Arquivo de março, 2008
31/03/2008 - 17:01

Outro dia uma amiga minha me perguntou quais livros de moda eu achava legal ela comprar para começar a entender do assunto. Fiz para ela uma listinha que já sugeri para outras pessoas também. E aí, como tenho recebido muitos comentários de gente que quer estudar moda, ou que já é estudante e quer se aprofundar, achei que valia a pena dar a dica para todo mundo que se interessar. Vale dizer que essa é a lista básca. Nível I. Depois posso ir além, sugerindo títulos de nível II, nível III
1. Moda: o Século dos Estilistas, de Charlotte Seeling, editora Könemann.
É um livro de mesa, grande e pesado, com MUITA informação. Dividido por décadas (de 1900 a 1999), ele dá uma idéia geral da moda de cada época, com muita imagem (lindas e didáticas) e textos bem informativos. Além disso, tem pagininhas dedicadas a vários estilistas importantíssimos para a história da moda. No fim, tem ainda um glossário ilustrado de alguns termos de moda.
2. Moda do Século, de François Baudot, editora Cosac Naify.
O esquema é parecido com o livro acima, dividido por décadas, mas ele é menorzinho. Tem muitas imagens icônicas e é mais fácil de ler.
3. Fashion Today, de Colin McDowell, editora Phaidon.
No mesmo esquema “Bíblia” (pesadão e lindo de morrer), mas focado na moda contemporânea (mesmo), o livro é escrito pelo Colin McDowell, um dos jornalistas mais respeitados do mercado (ele veio para o primeiro Fashion Marketing, lembra?). A divisão dos capítulos é temática e fala de muitos assuntos que estão sempre em moda: a paixão pelo retrô, o fetiche, os estilistas superstars
Muita coisa boa.
4. O Império do Efêmero, de Gilles Lipovetsky, editora Cia. das Letras.
Esse é para entender a moda com um olhar graaande, de fora (importante. Muito importante. Fechar no mundinho achando que é um mundão é a pior coisa que pode acontecer!). Lipovetsky é um filósofo francês e grande entendedor da roda da moda (que tanto nos enlouquece).
5. Enciclopédia da Moda, de Georgina O’Hara, editora Cia. das Letras.
Para ler tudo isso acima e não deixar passar nada, é legal estar com a Enciclopédia da Moda na cabeceira. O livro é um glossário com os principais termos desse mundo e ajuda muito na hora de entendero beábá da moda.
6. Dicionário de Termos de Moda, de Diana Aflalo, editora Publifolha.
Esse é para quem comprou mil livros e revistas em inglês e não está entendendo nada. O dicionário da minha querida Diana Aflalo tem a tradução (português-inglês / inglês-português) de inúmeros termos de moda.
Pronto. Corre pra Fnac!
Autor: Maria Prata - Categoria(s): Sem categoria
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30/03/2008 - 18:45

Atenção, atenção, clientes da Vicunha em Fortaleza: vou fazer uma palestra por aí no dia 2, quarta-feira. O tema são as tendências para o verão 2009 aqui no Brasil e a apresentação (com design assinado pela minha fiel escudeira Jana Tahira) tá bem, bem legal. Venham me ver! (quem não é cliente Vicunha, infelizmente, não pode ir. É um evento fechado, para convidados… Drôga…)
Autor: Maria Prata - Categoria(s): Sem categoria
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30/03/2008 - 18:38
Queris, estou com um problema qualquer no meu publicador que ele simplesmente parou de publicar os comentários de vocês. Assim que a segunda-feira chegar eu falo com o povo do ig. Enquanto isso, continuem comentando. Eles aparecem apenas para mim – e eu leio todos. Bjobjo
Autor: Maria Prata - Categoria(s): Sem categoria
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28/03/2008 - 18:56

De vez em quando, fico meio obcecada com algum “assunto do momento” que é notícia nos jornais. E a bola da vez aqui na minha cabeça agora são os trajes de natação LZR Racer, da Speedo. Já leu sobre ele? É capa do caderno de esportes da Folha de SP hoje (mas dá uma googada que você vai entender o tamanho do boom) O que acontece é o seguinte: a Speedo lançou um
sei lá como posso chamar isso
traje? macacão? Maiô? Collant? Enfim, vou chamar de roupinha de nadar. Mas a tal roupinha de nadar, megamasterplustecnológica, está fazendo a grande maioria dos atletas patrocinados pela Speedo quebrar todos os recordes mundiais da natação. Este ano, 15, dos 16 nadadores que quebraram recordes usavam o LZR . A diferença que a roupinha faz é tanta que tem campeonatos vetando o uso dela – no Campeonato Universitário dos EUA, que está sendo realizado agora, a organização impediu o uso. A federação do Canadá fez o mesmo na seletiva olímpica. Mas nem todo mundo está proibindo e ainda falta tempo para as Olimpíadas – e isso pode mudar muitos resultados em Pequim.

