da série de vídeos “We Love Sprouse” você vê aqui.
Vídeos de desfiles de Sprouse nos 80 e 90, em inferninhos nova-iorquinos, você vê aqui e aqui.
Mais sobre Sprouse, você lê na Vogue!

Autor: Maria Prata - Categoria(s): Comportamento, Desfile, Fotografia, Moda, Styling, vídeo Tags: , , , , , ,
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