Mas o que tem a tal roupinha? Bom, na minha modesta opinião, ela é o que eu chamaria de uniforme de super-herói. É feita de um tecido chamado LZR Pulse, que é anti-aderente à água e reduz a oscilação muscular e a vibração da pele durante as provas. Isso porque ela apeeeeerta o corpo de um jeito X (um corset, no caso, é quase pré-histórico), que deixa ele com a aerodinâmica perfeita para deslizar rapidinho pela água. Além disso, ele não tem costuras – é todo colado. Mais: ele foi desenvolvido em uma parceria com a NASA (!! Só poderia ser. Quem mais poderia fazer as roupas dos super-heróis?).

Agora, o link fashion: a estampa das peças que serão usadas pelos atletas da Speedo nas olimpíadas foi desenvolvida por
Commes des Garçons! Rei Kawakubo criou um desenho chamado Kokoro, que, em japonês, quer dizer “coração”, “mente”, “espírito”, “sentimento” (essas palavras japas intraduzíveis que significam mil coisas).
Incrível, não? Daqui a pouco essa tecnologia chega nos biquínis brasileiros (ou vai ter mulher comprando o LZR para ficar com o corpo perfeito
rs).
Autor: Maria Prata - Categoria(s): Sem categoria
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27/03/2008 - 21:07
O título deste post pode ser um velho conhecido seu, mas, não, este não é uma matéria falando de uma pessoa que se transforma, troca os cabelos, muda de roupa. Hoje vamos falar de
Língua portuguesa! Melhor: língua portuguesa de moda. Não! Língua FASHION de moda – porque falar “moda” já não é moda mais.
Hoje, aqui na redação, entramos numa longa discussão sobre a diferença entre DEGRADÊ e OMBRÉ. O primeiro todos sabem o que é. O segundo começou a ser falado recentemente, depois do desfile de inverno 2007-2008 da Prada. Ombré é um efeito em que uma cor vai, aos poucos, virando outra, ou então ficando mais forte, ou mais escura como num
degradê. Mas, se dá para falar ombré, uma palavra em francês, mais chique (ou trendy?) e sofisticada, porque insistirmos no banal português, não é mesmo? Bom, a discussão que começou aí acabou numa deliciosa brincadeira de termos de moda que vão sendo substituídos com o tempo, só para
para
sei lá para o que! Chegamos à conclusão que é só para ser uma coisa “fresh” e vender mais moda! Quer ver? A lista é infinita
E a pauta é da Nana Caetano, que começou com as comparações e instigou todo mundo aqui. Olha só:
Nosso querido FUSEAU, por exemplo (eu tinha várias da TKTS quando era pequena), de repente virou LEGGING! E o COLLANT (alguém aí já fez ballet?), que se transformou em BODY? O HIPPIE, que era meio largadão, nada estiloso, ganhou nome novo e virou elegante: BOHO. O ROXO, vira e mexe, é BERINGELA. E o BEGE, coitado, tão feio, cor de calcinha de vó, virou NUDE e ganhou os red carpets! A CALÇA JUSTA, cafona, virou SKINNY e invadiu o mundo. E a PESCADOR, curtinha, já foi CORSÁRIO e agora é CAPRI. Têm tudo a ver com Capri, aliás, as ALPARGATAS (bem marinheiro, ou melhor, navy). Alpargatas?? Desculpe, ESPADRILLES! O BRIM já é JEANS há anos, mas a CAMURÇA virou CHAMOIS recentemente. paetês são mais bacanudos que LANTEJOULAS? E as PLUMAS, tããão acima das PENAS? calça de montaria é coisa velha (ou melhor: vintage!). Agora é a vez das JOHDPURS. E, se você já está de olho no mood ÉTNICO que tomou conta das vitrines para este verão europeu, nem pense em falar nisso na próxima estação: o que vem por aí no inverno do Hemisfério Norte é FOLK.
Tá achando que é só na moda que isso acontece? Nana mostra que o fenômeno também está na beleza (”não, maria, é beauty!”).
A velha e boa PURPURINA (alguém aí curtia uma matinê de baile de carnaval?) virou GLITTER. O ROUGE agora é BLUSH. O velho e bom RÍMEL está, aos poucos virando MÁSCARA. Na boca, o GLOSS melado pegou o lugar do BRILHO e, nos cabelos
Você faz REFLEXO? Nanão. LUZES! Tem APLIQUE? Ai, que cafona
eu fiz um MEGAHAIR!
Autor: Maria Prata - Categoria(s): Sem categoria
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27/03/2008 - 16:42

Para quem estiver perto de uma televisão as 19h30 de hoje, quinta-feira: vou estar no Scrap MTV, programa apresentado pela flogger Mari Moon.
Autor: Maria Prata - Categoria(s): Sem categoria
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26/03/2008 - 12:17
Quando fiz um post aqui no Prataporter sobre a minha surpresa ao receber uma proposta de uma agência de publicidade para publicar posts pagos, fiquei feliz de ver que a maioria das pessoas concordava comigo. Agora pouco fiquei mais feliz ainda quando vi na Folha de São Paulo (thanks, Nana!), na capa do caderno de informática, uma matéria falando exatamente sobre isso. “Você é a Propaganda”, escrita por Camila Rodrigues e Daniela Arrais, discute esse novo nicho “descoberto” pelos publicitários, o do marketing viral. Esse tipo de propaganda produz, por exemplo, um videozinho engraçado e solta no Youtube, esperando que ele faça um mega-sucesso e as pessoas comecem a mandar o link para a amigos, amigos de amigos, e a coisa se espalhe sem que os internautas percebam que aquilo é uma propaganda. “As pessoas não acreditam mais em propagandas. Elas acreditam em outras pessoas”, explica Marcelo Coutinho, diretor de análise de mercado do Ibope Inteligência, na matéria. Ah, que maravilha, pensei eu. Então, no caso de você ler um post pago, sem saber que é pago, faz com que as pessoas passem a acreditar em pessoas que
mentem! Isso não é meio estranho, Marcelo? Daqui a alguns anos vamos ler frases do tipo “as pessoas não acreditam mais em pessoas”.
O pior é que, segundo a matéria, apenas 15% das campanhas de mkt viral atingem seu objetivo. Mas o povo das agências continua pensando em formas e mais formas de criar virais e conseguir, finalmente, enganar seus tão amados consumidores.
Eu, aqui de trás da minha telinha, deixo bem claro meu ponto de vista: não vendo posts, por dinheiro nenhum do mundo, a não ser que meus leitores saibam, claramente, que aquilo é uma ação de mkt. E escrevo isso aqui hoje para todo mundo da blogsfera pensar no assunto. Primeiro, para não venderem o que vocês tem de mais valioso: as suas opiniões. Depois, para tomarem um pouco mais de cuidado com o que lêem por aí. Ao que parece, nem todo mundo pensa como eu.
Autor: Maria Prata - Categoria(s): Sem categoria
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25/03/2008 - 19:05

Já tinha lido no Blog da Cami sobre a exposição “Vanity Fair Portraits: Photographs 1913-2008″ que está rolando (até 26 de maio) na National Portrait Gallery, em Londres. Depois (Cami, DEPOIS de você! Hehe) a Suzy Menkes fez uma materiona no International Herald Tribune e hoje, só hoje, a Mariazinha aqui resolveu ir fuçar no site da NPG para ver e entender tudo melhor. Fiquei maravilhada.
A exposição é o retrato de um século – personagens que marcaram épocas (da aviadora Amelia Earhart à Maddona, de Fred Astaire a Robert De Niro, passando por Margareth Tatcher, Princesa Diana, Louis Armstrong e muitos, muitos outros), clicados pelas lentes dos fotógrafos mais competentes do planeta (de Edward Steichen, que assina a capa do catálogo com a foto de Gloria Swanson, a Annie Leibovitz, com suas tão características fotos em grupo).
A Vanity Fair é uma das mais importantes publicações do mundo quando o assunto é celebridade. Não por acaso, foi em muito responsável pelo início do boom da cultura das celebridades, quando voltou a circular, nos anos 80 (ela não existiu de 1936 a 1983) – que nunca mais parou.
Algumas imagens que gosto muito (das poucas disponíveis na internet
):

Jean Harlow por George Hurrell, 1934.

Julianne Moore por Michael Thompson, abril de 2000.

Nicole Kidman, Catherine Deneuve, Meryl Streep, Gwyneth Paltrow, Cate Blanchett, Vanessa Redgrave, Kate Winslet, Chloé Sevigny, Sophia Loren e Penelope Cruz, fotografadas por Annie Leibovitz em abril de 2001.

Liza Minnelli por Mary Ellen Mark, 2002.
Autor: Maria Prata - Categoria(s): Sem categoria
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24/03/2008 - 16:32

Ela voltou. Marie Rucki, diretora do francês Studio Berçot, um dos colégios de moda mais tradicionais do mundo, está em São Paulo mais uma vez, a convite da Escola São Paulo, dando um ciclo de palestras e workshops para fashionistas de plantão. Estive hoje pela manhã no workshop “Análise de tendências inverno 2008/2009 (silhuetas, matérias-primas, cores)”, focado para estilistas (fui de metida, mesmo). Pedro Lourenço, Julia Aguiar e Gustavo Silvestre eram algums dos criadores que estavam por lá. Deu para me divertir (e aprender) bastante. Como já tinha dado para reparar na primeira vez que Rucki deu suas palestras para a ESP, em março passado, ela adora uma alfinetada – seja na tendência da vez, no estilista do momento, ou o sapato-desejo. Rucki dividiu sua apresentação em (inúmeros) temas como: tricôs (que vêm maxi, como já vimos aqui no Brasil), formas arredondadas (em ombros, quadris, calças), roxo (um clássico da estação), comprimentos (longos, nos joelhos e mídi), meias finas (elas voltaram, diretamente dos 80!) drapeados
Algumas pérolas de Marie Rucki:

Sobre os sapatos de látex de Ghesquière para a Balenciaga: “Acho este modelo uma provocação gratuita. Se bem que o trabalho no salto é notável.”

Sobre os escarpins da Miu Miu: “Eu não saberia como andar num sapato como este. Mas, quem sabe, eles nem foram feitos para andar mesmo?”

Sobre a coleção de Marc Jacobs, com forte apelo 80’s: “Este é o look mais feio da temporada. A combinação de cores é muito boa, mas esse treco na cabeça, com esse penteado, é horroroso”.
Sobre um look usado com vários anéis (que não descobri de onde é): “Olha só. Vários anéis usados na mesma mão ficam ridículos em Lagergeld, mas funcionam bem como moda na passarela”

E uma mensagem pra moda cada vez mais comercial (e segura) que está tomando conta do mundo: “A moda está se tornando funcional. Precisamos poetizá-la!”, disse, ao mostrar uma imagem da coleção de Junya Watanabe que, segundo ela, é “uma coleção que consegue ser abstrata (no sentido de conceitual), mas com roupas banais (querendo dizer clássicas/normais)”.
Autor: Maria Prata - Categoria(s): Sem categoria
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20/03/2008 - 14:34
Adoro quando chegam março e setembro, porque são os meses em que as revistas internacionais de moda fazem suas edições de coleções, ou seja, usam a revista inteira para falar das principais tendências da estação (verão em março e inverno em setembro). O legal de ler essas revistas é ver o approach que cada uma usa para falar de coisas que foram vistas por todas. Nas Vogues, por exemplo, é assim: a América vai fazer aquela revista que pesa 500 quilos, com 80% de anúncios e 20% de matérias careeeeeetas e previsíveis, com todas as marcas que importam. A francesa vai ter um olhar mais fantasioso e elegante – mas nem por isso menos comercial. A Teen vai fazer um “From A to Z” com tudo o que você precisa saber sobre a temporada. E assim vai, com outras publicações também – Bazaar, Elle, ID, W
cada uma tem sua visão particular sobre temas universais.

Enfim, a explicação acima é porque faz tempo que eu queria fazer um post sobre a edição coleções spring 2008 da Style Magazine, do The New York Times, que agora tem versão online (completa e chiquérrima). O legal é que dá para ver a revista inteira, ler os textos e
ver os editoriais que mostram as principais tendências da estação. O NYT é um dos maiores jornais do mundo, fala com milhões e milhões de pessoas. E eu adoro como eles conseguem fazer uma coisa muito popular, compreensível para muita gente que nem sabe quem é Karl Lagerfeld, mas com uma sofisticação impar. Olha que maravilhoso:

O perfume Boho, com um quê de anos 70, está na matéria Sea, Sex and Sunscreen, fotografada por Todd Cole.

O momento étnico aparece com perfume grego/tribal nas fotos de Toga Land, por Fabien Baron.

As cores ácidas e estampas gritantes da estação foram fotografadas por Raymond Meier em Maiden Voyage, que tem a dupla Carol Pantoliano e Daiane Conterato.

O novo mood nerd, geek chic deste verão internacional tem clima cinquentinha em Pickup Pix, de Robert Wyat. Adoro esta – a mais caretinha/clássica de todas. Melhor: as peças deste editorial são todas com preços ótimos, de linhas mais baratas.

O boudoir, tendência que tem clima vintage, recheada de underwear usados como outerwear, onde as lingeries e os pijamas falam alto (pense em Marlene Dietrich), está na belíssima Trunk Show, por Mark Segal.

Por último, os acessórios surrealistas da temporada, na bem pensada Habitat for Insanity, de Thomas Lagrange.
Tem MUITO mais coisa na revista. Vale uma visita longa e profunda. Tem outros editoriais incríveis, tem texto da Suzy Menkes, outro da Holy Brubach, uma materinha sobre a família Roitfeld, vídeos, análises… É de enlouquecer.
Autor: Maria Prata - Categoria(s): Sem categoria
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